O fim do mundo, ou o fim do mundo como conhecemos (post atrasado)

Comecei a escrever esse texto dia 20/12 antes da fatídica data que “comemora” o fim do calendário maia e que muitos consideravam como o fim do mundo. Não consegui terminar antes, mas acho que vale para comemorar o fim de mais um ano.

uruguai 151

Meu pôr-do-sol de 21/12/2012.

Inspirada pelo e-mail enviado por um amigo falando sobre o fim do mundo e desejando boas festas resolvi escrever aqui meu manifesto sobre o que espero sobre o fim do mundo.

O fim do mundo está próximo e vamos considerar que amanhã será a oportunidade de ver o fim de uma era e o início de um mundo que tenha mais amor, mais ética, respeito e menos lucro, corrupção, ignorância e crescimentos obssessivos. Muitos não sabem o que podem fazer para contribuir para esse novo mundo, na verdade eu também não tenho respostas concretas para isso, mas que tal pensar sobre o assunto, refletir e tomar consciência para termos um mundo mais “sustentável”, do que adianta o seu carro ser a álcool e teoricamente poluir menos se você está usando o carro para percorrer poucos quilometros? Ou usar desmedida e inconscientemente as sacolas plásticas do supermercado? Ou consumir energia como se ela não viesse das obras que ajudam a desmatar a Amazônia? Por exemplo, você pega elevador para subir 1, 2 andares? Já pensou em usar a escada? Aquela caixinha de remédio que você comprou precisa mesmo ser colocado numa sacola plástica ou mesmo num saquinho de papel?

Vamos combinar de começar com esses pequenos gestos, quando essa consciência tomar conta de todos tenho certeza que o mundo será um lugar melhor e pouco a pouco esses gestos vão se expandir para todas ações do seu dia-a-dia e tolerar ser pressionado por crescimento e consumo inconsequente será insuportável, não só para você mas para todos que o cercam e então será o fim do mundo de verdade por que um novo tomará conta!

Fui tomada por um momento de esperança e fé na humanidade, por favor, não me desapontem!

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Discussão - 2 comentários

  1. Claudia Chow disse:

    Jorge, certamente que a culpa não é dos cidadãos comuns, mas se a gente não fizer nada esperando os governos e as grds empresas é aí que nada muda mesmo. Todos temos nossa parcela de reponsabilidade não podemos nos isentar dela e quando eu peço um mundo sustentável ele também tem a ver com mais gentileza, amor e dedicação que independe dos governos e está dentro de cada um.

  2. Jorge Oliveira disse:

    Bem-intencionada Cláudia ! Vc é “de ciências”, então como pode sustentar a ilusão que os indivíduos civis têm a maior responsabilidade e possibilidades de reverter o processo de generativo do ecossistema !

    Parece até a mídia tradicional comentando após catástrofes: “nesta época do ano é comum…” e promovendo campanhas tipo “separe o lixo”, seja consciente. Conscientes estamos. OS GOVERNOS É QUE TEM QUE RESPEITAR E APROFUNDAR TRATADOS, ELABORAR, CUMPRIR E FISCALIZAR LEIS QUE INIBAM A DEPRECIAÇÃO DO MEIO-AMBIENTE. Não venham nos culpar. Os culpados são os governos e se boas práticas são imprescindíveis, os governos é devem regulamentá-las, exigir cumprimento e dar a esperada educação que necessitamos todos. Sejamos um mínimo politizados ! Senão, como sair deste atraso ?

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