Patentes Patéticas (nº. 52)
Você se sente frustrado pelos delays dos sinais de satélite? Acha que os grandes atrasos nas comunicações interplanetárias é que são o verdadeiro impedimento à conquista do espaço? Uma solução seria transmitir sinais a uma velocidade maior do que a da luz. Mas se você acha que não existe tecnologia para isso, não conhece a Hyper-light-speed antenna. Trata-se de Continue reading “Patentes Patéticas (nº. 52)” »
Patentes Patéticas (nº 40)
Nestes tempos de aquecimento global a todo vapor (com trocadilho, por favor), era de se esperar que a inventividade de gente comum disposta a salvar o mundo explodisse. Como a emissão pecuária de metano tem sido apontada como um dos problemas mais sérios, o californiano Markus Donald Herrema propôs uma solução: em vez de tentar bloquear essas emissões naturais, porque não usar esse metano como fonte de energia? Em certo sentido, ele tem razão (já que o metano é, de fato, um gás mais “estufado”). O problema é que seu “Processo para Utilização de Emissões de Metano por Animais Ruminantes” parece no mínimo ridículo. Com uma apresentação em estilo devidamente ruminate, Mr. Herrema explica sua ideia de: Continue reading “Patentes Patéticas (nº 40)” »
>“Alimentos no Ano 2000”
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Campos de trigo e de milho estão para desaparecer da face da terra porque farinha e carne não serão mais criadas, mas fabricadas. Rebanhos de gado, de ovelhas e de suínos deixarão de ser criados poque o bife, a carne de carneiro e a de porco serão manufaturadas diretamente de seus elementos. Não há dúvidas de que frutas e flores continuarão a ser cultivadas, mas apenas como pequenas luxúrias decorativas e não mais como fontes necessárias de alimento e ornamentação. Não haverá, nos grandes trens aéreos do futuro, vagões de grãos ou gado, pois os elementos fundamentais dos alimentos existirão por toda parte, sem precisar de transporte. O carvão não será mais extraído do solo — com exceção, talvez de transformá-lo em pão ou carne. Os motores das grandes indústrias alimentícias serão movidos não por combustão artificial, mas pelo calor subjacente ao globo.
Similarmente, em 1893 o primeiro Secretário [Ministro] de Agricultura dos EUA, Jeremiah Rusk, previa que avanços na agricultura tradicional poderiam aumentar seis vezes a produção — talvez o bastante para alimentar até um bilhão de americanos por volta de 1990.A afirmativa de Rusk era parte de uma série de colunas de jornal publicadas nacionalmente com o intuito de transmitir o imenso espírito cornucópico da Exposição Mundial de Chicago de 1893. A maioria dos 74 especialistas consultados pela série assumiam confidentemente que tecnologias mais modernas — variando entre a mais convencional seleção de sementes e a favorita da ficção-científica, a refeição-numa-pílula — poderiam facilmente alimentar os 150 milhões de americanos esperados para 1993 (número real: 256 milhões).



É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.