Perguntinha Inverossímil

E em meio a aquinização da ciência brasileira, surge a perguntinha, quase infantil, quase óbvia, quase inverossímil mesmo:
“Se fosse possível um transplante de cérebro, o que de fato estaríamos a transplantar? O cérebro ou todo o corpo?”



É a autópsia do pensamento técnico e moral do médico contemporâneo que me interessa. Seu pequeno mundo, suas certezas, seus deslizes, suas angústias. Sua relação com a Ciência e desta, com o mundo. Para que se possa tomar conhecimento de como um médico se torna o que é, nos dias de hoje. Eis o médico, pois. Ecce Medicus. Seja bem-vindo. Por 



Discussão - 7 comentários
Ou também: vou com meu corpo ou fico com meu cérebro? Aliás, onde estou?
Transplante de corpo. Qualquer jornalista da Época sabe disso…
http://www.youtube.com/watch?v=pGTleaTCXq8
O menino é o pai do homem… tranplantariamos a alma, seja lá o que isso significa.
Rogério
Rogério, não vale responder “perguntinhas” com tautologias. Outra forma de fazer a pergunta é: “Num transplante de cérebro, quem é o doador, quem é o receptor?”. Vamos lá!
O doador vive… o receptor morre… Uma pergunta, vc acha que, obrigatoriamente, doador e receptor deveriam ter o mesmo sexo???
Essa é uma pergunta posterior… Não vamos inverter a ordem! Se pensarmos bem, o sexo dos envolvidos no transplante é tão importante quanto o fato de quem será transplantado e quem será doador.
A esse respeito (diferentes sexos de doador e receptor), leia-se “I will fear no evil” de Robert A. Heinlein. A “solução” proposta é bem interessante…