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É a autópsia do pensamento técnico e moral do médico contemporâneo que me interessa. Seu pequeno mundo, suas certezas, seus deslizes, suas angústias. Sua relação com a Ciência e desta, com o mundo. Para que se possa tomar conhecimento de como um médico se torna o que é, nos dias de hoje. Eis o médico, pois. Ecce Medicus. Seja bem-vindo. Por Karl.

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Davi e Golias
Category: Cultura
Posted on: janeiro 2, 2009 8:17 PM, by Karl
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TrackBack URL: http://scienceblogs.com/mt/pings/96326
obrigado por lincar no Amálgama, meu caro.
já assinei seu feed.
abs.
Caro Karl,
nada mais certo que o artigo publicado hoje no Estadão e escrito por Daniel Barenboim ("A ilusão da vitória na Faixa de Gaza"), originalmente publicado no The Guardian. Segue um trecho: "A violência palestina atormenta os israelenses e não contribui para a causa palestina. A retaliação militar israelense é desumana, imoral e não garante a segurança de Israel. Os destinos dos dois povos estão inextricavelmente ligados e os obriga a viver lado a lado. Eles terão de decidir se querem que isso se torne uma benção ou uma maldição". Bravo!
P.S.: Eis os dois lados da questão.
Diria Machado de Assis: "ao vencedor as maçãs" parece racional que o vencedor seja o de maior poderio militar...
Mas, quem foi vencedor no Líbano??? Israel ou o Hezbollah???
Não sei. Perderam foram as diversas famílias libanesas que tiveram filhos inocentes mortos, estes, sem nem sequer saber o que é terrorismo...
Aliás, terrorismo é viver em Jabalia, garanto que qualquer morador desse campo de refugiados (que realmente tiveram pais ou avós que viveram em mansões) acharia um barraco da favela da Rocinha uma mansão do Morumbi...
Mas, não devemos impedir ninguém, ou nenhum país de se defender.
"Quando a guerra é inevitável...[] Ao vencedor as batatas"
Rogério
Rogério, "numa guerra só há perdedores", já disse algum sábio estadista. Posto isso, dizem os críticos militares e de guerra que o Hezbollah foi o "grande" vencedor no Líbano em 2006 e, por isso mesmo, o atual ataque de Israel seria uma forma de mostrar o seu poderio militar e se reabilitar do "vexame" no Líbano. Ao vencedor, as lágrimas.
Concordo, numa guerra só existem perdedores... Mas, ao vencedor "Líbano" ficou as lágrimas... talvez, fique aos "palestinos" vencedores também as lágrimas, e aos perdedores o direito de se defender, principalmente quando uma eleição se aproxima... e quando Ehud Barak é candidato... quantas vidas dão direito a um cargo??? Não sei mas, a estratégia não deu certo em 2001. Dará em 2009??
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Comments (6)
Caro Karl, os links são interessantes, mas mostram somente uma face da estúpida história eternamente em curso entre israelenses e palestinos. Você poderia fazer um cálculo de quantas pessoas - civis israelenses - morreram em ataques suicidas perpetrados por radicais islâmicos do Hamas e Hezbollah em Israel nos últimos dois anos, somente? Mais uma coisa: falar em "punhetagem metalinguística" é também dizer que "o Hamas não possui mísseis e sim foguetes" (Idelber Avelar, nos comentários da link acima). Israel tem o direito de se defender e isso não é uma questão retórica, profesor Idelber. O Estado de Israel deverá ser culpado porque pensou, elaborou uma estratégia inteligente de legítimo revide aos mísseis diariamente lançados pelo Hamas em direção aos sul de Israel? Ora, pune-se a inteligência, o aluno exemplar, e absolve-se o pilantra, que mata aula e quer "colar" na recuperação?
Senhor Idelber, a política alemã pós-primeira Grande Guerra teria inveja de seus argumentos! Heil, Professor Avelar!
Posted by: Aleph | janeiro 2, 2009 10:20 PM