>Nomes (im)Próprios

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Se você acha que apenas no Brasil poderiam surgir nomes ééééé, digamos, “criativos”, como Valdisnei, Usnavi, Maiquel Géquiçom, Erripóter, Letisgo, Brucili ou até mesmo Urrigrisson, lembre-se de que os americanos sempre podem conseguir fazer coisas melhores (ou piores):
O censo dos Estados Unidos, agora quase completado, trouxe à luz alguns espécimes curiosos de nomes próprios. Um homem de Illinois teve cinco filhos, batizados Imprimis, Finis, Appendix, Addendum e Erratum. Em Smythe Couty, na Virgínia, um certo Mr. Elmadoras Sprinkle deu aos seus dois filhos os nomes Myrtle Ellmore e Onyx Curwen e suas seis filhas são Memphis Tappan, Empress Vandalia, Tatnia Zain, Okeno Molette, Og Wilt e Wintosse Emmah. O grande número de pessoas tratadas por Sprinkle naquele condado se deve a esses extraordinários nomes.
Notes and Queries [Anotações e Consultas], 10 de dezembro de 1870
Sem contar que, como o inglês é uma das línguas que ignoram (quase) completamente as diferenças entre gêneros, não há distinção clara entre nomes masculinos e femininos. Muito menos entre nomes de lugares e de pessoas, o que nos dá resultados mais ou menos comuns como um cara chamado Dakota ou uma garota chamada Sydney! Nomes próprios comuns-de-dois-gêneros começam a ser considerados politicamente corretos por lá (como se todas as diferenças psico-físicas entre meninos e meninas fossem uma obscenidade).
Mas não podemos nos esquecer da verdadeira onda de nomes “exóticos” (por que querer ser “criativo” para aparecer é coisa de pobre) que as celebridades dão aos seus adotados-do-terceiro-mundo ou até mesmo aos próprios rebentos: Maddox Jolie-Pitt; Moon Unit, Diva Thin Muffin, Dweezil e Ahmet (todos do Frank Zappa); Kal-El, o menino do Nicholas Cage; Fifi Trixibelle (filha do Bob Geldof) e, last but not least, Apple Martin Paltrow (filha-fruta de Gwyneth Paltrow e Chris “Coldplay” Martin).

>Menor Maior

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O New York Times de 18 de setembro de 1972 informava que um homem chamado Minor W. Major havia participado de uma conferência sobre História em Tarrytown, Nova York. Perguntado sobre a origem de seu nome, Mr. Major contou sua história: 
“Antes da Guerra Civil, uma jovem moça chamada Minor se casou com um jovem moço chamado Major e se tornou Mrs. Major. Ele era um agente confederado e afundou diversas cargas da União no Mississipi. Ele teve um uniforme Ianque para usar em certas épocas e nessas circunstâncias Minor Major, agente confederado, se tornava Major Minor, oficial da União. Eu sou um bisneto do Major que se casou com Miss Minor.”

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