Perfil
É a autópsia do pensamento técnico e moral do médico contemporâneo que me interessa. Seu pequeno mundo, suas certezas, seus deslizes, suas angústias. Sua relação com a Ciência e desta, com o mundo. Para que se possa tomar conhecimento de como um médico se torna o que é, nos dias de hoje. Eis o médico, pois. Ecce Medicus. Seja bem-vindo. Por Karl.
Email: karl arroba lablogatorios.com.brPáginas
Comentários
- Chloe em Stravinsky, Roth e a Grand Place
- Karl em Stravinsky, Roth e a Grand Place
- Chloe em Stravinsky, Roth e a Grand Place
- Chloe em Fenomenologia da Elegância
- Chloe em Fenomenologia da Elegância
- Karl em Fenomenologia da Elegância
- Chloe em Fenomenologia da Elegância
- Roberto Takata em Fenomenologia da Elegância
- Karl em Fenomenologia da Elegância
- Chloe em Fenomenologia da Elegância
Arquivos
Posts do Research Blogging
NetworkedBlogs
Bias
blogs
Capes
Causo
Certeza
Darwin
Dawkins
DEK
Deus
Diagnóstico
Diapedese
Ecce Medicus
Egito
Elegância
Especialista
Estatística
Estetoscópio
Estética
Gadamer
Gene
Giannetti
Gosset
Gripe Suína
Guinness
Habermas
Lula
Medicina
Médico
Música
Neurociência
Preconceito
Premio ABC
Próton
Pára-quedas
Pós-graduação
Ratzinger
Saúde
Tempo
teste-t
USP
Vacina
Verdade
viés
Ácido-base
Ácido-básico Biologia (26)
Blogs (7)
Causo (19)
Ciência (24)
Ciência Médica (69)
Convidado (6)
Cultura (110)
DEK (9)
Ética (5)
Evolução (26)
Filosofia (100)
Geral (63)
Gripe Suína (12)
Habermas (5)
Humor (14)
Medicina (118)
Medicina Baseada em Evidências (21)
neandertal (1)
Opinião (42)
Pós-modernismo (10)
Resenha (1)
Rorty (2)
Solo Epistemológico (6)
Velho (3)
Visita de Médico (5)
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck requires Flash Player 9 or better.








Discussão - 8 comentários
De todas as piadas inadequadas (do absurdo do preço do aluguel hoje em dia, passando pela escassez de bancos de praça, até os postos de coleta para a campanha do agasalho em Natal, Cidade do Sol), talvez a pior delas seja a reação de espanto, indignação e revolta de uma Classe Média surpreendida pela manchete “mendigo morre asfixiado ao ar livre”.
Obrigada, Karl!
Cuidado frágil
Cuidado: frágil…
Cuidado? Frágil!
Cuidado!!! Frágil?
Cuidado frágil?
Cuidado. Frágil.
bjs <3
“Minutos antes de suicidar-se, junto com a mãe, o músico grego Antonios Perris deixou uma carta em que apela aos dirigentes do mundo que façam alguma coisa pelos pobres
Antonios Perris e a mãe dele morreram no dia 24 de maio no bairro de Metaxourgeio, em Atenas. A notícia e seu bilhete de morte não foram divulgados pela mídia brasileira. O bilhete que Antonios deixou depois de se atirar do alto de um prédio junto com a mãe:
“Meu nome era Antonios Perris, eu tinha 60 anos e era um músico grego. Durante duas décadas cuidei de minha mãe. Há três ou quatro anos ela sofre de Alzheimer e recentemente foi diagnosticada com esquizofrenia e outros problemas de saúde..
Os asilos para idosos não aceitaram uma anciã com tantos problemas. Quando explodiu a crise, eu não estava preparado para enfrentá-la. Vendi todas as propriedades que tinha mas acabei sem nada para comer. Ontem, minha mãe e eu nos atiramos do terraço do quinto andar.
Antes de fazer isso, deixei no meu blog uma última pergunta a meus amigos poetas e músicos: Alguém conhece alguma solução? Se lhes escrevo agora já não é por mim nem por minha mãe, pois nós encontramos o descanso. Se lhes escrevo agora é por milhares de pessoas em seu país que estão passando por algo parecido ao que nós, gregos, estamos passando. Há uma solução para elas. E essa solução depende de vocês.”
o título desse post não é cuidado, frágil. é cuidado: vivo.
Sensacional. Obrigado por todos os comentários.
pô nego, respostinha “hebe” essa sua hein?
tem nada de sensacional em nada dito aqui não.
há o que é lamentavelmente real. e só.
né não?
Não. Sorry, querida… Eu acho o “real” sensacional, até porque é a única forma de “achá-lo”, a saber, por meio das sensações mesmo, que são o que nos resta. Essa foto é sensacional por isso. Sobre lamentá-lo, parei já com isso (o que não me impede de sobressaltar-me com ele) dado que o “lamento” pressuporia uma vontade (schopenhaueriana. A vontade de poder ainda resiste, hehe) minha de que as coisas devessem estar representadas de acordo com ela e não de forma contingencial, aleatória, despropositada e sem sentido como parece, de fato, ocorrer.
Quanto a Hebe. Conheço. É gente boa. E sofre, como todos nós.
Obrigado.
mas não me diga querido?! pois sabes que eu já ia achando que você tinha era achado sensacional a coisa e tal dos comentários… pois ora veja, ora pois… então era novamente a fotografia?! rá! quando o círculo do argumento expande é bom. quando parece que expande também é. gustavodecastroesilva é um poeta e tanto. a hebe ia achar uma gracinha