>O Paradoxo dos Gêmeos expande fronteiras

>Você já ouviu falar do paradoxo dos gêmeos, certo? É aquela consequência estranha da relatividade do Einstein que diz que quando alguém está se movendo com relação a outro alguém, o relógio do primeiro alguém anda mais devagar. Se os dois alguéns forem gêmeos e um dos dois sai numa looooonga viagem espacial, em velocidades beeeeem altas, a relatividade diz que na volta da viagem eles vão ter idades diferentes.

Ah! O paradoxo? O que viajou vai dizer que o que ficou está mais novo e o que ficou vai dizer que o que viajou ficou mais novo. Na prática, não é muito difícil resolver o paradoxo e dizer quem fica realmente mais novo, mas isso não vem ao caso agora.
Fato é que o paradoxo dos gêmeos era um problema estritamente restrito à Física. 
Não é mais.
Um casal de britânicos que precisava de ajuda pra fazer filhos (entenda direito: um deles tinha baixa fertilidade!), gerou 5 embriões em laboratório a alguns anos. Dois foram implantados e um sobreviveu. Os outros três foram congelados. Agora, naquela história de “o júnior precisa de irmãozinho”, eles implantaram os outros embriões, de onde nasceu seu segundo filho. Gêmeo do primeiro. Cinco anos mais novo.
O paradoxo dos gêmeos não é mais exclusividade da física. A medicina agora tem o seu também.
Aqui os links da notícia: em português e em inglês.
P.S.: Tecnicamente, eu não sei se eles são geneticamente iguais, vindos do mesmo conjunto óvulo-espermatozóide. Mas ainda assim, foram “gerados” ao mesmo tempo, tal qual gêmeos bivitelinos.

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