Ateístas contra-atacam
Em mais um capítulo da “batalha” religiosos vs. ateístas que acontece no mundo inteiro, os ateístas resolveram usar uma estratégia utilizada tradicionalmente pelo outro lado: a propaganda.
A campanha, entitulada “the Atheist Bus Campaign”, e organizada pela British Humanist Foundation, tem como objetivo arrecadar fundos para comprar espaços publicitários em ônibus que percorrem Londres. A peça publicitária é provocativa: “Deus provavelmente não existe. Então para de se preocupar e aproveite a sua vida.”
O movimento esperava arrecadar 5 mil libras em seis semanas. Se isso acontecesse, o raivoso
Mais do que um ataque, a campanha procura fazer as pessoas pensarem e discutirem o assunto: pensar e discutir, segundo Dawkins, é a maldição da religião. Dawkins sempre pregou a necessidade dos ateus saírem do armário a fim de encorajar a todos fazerem o mesmo e mostrar a sua força.
Não se esqueça de fazer a sua parte!
Fonte: The Guardian




Discussão - 14 comentários
quero ver
Pause e pondere …(os conflitos, a calma, a superação, a determinação que precisamos).
Bancos estão colocados como padarias na base da empreitada de domínio nazi-teo-pulhítico.
“Péga! Péga! …”
“O diabo rasgou a roupa dele!” …
Temu qui ‘discirpliná’ essi moleque”.
“Aqui é o termpru de Deuso, temu podê”.
“Segura esse moleque!”
Apavorado, e com toda a fúria que tinha, o molequim olhava desesperado, não tinha como escapar.
E armou-se o palco dos desgraçados.
O covarde-mor berrava. E atrás do púlpito pisava com o sapato na cara do garoto. Os desgraçados tomando conta do lado insuflavam a gritaria; a cara do garoto sangrava. “Escutem os gemidos …”. E amontoados, os desvairados gritavam ainda mais, feitos loucos. “O diabu num agüenta u podê ‘trermendu’ de Deursu”.
E o moleque num ímpeto, encarando a dor, escapou.
“Não olhem, não olhem pru diabo! … Clamem irmãos! Esse é u podê de nossa igreja!”
(Arssembréia de Deurso, nos mesmos moldes de hoje, dos batistas, das células, antros das escórias desses canalhas que somos obrigado a ver e ouvir nas rádios e nas TVs).
Vão pagar …
Se há potencial entre os não-nascidos-para-a-crença que se apresente; pois esta leitura aqui não é de alçada para leitor de “bibra”, nem pra cegados por essa idiotice de socialismo.
O mundo urge pelo Capitalismo Meritocrático (numa República Democrático-Parlamentar); mas não se vê saída para afastar a poluição de negra confusão que transformou a paraplégica democracia em senzala num reino putrefacto de escravos vigiando produtores; bandidos vigiando a civilidade.
Pra um homem jogar a caneta, a enxada, e o sapato, e desgostar do que contente proveria à Sociedade, e ver dias perdidos no que nunca precisaria dizer, com tanto que todos têm por premência pra fazer por nossa Civilização; pra um garoto ver o que tanto trabalhou e correu pra dispor à muitos o contentamento e esmêro do que fez; e olhar tudo que foi declarado como de boa recomendação para a vida ser visto por todos como otarice (porque todos infectados pela hipocrisia e pela “moral” e “respeito” e “ética” avêssas a tudo que aprendeu, e ter que enfiar pela goela a musiquinha bem ao gosto estragado dos calhordas “quem espera que a vida seja feita de ilusão”), e ver o endôsso dos imbecis que nada vêem, os manipulados por tudo que é lado, envoltos numa insana guerra de “espertos” “protetores”, mega-idiotas que clamam euforicamente para serem enganados; isso faz a semente humana de valor opinar por cessar a continuidade disso.
Então …
Os pulhas estão a trançar desastres para nossa vida e já por muitos e muitos anos, e estúpidos que os abonam nem se atêm que não temos mais climaticamente muitos anos (e os parasitas não se importam, e continuam, e continuam); e todos os “rebanhos” de bucéfalos não se dão conta de todo seu tempo de vida desperdiçado, enganado, tomado pelo infecto glaucoma divino “que tudo vê” (isso desde lá quando começaram a desgraçar nossos ancestrais, e vai no tempo).
A Natureza levou milhões de anos para fazer peles lindas, de seda, como vemos em já não muitos de nós aí. E o pulhas por causa da desgraça da poluição que seu descaso e ganância e “esperteza” fizeram, ainda se valem da palhaçada do racismo com a velha ferramenta podre do teo-pulhismo-parasita, para misturar à pressas e de maneira safada e covarde as peles, como solução para agüentarmos como seres vivos o rombo que fizeram (e ajudamos a fazer com nossa carinha de ovelhas imbecis) na camada de proteção do Planeta.
Isso é putaria deslavada. E metem quotas aqui no Brasil nas universidades, forçam relações midiaticamente, deslustrando o ser (e sutil diferença) de todas as raças. Premeditam nossa escravidão por muitos anos, e é só isso que articulam sem parar. A Sociedade piora e piora, e tudo assinalando prejuízos em mega-escala, e os canalhas só trançam entre si a continuidade da nossa desgraça; e mesmo com a História expondo vividamente o que fizeram com outras civilizações nós absurdamente não nos damos conta, ou nojentamente ainda nos dependuramos ufanados em favores-armadilhas armados pelos nocivos parasitas que se vestem pra nós como coisa que presta.
Assim como entupiram cidades no Brasil com flagelos humanos, e deram a punhados de escroques cargos de “capatazes” com “ares” de préstimo, posicionando-os ali no nosso bairro, em associações, nas escolas, no meio dos cientistas, entre os atletas, nas empresas, afastando as pessoas entre si e colocando os cupinchas como ferpa podre entre os garotos e garotas. Assim, ao invés de sanar a pobreza (os que mais lucram dizendo que querem “acabar” com a fome são os mais safados e ladrões descarados), agora espalham a pobreza e insuflam o racismo, aviltando a natureza com o confronto das peles pelo mundo.
Suas “reveladas” “espertezas” manobram a podridão que produzem (nossas cidades penam: o filtro colorido da TV disfarça a cruel realidade, do odor, das sensações bizarras, que sentimos ao andar pelas ruas, ao nos estarrecer com a gente enfeiada, servil, interesseira, preguiçosa, lambona, sonsa, canina, que vemos); e suas pantomimas disfarçam a frieza nociva de suas aparências “benfazejas”. Depois de matarem os filhos de muitos(agora descaradamente impetram o sacrifício de jovens para comover famílias), e fazerem outros muitos de viados (viados mesmo, feitos por pederastas; não confundir como homossexuais biologicamente legítimos), produziram uma geração de seres problemáticos, traumatizados, e esquisitos à vista (isto foi postado bem claro pro Gabeira, e agora ele mete lá um troço bitolado pelo manual dos embusteiros, esse aí mesmo que turba os tribunais, que figura as cruzes horríveis do terror daquela escravidão que faziam em nossas cidades anteriores e dos “fogo-puro” dos simplórios recalcados e pedantes). E suas confrarias ainda fazem “doce” para admitir essas pessoas no meio podre deles. E os infelizes que aceitam tão generosamente usam para manobrar “lutas” para (o ridículo disso) conseguir as “benesses” de “bênçãos” da putarias fabricadoras de viados. Uns devassos arrombados do cacete ficam sob o controle remoto dos pulhas-velhacos encastelados, controladores, feitores desse negócio que se chama por aí de “moral” e “respeito”, disseminando “ditames” e “gentilezas”, e enfiando falsidades pela goela das nações.
Vou traçar aqui, só como exemplo, o esboço do refinamento da canalhice que engana tudo e a todos à torto e à direita.
Que relação há entre Pitágoras e o pulha Aristóteles? Entre Lavoisier e o pulha Voltaire?
Note os fonemas: [tá] e [tó]; e [vo] nos nomes ali nas perguntas. Nós temos na verossimilhança de sons um modo de recorrência de memória. E se queremos reportar informações sobre algo, se não tivermos escrúpulo, podemos encharcar falsamente a memória histórica com biografias forjadas de personagens escroques, em cima da biografia de outros personagens valorosos autênticos; e, forçar a recorrência pela fonética dos nomes.
Confiram: Pitágoras é um autêntico pesquisador, o outro é um escroque do sistema (confiram sobre isso no texto: O trabalho no Capitalismo Meritocrático, postado na Internet). Lavoisier é um autêntico cientista, o outro é um “admirador de Rá”; infectado pela presunção do glaucoma de superioridade.
Do mesmo modo, a coisa se enrola em “famosos” que publicam asneiras plagiadas de autênticos esclarecedores (cite-se o que fizeram à custa do Raul Seixas usando o seu “amigo”); em “crises” que escondem lavagem internacional de roubos e repasses descarados de dinheiro das nações, etc, etc, etc. E pessoas que poderiam se postar avessos a isso são desgraçados em suas funções; cite-se (e note os torcimentos midiáticos, ridículos, e lucrativos, arrumados em cima da competência deles): Senna, Tim Lopes, Marcus Menna, Renato Russo, etc).
Meus caros rebeldes! Abomino a forma com que a igreja prega a ‘existência’ de um ser divino que toma conta de tudo, acredito em deus como uma palavra que engloba a existência de tudo e todos nós. Como publicitário entendo o que a igreja fez para levantar seu ibope e controlar a vontade da humanidade, baseando sua teorias no comportamento humano e também em fatos naturais esplicáveis ou não pela ciência. a palavra DEUS existe parta cada um de acordo com o o potencial de assimilação existencial de cada um. Futuramente a religião será adimirada como uma ocorrência histórica que por bem ou por mal, inspirou o ser humano a buscar a razão de existir. Falando a grosso modo, abomino também a necessidade do ser humano de usar quaisquer motivos para fazer uma rinha de briga de galo. A vida é algo realmente sagrado, e nunca dependeu de instituição religiosa para ser considerada algo divino. A felicidade é a benção que recebemos de DEUS, que tambem podemos chamar de consciência, que nos permite pensar no bem que podemos fazer a nós mesmos e a todos. Em fim, dando nome aos burros, posso dizer que as palavras: DEUS, SAGRADO, BENÇÃO, DÁDIVA… SÃO APENAS NOMES DADOS A FATORES NATURAIS QUE FAZEM PARTE DO NOSSO COTIDIANO EXISTENCIAL. CHEGA DE INTERPRETAÇÕES FIGURATIVAS. DEUS NADA MAIS É DO QUE O UNIVERSO E TODAS AS SUAS DIMENÇÕES.
Agostinho,
houve um tempo onde mais da metade da população era favorável à escravidão. Não acho que alienar a maioria seja mal.
Dito isso, não sou favorável à atitude de se impor o ateísmo. O que é necessário é nos organizarmos como grupo e contrabalancear os religiosos fanáticos, mesmo que poucos.
Concordo com Agostinho,
É importante não cometer os mesmo erros do passado, mas acredito isso ser um problema do ser humano, basta prestar atenção em crianças jogando algum tipo de jogo, num momento alguma sempre quer impor as suas regras do jogo e acaba em confusão. Mas como elas querem impor elas podem ser impostas por alguém de uma maneira sadia, simples assim para melhorar a vida para todos e sem conflitos maiores.
Putz! Mais um leitor que eu desconhecia ter e que é um blogueiro muito bom.
Massa.
Acho que fez o maior bafafá lá na terra da Rainha, por isso acabamos achando as informações por meios diferentes!
BTW, eu gosto pra caramba de seu blog!
Interessante termos postado sobre o mesmo assunto, no mesmo dia, mas a partir de fontes diferentes =D
Essas frases realmente deveriam ser melhor elaboradas, e mais abrangentes.
Favorecer o raciocínio crítico individual nessas pessoas supersticiosas é mais importante do que doutrina-las a aceitar outro dogma.
Por outro lado é meio que previsível que uma oposição logo se erguerá com doações de pessoas coagidas(por monstros fictícios).
E passa a sacolinha… Tudo pela causa.
1 – Essa “batalha” já está enchendo o saco. Os dois lados parecem meninos de colégios dando ombradas um no outro.
2 – SETENTA E DOIS MIL CONTOS? UNRA!
Oi Carlos,
Acho que tudo é uma questão de quem acha que está com a verdade.
Antes, eram eles que, como meros humanos, sem saber bem o que deviam fazer com a vida, punham-se a botar goela abaixo dos outros as suas verdades – eles podiam fazer isso porque tinham o poder.
Agora somos nós, que temos a certeza de estarmos com a verdade – como eles ainda hoje – e que, sem sabermos bem o que devemos fazer com a vida, saímos por aí numa nova cruzada, fazendo uma “evangelização” científica.
Vendo-nos como humanidade, é importante não repetirmos os mesmos erros.
Vendo-nos como civilização, a visão de religião do Dawkins deixa de lado um pouco mais da metade da população do mundo. Sem contar que ele só vê a porção fundamentalista das religiões ocidentais – há muita gente mentalmente sadia por lá, também, apenas fazendo “escolhas cognitivas” diferentes das nossas.
Eu mudaria a faixa para:
Se Deus existe, ele lhe deu responsabilidades.
Então pare de choramingar e vá viver plenamente.
Assim, pelo menos a mensagem seria lida por aqueles a quem ela é dirigida.
Abs,
Agostinho.
“Para qualquer coisa a desgraça serve”, diz um velho ditado francês… Pelo menos, isso talvez possa fazer com que os prosélitos de suas religiões percebam o quanto são chatos!… (embora eu tenha a impressão que a reação vai ser exatamente a oposta…)
Fico imaginando a repercussão de uma propaganda dessas aqui no Brasil…
Seria interessante, contanto que não mandassem os “hereges” pra fogueira… =)