>Patentes Patéticas (nº 05)
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>On-Board Empire
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| “Eu vou acabar com esse jornalista filho-da-puta!” — Nucky Thompson, ao saber da notícia |
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| “Nada como mandar algumas garrafas de uísque para todas as redações” |
>Sarah Bernhardt como Funérea
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Quando os homens da funerária entraram no quarto para levar o corpo dela [da irmã], eles se depararam com dois caixões. Perplexo, o mestre de cerimônias chamou um segundo rabecão. Naquele momento, eu estava na casa de minha mãe, que havia desmaiado, mas consegui voltar a tempo de impedir que os homens de preto levassem meu caixão.
>4 anos em 4-D
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Eu realmente não queria deixar passar em branco uma data tão quadrática. Quatro anos em 4-D não se repetem. No entanto, eu não tenho muito a dizer (não precisam fugir, eu não sou como o Fidel Castro quando uso essa frase).
Ooops, parece que já estou me alongando… #fidelfeelings
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| O primeiro cabeçalho (2007-2008) |
Agora, porém, um pouco de autocrítica. Originalmente, este espaço foi criado para expor minhas ideias e opiniões. Eventualmente, minha paixão por curiosidades, paradoxos, ciência e humor fino e irônico acabou se sobressaindo. Eu gostaria de poder opinar mais, mas isso nem sempre é possível. Em parte por que não gosto de textos opinativos curtos — para mim, são meros comentários — e em parte por que já há muito conteúdo desse tipo na rede. Também há muitas oddities, mas eu sempre procuro algo inédito.
Por outro lado, já há mais de um ano eu tenho conseguido manter um ritmo razoavelmente diário. Às vezes há até dois posts por dia. Tenho conseguido manter algumas séries, como Em uma palavra, Conflitos Esquecidos e, desde do começo do ano, O Peso do Nome e Patentes Patéticas (infelizmente, Cectic, a série de tirinhas sobre ceticismo que eu traduzia, acabou por que o original foi encerrado). Considerando que eu trabalho durante o dia e estudo em outra cidade durante a noite, me parece um feito do qual eu não esperava ser capaz quando abri este espaço.
>Gatuno de biblioteca
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>Em uma palavra [50]
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cumático
adj. exatamente da cor do mar; azul-marinho; ondino. [do grego kumát, onda]
flucticolor
adj. da cor das ondas do mar. [do latim flucticolor, idem]
>O Peso do Nome: Einstein (parte 2)
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| Em sua última visita, Einstein tentou tocar violino para animar o filho. Foi recebido com indiferença. |
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| Eduard Einstein, já adulto. No início do tratamento, ele ainda podia passar alguns momentos com a mãe fora do hospital psiquiátrico |
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| Um raro momento: nos anos 1920, Albert ainda se esforçava para visitar os filhos (Hans à esq. e Eduard à dir.) |
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| Hans Albert Einstein: desde dos anos 80 um prêmio de engenharia hidráulica leva seu nome. |
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| Evelyn Einstein: mesmo adotada, a neta sentiu o peso do nome. |
>Desafio Tipográfico
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Notem que o bloco de texto formado à direita por esse truque contém frases completas.
>O Peso do Nome: Einstein (parte 1)
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| Eduard Einstein, a.k.a. “Tede” |
Nascido em 1910, Eduard Einstein era o filho caçula de Mileva Maric com o físico — e que físico! — Albert Einstein. Apelidado de “Tede” pela mãe, Eduard parecia ter um futuro brilhante e sempre se destacou na escola. Ele se dava bem com ambos os pais (seu irmão seis anos mais velho, Hans Albert, vivia às turras com o pai). Apesar disso, a vida da família Einstein nunca foi um mar de rosas.
| Foto do casamento: Mileva sonhava formar uma dupla imbatível com Eintein na ciência. Foi frustrada pela vida familiar. |
| Albert com a mulher e o primeiro filho (1907): A fama, a guerra e as constantes mudanças o tornaram ausente. |
| Mileva com os filhos: ela fugiu de Berlim um mês antes da Grande Guerra. Salvou a vida dos filhos, mas não o casamento. |
>Dia do Livro: É proibido proibir
>Para que esse dia (ou noite) não passe em branco:


















É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.