Mais uma balela digital dos ambientalistas: “.WWF”

Lembra do revolucionário projeto do Greenpeace, o Black Pixel? Em uma rixa ambientalista para disputar quem tem a ideia mais idiota fantástica o WFF lançou o “novo” formato de arquivos chamado “WWF”. Diferente do Greenpeace que prometia economizar rios de energia com um ponto preto que só funciona em monitores de tubo (que somente são utilizados hoje de forma significativa no Haiti), o WWF quer atacar a indústria maléfica da impressão de papel. Eles fizeram um programa que converte vários tipos de arquivos no “.wwf” que não permite que a pessoa realize a impressão. Se as pessoas não podem imprimir o arquivo então economizaremos papel, certo? Assim salvaremos as árvores do nosso planeta! Que bonito! Bem, nem tudo são flores, ou árvores.
“Decida quais documentos não precisam ser impressos – e salve eles como WWF”.
ONGs do bem, ONGs do mal
“(…) Não nos ocuparemos aqui daquelas denominadas “ONGs do mal”. Dentre elas, aquelas cujo propósito único é o usufruto de benesses financeiras e materiais. São denominadas ONGs sanguessugas nos compêndios de parasitologia. Tampouco consideraremos aquelas ONGs que, sustentadas por instituições e governos estrangeiros, defendem interesses alienígenas e se mantêm insensíveis às aspirações do povo brasileiro.
Concentraremo-nos, portanto, naquelas denominadas “ONGs do bem”. Vamos também incluir nesse conjunto bem intencionados defensores públicos e autoridades do setor de meio ambiente. E vamos começar pelo recente leilão de eletricidade que teve como consequência a autorização e incontornável implantação de 50 termoelétricas a combustíveis fósseis.
Argumentam esses missionários verdolengos que hidroelétricas reclamam represamento de água e que represas são prejudiciais ao meio ambiente por vários motivos. Inicialmente, porque ocupam o espaço do ambiente natural, principalmente florestas, ameaçando espécies naturais e o equilíbrio ecológico.
Ora, qualquer espécie que estiver restrita exclusivamente à região de uma futura represa hidroelétrica já está condenada à extinção devido ao espaço limitado. Por outro lado, a questão de espaço vital é ridícula, pois, se assim fosse, teríamos que secar os lagos naturais. A maior diferença entre lagos naturais e represas é que os primeiros foram feitos pela mãe natureza (Jeová para alguns), enquanto as represas resultam da ação do homem sobre a natureza. No fundo, uma grande parcela da aversão dos chamados ambientalistas por represas é de origem religiosa.”
Leia o texto completo no sítio do Jornal da Ciência.










