Vídeo ilustra a colisão de satélites no espaço

Como você deve ter ouvido, na semana passada dois grandes satélites, um americano e um russo, colidiram a 800km sobre a Sibéria. O Iridium americano pesava 560 kg, enquanto os Cosmos 2251 russo, mais de uma tonelada. É a maior colisão desta natureza já registrada – colisões descontroladas com objetos menores já ocorreram, bem como testes controlados como o efetuado pelos chineses há dois anos, que todavia também envolveu objetos menores.

Enquanto as consequências, leia-se, o destino e configuração da nuvem de destroços ainda deve levar algum tempo para ser melhor avaliada, o vídeo acima simula o impacto. Vemos de início o Iridium, e a nuvem vermelha de destroços logo é colocada em contexto quando a massa enorme de lixo espacial já existente é exibida.

Estamos literalmente rodeados de dezenas de milhares de objetos a milhares de quilômetros por hora. Os pontos não estão em escala – se estivessem, não poderíamos mais enxergar as estrelas muito bem, mas colisões assim devem se tornar cada vez mais comuns.

Em tempo: a bola de fogo vista sobre o Texas, EUA, há pouco não teria relação com a colisão dos satélites, apesar de algumas opiniões neste sentido terem circulado na mídia. O bólido texano seria um meteoro comum, vindo do espaço exterior, com velocidade muito grande e incompatível com os destroços dos satélites, que devem levar algum tempo para queimar na atmosfera.

Mais sobre o caso texano em breve. [vídeo via Glúon]

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