Darwin e sua Pokebola

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“Há uma grandeza nesta visão da vida, com os seus vários poderes originalmente soprados em algumas formas, ou em apenas uma; e enquanto este planeta foi girando na sua órbita, obedecendo à lei fixa da gravidade, intermináveis formas, belas a admiráveis, a partir de um começo tão simples, evoluíram e continuam a evoluir”. – Charles Darwin

É super efetivo! [Design de Santo76, via GamOvr, Agripas]

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Discussão - 3 comentários

  1. Devanil disse:

    hahahaha, adorei a ilustração.

  2. Pedro disse:

    Belo desenho ahaha! Mas não esqueçamos que Pokemon já confundiu muita gente sobre aspectos da seleção natural e da própria definição de “evolução” em si.

  3. Kentaro,
    Acho que Pokemon e aquele game com evolução dos bichinhos até civilizações galacticas (como se chama mesmo?) servem como ótimos degraus pedagógicos para as crianças. Para a Biologia, é melhor que a criança assista Pokemon do que vá naquele Museu Criacionista onde dinossauros convivem com humanos, você não acha?
    OK, eu sei que alguém vai discordar, dizendo que é difícil desaprender o que foi aprendido errado, etc…
    Eu acho que esse tipo de Adultocentrismo (“as crianças são ingenuas, fáceis de manipular, fáceis de fazer lavagem cerebral etc”) não dá conta da riqueza dialética e não linear do processo de aprendizagem. Exemplo: toda a minha geração era fã do Rim-Tim-Tim e nem por isso matamos “povos da floresta”, concordam?
    Se até as Redes Neurais Artificiais “mudam drasticamente de opinião” (sofrem um processo de “conversão” sináptica, via transições de fase de primeira ordem, tema da tese de doutorado de um amigo meu), eu acho que nós humanos somos pelo menos tão complexos quanto uma Rede Neural Artificial… Ou será que somos robozinhos programados pela educação infantil?
    Para o pessoal mais novo e sem filhos: na minha experiencia, meus filhos de 8 e 10 anos nao sao nem ingenuos, nem facilmente manipuláveis nem nada desse folklore adultocentrico. POr exemplo, com 6 anos, meu filho menor questionou a crença no Bicho Papão usando o argumento de que não tinha evidencias concretas que ele existia. Como ele também não tinha evidências cientificas de que “Ladrão” existia, ele também argumentou que essa história de “Fecha a porta do carro por causa do Ladrão” era uma história da Carochinha…

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