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A ilustração em anexo representa um par de peixes-gato (da espécie Silurus? L.) que foi encontrado vivo em uma rede de camarões na boca do rio Cape Fear, perto de Fort Johnson, Carolina do Norte, em agosto de 1833. Um deles tem três polegadas e meia [8,9 cm] e o outro, duas e meia [6,35 cm] de comprimento, incluindo a cauda. O menor tem uma aparência frágil e doentia. Eles estão ligados pela pele do peito, à maneira dos gêmeos siameses. Essa pele é marcada por uma escura raia na linha de união. Exceto por isso, a pele é igual à da barriga em cor e textura. A boca, as vísceras, &c. estavam perfeitas e intactas em cada peixe […] Quando esses peixes ganharam vida, é provável que fossem quase do mesmo tamanho e força, mas um, o que “nasceu virado para a Lua” — ou o mais engenhoso — tornou-se o dominante, o que ampliou a disparidade. [Assim, o maior] pôde extender sua boca antes do outro, alcançando e capturando primeiro a melhor comida. Ainda que ele provavelmente odiasse seu companheiro e desejasse o desenlace, o maior acabou protegendo sua “metade mais frágil” e não poderia comê-lo sem engolir a si próprio. — American Journal of Science and Arts [Jornal Americano de Artes e Ciências], Julho de 1834
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