Base da Tranquilidade
Tudo parecia certo. Piloto automático em ação, pronto para pousar a Águia na Lua. Um bom tanto de tensão era inevitável, afinal o módulo de aterrissagem lunar estava para ser testado pela primeira vez. Se não desse certo, dois homens ficariam ali para sempre.
Neil Armstrong, que dividia o diminuto espaço com seu colega Buzz Aldrin, mais tarde confirmou: o pouso, repleto de desconhecidos, era o que mais o preocupava. Com razão. Quando o solo lunar se aproximou o bastante, grandes pedras tornavam o alvo previsto inviável para pouso.
Obrigado a assumir o controle, Armstrong tinha pouco tempo para encontrar uma superfície que não destruísse as delicadas patas da Águia. As ações do astronauta eram demais para o computador de bordo, que apitava sinais de alarme.
Finalmente encontraram terreno plano e pousaram no que Aldrin descreveu como a “magnífica desolação” da Lua. Trinta segundos a mais e teriam ficado sem combustível. O momento que entrou para a história, o “pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade”, veio mais de seis horas depois.
Para os astronautas, porém, pisar na Lua era menos interessante. Piloto gosta é de voar. Aconteceu há 40 anos.
(veja mais no site da Nasa)

Foto da Nasa, tirada pelo astronauta Michael Collins depois que a Águia se desprendeu do módulo de comando Columbia.



Uma jornalista de ciência que desistiu de ser bióloga porque a curiosidade não cabe num assunto só e... um biólogo evoluindo para estados ainda indeterminados.
Discussão - 2 comentários
Excelente blog, acompanho pelo feed então não costumo comentar…
Enfim,
“Para os astronautas, porém, pisar na Lua era menos interessante. Piloto gosta é de voar. Aconteceu há 40 anos.”
Isso seguido da foto matou a pau…
Heuheuheuheue
Fabrício, obrigada pela visita. Volte mais vezes!