Conflitos Esquecidos [11] — o Incidente Schäffer

Forte Elizabeth

Muita gente sabe (ou deveria saber) que a Rússia já foi dona do Alasca. Embora não tenham conseguido fazer muita coisa por lá — já que era preciso atravessar a Rússia inteira antes de por os pés do lado de cá do Estreito de Bering —, os russos também têm a duvidosa honra de quase terem conseguido ficar com o Havaí.

No começo do século XIX, a situação do Havaí lembrava muito a da Itália: cada ilha era praticamente um feudo. Como ocorreria com a Itália mais tarde, o Havaí foi unificado em 1810 e transformado em Reino por Kamehameha I, o Grande (1758-1819). Aí é que está o erro dos russos: eles chegaram um pouco atrasados. Continue reading “Conflitos Esquecidos [11] — o Incidente Schäffer” »

>Os EUA derrotariam Roma?

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Essa boa pergunta começou como uma experiência de pensamento no Reddit.com quando um usuário chamado The_Quiet_Earth postou a seguinte questão: “Eu poderia destruir o Império Romano inteiro durante o reinado de Augusto [circa 23 A.E.C.] se eu viajasse no tempo com um moderno batalhão de infantaria da Marinha dos Estados Unidos ou uma MEU?” Pouco depois, o usuário fez alguns esclarecimentos e apresentou um cenário mais preciso:

Digamos que a gente volte no tempo com uma MEU [Marine Expeditionary Unit ou Unidade Expedicionária de Fuzileiros-Navais]… poderíamos destruir todas as legiões de Augusto?
Estaríamos contra mais ou menos 330.000 homens, uma vez que cada legião era composta por 11.000 homens. Esses homens eram tipicamente equipados com armaduras para os braços e o tronco, feitas de metal e como armas eles usavam espadas, lanças, arcos e outros implementos de apunhalamento. Nós também encontraríamos armas de cerco como catapultas e toscas armas incendiárias.
Nós teríamos um total de cerca de 2.000 membros, do qual metade participaria de operações de ataque terrestre. Nós poderíamos usar nossos veículos mecanizados (60 Humvees, 16 veículos blindados, etc), mas não poderíamos usar nosso reforço aéreo. Aeronaves seriam apenas para transporte.
Nós teríamos médicos conosco, além de moderno equipamento médico e drogas, mas não teríamos mais uma linha de suprimento mágica através do tempo (nós tínhamos, mas os timelords desprezaram-nas, infelizmente!) que nos alimentaria com toda a munição, equipamento e sustento que precisaríamos para sobreviver. Nós teríamos que prosseguir com as coisas que trouxemos conosco.
Assim, seríamos nós vitoriosos?
A pergunta, obviamente, causou um frenesi de discussões e argumentações. Outro usuário, James Erwin escreveu um conto, Rome Sweet Rome, imaginando como as batalhas se desenrolariam sob tais condições.  Não demorou muito para se formar uma comunidade em torno do conto, de onde surgiram diversos traillers no Youtube baseados na história de James Erwin. A coisa foi tão louca que a Warner Bros. já comprou os direitos cinematográficos sobre o conto (Erwin deve desenvolver o conto em um livro, a ser publicado até o fim do ano que vem). 
Agora, porém, são os historiadores profissionais que estão se debruçando sobre essa questão. Expert sobre o Exército Romano, o historiador Adrian Goldsworthy foi entrevistado pela Popular Mechanics. Eis o que ele pensa sobre esse cenário:

Obviamente, haveria uma diferença brutal de poder de fogo. A armadura romana seria não só inútil contra um rifle — muito menos contra um lança-granadas ou uma metralhadora .50 —, ela provavelmente distorceria os projéteis, tornando as feridas mais profundas.

Mas Mr. Goldsworthy lembra que há um porém:

No curto prazo e em campo aberto, a infantaria moderna poderia massacrar qualquer soldado da antiguidade com um risco mínimo  de baixas. Mas você não poderia sustentar essa infantaria moderna. Assim, com todas essas armas e veículos você poderia fazer uma aparição breve, dramática e até mesmo devastadora, mas que rapidamente se tornaria inútil. Provavelmente em questão de dias… Os marines são os melhores guerreiros já treinados. Mas eles não podem lutar contra uma onda interminável de soldados. Ninguém pode.

Essa limitação logístico-temporal acabaria com qualquer poder moderno. Os veículos não tardariam a ficar sem combustíveis (ainda mais sendo beberrões como são os veículos militares). As munições também se esgotariam rapidamente. Por outro lado, nossos soldados do século XXI certamente poderiam se virar em termos de alimentação. Só que, sem qualquer poder de fogo, nossos dois mil homens seriam inúteis contra as 30 legiões de Augusto, ainda que conseguissem destruir algumas delas enquanto tivessem poder de fogo. No entanto, todas essa legiões não estariam reunidas na Itália — ou, provavelmente, não deveriam estar —, o que obrigaria a uma caçada através de toda a Europa e Oriente Médio para aniquilá-las.

>Arte Ucrônica

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Precisamos admitir: o estudo da História seria muito mais interessante se tivéssemos a participação de mais robôs, aliens e monstros em eventos históricos. Infelizmente, eles não estavam presentes em momentos que mudaram o curso da História, como a assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos ou em tragédias como o Grande Incêndio de Chicago.

Mas — e se eles estivessem lá? É essa a pergunta que o artista Matthew Buchholz, de Pittsburg, busca responder. Munido de imagens históricas, vinhetas antigas e Photoshop, ele reimagina eventos históricos com uma pitada de ficção científica. Obviamente, seu foco é a História Americana, mas a ideia não deixa de ser divertida.

Entre outras obras, há Metallo, o Homem Mecânico em um retrato dos presidentes norte-americanos; Metallo participando da assinatura da Declaração de Independência (acima); a derrota do General Frankenstein em Bunker Hill [B. H. foi a primeira derrota na Guerra de Independência dos Estados Unidos]; a posse presidencial de Vilnar, o Destruidor e o dia em que aliens “tomaram os céus em suas Embarcações Voadoras e usaram seu Destructo-Raio”, incendiando Chicago em 1871 (abaixo).

O próprio Buchholz adimite que alguns de seus photoshops são mais bem-feitos que outros. Mas o que vale é a intenção. E se você quiser, pode adquirir algumas dessas obras por meros 20 dólares na loja virtual Alternate Histories, um lugar “onde o passado ganha vida monstruosamente.”

>Bola de Cristal FAIL!

>fora de área

>O Senhor dos Anéis: uma co-produção Beatles-Kubrick

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Imagem: Super Punch
Era uma vez os Beatles, O Senhor dos Anéis, Stanley Kubrick e uma adaptação para o cinema da obra de J.R.R. Tolkien. Mas o que poderia se tornar o mais interessante mash-up cinematográfico do século XX acabou antes mesmo de começar.

Imagem: Super Punch
Essa história voltou à tona quando blog de arte gringo Super Punch resgatou esse quase-grande-sucesso-do-cinema como base para um concurso onde o desafio é imaginar como seria esse Senhor dos Anéis alternativo. John Struan, autor do Super Punch, explica melhor:
Era uma vez, os Beatles interessados em estrelar uma versão live-action de O Senhor dos Anéis: Paul McCartney como Frodo Baggins, Ringo Starr como Sam Gamgee, George Harrisson como Gandalf e John Lennon como Gollum. Eles pediram que Stanley Kubrick os dirigisse, mas ou ele declinou o convite (segundo a Wikipedia) ou Tolkien matou o projeto (segundo Peter Jackson).

Imagem: Super Punch
Tudo isso (quase) aconteceu em 1969 e foi a segunda tentativa de levar a saga do anel para a telona. Diante dos quatro rapazes de Liverpool, Kubrick teria rejeitado filmar O Senhor dos Anéis por considerá-lo  simplesmente infilmável.
Imagem: Super Punch
No entanto, Tolkien ainda estava vivo e detinha todos os direitos da obra — mas jamais aprovou uma adaptação para o cinema. Disney tentou fazer uma versão animada em 1956, mas Tolkien detestava o mago americano. E, pelo visto, também não curtia os Beatles.
Encontrei essa história alternativa no io9, que descobriu o Super Punch.

PS: se vc criou uma arte baseada nesse mash-up histórico, pode postar nos comentários.

>Contos Traduzidos — "O Dólar de John Jones"

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Já faz um bom tempo que eu falei por aqui sobre um estranho escritor chamado Harry Stephen Keeler. Na ocasião, eu havia prometido traduzir e publicar um dos contos dele. Pois bem, como o conto já estava traduzido há um bom tempo, agora é hora de publicá-lo.
Um dos primeiros trabalhos de Keeler, O dólar de John Jones foi publicado originalmente na Amazing Stories em abril de 1927, o que também o torna um dos mais antigos contos de Ficção Científica moderna. O conto começa com um simples depósito de um dólar em uma conta poupança — mas as consequências desse modesto investimento acabam mudando completamente o rumo da história humana. A seguir, o texto completo do conto, enriquecido com notas de tradução.

O Dólar de John Jones

Curiosamente, hoje uma moeda de 1 dólar da década de 1920 vale mais de US$ 80,00 entre os colecionadores. Isso já é bem mais do que Keeler havia calculado para a poupança de John Jones em 2021.
Em breve devo publicar mais contos que já traduzi.

>Entre a Eternidade e a Infinidade

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Qual seria a sua escolha entre viver uma “vida longa e próspera”, com uma carreira brilhante numa organização política importantíssima e alcançar grande poder sobre a Humanidade ou viver o grande e único amor de sua vida?

Este é o dilema vivido por Andrew Harlan, personagem principal de O Fim da Eternidade (e-book disponível em pdf ou doc), obra clássica do mais prolífico autor do século 20, Isaac Asimov. Como a vasta maioria das obras de Asimov, O Fim da Eternidade é ficção científica, mas também é uma verdadeira novela, cheia de suspense, mistério, intrigas, inveja e muitas reviravoltas, capaz de fazer inveja a muitos romancistas “de verdade”.

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Capa da 1ª. Edição, lançada nos Estados Unidos em 1955.

Essa obra é única na bibliografia asimoviana, pois, em outros livros, os personagens femininos são secundários ou mesmo inexistentes. Aliás, esse padrão de ausência feminina se mantém durante boa parte do Fim da Eternidade. Considerada uma das melhores obras do autor, o Fim da Eternidade é uma ficção científica de boa qualidade e o assunto principal são as sempre fascinantes viagens no tempo – e os estranhos e surpreendentes paradoxos que elas podem criar.

Segundo notícias de abril deste ano, a obra estaria sendo adaptada para o cinema pelo diretor Kevin Macdonald.

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As edições mais recentes do livro: em inglês (esq.) e português (dir.). Preços variam de 29 a 38 reais na Internet.

A Eternidade

A Eternidade é uma espécie de organização política e comercial, um misto de império  e empresa transtemporal, situada fora dos limites  do tempo. Dentro da Eternidade vivem e trabalham os Eternos, que se consideram verdadeiros guardiões da raça humana. Os Eternos trabalham de acordo com uma rígida hierarquia, muito semelhante a um sistema de castas. Esses guardiões formados por homens jovens (de até 16 anos) recrutados através das mais diversas eras. Eles são treinados para viver de forma extremamente racional e não podem demonstrar emoções.

Os seres humanos comuns, que vivem fora da Eternidade, na Terra, dentro dos limites do Tempo são chamados de Tempistas e não têm ideia do que é a verdadeira Eternidade. Os Tempistas acreditam que os Eternos são apenas seres humanos superiores, quase divinos, capazes de viver eternamente – o que não é verdade. Os Eternos vivem mais, mas também acabam morrendo porque o tempo biológico, medido em fisioanos, continua a passar dentro da Eternidade.

As raízes da Eternidade estão no início do século 23 [1] (2201-2300), quando um cientista  que vive nas montanhas da Califórnia –  e que aparentemente é sueco; Asimov sempre se esforça para criar nomes que pareçam neutros ou exóticos, mas isso nem sempre acontece –, Vikkor Malansohn descobre os mecanismos para enviar objetos para o futuro. A primeira experiência parece simples: enviar a cabeça de um palito de fósforo para dois segundos no futuro. Parece pouco, mas demandou 24h de toda a produção energética de uma usina nuclear. Durante os três séculos seguintes, a invenção de Malansohn é aperfeiçoada e surgem fórmulas matemáticas que explicam seu funcionamento. Durante o século 27 (2601-2700), é inventada  a Caldeira[2], capaz de enviar homens e grandes objetos através do tempo. É o início da Eternidade.

Em seus primeiros anos de existência, ainda na História Primitiva [3], a Eternidade apenas tratou de se expandir rapidamente em direção ao futuro e de começar a realizar comércio entre os séculos. A Eternidade estabeleceu entrepostos chamados setores ao longo dos séculos. Isso mesmo, comércio intertemporal. Se há excedentes de madeira (ou vacinas para o câncer) num determinado século e falta em outro, a Eternidade funcionava mais ou menos como uma transportadora, muitas vezes buscando matérias-primas no futuro e vendendo no passado – ou vice-versa.

Entretanto, os Eternos logo perceberam que, pelo bem da Humanidade – que, afinal, era seu mercado consumidor – era preciso retardar, evitar ou mesmo destruir novas tecnologias, especialmente as armas atômicas e os mais diversos sistemas que permitiriam as viagens espaciais. Para isso, a Eternidade passa a usar de seus poderes de viajar através do tempo para criar as Mínimas Mudanças Necessárias (MMN’s) para os Máximos Resultados Desejáveis (MRD’s). Essas mudanças são verdadeiros trabalhos de Engenharia Social e são feitas com o objetivo de manter as sociedades humanas sob uma relativa estabilidade social e política (ou para minimizar o sofrimento humano e garantir felicidade a toda a Humanidade, segundo a Eternidade).

As Mudanças de Realidade começam com observações feitas num determinado Tempo [4] pelos Observadores. Em seguida, Sociólogos  e Esboçadores de Vidas [5] planejam as Mudanças de Realidade necessárias de acordo com as observações feitas. Após isso, as Mudanças de Realidades são implementadas por Técnicos. Técnicos muito experientes podem ascender à posição de Computador Júnior. Os Computadores Sêniores são os Eternos mais experientes e são os detentores do poder político, pois formam um Conselho. Entretanto, alguns membros da Eternidade também podem ser rebaixados para funções de Manutenção: Recepcionistas, Secretários, Mecânicos de Caldeiras, etc.

Resumo da Ópera

Andrew Harlan é um homem de cerca de trinta anos nativo do século 95 (9401-9500). Sua nacionalidade e seu passado em seu século natal são totalmente desconhecidos. Durante seu treinamento, os Eternos perdem quase todas as suas memórias pessoais e jamais podem retornar ao século de que vieram – não podem nem mesmo passar muito tempo num século com características similares às de sua época na Terra.

Harlan começa sua carreira na Eternidade como Observador do setor da Eternidade no século 575 (57.401-57.500), mas acaba se revelando tão hábil que logo chama a atenção do poderoso Computador Sênior Twissel – um homem idoso, de aparência gnômica, quase mágica – e acaba sendo promovido ao posto de Técnico. Harlan passa a ser protegido por Twissel e dele recebe a importante missão de ensinar História Primitiva a um jovem recém-recrutado do século 78 (7701-7800), Brinsley Sheridan Cooper.

A promoção desperta a ira do Computador Júnior que era o chefe de Harlan no século 575  e rival político de Twissel dentro da Eternidade. O Computador Júnior sabe que Harlan tem uma fraqueza: ele é emotivo demais para os padrões da Eternidade. Uma armadilha é armada para o Técnico Harlan durante uma missão para implementar uma Mudança de Realidade no século 482 (48.101-48.200). Esse século apresenta características curiosas: sua sociedade é martriacal, sua cultura é muito similar ao Barroco, mas os costumes são bastante liberais.

É durante essa missão como Técnico que Andrew Harlan conhece a bela, rica e misteriosa Noys Lambert. Ao conhecer Noys no século 482, ele se apaoixona intensamente por ela e comete vários “crimes”: ele se relaciona intimamente com ela, e depois tenta evitar a que ela seja afetada pela Mudança de Realidade que vai implementar. Após consultar, secretamente, um Esboçador de Vida, Harlan descobre que Noys simplesmente não vai existir na Nova Realidade. Ele corre para salvá-la e a esconde  numa seção vazia do século 111.273 (11.127.201-11.127.300)  – um dos quase inacessíveis Séculos Obscuros, situados num futuro (muito) distante, além dos séculos 70.000.

Após seus crimes, Harlan passa a considerar a Eternidade nociva à Humanidade e vai tentar destruí-la. Antes disso, porém, ele precisa resgatar Noys Lambert  do futuro longínquo que ainda é desconhecido pela própria Eternidade.

Twissell sabia desde o começo que a Eternidade corria risco e por isso tenta enviar  Sheridan Cooper para o primitivo século 23.

Mas então tudo dá errado e somente Andrew Harlan tem em suas mãos o destino da Eternidade e de sua própria vida. É preciso escolher entre um dos dois: eis o dilema entre a Eternidade e a Infinidade.

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NOTAS:

[1] Para dar uma noção dos largos intervalos de tempo do livro e para situar o leitor, vamos indicar todos os séculos entre parênteses. Para determinar qualquer século, basta fazer alguns truques simples com uma calculadora (ou mesmo usar a cabeça): multiplique o número do século por 100. Por exemplo: 15×100 = 1500. Esse será o último ano do século 15. O primeiro ano será formado por dígitos que somam 15: 1401, pois 14 + 01 = 15. Em séculos mais distantes, é melhor usar uma calculadora mesmo, pois as coisas se complicam.

[2] Uma Caldeira (Kettle, no original em inglês) se parece muito com uma bolha, de acordo com a descrição do livro. Pode ser uma espécie de campo energético capaz de subir e descer pela escala temporal como um elevador. No livro, os séculos são comparáveis aos andares de um imenso prédio.

[3] História Primitiva é todo o período anteríor ao século 27, época da descoberta da energia nuclear e do surgimento da Eternidade. A realidade da História Primitiva é estática e só muda com a ocorrência de grandes fatos com profundas repercurssões, como guerras e revoluções. Após o surgimento da Eternidade a realidade e a própria História se tornam muito instáveis e maleáveis devido às Mudanças de Realidade implantadas pelos Eternos.

[4] As escalas de tempo da trama são tão longas que só se fala em séculos. Quando é necessário determinar um ano, fala-se em centiséculo. Assim, 2009 seria o centiséculo 20,09, situado dentro do século 21 (2001-2100).

[5] Sociólogos e Esboçadores de Vida são técnicos da hierarquia da Eternidade que estudam as sociedades e os indivíduos de forma racional e sistemática. A Sociologia da Eternidade é praticamente uma ciência exata, pois lida com equações aparentemente complexas para prever ou explicar o comportamento de determinada sociedade (ou de um indivíduo) numa dada época.

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