O mundo do olfato
Tem pouca coisa mais inebriante do que um jasmineiro em flor. Aquele cheiro que enche a noite e atrai mariposas polinizadoras.
A matéria de capa da Pesquisa de janeiro foi justamente sobre o olfato. Bettina Malnic, do Instituto de Química na USP, dedica sua vida profissional a entender como as moléculas odoríferas são detectadas pelos receptores olfativos e como essa informação chega ao cérebro. Não vou tentar reformular, já deu trabalho que chegue escrever o texto.
Vale também ler a resenha que o Carlos Hotta fez sobre o livro da Bettina, O cheiro das coisas, publicado no ano passado pela Vieira & Lent. Que, aliás, também recomendo.
A Bettina será também uma das entrevistadas no programa “Pesquisa Brasil”, que vai ao ar pela Eldorado AM no sábado às 11h. Dá para ouvir pela internete.
E, falando em cheiros, esta semana a coluna do Fernando Reinach no Estadão está sensacional: conta como uma lagarta engana formigas para faturar proteção e cuidados. Tudo com base em cheiros! Veja aqui, reproduzido no Jornal da Ciência online.
Foto Gagan/Wikimedia commons.



Uma jornalista de ciência que desistiu de ser bióloga porque a curiosidade não cabe num assunto só e... um biólogo evoluindo para estados ainda indeterminados.
Discussão - 3 comentários
Beleza de texto o seu na Revista FAPESP! Parabéns a todos envolvidos!
Obrigada, Carlos!
Olá! O olfato é tão poderoso que muitas empresas estão usando o ‘marketing do olfato’, ou seja, conquistando o cliente por cheiros personalizados. Ele é usado para criar uma associação entre o cliente, o cheiro e o ambiente ou marca…Abraços