>Soneto ao Nada
>Poema de Richard Porson, publicado na edição de 4 de março de 1814 do Morning Chronicle:
Misterioso Nada! Como hei-de mostrar
Vosso infome, infundado, ilocável vazio?
Nem forma, nem cor, nem som, nem tamanho traz.
Nem palavras ou dedos podem expressar vosso vozerio.Mas embora não possamos vos comparar a algures,
Um milhar de coisas a vós podem se assemelhar.
E embora vós não estais com ninguém em nenhures,
Ainda assim, metade da Humanidade está a vos adorar.Quantos volumes vossa história contém!
Quantas cabeças perseguem vossos poderosos ímpetos!
Quantas mãos laboriosas apenas uma porção de vós retém!
Quantos corpos se ocupam apenas com vossos projetos!Os grandes, os orgulhosos, os vertiginosos, nada há-de dominar
E tudo — como meu soneto — em nada vai terminar.
>De Profundis
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Quidquid latine dictum sit, altum viditur.
“Qualquer coisa dita em latim parece profunda.”
>Propina.exe
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>[Pi Day] – Gênio doméstico
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Numa manhã nublada, Einstein estava de saída de sua casa em Princeton, quando a Sra. Einstein aconselhou-o a levar um chapéu.Einstein, que raramente usava um chapéu, recusou-se.“Mas pode chover!”, advertiu a Sra. Einstein.“E daí?”, repondeu ele, “Meu cabelo vai secar mais rápido que meu chapéu.”— Howard Whitley Eves, In Mathematical Circles: Quadrants III and IV [Dentro dos Círculos Matemáticos: Quadrantes III e IV], 1969
>Pobreza
Por que o dinheiro pode fazer você perder a noção de ridículo (e ainda achar que está ar-ra-san-do!)







É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.