Limites do crescimento

O debate sobre o desenvolvimento sustentável tem sido polarizado por duas culturas que não falam a mesma língua: uma usa “evidências” científicas provindas de modelos complexos; outra argumentos simplificadores carregados de vieses de ordem moral e social. A guerra será eterna se o combate não for travado numa arena comum: a da política.

A economia é uma ciência de sistemas dinâmicos complexos. Lida com modelos matemáticos que têm dificuldade de descrever o todo mas conseguem lidar com as suas muitas partes. Como por exemplo a medicina, a história e a biologia evolutiva, ciências que também abordam sistemas complexos aceitando a incerteza estatística. De forma provocativa, afirmo que a economia é a rainha das ciências pois na natureza tudo pode ser descrito como um sistema de trocas e de balanços em permanente evolução, sujeito a processos de regulação: desde uma simples reação química em uma rede metabólica até à biosfera. É nesse contexto que o problema do desenvolvimento sustentável é um problema económico de dinâmica de sistemas complexos, e é aí que interessa colocar a discussão sobre os limites do crescimento. Foi aí certamente que ele foi colocado há um pouco mais de 30 anos, por um grupo de cientistas do Massachusetts Institute of Technology. No entanto, os ecos do debate ficaram perdidos durante anos, afogados pelo paradigma social dominante, amortecidos pelos anos de crescimento da economia mundial. O debate volta agora com novas roupagens, as do aquecimento global, mas os princípios não se alteraram, nada se alterou e muito pouco se fez para mudar algo. É fácil concluir que o cerne do debate não está na ciência mas nos pressupostos sociais e morais que precedem qualquer ação baseada em evidências. E aí, parecem existir claramente duas culturas que se opõem e se dispõem a lutar ad eternum. É um problema vasto e complexo demais para ser coberto pelo texto que escrevi com o Felipe Souza. Mas aqui vai.


Limites do Crescimento e cepticismo ambiental

Felipe Augusto Zanusso Souza
João Alexandrino

“…um apetite gargantuesco e crescente [por recursos] tornou-se o ponto de partida para todas as discussões sobre o problema dos recursos…. o ritmo alto de uso de recursos estimulou o interesse em tecnologia de uso e substituição de recursos….[é possível] que, se um país investir recursos suficientes na pesquisa de novos materiais e novas fontes de materiais, ele nunca se veja em situação de falta [de recursos]…. Se estamos preocupados com o nosso grande apetite por materiais, é plausível buscar o aumento da oferta, diminuir o desperdício, fazer melhor uso das reservas disponíveis e desenvolver alternativas. Mas o que fazer do apetite? Seguramente, esta é a origem última do problema. Se continuar o seu crescimento geométrico, não terá um dia de ser restringido? No entanto, na literatura abordando o problema dos recursos, esta é uma questão proibida.”

John Kenneth Galbraith, 1958 (adaptado de [1])

A revolução industrial do séc. XIX associada à permanente criação de riqueza pelo poder do capital, a criação do sistema produtivo Taylor-Fordista no início do séc. XX, e a capacidade de geração de riqueza demonstradas por este sistema aliado ao consumismo no período pós II Guerra Mundial, criaram nas sociedades contemporâneas o mito do crescimento ilimitado [2]. Este foi especialmente afirmado e reafirmado na sociedade americana como “a crença [do povo americano] no princípio do Crescimento” [1]. Foi nesta conjuntura social e politico-econômica que um relatório de um grupo de cientistas do Massachussets Institute of Technology (MIT) sobre os limites do crescimento foi publicado em 1972 [3]. O trabalho foi encomendado por um grupo de trinta intelectuais de espírito filantrópico — o Clube de Roma, criado em 1968 pelo italiano Aurelio Peccei — que se formou devido a uma opinião consensual de que o futuro da humanidade estava em perigo devido a um conjunto de problemas que instituições tradicionais e a política não teriam condições de abordar, nomeadamente o problema dos efeitos de um crescimento exponencial da população mundial. O problema da finitude dos recursos perante o crescimento geométrico da população mundial tinha sido abordado primeiramente por Thomas Malthus no seu ensaio de 1798 First Essay on Population. Já no contexto do sistema extrativo-produtivo do séc. XX, o tema surge em 1958 no pensamento do grande economista J. K. Galbraith (ver citação acima) e formalmente abordado pelos trabalhos dos ecologistas Garrett Hardin (Tragedy of the Commons, 1960) e Paul Ehrlich (The Population Bomb, 1969).

A grande contribuição do grupo do MIT foi o desenvolvimento de um modelo matemático de Dinâmica de Sistemas que permitiu prever a evolução de um sistema de população crescente relativamente à disponibilidade de recursos e poluição (Fig. 1).

limits_hall&day_AmScientist.jpgFigura 1 – O modelo do MIT dos Limites do Crescimento (tal como apresentado por [4]).

O modelo mostrava essencialmente que um crescimento populacional exponencial associado ao correspondente uso de recursos, em combinação com a finitude dos recursos e a poluição gerada, levaria a um sério declínio não só na qualidade material da vida humana mas também no próprio tamanho da população global, por volta do ano de 2050 [4]. Mas por outro lado, uma outra conclusão do trabalho foi que aquelas tendências de crescimento poderiam ser alteradas, estabelecendo condições de estabilidade ecológica que seriam sustentáveis para o futuro [5].

Segundo Hall&Day [4], as previsões do modelo de Limites do Crescimento causaram grande impacto muito pelo trabalho ter sido contemporâneo da crise do petróleo dos anos 70, o que levou muitos a concluir que os limites eram já uma realidade. Após duas décadas (anos 50 e 60) de crescimento econômico elevado, aquele modelo objetivou, por um lado, e exacerbou, por outro, as preocupações dos setores da sociedade que consideravam que os problemas da finitude dos recursos e da degradação ambiental tinham que ser encarados politicamente. Assim, os anos 70 foram de grande debate e ativismo na área ambiental, com o surgimento de correntes de pensamento que opuseram países desenvolvidos a países menos desenvolvidos (Clube de Roma vs. Grupo de Bariloche, respectivamente), com a realização da primeira conferência sobre desenvolvimento e ambiente, patrocinada pela ONU (Conferência de Estocolmo, 1972), e com a criação dos primeiros ministérios do ambiente em alguns governos [7].

No entanto, esses limites seriam rapidamente negados com a solução do problema do petróleo pela descoberta do petróleo barato dos países do Oriente Médio, dando origem ao retorno do crescimento elevado entre os anos 80 e o final do século. Esse fato levou um conjunto de economistas a criticar as previsões de Limites do Crescimento como catastroficamente irrealistas. Mas mais que a realidade dos mercados em expansão dos anos 80 e 90, foram as crenças, eficientemente articuladas pelas lideranças políticas e econômicas, no crescimento econômico infinito e nas forças eficientes da tecnologia, como ferramenta de redução de custo, e da desregulação dos mercados, que derrotaram as previsões do grupo do MIT [4]. Mas será que essa Crença foi sustentada pela realidade após mais de trinta anos passados desde os Limites do Crescimento? Vários autores, incluindo os do estudo inicial de 1972 (Meadows et al. [3]), concordam que a realidade se aproxima cada vez mais do cenário padrão previsto pelo relatório do Clube de Roma [4, 5, 6, 7, 8], com base nas realidades de uma nova crise do petróleo motivada pelo desenvolvimento galopante das potências emergentes (a China, principalmente), da crise da água (ver também [9]) e dos alimentos (ver também [10]) e, pela crise energética que advém da necessidade de reduzir o impacto do uso de combustíveis fósseis na atmosfera (i.e., o problema do aquecimento global).

O que nos interessa analisar na parte final deste texto, é o cepticismo ambiental como reação à realidade ambiental atual, prevista pelo modelo de Limites do Crescimento, bem representado pelo sueco Bjorn Lomborg [11]:

Esta é a minha previsão de longo prazo, sucintamente: as condições materiais de vida continuarão a melhorar para a maioria das pessoas, na maioria dos países, na maior parte do tempo, indefinidamente. Dentro de um ou dois séculos, todas as nações e a maioria da humanidade atingirão ou ultrapassarão os padrões atuais de qualidade de vida do Ocidente. Também especulo, no entanto, que muitos continuarão pensando e afirmando que as condições de vida continuam piorando.

E mais recentemente (2008), Lomborg comenta o ressuscitar dos receios malthusianos reafirmando a sua confiança na inventividade humana, em declarações ao Wall Street Journal [6]:

Claramente, teremos mais e mais problemas à medida que mais e mais gente se tornará mais rica, usando mais recursos. Mas a esperteza terá mais peso que o uso adicional de recursos.

No seu artigo analisando o movimento do cepticismo ambiental, The rearguard of modernity: environmental skepticism as a struggle of citizensh
ip
, Peter Jacques sugere que as afirmações de Lomborg e de outros cépticos fazem parte de um movimento político, com  pouca base científica mas com grande repercussão midiática [12]. As suas bases ideológicas encontram-se num liberalismo iluminista, profundamente antropocêntrico, comprometido com o governo mínimo, livre iniciativa, a devoção aos direitos de propriedade, o individualismo, aversão ao planejamento público, e fé na eficácia da ciência e tecnologia, no crescimento econômico e na abundância futura. A facilidade da penetração da sua mensagem na mídia e na sociedade justifica-se pela sua identificação com o que Jacques chama de Paradigma Social Dominante. A dificuldade da mensagem ambientalista, mesmo quando consubstanciada pela objetividade de trabalhos como Limites do Crescimento e da realidade subsequente, seria então ir contra todo o conjunto de crenças, valores morais e conhecimento partilhado das sociedades contemporâneas que seguem o modelo ocidental. Isso também explicaria a facilidade com que rejeitamos de forma subconsciente, como exageradamente pessimistas, a maior parte das projeções futuras sobre limites ao progresso econômico da humanidade. O contraste está bem patente nas mensagens de Jared Diamond, no seu livro Collapse: how societies choose fo fail or succeed. [13]:

Hoje, enfrentamos os mesmos problemas–perda de florestas, recursos pesqueiros, biodiversidade, água potável, solo arável–que levaram ao declínio de sociedade passadas. Mas pela primeira vez na história mundial, produzimos e transportamos materiais tóxicos, gases com efeito de estufa, e espécies exóticas. Todos estes problemas ambientais são bombas-relógio. O mundo está agora numa rota insustentável, e estes problemas serão resolvidos de uma forma ou de outra, agradável ou desagradavelmente, nos próximos 50 anos.

Tal como o modelo dos Limites do Crescimento tinha previsto em 1972! Enquanto isso Lomborg classifica aquelas preocupações como um complexo de culpa e afirma que verdadeiras prioridades individuais deverão ser mais focadas em ter uma dieta saudável do que nos problemas dos pesticidas, depleção de oxigénio, aquecimento global, florestas, energia eólica, biodiversidade, etc.–que são claramente culpa de outrem [11]. É exatamente isso que justifica a decisão do protagonista de uma propaganda da Volkswagen, que concluía que a solução de alguns dos problemas ambientais da humanidade o impediria de ter o seu novo veículo…azar para o planeta! [o anúncio foi retirado do ar; ver 14]. Porque ele, como todos nós, é “louco por carro!”.

Referências

1. Alcott B (2008) The sufficiency strategy: Would rich-world frugality lower environmental impact? Ecological Economics 64, 770-786.
2. Princen T (2005) The logic of sufficiency. The MIT Press, Cambridge, Massachussets, EUA.
3. Meadows DH, Meadows D, Randers J, Behrens III WW (1972) The Limits to Growth. Earth Island, London, UK.
4. Hall CAS, Day, Jr. JW (2009) Revisiting the Limits to Growth after peak oil. American Scientist 97, 230-237.
5. Simmons (2000). Revisiting The Limits to Growth: Could The Club of Rome Have Been Correct, After All? An energy white paper. Disponível para leitura em http://greatchange.org/ov-simmons,club_of_rome_revisted.html.
6. Lahart J, Barta P, Batson A (2008). New Limits to Growth Revive Malthusian Fears. The Wall Street Journal (Business Section) of March 24, 2008; disponível para leitura em http://online.wsj.com/article/SB120613138379155707.html.
7. Sutter K (1999). Fair warning? The Club of Rome revisited. Artigo de um membro do Clube de Roma publicado online no espaço de ciência do cana televisivo ABC (Australian Broadcasting Company); URL: http://www.abc.net.au/science/slab/rome/.
8. Green C (2006). Resenha de Limits to Growth: the 30-Year update. Política y Sociedad 43, 213-216.
9. Princen T (2003). Principles for sustainability: from cooperation and efficiency to sufficiency. Global Environmental Politics 3, 33-50.
10. Bourne Jr, JK (2009). Acabou a fartura: a crise global dos alimentos. Artigo da National Geographic (Brasil), Junho de 2009, 46-79.
11. Lomborg B (2001). The skeptical environmentalist: measuring the real state of the world. Cambridge University Press, New York.12.
12. Jacques P (2006). The rearguard of modernity: environmental skepticism as a struggle of citizenship. Global Environmental Politics 6, 76-101.
13. Diamond J (2005). Collapse: how societies choose to fail or succeed. Viking Penguin Books, New York, EUA.
14. Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (2005). Idec pede suspensão de campanha da Volkswagen. O filme é descrito neste texto do Idec, disponível para leitura em http://www.idec.org.br/emacao.asp?id=871.

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Discussão - 12 comentários

  1. maria disse:

    o mundo está numa rota insustentável, diz jared diamond em Collapse. ainda não me convenci de que problemas e soluções sejam assim tão irreconciliáveis. é essencial, claro, incutir o combate ao desperdício na cultura mundial. acabar com o descartável, com o consumo desenfreado, com o uso impensado de energia e recursos.
    feito isso, o desenvolvimento de tecnologias e materiais sustentáveis não pode ser um meio de crescimento – e não um limite? em vez de dizer ao louco por carro que ele simplesmente não pode ter um, por que não oferecer um carro bonito, rápido, estiloso mas que não polua, que use recursos de maneira inteligente? (meus devaneios enquanto ando pela rua: carros elétricos pintados com uma tinta que faça as vezes de painéis solares, recurso que poderia suprir boa parte da energia necessária para substituir o combustível; já não é tão ficção científica assim – http://www.eurekalert.org/pub_releases/2009-08/uota-lsc082409.php)

  2. Chegamos a uma situação limite em que toda a tecnologia é ambientalmente inaceitável se depender de uma sociedade de petróleo e carvão. A indústria de energias renováveis é ainda baseada em combustíveis fósseis, pelo que me parece ainda uma grande ilusão como solução global. Assim não teremos como fugir dos Limites.

  3. Uma noticia interessante:
    Contracepção seria ação mais barata contra aquecimento global, afirma estudo
    Pesquisa britânica diz que custo seria um quinto do estimado para transição rumo a energias verdes.
    http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1303056-5603,00-CONTRACEPCAO+SERIA+ACAO+MAIS+BARATA+CONTRA+AQUECIMENTO+GLOBAL+AFIRMA+ESTUDO.html

  4. O Impacto Ambiental (I) pode ser medido pela equação I=PxAxT em que P é a população, A a “afluência” ou consumo e emissão de poluentes (i.e., carbono) e T a tecnologia. Controle da população é uma das soluções para continuar vivendo numa sociedade tecnológica consumista e emissora de poluentes. A outra é a estratégia da Suficiência de redução do (A) consumo global e/ou adoção estrita de tecnologia de baixa emissão. Talvez seja possível atingir uma redução de I através de equilíbrios críticos ou de evolução sinérgica daqueles fatores. Em caso negativo, I terá significados muito diferentes daqueles que lhe atribuimos hoje: a lógica do crescimento ilimitado aliada à tecnociência e ao cepticismo ambiental terão então seguido o seu rumo natural.

  5. Osame Kinouchi disse:

    Se estinguirmos toda humanidade, I = 0. Talvez seja a melhor solucao… Ou pelo menos, é a solucao do filme O Dia que a (tecnologia da) Terra Parou, nova versao. Joao, vc assisitu o filme?
    Uma amiga está muito triste com a gripe suína, porque o virus se mostrou muito fraquinho para fazer o servico. Bom, mas como a gripe já foi encontrada em aves (fazendas de perus no Chile), é possivel que uma recombinacao entre gripe suina e aviaria aconteca.
    A gripe aviaria mata 65% dos infectados. Já pensou uma gripe suina com 10% de letalidade?
    Ou seja, ainda há esperanca para diminuir drasticamente I…

  6. Uma outra possibilidade não despicienda é que I tenda para infinito com uma concomitante evolução de tecnologias de suporte de vida no planeta. Esse cenário de ficção é implicitamente proposto pelos cépticos ambientais.

  7. Karl disse:

    “É fácil concluir que o cerne do debate não está na ciência mas nos pressupostos sociais e morais que precedem qualquer ação baseada em evidências.”
    Excelente texto, João! Mas, não teria a noção de economia do organismo vivo, mesmo em medicina, sido englobada pela teoria dos sistema de Bertalanffy (que aliás, tem uma edição novinha em folha à venda)? [provocação da provocação].
    A frase citada acima é um dos diademas do Ecce Medicus. O ceticismo ambiental é ideológico. O ambientalismo xiita é inocente. Ganham os gananciosos com a falta de debate. Parabéns.

  8. Absolutamente certo Karl! Von Bertalanffy é o fundador da Teoria de Sistemas (TS) na qual se incluem os modelos de Dinâmica de Sistemas Complexos (DSC). (nunca esquecerei das equações de crescimento de VB com que trabalhei no final da minha graduação…) Pela informação que tenho – por favor, alguém me corrija se estiver errado – os modelos DSC de Jay Forrester do MIT foram os primeiros de TS a serem desenvolvidos para aplicações na vida corrente (e.g., engenharia e ambiente), no final dos anos 50.
    Quanto ao debate, tenho verificado o que tantos pensadores verificarem antes: que o rigor intelectual em qualquer debate é raro e precioso. Não porque que seja um atributo inato de apenas alguns poucos mas porque fica geralmente soterrado por opções ideológicas tomadas a priori. A única solução que encontro é o pluralismo de Isaiah Berlin. Não porque resolva situações de conflito, mas porque aprofunda o debate que leva à tomada de opção: a Política.

  9. João,
    Impressão minha ou você vai votar na Marina Silva?
    risos – OK , eu sei que você não vota…

  10. Se votasse, estaria entusiasmado com a eventual candidatura de Marina Silva à presidência do Brasil. Tendo visto a entrevista de ontem no Roda Viva, esse entusiasmo ter-se-ia confirmado. Daqui até 2010, estaria atento à refundação do PV e disposto a apoiar, de todas as formas possíveis, um programa político guiado por princípios de sustentabilidade ecológica. Como não voto, exercerei apenas o meu direito de escrever o que penso.

  11. victor disse:

    Acredito que Ecologia seja mais ampla que a economia…

  12. Ben Hazrael disse:

    Muito bacana esse post. Estou fazendo doutorado em Ciência Política e meu objeto de pesquisa é a formulação e implementação da política climática no Brasil. O interessante é que essa discussão sobre crescimento econômico é transversal a política climática no Brasil. Venho usando a literatura de Economia Ecológica como suporte para esse debate dentro das Políticas Públicas.
    Parabéns pelo post, realmente muito bacana!!!

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