Será o fim da “meritocracia” brasileira?

Honestamente, venho me decepcionando cada vez mais com os rumos tomados pelo país. Digo isto pelos diversos acontecimentos recentes. É juiz mandando prender e o supremo mandando soltar. É presidente do supremo condenando uso de algemas (ora, daqui a pouco pra conduzir um acusado à cadeia terá que se pedir por favor, faça-me rir) e agora, a aprovação da lei que destina 50 % das vagas das universidades públicas para estudantes “carentes”. Antes de mais nada, já prevendo polêmica com relação a esse tema, gostaria de dizer que posso falar à vontade de tal pois frequentei durante toda minha vida escola pública, nunca tendo estudado em uma particular.
Ao meu ver, o sistema vestibular era um dos poucos que ainda contemplavam o mérito do cidadão em detrimento de outras formas de seleção. Entra quem demonstra mais capacidade. Um critério objetivo, onde a subjetividade passa longe. Ao contrário, nas seleções de pós-graduação ou para professores de universidades federais, a “articulação” do sujeito tem-se tornado, muitas vezes, mais importantes do que a capacidade do mesmo. Nesses últimos casos, cada vez mais tem-se percebido que a “máfia das publicações” tem ganhado espaço. O ato de se colocar nomes em diversas publicações, variando-se a posição do autor, mesmo que ele não tenha participado do trabalho, tem sido cada vez mais comum. Cito um caso que presenciei a pouco tempo atrás. Um sujeito, somente com graduação, possuía em seu currículo participação em 34 artigos científicos. Ora bolas, ou esse cara é um novo gênio ou algo está errado! No sistema de vestibular isso não existe. Quem sabe mais passa. Como diriam os jovens de hoje, isso é FATO!
Obviamente quem foi submetido a uma boa educação leva vantagem. No entanto, jovens que passaram por uma educação de menor qualidade, como é o caso de muitas escolas públicas, podem sim correr atrás. Diversos são os exemplos existentes. Para isto, tem que se dedicar, sem preguiça. Mas não é o que vem acontecendo no sistema educacional brasileiro. Não poder reprovar um aluno que não demonstrou capacidade durante o ano é o absurdo dos absurdos. Isso é fomentar a falta de compromisso em função de pseudo-melhorias. A média nacional do ENEM de, cerca de 42 % na prova objetiva, já diz tudo. O “analfabetismo funcional” é a moda do momento. Mas quais são as razões dessa nova moda? Não é a falta de qualidade do ensino? Então não seria mais sensato criar condições adequadas para a educação? As respostas são óbvias. Métodos de melhoria do ensino têm que ser implementadas sim, no entanto, a cobrança para com os estudantes também tem que existir. A prova da “preguiça” é a linguagem da internet dos jovens. A busca pelo caminho mais curto e mais fácil são sempre mais atraentes do que aquela pelo caminho correto. A falta de compromisso dos estudantes atuais é impressionante.
Na minha opinião, é preciso apertar o cerco contra a falta de compromisso. Mas isso só faz sentido quando se oferece condições decentes de ensino. Leis assistencialistas como a de cotas infelizmente acabam mascarando as deficiências do estado. Não venho observando propostas para banir essas deficiências. O assistencialismo tem que dar lugar a políticas efetivas de educação básica. E, além disso, tem que se lembrar que a educação também passa pela formação do cidadão, coisa que parece ter sido esquecida nos últimos tempos. Não fugindo do assunto, também tem que se lembrar de um princípio constitucional básico, o da igualdade. Afinal de contas, essas políticas de cotas não diferenciam os cidadãos? Na minha opinião sim.
Carlos Pacheco

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Discussão - 11 comentários

  1. geofagos disse:

    Paulo,
    O que tenho feita para tornar efetiva essa reforma é procurar, dentro dos meios a que tenho acesso, cobrar soluções dos problemas. É aquela velha história, por que escolas públicas federais apresentam excelentes resultados enquanto aquelas estaduais e municipais não? A resposta é simples, a estrutura física e de pessoal é muito boa e o resultado final é satisfatório. Já realizei trabalhos voluntários também em instituições públicas de ensino. Confesso que hoje em dia me dedico mais ao ensino superior, que é o meu meo de trabalho. Estou me dedicando muito pra voltarmos a ter um ensino efetivo, que cobre dos alunos mas que também os façam antes de mais nada gostar do que estão fazendo. Quem me conhece sabe o quão politicamente sou ativo no meu meio. Quanto à questão de ser ou não democracia ou meritocracia tenho uma idéia bem formada. Se fôssemos um país sério, que cuida de seus cidadãos, não necessitaríamos dessas medidas. O que procuro fazer com esses posts é levantar a polêmica para que possamos não nos acomodar com essas situações. Quem estuda em instituições públicas de ensinos superiores sabe que os estudantes das públicas estão frequentemente entre os melhores alunos dos cursos. E por que isso? Porque para eles foi mais difícil e por consequência valorizam mais o que conseguiram, se dedicam com mais intensidade. À medida que tem-se medidas “paleativas” como essas essa dedicação não é mais tão necessária. Será que o nível continuará o mesmo? Acho que não. Por fim, o estado, como reflexo de uma sociedade que anda meio “perdida”, está, na minha opinião, se tornando abusivamente paternalista e por consequência se desviando do seu foco de prover condições suficientes para que o seu povo exerça a cidadania em plenitude. Como consequência, a população tem se tornado extremamente comodista. Falo isso por experiência pessoal.

  2. Marcus disse:

    Tampando o Sol com a peneira, uma solução estúpida para o problema da falta de qualidade no ensino básico.
    Também estudei em escola pública, mas tive a felicidade de ter uma família que pensava diferente da maioria do Brasil, que me incentivasse, numa idade que falta maturidade a todos para enxergar o mundo como ele é, com certeza.
    Quando o Estado tiver vergonha na cara, talvez ele indenize seus filhos menos afortunados que hoje estudam em escolas públicas pelo prejuízo irreparável ao desenvolvimento científico-cultural que estes indivíduos sofreram, só por terem confiado sua educação ao Estado, que por sua vez também parece ter cada vez menos bom senso.

  3. Haddammann disse:

    Um país de todos SUBMISSOS, sem direito à integridade da persona humana, sem pelo menos o direito de não ser desonesto.
    Definitivament: Não reconheço esse indivíduo como nada em meu País. Sua subserviente ação de assinar acordo de ensino religioso em escolas à revelia da Constituição, num ato crasso de fantoche sacralizado para impingir uma teo-ditadura subversiva em nossa Nação, dá a cada um de nós o inteiro direito de desrepresentá-lo em qualquer função no ESTADO BRASILEIRO. A conivente e acintosa afronta à Ciência e à Educação que vem sendo imposta pela religião em países em que é medíocre e dúbia a representatividade do pseudo-dirigente faz-nos levantar em honra à altruísta postura da civilidade na Democracia.
    No estado quase intraduzível em que estamos, quando permitem que algo se pronuncie com aparência de “benéfico” e dão regalias sem reprimendas graves, é porque está sob a espuma do estado contaminante e degenerador impingido pelos mandantes de nossa submissão.
    Razões Cabais Para Destroçar a Insana Tentativa de religiões de se Enfiar nas Escolas e Aterrorizar os Estudantes, como era nos conventos, Mosteiros calabouços, e colégios internos; tirando qualquer chance de nenhum de nós ter o direito à mentalidade livre em nossa espécie.
    ABAIXO ÀS GRADES – VIVA À LIBERDADE.
    As enumerações educacionais a seguir contrapõem a estupidez crassa da palhaçada das míseras e ralas frases que desavergonhadamente os mandantes da Sociedade impuseram como Teoria, chamando-as de Criacionismo; um dogma fantasioso, falacioso, exdrúxulo, e psicológico-degenerativo.
    1ª. Na Natureza/ESPAÇO não há acaso; há condições: propícias ou não, para ocorrência de eventos.
    2ª. O NADA não é simples (nem de compreensão imediatista para a curiosidade simplória); exemplo:
    a) no LHC, o vácuo considerado ótimo tem num só centímetro cúbico estimadamente 25 milhões de moléculas.
    b) mesmo o vácuo sem existência alguma possui ondas (um conjunto delas).
    c) o Vácuo absoluto, o NADA sem outra importância espacial alguma, é só teórico.
    d) A Natureza/ESPAÇO tende à ordem, pelas condições lógico-espaciais que a estabelecem; a desordem é um estágio de confrontos de posições em busca de satisfatoriedade funcional.
    e) No ESPAÇO, o conceito cronológico de início e fim é totalmente arbitrário, pois a sucessão de todos os eventos é ininterrupta.
    f) A ordenação das formas segue diretrizes, leis, e princípios; e a proposição concatenada de todos os fenômenos efetivados (que interpretamos como Natureza) por esses tem por efeito as formas, que deriva de interações simples e evolui para mais complexas.
    E Pronto.
    Daqui pode-se extrair toda a Lógica Espacial (ou melhor, daqui pode-se partir o avanço extraordinário do que já conseguimos como reflexão investigativa; um auge do Conhecimento Humano, no que concerne o saber de nós, e do ambiente, tanto em esfera microscópica quanto na Sideral).
    Os rudimentos bem desenvolvidos dessa enumeração estão devidamente apresentados como um estudo que foi nomeado em 1985 como O ESPAÇO e a Procedência do Movimento, resultados do pensador Haddammann Veron Sinn-Klyss, autor também do Projeto Passos da Natureza (vídeo Youtube).
    Este Projeto constituiu-se como um agradecimento a toda a constelação de seres humanos livres e autênticos que tanto me inspiraram, e mostraram-me a Vida e suas nuances e consonâncias e contextualidades controversas.
    Denúncia Civil e Notificação à Sociedade:
    O Pensador está instado a não publicar, não palestrar, não chegar perto de estudante algum (mesmo que a vida inteira, desde os 15 anos sempre ingressou inúmeras pessoas na busca da Ciência e no aproveitamento dos estudos, com projetos independentes e comprovadamente colhedores de excelentes resultados). Todavia, qualquer dúvida pode ser discutida ou respondida nas palestras censuradas (político-religiosamente), a saber: Qualidade & Alta Performance; Genética Cósmica (esta, o artigo diretor foi enviado à direção internacional do AIPT, para conseguir apoio ao Projeto Passos da Natureza).
    Ponderação:
    É imprescindível que o homem possa conceber, neste momento, que é a única espécie com potencial para destruir completamente a si mesma; pois tem noção de quase todas as estratégias predadoras e de aniquilamento de outras espécies.
    Há que se saber que podemos estar ou ter estado sob um própria prerrogativa da Natureza em contenção de domínios extravagantes e nocivos em demasia ao Eco-Sistema (pois a Natureza é maravilhosamente estruturada com dispositivos de compensação, chamados Feedbacks). Assim, cabe-nos comportar em nós a educação apurada sobre equilíbrio geo-espacial que nos faça aquiescer à prontidão de ações reparatórias individuais e sociais (como recolocação de conceitos e reestruturamento de instituições), determinando-nos com atitudes altruístas que reponham-nos como dignos da fina textura de solo de que dependemos.
    O fio da Vida é tênue, os cliques de desastres são somados consecutivamente como num desenho de bordadeira; o expert, o sábio, o estudioso, assim que vêem e passam a mão pelo bordado notam pontos, nódulos, que encaminharam o torto, o desarranjo, do bordado. Hoje temos pela Sociologia e demais outras magníficas ciências recursos essenciais para estabelecimento de contextos sociais satisfatórios e promissores. Mesmo que tradições ressequidas e estagnadas arrumem-se para perpetuar seu inevitável declínio, não podem impingir à toda a Humanidade um desastre sociológico na nossa continuação (subvertendo nosso direito e supra-anseio de preservação), por prenderem-se em vaidade, oportunismo, arrogância e preguiça, que defeituosamente vemos em grupos que se amontoam em comodismo parasitador da nossa espécie; levando-nos a pagar um preço impensável por insistirmos em não ver e não agir para conseguirmos ultrapassar desta definitiva vez essa fase crítica de estado de consciência em nossa Civilização.
    Quantos são os que podem, sabem, querem, e procuram ler artigos, livros, informações de blogs, etc? A quantos dessas pessoas temos acesso? E quantos são os restritos e reprimidos que diaria, semanal, e mensalmente, ficam expostos à uma enchurrada de doutrinamento odioso, separatista, falacioso, usurpador, imprimida sistematicamente no psicológico das pessoas. Pra onde se há que ir? Com quem falar? Quem já escapuliu e se reserva? Disso tudo só uma coisa sabemos: São os que refletem os que ainda podem se reavaliar, e são os que podem FAZER ALGUMA COISA.
    Em quem não irá doer ver que muito pouco vemos. Um garoto ou garota passeando com um avô ou avó? Muito pouco vemos namorados passeando livres nas ruas. Mas vemos muita gente à mercê dum estado prejudicado psicológico-físico e emocionalmente, levadas pela vaidade e vício, aprisionadas nos seus cachorrinhos(avós não dão ibope pessoal), que sujam e sujam e sujam. Os gramados das praças têm cerquinhas para as crianças, mas os cachorrinhos-bibelôs que nos incitaram a ter, estes pulam soltos, e sujam o que era pra ser aprazível, para amigos, rolar livre de crianças, namorados, e leitores de livros. Quanto já nos escravizaram de um modo tão bizonho que nem vemos o curto passar da vida em ações tão descabidas? Não nos enfiaram em preguiças? A preguiça não enfiou nossos avós em carteados repetitivos fúteis que os ajudou a consumir a sua saúde? Não os bitolaram com leituras repetitivas de livros esquisitos e enganadores? Não os massacraram com um serviço ingratamente mal remunerado? Não dispensaram suas experiências como dispensam nossa criatividade? Esse regime social que está aí só nos onera em perda de vida, e suas benfazejas reuniões rotineiras não nos enseja à vida. E ainda fitam fixo em nossas famílias, e falam à torto e à direito em famílias, mas o intuito é nos aprisionar (claro que estão rastreando tudo que escrevo e correm para forjar uma farsa que possam usar na mídia e nos conluios dos embustes dos dramáticos espetáculos criminosos aliciadores de gente). Há quanto tempo não vemos e não podemos fazer um pequinique? Há duas décadas vêm massacrando nossa Sociedade com doutrinamento religioso insano, e temos agora o que está aí. Em duas décadas arrebentaram, trucidaram, descacetaram duas preciosas gerações. E nós deixamos, porque não vimos, nos deixamos nos ludibriar. Quem mata garotos e garotas é quem corre e diz: “Vai lotá! Vai lotá!” E nos oferecem velas e cruzes, e cantilenas bizonhas. Depende de nós, não podemos mais esperar. No Desenvolto Transcorrer da Justiça … O Justo Procedimento … A Natureza não propiciou o desenvolvimento do ser humano para que ele viesse sucumbir à pulhas, que nada têm com os parâmetros que ela propõe; nunca a fibra da Natureza no ser humano iria se subjugar a usurpadores de princípios, leis e conceitos.

  4. Paulo Rená disse:

    Pacheco, se as cotas são uma realidade, o que você tem feito para serem aplicadas medidas de “efetiva reforma da educação básica”?
    Estou apenas cutucando: se elas devem ser paliativas, o que você tem feito para mudar a situação e torná-las desnecessárias?
    Por fim: elas não afastam totalmente a meritocracia, apenas a submete à democracia. Os aprovados, em seus grupos, ainda serão os que obtiverem as melhores notas.

  5. geofagos disse:

    Alexandre meu amigo,
    Concordo com você. No entanto, o sentido do post é mostrar a minha indignação com medidas paleativas ao invés de medidas definitivas. As cotas podem até existir como uma medida de transição, provisória. Criar um sistema de cotas até se re-estruture o ensino básico público é uma coisa. Agora, torná-la uma medida definitiva não levará ao aumento da qualidade do mesmo. O comodismo corre o risco de prevalecer e o nível dos estudantes das instituições federais corre o risco de cair mais ainda. Como disse no post, a falta de compromisso já está presente tanto no ensino básico como no superior. Tem-se que mudar esse panorama e, para isso, nada de aprovação automática para aumentar índices de qualidade. É preciso medidas que realmente possam colocar os estudantes das públicas em nível de concorrer com os das particulares. E mais que isso formar cidadãos mais comprometidos com o seu país.
    Sem mais,
    Abraços.

  6. geofagos disse:

    Caro Paulo,
    Não creio que me arrependerei da minha posição. Como eu disse no post sempre estudei em escolas públicas e conheço bem a realidade. Nem por isso deixei de estar onde estou hoje, para isso me dediquei muito. A inclusão tem que existir sim, mas não acho que esse seja o melhor caminho. Você tem ouvido falar em melhorias reais no ensino básico? Eu não. Melhorias reais nos salários de professores, condições adequadas para estudo, a própria cobrança aos estudantes quanto ao seu desempenho? Nada disso é pauta dos noticiários. Criar cotas pura e simplesmente é sair pela tangente desviando a responsabilidade do estado. Até acho que minha posição poderia ser outra se essa política estivesse acompanhada de uma efetiva reforma da educação básica. Mas isso não tem acontecido. A não ser que medidas paleativas como a do governo mineiro em aumentar um ano na educação básica possa ser encarada como tal. Eu não acredito. Quero deixar bem claro que não sou contra a inclusão social de grupos “menos favorecidos”, mas sim que essa inclusão se dê de forma efetiva e por mérito e, principalmente, que o estado assuma de vez sua responsabilidade em formar o cidadão.
    Abraço,
    Pacheco

  7. Alexandre disse:

    Pacheco,
    legal seu post. O que disse não passa da pura verdade, contudo, há muita discussão do assunto entre as diferentes classes sociais. Infelizmente, como bem disse, é tudo devido a deficiência do Estado, que por sua vez também é refém do sistema.
    Abraço

  8. Paulo Rená disse:

    Não se trata de fim da meritocracia, mas de adequá-la à realidade e às demandas sociais brasileiras.
    Um dia você vai olhar pra trás e se arrepender da sua posição de hoje.
    Um abraço para o seu eu futuro.

  9. geofagos disse:

    João,
    Não sei se a competência continua nessa lista. Assim como bem escrito pelo Ítalo no post sobre fator de impacto e também abordado por mim nesse post, tenho visto a quantidade superar a qualidade. O que tem contado hoje em seleções de pós e de professores, em grande parte das vezes, é o fator quantitativo. O cara que muitas vezes se dedicou mais, mas não quis entrar na “máfia dos artigos” acaba tendo que se desdobrar na didática para ter uma mínima chance de superar seu outro concorrente que tantas vezes apresenta capacidade bastante inferior ao primeiro. Portanto, até a referida competência tem sido colocada em dúvida. Vejamos no que isso vai dar.

  10. João Carlos disse:

    O estado finge que ensina; os alunos fingem que aprendem. E, no fim, você vai acabar transferindo a triagem para o portão de saída das faculdades, em lugar do portão de entrada (está aí a OAB que não me deixa mentir sozinho…)
    Podem inventar o “faz-de-conta” que quiserem… Há três coisas que não têm sucedâneo: dinheiro, juventude e competência.

  11. Pachecão,
    Você poderia até desativar os comentários: você disse tudo. Excelente post, justamente indignado.

Envie seu comentário

Seu e-mail não será divulgado. (*) Campos obrigatórios.

Categorias

Sobre ScienceBlogs Brasil | Anuncie com ScienceBlogs Brasil | Política de Privacidade | Termos e Condições | Contato


ScienceBlogs por Seed Media Group. Group. ©2006-2011 Seed Media Group LLC. Todos direitos garantidos.


Páginas da Seed Media Group Seed Media Group | ScienceBlogs | SEEDMAGAZINE.COM