>Fotocopiadora portátil (1939)
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Inteiramente auto-contida, uma máquina foto-copiadora está agora no mercado. É completa, com câmera com foco ajustável, rolo de papel sensibilizado, mecanismo de corte embutido, que corta o papel no tamanho adequado, e todas as substâncias para a revelação. Quando dobrada para transpote, fecha-se como uma mala. Não é necessário drenar os líquidos. A câmera tem um timer sincronizado com as luzes para desligá-las após a exposição apropriada. O material a ser copiado é posto numa bandeja diante da caixa, que pode ser ajustada verticalmente. Fabricada em dois tamanhos, a unidade maior pesa 68 libras [30,8 kg] e a menor, 38 [17,2 kg]. — Popular Mechanics, agosto de 1939
Do tempo em que fotocópias eram fotos mesmo…
>Fotógrafo-fantasma
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Esta é Mary Todd Lincoln, viúva de Abraham Lincoln, com o fantasma de seu marido, em uma foto do “fotógrafo de espíritos”, Willianm H. Mumler.
>Um Ilustre Desconhecido (e um Engraxate)
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>Cinquentões Americanos sobrevivem em Cuba
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Outro dia eu tropecei no site do fotógrafo americano Dan Heller. Seus retratos de Cuba a partir de uma temática automotiva são tétricos e mais parecem o trabalho de um viajante do tempo.
Para muitos, os grandes e pujantes carros norte-americanos dos anos 1950 não passam hoje de objetos de recordação e símbolos da Era de Ouro da economia yankee – na verdade uma era de ostentação e desperdício incompatíveis com as atuais crises energética e econômica. Embora Cuba tenha passado a importar carros de outros países – principalmente da Rússia –a partir dos anos 60, poucos foram os modelos euro-asiáticos que sobreviveram no tórrido e tormentoso clima da maior ilha do Caribe. Quase a totalidade dos carros que circulam pela Cuba de hoje são, na verdade, aqueles velhos símbolos de ostentação do “inimigo”. Por uma grande ironia do destino, a situação dos transportes na Ilha embargada e sub-industrializada só confirmou duas coisas alardeadas pela publicidade norte-americana dos anos ‘50: a durabilidade e o conforto. Surpreendentemente, apesar do embargo, muitas “banheiras” mantém-se impecavelmente bem-conservadas. Para muitos cubanos, esses carros velhos são uma boa fonte de renda. É facilmente possível tornar-se taxista, pegar uns turistas por aí e ganhar até 50 dólares (ou mais) por mês. Parece pouco, mas é muito para economia falida e estagnada como a cubana, onde a média salarial não passa dos ÚS$ 25,00. Apesar dos altos custos de manutenção – esses carros são beberrões e a gasolina é tabelada pelo equivalente a US$ 4,00 o litro – o esforço compensa. E atrai os jovens.
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Dan Heller, à direita, com a esposa, Jill, à esquerda.







É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.