Publicado
25 de ago de 2012

É preciso ser meio masoquista para jogar certos games. Vez após vez você tem que morrer antes de aprender a passar daquela fase complicada. Daí, aparece outra mais complicada ainda e lá vai você outra vez… Skinner explica. Mas se Skinner quisesse criar algo para afastar os gamers dos jogos, ele faria algo como o Electrostatically enhanced game [Jogo eletrostaticamente aprimorado]: Continue lendo…
Publicado
4 de mar de 2011
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Em maio de 1944, enquanto os Comando Aliado preparava a invasão da Europa, a palavra UTAH apareceu em um jogo de palavras-cruzadas publicado no Daily Telegraph. Os militares acharam aquilo um pouco aborrecedor: Utah era o codinome de uma das praias do desembarque na Normandia.
O aborrecimento tornou-se alarme quando OMAHA e MULBERRY, outros dois codinomes, apareceram em jogos publicados poucos dias depois. O alarme foi promovido a pânico quando NEPTUNE e OVERLORD apareceram quatro dias antes da invasão plenejada. No jargão Aliado, Neptune era o codinome da operação de desembarque e Overlord era o nome em código de toda a operação na Normandia. Imediatamente, o governo britânico descobriu e prendeu o cruciverbalista responsável, o professor Leonard Dawe.
Um longo e tenso interrogatório se seguiu, mas Dawe foi considerado inocente e acabou liberado. Aparentemente, seus alunos ouviram alguns militares usando tais palavras e, por brincadeira, começaram a repeti-las. Se foi assim, não houve risco de vazamento. As palavras publicadas continuaram secretas e ninguém soube exatamente a quê elas se referiam.
Publicado
28 de fev de 2011
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Movido pelo ideal da inclusão social dos cegos, Edward B. Kaplan teve uma ideia brilhante em 1995: uma máquina caça-níqueis em braille.
Um conjunto de pinos corresponde a cada roda da máquina. Enquanto as rodas da fortuna giram, os pinos mudam, permitindo que o apostador desprovido de visão sinta a emoção do jogo. Se o jogador ganhar, a máquina avisa com uma vibração.
Entretanto, a invenção parece ainda mais engenhosa. Ao menos para os cassinos. Qualquer ganho é retido na máquina até que o apostador consiga apertar um botão de pagamento. Conforme o texto da patente: “Isso também vai impedir qualquer roubo por terceiros” caso o jogador não enxergue.
O mais irônico, porém, é que se você não gosta dessa ideia, você não quer que os ceguinhos se divirtam em Las Vegas (o que é preconceito). Mas se você apoia esse invenção, quer que os ceguinhos percam dinheiro (o que é sacanagem).
Publicado
26 de fev de 2011
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Não me pergunte por que, mas você morreu e foi parar no inferno. Mas como você parece muito inteligente, o diabo lhe faz um desafio: você pode escolher entre jogar xadrez simultaneamente com Alexander Alekhine e Aaron Nimzowitsch ou ir direto para o quinto dos infernos. Alekhine joga com as pedras pretas e fuma um cachimbo de enxofre. Nimzowitsch joga com as brancas e tem abotoaduras feitas de dentes humanos. Nenhum deles jamais perdeu. Nem no inferno.
Se você conseguir uma vitória ou até um empate contra qualquer dos jogadores, você será libertado. Mas se ambos lhe derrotarem, você ganha uma passagem para o quinto dos infernos válida por toda a eternidade.
O que você deve fazer?
Publicado
9 de dez de 2010
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Publicado
8 de nov de 2010
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Publicado
7 de jul de 2010
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Na longínqua era pré-Nintendo, as maratonas gamísticas eram praticamente intermináveis. Não havia uma maneira de “dar um tempo” no game para, digamos, responder às “necessidades fisiológicas” de seu corpo. Quando o Atari 5200 foi lançado como upgrade do 2600, uma das maiores novidades era o primeiro botão “pause” da história. Obviamente, a novidade manteve-se no 7800, no qual também dava pra jogar todos os clássicos do 2600 — mas os fãs dos jogos mais antigos não podiam usar a novidade.
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Onyx Jr.: clone brazuca era melhor que o original |
Não podiam até agora. Levou trinta anos, mas agora dá pra dar uma pausa no Atari! E tudo graças a um brasileiro (e à pirataria). Victor Trucco era mais um dentre muitos que buscavam inutilmente uma pausa para o Atari. Um dia, ele trabalhava num console Onyx Jr, um clone brasileiro do Atari feito nos anos 80. Por uma simples diferença de processador, a cópia pirata saía-se melhor que o original — o Onix Jr. foi o único sistema Atari com pausa.
Com o perdão do trocadilho, Trucco descobriu o truque simples que faria qualquer Atari pré-pausa pausar (perdão pela aliteração). Tudo o que você tem que fazer é comprar uns componentes eletrônicos e ter um pouco de trabalho para soldá-los da maneira correta. Ou, se você for um nerd preguiçoso, porém rico, pode comprar um kit pré-montado que a gringa AtariAge oferece por US$ 20 — irônico como a solução também foi “pirateada” para ser vendida.
As instruções detalhadas para um
upgrade faça-você-mesmo no seu Atari estão no
site do Victor Trucco. Mas se você prefere gastar 20
doletas, pode comprar o
kit aqui.
PS: a solução é nacional, mas eu só fiquei sabendo através do RetroThing.