Evolução bombando nos trópicos!

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Estes dois animais acima são parentes próximos do guaxinim. Porém, o da esquerda vive em ambientes mais frios e o da direita vive em ambientes mais quentes. Até aí, tudo bem. Só que o interessante vem agora. Pesquisadores da Universidade de Auckland (Nova Zelândia) observaram que a microevolução das espécies próximas de mamíferos que vivem em menores latitudes e altitudes evoluem mais rápido (possuem maiores taxas de mutações).

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Código de barras genético: identificando espécies

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Códigos de barras são comumente usados em nossa sociedade. Eles servem como identificação de um produto: preço e tipo. Agora, podemos imaginar uma tecnologia dessas identificando seres vivos? Calma, calma. Não é algo parecido com o que os nazistas fizeram com os judeus em campos de concentração (tipo uma tatuagem). Estamos falando de um código de barras genético. Este conceito se baseia em regiões do genoma de seres vivos que seriam usadas para identificar uma espécie, isto é, cada espécie teria uma sequência de pares de bases específica numa dada região analisada. Por exemplo, para animais seria uma sequência de 658 pares de bases presentes no gene que codifica a enzima citocromo C oxidase (componente de cadeia respiratória). Para vegetais, essa região ainda é questão de debates, sendo possível serem usadas mais de uma para identificação.

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Sobre espécies ameaçadas não lucrativas

Semana passada comentei sobre as espécies feias ameaçadas de extinção. Claro que um dos principais motivos para apenas as espécies bonitas receberem investimentos de ONGs e de grandes empresas é porque elas trazem um retorno financeiro. Ninguém gostaria de ter uma lampréia estampada em uma camisa ou caneca (será?). Mas como a Claudia levantou, fazer campanhas apenas com espécies bonitas pode ter uma boa intenção por trás. Como as pessoas dariam o seu dinheiro apenas para salvar bichos como urso panda, tartarugas marinhas e araras, podemos usar essa lógica para levantar dinheiro e depois investir parte deste montante em outras espécies menos providas de beleza. Uma boa ideia, mas será que ela é realista? Devemos “usar” este lado “fraco” do público em geral ao invés de investir em divulgação da importância de animais que não são considerados fofos e bonitos mas tem grande importância ecossistêmica?

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