IstoÉ #FAIL
Sou um fã do jornalismo científico bem feito (exemplos 1, 2 e 3, de muitos). Acho que os jornalistas conseguem dar uma visão interessante aos assuntos que muitas vezes não conseguimos. No entanto, de vez em quando sai alguma coisa grotesca, de nos fazer desejar arrancar os fígados do autor e de seu editor.

A chamada da matéria já dá uma ideia do que vem depois. Acho que o melhor mesmo é conferir in loco.
Essa é uma boa para pedir em provas.
Fontes: @xkitamura e Ciência Brasil



Discussão - 7 comentários
Meu deus! Isso só pode ser uma piada:
“New Scientist, umas das bíblias da comunidade científica mundial”
“uma das principais proteínas imprescindíveis à vida, a adenina – ela mesma, a letra A das bases que compõem o DNA humano e que dá “leitura” genética somente quando se combina com a proteína timina”
Dá vontade de bater a cabeça na parede.
“O ganho para a comunidade científica internacional é a evidência de um composto pré-biótico em Titã”
Eles simularam ou foram lá buscar?
Não entendi… hehee
É muito boa essa reportagem!!!
Não perco um episódio. Esse do vírus foi o ápice pra mim, porque o “vírus” do tamanho de um gato parecia mais uma ameba misturada com uma giárdia em um visual alegoria de escola de samba.
Não sabia que tinha saído na Popular Mechanics.
Eu adoro Fringe, é bem trash e pseudo científico!
BTW, parabéns pelo blog, já venho acompanhando há algum tempo.
Caro Carlos,
O texto está quase tão bom quanto um episódio de “Fringe” (série da Warner) que é discutido na “Popular Mechanics”, com a chamada interna “Could an overgrown common cold virus “cell” turn into a vicious killer?” (http://www.popularmechanics.com/science/research/4300756.html) – no episódio em questão os personagens encontram uma célula de um vírus (do tamanho de um gato)…
Um abraço!
Dei muita risada com o negõcio da New Scientist! Achei até pior do que chamar a adenina de proteína…
Tá, de uma matéria que começa afirmando que a New scientist é uma das principais referências da comunidade científica mundial não se pode esperar qualquer tipo de seriedade. Aliás, a IstoÉ já não tem credibilidade jornalística há um bom tempo.
[]s,
Roberto Takata
Li sobre isso no Ceticismo.net.
O que me assusta não é a péssima qualidade dessas revistas, já que eu nem as folheio mais pra ver se já melhoraram. O que me assusta mesmo é encontra-las em salas de espera de consultórios médicos e de advocacia.
Será que é uma conspiração para emburrecer os clientes, ou eles realmente leem e assinam elas pra se “informar”? O que devo esperar de um profissional neste nível?
O leitor tem que ser muito leigo, quase beirando o retardo mental, para usa-las como fonte de informação. Nem crianças merecem ler o que elas publicam. E suas folhas são péssimas até para reter urina de cães.