Referências sobre Agricultura Urbana

Caros,
Sigo a sugestão da nossa leitora Sibele e publico algumas referências sobre Agricultura Urbana aqui. Abraços fraternos a todos!
Literatura sugerida
ALTIERI, A.A.; COMPANIONI, N.; CANIZARES, K.; MURPHY, C.; ROSSET, P.; BOURQUE, M.; NICHOLS, C.I. 1999. The greening of the “barrios”: urban agriculture for food security in Cuba. Agriculture and Human Values, 16: 131-141.
FAO, 1999. Issues in Urban Agriculture. Disponível em: http://www.fao.org/ag/magazine/9901sp2.htm
GOCKOWSKI, J.; MBAZO’O, J.; MBAH, G.; MOULENDE, T.F. 2003. African traditional leafy vegetables and the urban and peri-urban poor. Food Policy, 28: 221-235.
LADO, C. 1990. Informal Urban Agriculture in Nairobi, Kenya. Land Use Policy, 7: 257-266.
MAXWELL, D.G. 1995. Alternative food security strategy: a household analysis of urban agriculture in Kampala. World Development, 23: 1669-1681.
MAY, J.; ROGERSON, C.M. 1995. Poverty and sustainability cities in South Africa: the role of urban cultivation. Habitat International, 19: 165-181.
GOVERNO DE MINAS GERAIS. s.d. Programa Minas sem Fome. Disponível em: www.fomezero.gov.br/dowload/folder_alta.pdf
SEMAB. s.d. Políticas públicas e suas intervenções a nível municipal em agricultura urbana na cidade de Teresina – PI, Brasil. Disponível em: www.ipes.arcoinfo.org
CASTELO BRANCO, M.; ALCÂNTARA, F.A.; MELO, P.E. (eds.) Hortas Comunitárias vol. I – O Projeto Horta Urbana de Santo Antônio do Descoberto. Brasília: Embrapa Hortaliças. 160p. 2007.
CASTELO BRANCO, M.; ALCÂNTARA, F.A. (eds.) Hortas Comunitárias vol. II – Os Projetos Horta Urbana de Teresina e Hortas Peri-urbanas de Novo Gama e Abadia de Goiás. Brasília: Embrapa Hortaliças. 122p. 2008.

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Discussão - 22 comentários

  1. Estimado Alain,
    muchas gracias por su colaboracion.
    Seguramente lo contactare en futuro proximo.
    Atentamente,
    Flávia.

  2. Alain Santandreu disse:

    Estimada Flávia Alcântara y demas interesados
    IPES – Promoción del Desarrollo Sostenible es una institución que promueve la AUP en diversas ciudades de América Latina. En Brasil trabajamos directamente en Belo Horizonte y Contagem y asesoramos al MDS en la implantación de la política nacional de AUO a traves de los Cnetros de Apoyo en las regiones metropolitanas.
    Mas información de AUP (mucha en español) puede encontrarse en nuestro Centro de Recursos http://www.ipes.org/au
    Por información adicional pueden contactarme a
    [email protected]
    atentamente
    Alain Santandreu
    Asesor Regionla en Gestión del Conocimiento
    IPES/RUAF

  3. manuel disse:

    Certo,Sibele.”Às vezes precisamos andar em círculos”,ou noutros trajectos,os que estiverem abertos. É que a vida troca-nos as voltas. A outras voltas estarão sujeitos os outros seres. É,afinal,a luta pela vida,do Darwin,ou de antes dele.
    Uma variedade concebida para resistir a uma dererminada doença ou praga,não fica livre de encontrar pela frente outra praga,ou doença,talvez até desconhecidas. Ou ela resolve o seu problema,ou é ajudada,ou estará condenada. É a vida,quase um jogo de perder ou ganhar. As espécies,as variedades, que têm ido desta para melhor ao longo das idades.
    Mas é melhor parar que o terreno é para especialistas,e eu sou um curioso,atrevido.
    As minhas respeitosas saudações,e cá fico à espera,como a Sibele,se,acaso,continuarem dispostos para me aturarem.

  4. Sibele disse:

    Oba! Mais posts a caminho! 😀

  5. OLá Manuel,
    você me fez lembrar de uma recente preocupação minha: o “pioramento” genético. Isto é, a manipulação genética, não nego que com boas intenções, mas que pode levar ao surgimento de cultivares resistentes a determinada doença, mas mais sensíveis que o normal a outras. Neste campo, o melhoramento para o sistema orgânico, ao meu ver, tem avançado mais no sentido de “sustentabilidade” do que o melhoramento convencional e a transgenia. Por que? Porque no melhoramento para o sistema orgânico o objetivo é que se obtenha uma cultivar o mais adaptada possível às condições reais de água, nutrientes, pragas e doenças. Isto é, ela tem que ser forte e corajosa o suficiente para se desenvolver num ambiente que não lhe dá sorinho na veia nem lhe aplica defensivos químicos caso ela espirre! Ela tem que ser quase rústica. Estranho não?! É a humanidade (re)descobrindo o que já sabia… às vezes precisamos andar em círculos! Isto daria um post! Grande e fraterno abraço!

  6. manuel disse:

    Voltando à “Mainstream Science” posto pela Sibele,quer-me parecer que ela também estaria interessada em saber quais as grandes linhas no campo do melhoramento genético em agricultura,”lato sensu”.
    Para um observador de longa data,como eu,que esse não foi o meu campo,pode dizer-se que não têm conta essas linhas,
    abrangendo todas as culturas mais importantes. Desde há muito que tem sido grande essa preocupação,não só quanto há quantidade,como qualidade. Os avanços têm sido tais,que não tem comparação o que se produz hoje com o do passado.
    E as preocupações continuam. Um exemplo interessante é o do arroz,”staple” base de muitos mlhões de bocas. Procura melhorar-se no sentido da resistência às inundações,ao sal. Outra,é o da resistência à seca,como no milho,outro
    “staple”de muito mérito. E,acaso,estará alguém a pensar em aumentar o teor de proteína da batata,mais um “staple”,que tem pouca,mas é muito boa,e,se calhar,ainda,outro alguém,ou o mesmo, já pensou,e realizou,o que eu não sei,em elevar o teor da lisina do trigo,que o tinha fraco.
    E pronto,que mais não sei.
    A Sibele tem de desculpar,mas o que ela escreve “dá pano para manga”.
    Saudações a todos,em especial à Sibele,neste passo.

  7. Cara Sibele, assim você me deixa com a super responsabilidade de escrever algo mais empolgante do que Rambo Parte 27!!! Brincadeira!
    Obrigada pelo incentivo! Abraços!

  8. Elton Valente disse:

    Sibele, Flávia e Manuel,
    Só agora me dei conta de que a discussão esteve muito boa aqui. Peço humildes desculpas por minha distração. Tenho, sim, uma opinião sobre o assunto, conforme solicitado pela Sibele. Uma vez que o tema vai se desdobrar em novos posts, de acordo com o prometido pela Flávia, gostaria de tecer meus comentários na próxima oportunidade.
    Mais uma vez, minhas sinceras desculpas.

  9. Sibele disse:

    Flávia, parece mesmo que o assunto rende pano para manga… vejo que teremos desdobramentos logo mais… vc mencionou a parte II, parte III… e de uma coisa eu sei: diferentemente de certas séries cinematográficas que vemos por aí, os próximos episódios desse assunto, com certeza, serão mais empolgantes! 😉
    Abraços a todos!

  10. Querido Manuel (já o considero um querido amigo),
    gostei imenso das suas palavras… o mais importante é colocar na terra dos quintais e das fazendas a batata, o arroz, o feijao, a couve, a laranja, a banana… e faze-lo respeitando a Natureza. Sabe que aí é que se encontra a dificuldade? Ao meu ver todas as linhas de pesquisa em agrárias, sejam elas em prevenção e controle de pragas e doenças, sejam elas em melhoramento, sejam elas em solos, deveriam convergir para essa interação: produzir alimento com respeito ao meio ambiente (e não só “para inglês ver”, ou seja, para escrever um projeto da “moda” e aprova-lo, mas sim de fato!). Se você me perguntar como faze-lo vou dizer que não tenho a resposta. No entanto, acredito que isto seja possível, apesar de difícil. É o que eu tento fazer no meu trabalho – ajudar a produzir na terra sem prejudica-la e contirbuindo para mante-la fecunda. É preciso que as pessoas entendam que não podemos viver sem a agricultura. Já ouvi insanidades do tipo “para viver basta apanharmos os frutos e sementes que caem das árvores e só”. O que dizer disso? Vale um “post” futuro. Abraços!

  11. manuel disse:

    Doutora Flávia e Sibele
    A propósito de linhas de pesquisa específicas da Agricultura Urbana,ocorreu-me um facto ocorrido há muitos,muitos anos. Estava-se num “Coloquium”(sessão destinada a apresentar trabalhos de investigação)e o assunto era mellhoramento da cebola. O coloquiante viera mostrar o que tinha feito,uma bela e grande cebola. No debate que se seguiu, alguém quis estragar a “festa”. Olha lá, para que queres tu uma tão grande cebola?
    Pois aqui está uma linha de investigação a apontar para outras da mesma família. Grandes e de rápida formação,não meses de espera,que se come todos os dias,e as bocas podem ser muitas. Outra,será isentar as culturas de mais pragas e mais doenças,como já vem sendo feito,com grande polémica,aliás,vá-se lá saber porquê,que os pesticidas custam dinheiro,e têm outros custos. Outra, será a de pôr as culturas a comer menos,macro e micronutrientes essenciais,para poupar a terra e o bolso. Enfim,mas o mais importante seria colocar na terra do quintal a batata,a couve,o feijão,seja lá o que seja para a boca,hoje,e colher logo no dia seguinte,por razões óbvias.
    Bem,o resto fica para a Doutora Flávia,para a Sibele,e para quem mais estiver interessado em dar de comer a quem precisa.
    Desculpem o tom,que pode ser interpretado como humor negro,que o assunto é muito sério,como é bem sabido.
    As minhas saudações,e muito boa saúde.

  12. Pois é Sibele, fiquei pensando no assunto e queria comentar algo importante. Nos últimos anos a agricultura familiar, onde se encaixa a agricultura urbana, ganhou mais força na pesquisa científica. Há editais específicos (para financiamento de projetos) na área e eu mesma já participei de dois ou mais projetos cujos recursos vieram desses editais. Assim, o panorama tem melhorado e as perspectivas também. Acho que há espaço para todos, ou melhor, para qualquer pesquisa que traga benefícios para as pessoas, mais qualidade de vida, mais saúde, mais de tudo que se precisa para bem viver. No entanto, não ignoro que algumas linhas de pesquisa dão maior visibilidade e quando os editais não são específicos creio que elas sejam mais valorizadas. São essas as mais “financiáveis”. Olha, esse assunto dá pano para manga… Falando especificamente da agricultura urbana, não há muitos pesquisando o assunto (no Brasil). São poucos os resultados publicados. Na verdade, o assunto deperta mais o assistencialismo do que a ciência! Talvez eu trate disso na parte II ou III… “vamos a ver”, como dizia minha avó espanhola.
    Abraços!

  13. Sibele disse:

    Manuel, não se desculpe – não há o que desculpar! Grata pela interação! 🙂
    Ainda espero manifestações dos demais Geófagos ao questionamento já respondido pela Flávia…

  14. manuel disse:

    Sibele,desculpe,mais uma vez.
    É que,longe de mim,passar por mitólogo. Não foi a deusa que invoquei,apresso-me a esclarecer. Era a si que me dirigia,simplesmente,ou melhor,a um ser humano,não deus,a um ser humano que se quer salvar,sem intervenção dos “deuses”,e salvar os outros.
    Os “outros”,e fico-me por aqui,que eles,os “outros”,são muitos,e cada um,um “universo”. Com “material” assim,é de pedir ajuda. A quem? Vou pensar. Vai levar tempo,e, muito provável é,não terei tempo,por mais do que uma razão,de dentro,e fora de mim.
    Desculpe,mais uma vez,de que estou certo,porque é “Deusa”,da Frígia,mais uma que eu não sabia,um poço de ignorância,sem equívocos.
    Muito boa saúde.

  15. Sibele disse:

    Manuel, obrigada pela lembrança, mas mais que sentimentos maternos atribuíveis à Deusa da Frígia, minhas preocupações são mais de ordem humanística, de alteridade, mesmo.
    E acho que enquanto pensarmos que é necessário uma “varinha mágica” para tal “milagre”, então não teremos salvação.
    Abraços e muito boa saúde para vc, também!

  16. manuel disse:

    Sibele,muito obrigado pelo seu comentário.
    Pois é,Sibele,eu compreendo a sua preocupação. A Sibele queria que fossem todos “filhos”. Pois é Sibele.
    Onde é que o foram,e que “varinha mágica” poderá fazer tal “milagre”?
    Mais uma vez,muito obrigado,e muito boa saúde.

  17. Sibele disse:

    Manuel, sua colocação foi bem pertinente. Entendo que no campo das Ciências Agrárias e da Terra há linhas de pesquisa especialissimas e sofisticadas, a exemplo de melhoramento genético, entre outras.
    Eu queria que os Geófagos me esclarecessem é se há algum paralelo com o que ocorre na saúde, tomando novamente as doenças neglicenciadas como exemplo: o seu estudo e pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos especificos lançam mão de conhecimentos avançados em biologia, imunologia, genética e bioquímica, comportando mecanismos bioquímicos, modelagem molecular, testes pré-clínicos e clínicos, com todas suas diversas fases padronizadas, levando tempo e… dinheiro, muito dinheiro, tal como o desenvolvimento de medicamentos para quaisquer outras doenças.
    O problema é que o estudo dessas doenças negligenciadas, a despeito do conhecimento de ponta exigido, é desinteressante para as indústrias farmacêuticas, ou não conta com financiamento suficiente por parte de fontes públicas.
    Vc diz que não contesta, “desde que a investigação no domínio da agricultura não urbana não pudesse dar respostas satisfatórias”. Veja, na saúde, as investigações em geral já apontam, e muito, respostas satisfatórias para o combate a essas doenças neglicenciadas, mas não há interesse em direcioná-las para resultados concretos – remédio para os doentes. Já nas Ciências Agrárias, vc mesmo disse que há muita, muita gente à espera de umas batatinhas para os almoços, e não só… A Flávia já adiantou que, no seu entender, em ciências agrárias e em Agronomia, também há linhas de pesquisa mais ou menos “financiáveis”.
    Meu questionamento foi no sentido de como as linhas de pesquisa mais ou menos financiáveis revertem em mais, ou menos, ou até mesmo em nenhuma batatinha nos almoços de muita gente…
    Um grande abraço!

  18. manuel disse:

    Desculpem a intromissão,Doutora Flávia e Sibele
    Quando a Sibele escreve que lhe parece que “o assunto não é de interesse para a chamada “Mainstream Science””,suponho eu que se quer referir a investigação no domínio específico da Agricultura Urbana,focando,até,o Melhoramento genético e Produção agrícola industrial.
    No seu entender,deveria haver uma focagem especial da investigação nesse domínio por o achar merecedor disso. Não contesto,desde que a investigação no domínio da agricultura não urbana não pudesse dar respostas satisfatórias.
    Como ignorante desta matéria,deu-me a curiosidade para pôr no Google várias questões,e o Google foi generoso. Só duas ou três dessas questões:Research in the perspective of urban farming;Waste reuse urban farming;Ways in which urban agriculture could be more produtive.
    Enfim,um manancial de informação para um leigo. Até achei uma clássica recomendação de pôr uma leguminosa a alimentar o milho de azoto. É claro que não faltam indicações para compostagem,coisa que vem da agricultura clássica.
    Desculpem o atrevimento,mas o assunto é empolgante,pois há muita,muita gente envolvida,à espera de umas batatinhas para os almoços,e não só.
    As minhas saudações,e muito boa saúde,com,mais uma vez,as minhas muitas desculpas.

  19. Cara Sibele,
    seu comentário abre margem para uma grande e profícua discussão. Seu raciocínio quanto aos trabalhos científicos em agricultura urbana está correto. Ela não faz parte do “mainstream” da ciência agrária. Tem sido um interesse dos orgãos públicos e não de todos – e também nem sempre este interesse tem abordagem científica. Quem trabalha cientificamente com o assunto corre o risco de ser considerado cientista de segunda linha… Quanto aos países onde se encontram mais trabalhos, posso dizer que como a agricultura urbana tem sido uma via de acesso ao alimento nos países em desenvolvimento é esperado que os primeiros trabalhos científicos se originem também nesses países. No entanto, preciso esclarecer que há também agricultura urbana (e comunitária) em países desenvolvidos como Canadá e EUA (e já há um bom tempo). Uma colega está justamente pesquisando nesses países para tentar descobrir semelhanças e diferenças entre eles e os ditos em desenvolvimento.
    Respondendo sua última pergunta (e os outros geófagos podem ou não concordar…): Sim. Em ciências agrárias, e mais especificamente em Agronomia, também temos linhas de pesquisa mais ou menos “financiáveis”. Bom, nosso bate-papo está aberto! Abraços e obrigada por comentar.

  20. Sibele disse:

    Flávia, muito obrigada! Esta lista de sugestões de leitura com certeza vai ser útil para muita gente que se interessa pelo tema!
    Inclusive, queria comentar dois aspectos desta lista: como toda lista, sei que é um recorte muito pessoal, provavelmente oriundo de suas pesquisas no assunto, mas é notável o fato da maior parte da literatura internacional sobre agricultura urbana apontada na sua seleção ser originária de paises do continente africano. Quanto à literatura nacional, vemos que o assunto é abordado ou pela Embrapa ou por órgãos oficiais.
    Parece-me (e gostaria que vcs, Geófagos, me esclarecessem) que o assunto não é de interesse para a chamada “Mainstream Science”, a corrente principal da Ciência, na área de Agronomia, Agricultura e afins, que produz pesquisas nos países desenvolvidos… quais são os grandes assuntos dessa área a que se dedicam (e publicam) os pesquisadores? Melhoramento genético? Produção agrícola industrial?
    Pergunto pois essa lista deu-me a impressão que se repete, nas pesquisas e publicações da área de Agronomia e Agricultura, o fenômeno também verificado na saúde: as chamadas “doenças negligenciadas” (leia-se doenças de países pobres – Malária, Leishmaniose, Doença de Chagas, e outras…) também não recebem a devida atenção dos pesquisadores, pois apesar de afetar milhares de pessoas em todo o mundo, não têm potencial de lucro no desenvolvimento de fármacos, e nem conferem “status” aos pesquisadores… essas doenças dependem de iniciativas como as da DNDi para alavancar seu estudo e pesquisas de medicamentos.
    Fica a pergunta aos Geófagos: na Agronomia e Agricultura também temos essa arena de interesses na pesquisa e consequente publicação especializada? Se sim, quais as implicações desses interesses dirigidos nas pesquisas?
    Um grande abraço a todos!

  21. Caro Manuel,
    grata pelo comentário.
    Sim, este é um mundo com raízes num passado longínquo e numa intensa necessidade de sobrevivência. Espero que tenha um tempinho para ler algum dos materiais. Abraço fraterno!

  22. manuel disse:

    Doutora Flávia
    Não resisti,pois foi uma janela larga que se abriu. Para além das suas referências,em que se incluem dois recentes volumes de Hortas Comunitárias,em cuja elaboração colaborou,o que vai na Web sobre Agricultura Urbana. Um mundo,com raízes em passado longínquo.
    Mas uma janela só para espreitar,que muitas outras janelas há já abertas,e outras estão desesperadas para se abrirem.
    De louvar o seu contributo para actividade tão generalizada,e muito útil.
    As minhas saudações,e muito boa saúde.

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