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	<title>Brontossauros em meu Jardim</title>
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	<description>Um blog de Ciências</description>
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		<title>Brain drain: o ralo é mais embaixo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 12:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[mau humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Um interessante estudo do US National Bureau of Economic Research mostrando a porcentagem de cientistas de um país morando no exterior e a porcentagem de cientistas estrangeiros neste país acabou de ser divulgado pela Times Higher Education. Os resultados são muito interessantes: países como Canadá, Suíça e Austrália aparecem como grande importadores de cientistas enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um interessante estudo do US National Bureau of Economic Research mostrando a porcentagem de cientistas de um país morando no exterior e a porcentagem de cientistas estrangeiros neste país acabou de ser divulgado pela <a href="http://www.timeshighereducation.co.uk/story.asp?storycode=420053#.T73vRhyGB5M.facebook">Times Higher Education</a>.</p>
<p>Os resultados são muito interessantes: países como Canadá, Suíça e Austrália aparecem como grande importadores de cientistas enquanto Índia, Itália e Japão são os países que parecem ser mais fechados a estrangeiros. A Índia é um caso à parte: sua exportação de cientistas é tão grande comparada com sua importação que é um exemplo clássico de brain drain.</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/brain_drain/news_p9_240512/" rel="attachment wp-att-1754"><img src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/news_p9_240512-545x320.jpg" alt="" title="brain drain" width="545" height="320" class="aligncenter size-medium wp-image-1754" /></a> </p>
<p>Brain drain é um conceito criado no pós-guerra, quando milhares de cientistas migraram da Europa para os Estados Unidos. O Brasil tem, historicamente, um terror enorme de perder seus talentos para outros países. Este estudo sugere que estes temores, pelo menos na Academia, são infundados: o Brasil é um dos países que possuem taxas de exportação/importação de cientistas equilibradas. No entanto isso não quer dizer que estamos bem: apesar de equilibradas, nossas taxas estão entre as mais baixas nos países indicados, revelando outras características de nossa Ciência: uma certa paroquialidade e insularismo.</p>
<p><strong>A Ciência é uma rede social</strong></p>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4981865-EI8266,00-Universidades+brasileiras+ficam+fora+de+ranking+mundial.html">No começo do ano passado</a> nenhuma universidade brasileira ficou entre as 200 melhores no ranking da Times Higher Education. A principal razão: pouca visibilidade internacional. <a href="http://olihb.com/2011/01/23/map-of-scientific-collaboration-between-researchers/">Um mapa mundial</a> mostrando as colaborações científicas entre diferentes países ilustra isso. Em suma, nossas universidades recebem poucos pesquisadores estrangeiros, poucos estudantes estrangeiros e são pouco conhecidas lá fora. Só que a Ciência é uma rede social internacional e os pontos mais fracos de uma rede são os que possuem poucas conexões. </p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/brain_drain/collabolinks/" rel="attachment wp-att-1755"><img src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/collabolinks.jpg" alt="" title="collabolinks" width="500" height="250" class="aligncenter size-full wp-image-1755" /></a></p>
<p><strong>Os benefícios do brain drain</strong></p>
<p>Quando ganhamos uma bolsa de doutorado da CAPES ou do CNPq para fazer doutorado no exterior, comprometemo-nos a trabalhar no Brasil pelo mesmo período de tempo após a obtenção do título. Na visão atual, não importa que governos estrangeiros queiram pagar para você completar sua formação lá fora pois não voltar imediatamente só aumenta o risco do investimento do governo ir ralo abaixo (<a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2009/02/em-defesa-do-doutorado-no-exterior/">veja minha opinião sobre isso</a>). Só que é no posdoc que fazemos os principais contatos que irão compor sua rede de colaboradores no futuro, pois é a primeira vez que você pode começar a desenvolver uma linha de pesquisa independente. E nossa política científica pega recém-doutores, inseridos em um contexto internacional, prontos para criar suas próprias redes de colaboração, e os obriga a voltar ao país! </p>
<p>Você pode estar se perguntando: isso não aumenta as chances do pesquisador nunca mais voltar? Sim, mas qual o problema? Como um cientista irlandês uma vez me perguntou: &#8220;um cientista brasileiro no exterior não continua trazendo benefícios para o país?&#8221; SIM SIM SIM! Cientistas brasileiros no exterior são peças fundamentais para que novas colaborações internacionais com o Brasil surjam! Colocar cientistas lá fora que possuam conexões no país nos trazem mais pertos dos grandes hubs da Ciência mundial e outra coisa sobre redes: quanto mais conexões com os principais hubs, mais importante você é (e maior a sua chance de se tornar um hub). Além disso cientistas sêniores semrpe podem voltar, visto o caso do Nicolelis. </p>
<p>Esta lógica também se aplica ao caso do brain gain: é necessário facilitar a importação de talentos internacionais para o país (ainda mais em tempos de crise mundial). Exigências como reconhecimento do diploma de doutorado no país (demora mais de 6 meses) e prova em português só fecham nossa Ciência ao resto do mundo.</p>
<p><strong><br />
Mas o buraco é mais embaixo</strong></p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/brain_drain/ralo/" rel="attachment wp-att-1756"><img src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/ralo.jpg" alt="" title="ralo" width="270" height="187" class="aligncenter size-full wp-image-1756" /></a></p>
<p>Outro problema é que nos preocupamos demais com a perda de cérebros para o exterior mas nos esquecemos dos cérebros que perdemos dentro do país. A falta de políticas científicas e tecnológicas eficazes faz com que muitos talentos científicos sejam perdidos para outras áreas. Quantos cientistas geniais foram trabalhar em bancos ou como vendedores por falta de alternativas? Mais especificamente: quantos abandonaram a Academia? Pessoalmente não acho ruim em ver cientistas irem trabalhar em empresas de tecnologia, ensino ou divulgação científica, mas quantos talentos genuínos perdemos? E quantos outros talentos nunca tiveram oportunidade de serem desenvolvidos por causa da má qualidade de nosso ensino científico e carência de divulgação (e &#8220;evangelização&#8221;) científica? Este, meus caros, é o real desperdício de cérebros. </p>
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		<title>Evolução em Rap de Baba Brinkman</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/evolucao-em-rap-de-baba-brinkman/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 18:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Baba Brinkman é um músico que ficou famoso pelo seu trabalho contando as &#8220;Canterbury Tales&#8221; em forma de rap. EM 2004 ele estreiou seu &#8220;Guia Rap para a Evolução&#8221;, ganahndo muitos prêmios. Agora me mandaram a versão abaixo, que está legendada. Aproveite! Aliás, também tem uma palestra muito boa dele para o TEDxSMU:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Baba Brinkman é um músico que ficou famoso pelo seu trabalho contando as &#8220;Canterbury Tales&#8221; em forma de rap. EM 2004 ele estreiou seu &#8220;Guia Rap para a Evolução&#8221;, ganahndo muitos prêmios. Agora me mandaram a versão abaixo, que está legendada. Aproveite!</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/IYwvDjJVKGg" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Aliás, também tem uma palestra muito boa dele para o TEDxSMU:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DB_kVIoovJI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adote um micróbio: Escherichia coli</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[adote um microbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, meu nome é E. coli. Sou uma bactéria Gram negativa e faço parte da Família Enterbacteriaceae. Na minha família faço parte da tribo I, Escherichieae. Minha família inteira é oxigenase negativa. Vivo nos intestinos. Minhas linhagens uropáticas são as causas mais comuns de infecção do trato urinário. FTW! Algumas das minhas variedades possuem fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/escherichiacoli/escherichia_coli/" rel="attachment wp-att-1725"><img class="alignleft size-full wp-image-1725" title="Escherichia_coli" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/Escherichia_coli.jpg" alt="" width="191" height="409" /></a>Olá, meu nome é <em>E. coli</em>.</p>
<p>Sou uma bactéria Gram negativa e faço parte da Família Enterbacteriaceae.</p>
<p>Na minha família faço parte da tribo I, Escherichieae.</p>
<p>Minha família inteira é oxigenase negativa.</p>
<p>Vivo nos intestinos.</p>
<p>Minhas linhagens uropáticas são as causas mais comuns de infecção do trato urinário. FTW!</p>
<p>Algumas das minhas variedades possuem fatores de virulência, causando diarréias.</p>
<p>A diarréia pode ser aquosa ou com sangue, dependendo da variedade que você pegou.</p>
<p>===================================================<br />
<a href="http://adoptamicrobe.blogspot.com.br/2006/06/escherichia-coli.html">Texto original de Emma Lurie</a>.</p>
<p>Esta é uma série de textos traduzidos sobre os diferentes microorganismos que conhecemos. <a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/category/adote-um-microbio/">Conheça os demais!</a></p>
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		<title>O que Toy Story me ensinou sobre a Ciência</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/toy-story-ensinou-sobre-ciencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos percebem isso mas a trilogia Toy Story é uma grande alegoria sobre a vida do cientista, basta ver como os membros do laboratório do Andy aprontam as maiores bagunças quando ele não está mas ficam calados e obedientes na sua presença. Em Toy Story 1, o posdoc Woody tem que aprender a lidar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/toy-story-ensinou-sobre-ciencia/toy_story00/" rel="attachment wp-att-1731"><img class="aligncenter size-full wp-image-1731" title="Toy Story no lab" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/toy_story00.jpg" alt="" width="450" height="281" /></a></p>
<p>Poucos percebem isso mas a trilogia Toy Story é uma grande alegoria sobre a vida do cientista, basta ver como os membros do laboratório do Andy aprontam as maiores bagunças quando ele não está mas ficam calados e obedientes na sua presença.</p>
<div id="attachment_1732" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/toy-story-ensinou-sobre-ciencia/toy_story01/" rel="attachment wp-att-1732"><img class="size-full wp-image-1732" title="" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/toy_story01.jpg" alt="Vc é um brinquedo!" width="450" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Vc é um brinquedo!!</p></div>
<p><strong>Em Toy Story 1</strong>, o posdoc Woody tem que aprender a lidar com a chegada do novo posdoc: Buzz Lightyear. Woody está acostumado a ser a estrela do laboratório, o Golden Boy do Andy. Buzz chega com uma auto-confiança incrível, provavelmente por ter trabalhado em terras distantes mas conquista a todos, inclusive o chefe Andy. Ao longo do filme vemos o Buzz percebendo sua realidade e o Woody deixando seu ciúme de lado aprendendo a trabalhar com o Buzz, tudo pelo Andy.</p>
<p><strong>Moral da história 1:</strong> melhor do que brigar com o outro posdoc do lab é trabalhar com ele para o sucesso de seu chefe.<br />
<strong>Moral da história 2:</strong> vc pode se achar o máximo, mas no fundo, no fundo, VC É UM BRINQUEDO!</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/toy-story-ensinou-sobre-ciencia/toy_story02/" rel="attachment wp-att-1733"><img class="aligncenter size-full wp-image-1733" title="toy_story02" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/toy_story02.jpg" alt="" width="450" height="269" /></a></p>
<p><strong>Em Toy Story 2,</strong> Woody está ansioso para ir a um congresso com Andy mas quebra o braço e fica para trás. Enquanto se recupera, ele conhece Jessie, Bala-na-Agulha e o Mineiro que o bajulam por adorar uma séries de artigos que Woody publicou antes de trabalhar com Andy. Aos poucos os três convencem o Woody a ir trabalhar na startup do Al, apesar deles estarem se mudando para o Japão. No fim, Woody muda de ideia e ainda convence a Jessie e o Bala-na-agulha a irem trabalhar com o Andy sem antes sofrer chantagem do Mineiro, que nunca se ressente dos outros por nunca ter publicado um artigo. Al termina falido sem conseguir fechar o contrato dele no Japão.</p>
<p><strong>Moral da história 3:</strong> ao abrir a sua startup de biotecnologia, tome cuidado com headhunters de outros labs<br />
<strong>Moral da história 4:</strong> desconfie de pesquisadores sêniors que nunca publicaram um artigo.<br />
<strong>Moral da história 5:</strong> <a href="http://images.wikia.com/pixar/images/b/b2/Wp2_al_ts_1600x1200.jpg">se o dono da startup se veste de galinha</a>, é furada!</p>
<div id="attachment_1734" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/toy-story-ensinou-sobre-ciencia/toy_story03/" rel="attachment wp-att-1734"><img class="size-full wp-image-1734" title="toy_story03" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/toy_story03.jpg" alt="Lotso coopta Buzz por um tempo" width="450" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Lotso coopta Buzz por um tempo</p></div>
<p><strong>Em Toy Story 3,</strong> Andy vai se aposentar e Woody, Buzz e os demais brinquedos veem seu futuro ficar incerto. Eles tentam ir para um laboratório maior, Sunnyside, comandado pelo posdoc sênior Lotso. Tudo parece Ok, até Lotso se mostrar um manipulador sacana e bota os novatos treinando os estudantes de graduação. Ficamos sabendo que Lotso era bem tratado pelo seu antigo chefe até ser abandonado repentinamente, deixando-o amargo. No final, Woody consegue encontrar um novo laboratório, com um pesquisador iniciante, para ele e seus colegas.</p>
<p><strong>Moral da história 6:</strong> seu laboratório pode ser excelente mas não é o único bom de se trabalhar<br />
<strong>Moral da história 7:</strong> cuidado com os estudantes de graduação.</p>
<div id="attachment_1730" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/toy-story-ensinou-sobre-ciencia/toy_story04/" rel="attachment wp-att-1730"><img class="size-full wp-image-1730" title="toy_story04" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/toy_story04.jpg" alt="Cuidado com os ICs!" width="450" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Cuidado com os ICs!</p></div>
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		<title>Adote um micróbio: Aeromonas hydrophilia</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/ahydrophilia/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[adote um microbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou A. hydrophilia. Você já conheceu meus amigos Vibrios. Somos todas fermentadoras Gram negativas e oxidase positivas e adoramos água. Eu gosto de água doce e esgotos. Quando entro em feridas, posso causar celulite. Às vezes eu provoco diarréia. =================================================== Texto original de Emma Lurie. Esta é uma série de textos traduzidos sobre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/ahydrophilia/aeromonas_hydrophilia/" rel="attachment wp-att-1712"><img class="alignright size-full wp-image-1712" title="aeromonas_hydrophilia" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2012/05/aeromonas_hydrophilia.jpg" alt="" width="170" height="358" /></a>Eu sou A. hydrophilia.</p>
<p>Você já conheceu meus amigos Vibrios.</p>
<p>Somos todas fermentadoras Gram negativas e oxidase positivas e adoramos água.</p>
<p>Eu gosto de água doce e esgotos.</p>
<p>Quando entro em feridas, posso causar celulite.</p>
<p>Às vezes eu provoco diarréia.<br />
===================================================<br />
<a href="http://adoptamicrobe.blogspot.com.br/2006/06/aeromonas-hydrophilia.html">Texto original de Emma Lurie</a>.</p>
<p>Esta é uma série de textos traduzidos sobre os diferentes microorganismos que conhecemos. <a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/category/adote-um-microbio/">Conheça os demais!</a></p>
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		<title>Adote um micróbio: Vibrio vulnificus</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/05/vibrio_vulnificus/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 12:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[adote um microbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Alô! Sou o V. vulnificus. Sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa, oxidase positiva. Sou o mais virulento dos Vibrio não-coléricos. Assim como meus primos, vivo no oceano. Eu posso entrar em você por frutos-do-mar contaminados, quando atravesso seu intestino e chego na sua corrente sanguínea. Daí eu posso causar sepse e úlceras necróticas dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2011/08/vibrio_vulnificus1.jpg" alt="vibrio_vulnificus.jpg" width="243" height="384" /></span>Alô! Sou o <em>V. vulnificus</em>.<br />
Sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa, oxidase positiva.<br />
Sou o mais virulento dos Vibrio não-coléricos.<br />
Assim como meus primos, vivo no oceano.<br />
Eu posso entrar em você por frutos-do-mar contaminados, quando atravesso seu intestino e chego na sua corrente sanguínea.<br />
Daí eu posso causar sepse e úlceras necróticas dentro de você, com 50% de mortalidade!<br />
Mas não se preocupe, a não se se você for imunocomprometido ou tiver uma doença do fígado.<br />
Se o seu sistema imune for saudável, eu ainda posso entrar por ferimentos marinhos.<br />
Eu causo infecções e necrose da pele.<br />
===================================================<br />
<a href="http://adoptamicrobe.blogspot.com/2006/06/vibrio-vulnificus.html">Texto original de Emma Lurie</a>.</p>
<p>Esta é uma série de textos traduzidos sobre os diferentes microorganismos que conhecemos. <a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/category/adote-um-microbio/">Conheça os demais!</a></p>
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		</item>
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		<title>Adote um micróbio: Vibrio parahaemolyticus</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/04/vibrio_parahaemolyticus/</link>
		<comments>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/04/vibrio_parahaemolyticus/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[adote um microbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Alô galera! Me chame de V. parahaemolyticus, parte do gênero Vibrio. Sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa, oxidase positiva. Vivo na água salgada e você pode me pegar comendo frutos do mar contaminados. Eu causo gastroenterite com diarréia aquosa, cólicas e febre. Na maior parte do tempo minha infecção é auto limtante. Eu até apareci [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2011/08/vibrio_parahaemolyticus1.jpg" alt="vibrio_parahaemolyticus.jpg" width="189" height="357" /></span>Alô galera!<br />
Me chame de <em>V. parahaemolyticus</em>, parte do gênero Vibrio.<br />
Sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa, oxidase positiva.<br />
Vivo na água salgada e você pode me pegar comendo frutos do mar contaminados.<br />
Eu causo gastroenterite com diarréia aquosa, cólicas e febre.<br />
Na maior parte do tempo minha infecção é auto limtante.<br />
Eu até apareci em <a href="http://www.explosm.net/comics/508/">quadrinhos</a>!<br />
===================================================<br />
<a href="http://adoptamicrobe.blogspot.com/2006/06/vibrio-parahaemolyticus.html">Texto original de Emma Lurie</a>.</p>
<p>Esta é uma série de textos traduzidos sobre os diferentes microorganismos que conhecemos. <a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/category/adote-um-microbio/">Conheça os demais!</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adote um micróbio: Vibrio alginolyticus</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/04/vibrio_alginolyticus/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 12:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[adote um microbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu nome é V. algionolyticus. Assim como meu primo V. c, sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa e oxidase positiva. No entanto não tenho a toxina da cólera. Alguns de meus primos e eu vivem na água. Especialmente nos oceanos. Eu entro em você através de pequenos cortes que você faz enquanto nada. Eu posso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2011/08/vibrio_alginolyticus1.jpg" alt="vibrio_alginolyticus.jpg" width="270" height="297" /></span>Meu nome é <em>V. algionolyticus</em>.<br />
Assim como meu primo <em>V. c</em>, sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa e oxidase positiva.<br />
No entanto não tenho a toxina da cólera.<br />
Alguns de meus primos e eu vivem na água. Especialmente nos oceanos.<br />
Eu entro em você através de pequenos cortes que você faz enquanto nada.<br />
Eu posso causar infecções na pele e tecidos de seus ferimentos marinhos.<br />
Nós amamos surfistas então, se você ama a água, venha e me leve para casa.<br />
===================================================<br />
<a href="http://adoptamicrobe.blogspot.com/2006/06/vibrio-alginolyticus.html">Texto original de Emma Lurie</a>. Esta é uma série de textos traduzidos sobre os diferentes microorganismos que conhecemos. <a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/category/adote-um-microbio/">Conheça os demais!</a></p>
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		<title>Resenha: The Windup Girl</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/04/windup_girl/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 15:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouvi outro dia um livro de ficção científica diferente, uma distopia passada na Ásia na qual seres vivos, e não máquinas eletrônicas, são a base da tecnologia. Na distopia biotecnológica de The Windup Girl, Paolo Bacigalupi descreve um mundo quase sem petróleo que tenta sobreviver utilizando-se organismos extremamente modificados. Um dos problemas deste mundo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/04/windup_girl/6ggjeh-2/" rel="attachment wp-att-1700"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1700" title="6GgJeh" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2011/01/6GgJeh1-545x297.jpg" alt="" width="545" height="297" /></a></p>
<p>Ouvi outro dia um livro de ficção científica diferente, uma distopia passada na Ásia na qual seres vivos, e não máquinas eletrônicas, são a base da tecnologia.</p>
<p>Na distopia biotecnológica de <a href="http://www.amazon.com/The-Windup-Girl-Paolo-Bacigalupi/dp/1597801585/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1334580992&amp;sr=8-1">The Windup Girl, Paolo Bacigalupi</a> descreve um mundo quase sem petróleo que tenta sobreviver utilizando-se organismos extremamente modificados. Um dos problemas deste mundo é a obtenção de energia que possa ser transportável: atualmente subestimamos a nossa dependência de baterias e combustíveis. Uma das soluções é usar máquinas que transformam energia de nossos movimentos em energia elétrica: computadores movidos a pedais, por exemplo. Outra solução é gerar bobinas orgânicas que guardem energia em si até serem desenroladas. A solução até existe na natureza: muitas plantas armazenam energias em suas sementes e frutos a fim de propulsionar seus gametas e sementes além de seu corpo. A maria-sem-vergonha, por exemplo, tem um mecanismo que faz seus frutos explodirem, espalhando as sementes para longe.</p>
<p>O livro conta a história de diversos personagens que tentam sobreviver na bioparanóica Tailândia, um oásis em um mundo onde megacorporações de biotecnologia praticam atos de terrorismo a fim de garantir acesso à genes novos. Há um espião disfarçado de executivo, um admnistrador corrupto, um oficial de justiça incorruptível, um biohacker e a Windup Girl, um ser humanóide geneticamente modificado para obedecer os desejos dos humanos. Tão interessante quanto o enredo é o mundo criado por Paolo Bacigalupi, um local onde a engenharia genética saiu do controle, com consequências um tanto assustadoras.  Eu confesso que ouvir o livro me deixava perdido às vezes, principamente por causa da riqueza de detalhes e nomes tailandeses, não sei se aconteceria o mesmo se estivesse lendo.</p>
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		<title>Adote um micróbio: Vibrio cholerae</title>
		<link>http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2012/04/vibrio_cholera/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Hotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[adote um microbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi, eu sou a V. cholerae. Sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa e oxidase positiva. Muitas das minhas cepas causam cólera, um tipo grave de diarréia. Eu posso ser epidêmica ou pandêmica e eu amo os países em desenvolviemnto. Eu tenho uma alta fatalidade em populações mal-nutridas pois as pessoas ficam muito desidratadas. Para causar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" src="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/files/2011/08/vibrio_cholera1.jpg" alt="vibrio_cholera.jpg" width="172" height="306" /></span>Oi, eu sou a <em>V. cholerae</em>.<br />
Sou uma bactéria fermentadora, Gram negativa e oxidase positiva.<br />
Muitas das minhas cepas causam cólera, um tipo grave de diarréia.<br />
Eu posso ser epidêmica ou pandêmica e eu amo os países em desenvolviemnto.<br />
Eu tenho uma alta fatalidade em populações mal-nutridas pois as pessoas ficam muito desidratadas.<br />
Para causar diarréia grave, minhas cepas precisam fazer a toxina da cólera.<br />
Eu tenho muitas cepas!<br />
A maior parte das minhas cepas que causam epidemias são do tipo-01 mas também existem 139 cepas que não são tipo-01.<br />
Você pode me classificar em sorotipo Inaba, Ogawa e Hikojima, se você quiser, ou nos biotipos clássicos ou El Tor (apesar de não se ver muito do tipo El Tor por aí).<br />
Espero que você me escolha!<br />
===================================================<br />
<a href="http://adoptamicrobe.blogspot.com/2006/06/vibro-cholerae.html">Texto original de Emma Lurie</a></p>
<p>Esta é uma série de textos traduzidos sobre os diferentes microorganismos que conhecemos. <a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/category/adote-um-microbio/">Conheça os demais!</a></p>
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