O primeiro ‘alô’
Thomas Edison pode não ter inventado o telefone, mas é o pai do “Alô”. Revirando os arquivos da AT&T em 1987, o professor Allen Koenigsberg, do Brooklyn College, encontrou uma carta de Edison datada de agosto de 1877. Além de informar o presidente de uma companhia telegráfica sobre seus planos para introduzir o telefone em Pittsburgh, Edison levantou uma questão de ordem prática:
Amigo David, Não acho que nós precisemos de um sinal de chamada como “Hello!” que tenha que ser ouvido a 10 ou 20 pés de distância. O que você pensa?
Naquela época, ainda se achava que a linha que a linha precisaria ficar o tempo todo aberta, o que tornaria necessário definir um modo de chamar a atenção do outro lado da linha ao iniciar uma chamada.
Sendo assim, como deveríamos responder uma chamada recebida? O próprio inventor do telefone, Alexander Graham Bell, sugeriu ahoy (o que tornaria as chamadas um tanto marítimas: Ahoooooy!). Edison defendia hello e acabou ganhando — talvez por ter melhores contatos tanto com os empresários das nascentes telecoms quanto com o público.
Há quem diga que hello seria uma variação de Haloo!, uma tradicional exclamação usada por caçadores. Ironicamente, isso torna o aportuguesamento alô bastante próximo do étimo original.



É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.
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