>MP3 pra K7

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Você tem o mais recente iPod, mas o seu carro (ou o do seu avô) ainda ostenta aquele belo toca-fitas de 1900 e lá vai fumaça, onde é impossível ouvir suas músicas digitais? Seus problemas acabaram!
Basta colocar o Car Audio Cassette Adaptor, esse engenhoso adaptador em forma de cassete no seu toca-fitas e plugar o cabo de áudio de 3,5mm que sai da pseudo-fita no seu gadget favorito. Pode ser um iPod, um media player ou até mesmo um maravilhoso disc-man
O preço é uma pechincha: US$ 8,99 na cyberguys (sem frete, é claro).

>Um museu vivo dos refrigerantes

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Nesta era de globalização, quando os longos — e, vamos admitir, deliciosos — tentáculos da Coca-Cola ou da Pepsi alcançam até os lugares mais remotos do mundo, a Galco Soda Pop Stop é um lugar único. Nesse mercadinho cabe uma imensa variedade de marcas de refrigerante artesanais ou vintage, vindos de todos os cantos dos Estados Unidos e de lugares tão distantes quanto a Romênia. 
Em suas prateleiras, é possível encontrar tanto velhos e obscuros rótulos — o que sobrou de uma época em que quase todo condado americano tinha sua pequena fábrica de refrigerante e/ou cervejaria — quanto refris importados que só se encontram em poucos lugares do planeta. Entre 500 sabores disponíveis, dá pra escolher alguns tão estranhos quanto água de rosas (vindo da Índia), pepino (do Japão), banana (da América Central) ou café (dos EUA mesmo). Também é possível encontrar doces e balas oldschool. Será que a Galco tem ou conhece algum guaraná ou tubaína made in Brazil?
Nesbitt’s of California: refrigerante de pera pêssego
Mas o verdadeiro tesouro desse santuário refrigerântico é seu proprietário, John F. Nese, um homem que se considera o maior expert do mundo sobre o assunto. Ele sempre pode lhe explicar porque garrafas de vidro são melhores do que as de plástico (no que eu concordo) ou porque a Coca-Cola Kosher-para-a-Páscoa é melhor do que a versão comum (o que me parece absurdo). Ele também sempre pode sugerir uma nova marca ou sabor ao visitante de primeira viagem.

A seguir, o próprio Mr. Nese apresenta um pouco do seu tesouro para o CHOW, um programa de webTV sobre comes e bebes (em inglês, é claro):

A Galco Soda Pop Stop tem um site e faz vendas on-line, mas parece que não fazem entregas fora dos Estados Unidos.

>Moedas Infográficas

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Mesmo com tamanhos (e até cores) diferentes, as moedas continuam sendo uma das formas mais inconvenientes de ter dinheiro. Elas são fáceis de perder e, em muitos casos, difíceis de juntar.
Mas o designer japonês Mac Funamizu parece teve uma ideia no mínimo interessante para facilitar a vida de quem lida com moedas. Em lugar de variações no tamanho, no material, na textura ou na cor, ele propõe o uso de moedas com formas diferentes. Mas não são formas aleatórias: o formato teria relação com o valor de cada moeda.

Para o conceito que chamou de Infographic Coins, Funamizu inspirou-se em duas coisas bastante caras a muitos geeks: o estilo simples da Apple e os gráficos em pizza. 
Além de facilitar a identificação — inclusive por pessoas cegas —, as moedas infográficas também teriam vantagens econômicas. Como geralmente usam menos material do que as moedas comuns, as infográficas teriam uma produção mais barata.
No entanto, como todo projeto, este também tem seus defeitos. Apesar das vantagens, moedas com formatos distintos podem ser mais difíceis de transportar. Os ângulos das moedas de 0,25 e 0,50 poderiam danificar bolsos mais sensíveis ou até mesmo causar ferimentos. 
Mas o conceito ainda pode ser melhorado se a ideia das moedas de 0,01 a 0,10 for ampliada para toda a gama. Seria ainda mais simples (e matematicamente correto) se todas tivessem o mesmo diâmetro. Assim, a moeda de 0,05 poderia ter uma faixa central um pouco mais larga que a de menor valor. Similarmente, as de 0,25 e 0,50 também poderiam ser redondas com espaços proporcionalmente vazios. Usadas em alguns países, as moedas de 2,00 poderiam simplesmente ter o dobro da espessura da moeda de 1,00.

>Quando o relógio te pressiona, você pressiona o relógio!

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Pressionado pelo relógio? Que tal dar o troco? O Vague Clock, criado pelo designer sul-coreano Sejoon Kim só funciona sob pressão — ou quase isso. 

À primeira vista os ponteiros são invisíveis, mas na verdade eles estão lá, funcionando normalmente debaixo do tecido elástico que faz as vezes de mostrador. Para ver — ou melhor, tocar — as horas, basta pressionar o tecido.

Além do design clean, você não precisa se preocupar em acertar os ponteiros (até por que isso seria um tanto complicado). O relógio se ajusta sozinho, sincronizando-se via GPS. 

“Informação demais pode por as pessoas sob pressão”, explica Sejoon Kim. “O Vague Clock dificulta a leitura dos ponteiros de minutos e horas para libertar a pessoa da corrida contra o tempo.”

[via bookofjoe]

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