Vulcões da Amazônia

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Há uns 2 bilhões de anos, o que chamava atenção na região onde hoje é a Amazônia não era a densa floresta repleta de animais que não se vê e mosquitos que se sente. Eram os vulcões, quase um ao lado do outro, que jorravam lava e lançavam projéteis.

Foi o que aprendi com o geólogo da USP Caetano Juliani, e escrevi na edição de agosto da revista Pesquisa.

O esboço acima é dele, em cima de foto também dele. Ajuda a entender como os resquícios que permaneceram até hoje ajudam a reconstruir o passado. A seta da direita indica um cucuruto de pórfiro, uma rocha ígnea intrusiva que corresponde à antiga câmara magmática do vulcão. A cratera. A seta da esquerda indica o que restou do flanco do antigo  vulcão: depósitos de rochas vulcânicas, sobretudo ignimbritos (adoro esses nomes de rochas).

Acho lindo como o conhecimento altera o que se enxerga na paisagem. Os geólogos veem um mundo diferente daquele que entra pelos olhos das outras pessoas.

 

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Discussão - 4 comentários

  1. Luciana Christante disse:

    Acho que entendo sua fascinação 🙂 Ultimamente ando encantada pela geologia e pelo olhar dos geólogos.

  2. Biorad disse:

    Nossa, isso pra mim é novidade!

  3. joao disse:

    estou fazendo um livro da amazonia legal ne

  4. e verdade que esiste vucoes na amazonia porque eu vou fazer uma maquete arthur 5 ano

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