Um vídeo legal, outro nem tanto…

Sensacional esse vídeo!

Ok, que o tema não é dos mais legais, mas a abordagem é muito boa.

Acesse: quaseumdodo.com.brdodo

Essa reportagem do Jornal Nacional é realmente triste. E achei mais triste ainda a fala final da Renata Vasconcellos: “O governo do Amapá anunciou que um grupo vai estudar as causas do fim do fenômeno”. Mas só agora? Duvido que o fenômeno parou de acontecer de repente.

pororca

https://flic.kr/p/QwKKB (CC BY-NC-ND 2.0)

Livros infantis sobre meio ambiente

Tenho amigos brasileiros que casaram com estrangeiros e foram morar fora do país e sempre que quero presentear os filhos deles gosto de dar presentes que tenham a cara do Brasil e essa sempre é uma tarefa trabalhosa. Quando são bebês acho (mas não com muita facilidade) alguma roupinha com a as cores do Brasil ou a bandeira do país (sim, se for ano de Copa do Mundo é bem fácil, do contrário só encontro se sobrou alguma coisa no estoque), quando são maiores já procurei pelúcias de bichos brasileiros e também, não é assim fácil e geralmente são caréssimas ou feias, trabalho árduo.

Acho que em 2011 quando eu trabalhava pertinho da Livraria Cultura lá na Av. Paulista fui atrás de livros infantis sobre a fauna brasileira e pasmem, não achei nada… Não sei se eu não soube procurar, se a moça que me ajudou não entendeu o que eu queria ou se realmente não existia nada do gênero e fiquei bem frustada. Conversei com mães e uma delas me indicou a livro da Turma da Mônica sobre lendas brasileiras, o que eu gostei bastante, mas ainda não era o que eu queria.

Eis que esse ano apareceram 2 lindas surpresas literárias que eu tanto queria e com o trabalho de 2 pessoas super queridas para mim. O primeiro é o livro multimídia Bichos de Cá com ilustrações da Tati Clauzet, uma artista plástica que mora lá em Itatiaia e que tenho o prazer de frequentar o ateliê sempre que vou até lá, o livro tem toda uma proposta diferente pois fala de bichos brasileiros cantando música com ritmos nacionais. Além do CD que acompanha o livro com as músicas ainda tem um app pra baixar no smartphone ou tablet, achei a proposta bem inovadora com um tema que me encantou muito!

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A segunda grata surpresa foi saber que a Maria do blog Ciência e Ideias fez parte do Brasil 100 Palavras,um livro que não só fala dos bichos brasileiros mas também dos biomas, das plantas e das paisagens do nosso país. Esse livro ainda não tive a oportunidade de folhear, mas deve ser muito lindo.

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Mas qual a importância de falar dos nosso bichos e da nossa natureza para as crianças? Não só as estrangeiras que foi que gerou a minha motivação para procurar livros a respeito, mas as nossas crianças também precisam saber mais como é e o que temos na nossa tão famosa biodiversidade! Depois que vi esse relato no TED, essa preocupação ficou ainda maior (Veja só os 2 primeiros minutos se você estiver com pressa)

A Copa do Mundo

Eu sei que ainda tem muita Copa para rolar ainda, mas resolvi já escrever algumas coisas importantes que vi na minha participação na Copa do Mundo.

Tô trabalhando de voluntária, sim, pode dizer o que você quiser, mas adoro Copa do Mundo e não queria ficar de fora dessa festa no meu país, tentei comprar ingressos para poder ir em algum jogo, mas não consegui, então me sobrou a opção de trabalhar como voluntária e até agora não me arrependo, a emoção de estar no estádio na abertura da Copa no meu país, é indescritível. Eu não ligo para futebol, mas Copa do Mundo é uma coisa que mexe comigo, sempre. #mejulguem

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Pois bem, meu trabalho de voluntária é de serviço ao espectador, ou seja, tenho a função de orientar, ajudar e dar informações para quem vai ao estádio ver os jogos. No jogo de abertura fiquei no início do jogo numa das entradas para a arquibancada e no fim fui para uma das saídas orientar para metrô e trem.

É stressante! Gente perguntando para você o tempo todo como chegar em algum lugar, você atento para que ninguém entre com garrafas ou latas nas arquibancadas e ajudando a colocar todo o líquido dentro de um copo (cantei o hino fazendo exatamente isso), atenta para pedir para as pessoas não fumarem ali, gente reclamando que não acha a entrada para seu lugar e quando você indica ela fala que já foi lá e disseram que não era; gente de mau-humor por que não acha o lugar, gente reclamando por que a área vip dela é longe do local onde ela tá sentada, gente reclamando por que não pode entrar com garrafa na arquibancada, gente pedindo para você tirar fotos para ela, e no meio disso o Brasil faz um gol contra, gente reclamando que a fila da bebida tá grande, gente querendo praticar seu italiano reclamando que não tem comida, bêbados valentes, bêbados engraçados, bêbados querendo dançar, gente querendo bater papo, pessoas da limpeza fazendo corpo mole quando você fala que o chão tá molhado e precisa secar e mais gente reclamando que só tem pipoca, ou que a comida acabou. Tudo isso direcionado a você, voluntário! Não, não é nenhum pouco fácil e acho realmente que a Fifa abusa da boa vontade dos voluntários, principalmente desses que como eu ficam ali na linha de frente com os espectadores.

Entre essas e mais outras situações acontecendo meus olhos para a sustentabilidade não se fecharam e de alguma forma sofri impactos dela. Por exemplo essa bela lixeira da Coca-cola para lixo reciclável e não-reciclável.

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Lixeiras bonitonas, né?

Bonitonas, né? Mas com pouca ou nenhuma praticidade. Quando você está na mão com umas 4 ou 5 garrafas, com pressa e mais gente querendo fazer o mesmo que você, ter que ficar procurando esses buracos é absolutamente um saco! Além de serem pequenas, num estádio com 60 mil pessoas elas enchem em minutos e essas tampas são de uma dificuldade para encaixar e desencaixar que você não imagina, demora, e enquanto o pessoal da limpeza está encaixando e desencaixando essa tampa para esvaziar a lixeira as garrafas e latas não param de chegar.

Um jeito bem fácil de reduzir o lixo e evitar o problema das garrafas é simplesmente fornecer os refrigentes de máquina, como nas lanchonetes de fast food, será que a logística dessas máquinas é tão mais difícil que o lixo gerado pelas garrafas?

Infelizmente mudei de posto antes do fim do jogo e não sei como ficaram as arquibancadas depois do jogo, mas o exemplo do povo japonês não tem precedentes aqui no Brasil. Vou trabalhar no próximo jogo na quinta em São Paulo e no fim do jogo se o cansaço permitir vou lembrar de olhar as arquibancadas. Na verdade o fato das pessoas irem para as arquibancadas só com os copos ajuda na limpeza porque os copos são bonitos e todo mundo vai querer levar um pra casa de lembrança. Resta saber se elas recolhem o pacote de pipoca, a embalagem do chocolate, a garrafa de água que por ser mais leve pode ser levada para a arquibancada…

E tudo isso foi só o meu primeiro jogo, que venham os próximos…

Turismo sustentável

Qual a diferença desse post para o que eu escrevi alguns meses atrás intitulado Turismo Verde? Apesar de nomes bastante parecidos eles não tem muito a ver pois esse é para mostrar uma iniciativa muito legal para ajudar a melhorar o turismo sustentável no país. Primeiramente quero apresentar a Garupa. A Garupa nada mais é do que uma plataforma de crownfunding, nada mais que isso, mas tem um tema específico, o turismo sustentável, como funciona? Lá você encontra vários projetos de turismo sustentável, como por exemplo curso de inglês para a comunidade que cuida de uma pousada na Amazônia para dar mais autonomia aos locais na gestão da pousada, apoiar um restaurante de comida caseira e caiçara no caminho para a Estação Ecológica da Jureia ou ainda a reforma do Centro de Visitantes da Associação Mico-Leão-Dourado (http://www.micoleao.org.br), para criar uma exposição com mapas, imagens, vídeos e textos informativos que acrescentem à experiência e à educação ambiental do visitante.

Além de conhecer projetos bem legais tomei contato com alguns destinos turísticos no Brasil bem no estilo sustentável de ser, com produção e empoderamento das pessoas locais. É muito empolgante.

E toda vez que eu descubro uma iniciativa legal dessas escolho um projeto para adotar e dessa vez escolhi o projeto da Pousada Uacari de contratar um professor de inglês durante um ano para a comunidade que cuida da pousada, veja mais detalhes no video a seguir:

Fiquei morrendo de vontade de conhecer essa pousada, o site deles é http://pousadauacari.com.br/ . Já tô aqui pensando em vários possíveis roteiros… Smile Que tal colaborar com desenvolvimento de turismo sustentável no Brasil? Agora não tem mais desculpa de não saber como!

Relato da Lucia Malla e do Gabriel Britto que já estiveram lá na Pousada!

“Brasilidade”

Ontem participei de um evento patrocinado pela Coca-cola para os blogueiros do hub de blogs Viva Positivamente o tema do encontro foi “Brasilidade” e contou com a colaboração do Luiz Algarra para facilitar nosso bate-papo e com a palestra do Maurício Krubusly contando todo seu conhecimento sobre o Brasil falando um pouco do trabalho dele naquele quadro do Fantástico chamado “Me leva Brasil”.

Foi uma delícia passar o dia falando do Brasil, do que é o Brasil, o que é ser brasileiro com pessoas super antenadas.

E pensando sobre o assunto o que seria essa brasilidade tão na moda nos últimos tempos? A primeira coisa que eu pensei foi sem dúvida a miscigenação das raças. Eu mesma sou um exemplo dela, pai chinês, mãe descendentes de italianos e judeus. E quem não tem uma miscelânea dessas nas suas veias? Italianos, portugueses, negros, índios, espanhóis, japoneses… Acredito que é por causa dessas misturas todas que somos o que somos, para o bem e para o mal.

Agora uma coisa que é bem brasileira é a nossa biodiversidade e acredito que isso seja unanimidade, quem não concorda que isso representa o nosso país da melhor forma? O Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta. Esta variedade de vida que é mais de 20% do número total de espécies da Terra, coloca o Brasil no lugar de principal nação entre os 17 países de maior biodiversidade.

Achei esse infográfico (mas não sei qual a fonte, meu amigo Amaral já desvendou pra mim) que fala da biodiversidade brasileira e seus biomas.

 

Mas o motivo desse encontro foi promover a campanha da Coca-cola de fazer o mascote da Copa do Mundo ser o mais brasileiro de todos os brasileiros e para isso dará a todos a oportunidade de mostrar um pouco de sua brasilidade ao ícone mais emblemático dos jogos antes de sua revelação ao grande público.  As pessoas por meio do site poderão postar textos, fotos ou vídeos fazendo algo bem brasileiro.

Xingu

Lembro de quando estava no ginásio na aula de história a professora passou um filme sobre o Xingu (na verdade me parecia muito mais preguiça da professora de dar aula do que qualquer outra coisa), não me lembro quase nada do filme, lembro das imagens clássicas dos índios, das aldeias e forçando muito a memória talvez fosse um documentário para retratar o estilo de vida dos índios naquele local, nada mais que isso…

Cartaz_Xingu_O_Filme

Semana passada, a convite da Brazucah, fui assistir a pré-estreia do  Xingu, o filme e fiquei super contente de conhecer a história da criação do Parque Nacional do Xingu. Aliás, o filme só me fez perceber a minha total ignorância em relação a esse parque e como o Brasil trata e tem tratado seus verdadeiros primeiros habitantes.

Você sabe quem foram os irmãos Vilas Boas? Eu não tinha ideia (vergonha total). Você sabe como e por que o Parque Nacional do Xingu foi criado? Pra mim era só mais uma reserva que tinha índios, como tantas outras devem ter por ai, mas não é só isso. Você sabe quando esse parque foi criado e toda a sua importância? Provavelmente o Google poderá responder essas perguntas, mas o filme as explica de uma forma muito mais interessante e viva. Ele conta uma parte de quase sucesso da nossa política indigenista. Eu digo quase porque não foi perfeita, cometeram-se muito erros, muitas coisas deram erradas e não aconteceram como deveriam, mas de modo geral a criação do Parque do Xingu foi um grande sucesso dessa política. E esse filme é mais do que merecido para que mais brasileiros saibam e tenham orgulho dessa história e dos ilustres irmãos Vilas Boas que tanto lutaram pela preservação da cultura indígena no Brasil.

O filme estreia nessa sexta dia 06/04/2012 e é altamente recomendado se você não sabe (como eu não sabia) muito sobre o Parque Nacional do Xingu. Mas até se você sabe sobre a história do Parque eu recomendo o filme, é uma boa dose de nacionalismo quando a maioria dos filmes brasileiros de sucesso sempre tratam de violência, corrupção e pobreza.

A realidade da reciclagem no Brasil

Na terça passada, a convite da Coca-cola, conheci a ONG Doe Seu Lixo no Rio de Janeiro que junto com o Instituto Coca-cola ajuda coperativas de reciclagem do Brasil inteiro a se profissionalizarem. É sensacional o trabalho que eles fazem, dignificando a profissão de catador de materiais recicláveis, oferecendo cursos e profissionalização para as coperativas e gerando renda.

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Qualquer pessoa que estuda um pouco sobre reciclagem no Brasil sabe que ela só deu “certo” por causa da miséria, ou seja, se a reciclagem no Brasil hoje existe não é por conscientização ambiental ou por preocupação da administração pública com o meio ambiente, ela existe mal e porcamente por conta de pessoas que viram no lixo uma alternativa de sobrevivência. São poucos os exemplos de cidades que implantaram um sistema de coleta seletiva eficiente, a coleta seletiva e a reciclagem no Brasil ainda não é regra geral. Segundo dados do IBGE na região norte do país, por exemplo, a coleta seletiva praticamente inexiste (Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – 2008).

Portanto, falar de coleta seletiva no Brasil ainda não é uma realidade, a reciclagem pode até acontecer, como no caso das latinhas de alumínio que conseguimos reciclar mais de 90%, mas os outros materiais variam em torno de 45% a 55% ainda, mas uma coleta organizada e efetiva ainda é muito incipiente na grande maioria das cidades brasileiras.

E a reciclagem dos 3% do lixo brasileiro como acontece na grande maioria das vezes? Por meio das coperativas de catadores de materias recicláveis, são essas pessoas que por causa da miséria encontraram no lixo uma alternativa de vida digna.

Esse evento que participei na semana passada foi para promover a Semana do otimismo que transforma da Coca-cola. Não vou dizer o que penso sobre esse “evento”, já falei sobre a empresa em outros posts, não é de hoje que a marca vem tentando se associar ao tema sustentabilidade e portanto vou dar um voto de confiança que ela tem tentado, não sei se da melhor forma ou de forma acertada, mas é uma preocupação e o que ela fez e faz por meio do Instituto Coca-cola para as coperativas atendidas pela ONG Doe Seu Lixo me pareceu muito legítimo. Pelas palavras da diretora-executiva, Claudia Lorenzo, do Instituto Coca-cola ainda é muito pouco o que é feito perto da importância e da relevância da marca Coca-cola para o mundo (são 125 anos de empresa no mundo e 70 anos no Brasil), ela sabe que tem um desafio monumental pela frente e diante dos apenas 5 anos do Instituto acho que tem seguido um bom caminho.

As Catástofres Naturais no Brasil

Toda época de chuva no Brasil é o mesmo dejà vu, seja no verão no Sudeste, seja no inverno no Nordeste, enchentes, deslizamentos e inevitavelmente mortes. Mas o que mais me preocupa sempre é o que as pessoas resolveram fazer DEPOIS da catástrofe. Porque imediatamente depois sempre vem ajuda, dinheiro, solidariedade, mas e na hora de reconstruir tudo e a aprender com a desgraça o que acontece?

Recebi um material (diga-se de passagem já tem muitos meses) da Fundação Bunge sobre o trabalho deles no Vale do Itajaí depois das enchentes e deslizamentos de 2008 e eu fiquei muito contente em saber que lá eles aprenderam com os erros e estão tentando não repetí-los. O projeto chama-se “Conhecer para sustentar” e visa não apenas ajudar as famílias a reconstruirem suas vidas, mas também a conhecer melhor o local onde vivem e por que acontecem esses eventos.

Tomara que a população da região serrana do Rio de Janeiro também tenha essa clareza e possa aprender com essa situação difícil, nem que o aprendizado seja apenas votar diferente daqui 2 anos. Entendo que nem tudo a gente pode esperar do governo, esse projeto por exemplo vem de uma iniciativa privada, mas ter governantes conscientes e responsáveis é um bom começo.

Veja o trailer do documentário produzido pela Fundação Bunge sobre o projeto:

Esses dias vi no Jornal Nacional (veja a seguir) uma reportagem sobre o trabalho que está sendo realizado lá no Vale do Itajaí depois dos desastres de 2008 e foi bem legal ver que a prefeitura resolveu instituir uma “Diretoria de Gelologia” para cuidar das áreas de risco da cidade e ajudar no planejamento urbano.

Umas das falas que eu achei interessante foi do Prefeito de Blumenau quando ele diz que 2 anos é um tempo muito longo para quem espera, mas eles optaram pelo caminho mais longo e mais seguro. Achei legal um prefeito/ político enfatizar isso, pois na grande maioria das vezes eles são imediatistas e querem apenas ficar bem na fita com o eleitorado, imagino o quanto não deve ter sido fácil para ele aguentar o povo cobrando e exigindo soluções rápidas e fáceis. Acho que temos um bom caso de sucesso no Brasil, em que uma tragédia pode e deve ensinar muito, principalmente a planejar e fazer melhor.

Brasil querendo ficar bem na fita, te convence?

Hoje quando abri o portal Globo.com apareceu um pop-up do Governo Brasileiro que levava para um site falando da participação do Brasil na COP-15.

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Numa das páginas do site chamada Panorama que fala de matriz energética limpa eles afirmam (no texto) que 45,9% da produção de energia brasileira vem de fontes renováveis. Ai mostram 2 gráficos, um mostrando a matriz energética brasileira separada em renovável (46,4%, afinal qual o número correto?) e não renovável (53,6%) e outro gráfico as fontes de geração de eletricidade. Mais de 75% é de origem em hidrelétricas.

Ai o Brasil resolve falar em investimentos, é essa parte que mais me irrita. “A estimativa do Ministério de Minas e Energia para o período 2008-2017 indica aportes públicos e privados da ordem de R$ 352 bilhões para a ampliação do parque energético nacional.” “Para a área hidrelétrica estão previstos cerca de R$ 83 bilhões.” “Outros R$ 23 bilhões devem ser aplicados na expansão da produção e oferta de biocombustíveis como etanol e biodiesel.”

Ótimo, são R$106 bilhões que serão investidos hidrelétricas e biocombustíveis, ou seja, 30,12% do total dos investimentos. Tá e os outros R$ 246 bilhões? Vão investir em que? Vento? Nuclear? Gás Natural? Petróleo e derivados? Vejam bem são praticamente 70% de todo o dinheiro e eles não falam onde vão investi-lo, por que será? Não pega bem num site que fala de desenvolvimento sustentável e matriz energética limpa dizer que 70% dos investimentos em matriz energética não terão nada a ver com fontes alternativas de energia. Espero realmente estar errada e que o texto foi feito as pressas e esqueceram de mencionar o quanto vão investir em outras fontes renováveis.

A ideia do site de mostrar o que o Brasil tem feito pelo seu “desenvolvimento sustentável” é louvável, mas não precisava entrar na maquiagem verde, né? Tá querendo enganar quem, Brasil, ainda mais depois do pré-sal?

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