>Alá é para lá [2]

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Situado na Polinésia Francesa, próximo ao famoso atol Mururoa, o atol Tematangi (ou Tematangui) é a antípoda quase exata de Meca — o ponto exatamente oposto fica a uns 50km a nordeste do atol. Por isso mesmo, um lugar que é aparentemente paradisíaco deve ser um inferno para os seguidores do Islã.

Em Tematangi a qibla¹ torna-se tão sensível quanto uma bússola perto de um campo magnético. Naquele pequeno atol, e em algumas ilhas mais próximas, dois seguidores de Maomé dificilmente oram alinhados na mesma direção e — talvez de modo bastante perigoso do ponto de vista doutrinário e teológico — cada um pode escolher para que lado se voltar. Não surpreende que não haja nehuma mesquita no local, habitado por apenas 57 pessoas.

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¹ qibla [direção em árabe]: a direção em que todo muçulmano se deve voltar quando faz cada uma de suas cinco orações diárias, isto é, com a face voltada para a Caaba, em Meca.

>Gênesis, cap. 51

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Esta “parábola contra a perseguição” era a favorita de Benjamin Franklin (1706-1790), que muitas vezes apresentava-a como um texto bíblico, “o capítulo 51 de Gênesis”. Os fiéis mais fervorosos vão afirmar que tal capítulo inexiste. Mas eles não sabem a grande lição que perdem e que está fora de suas bíblias:

51 E após passar por todas essas coisas, Abraão sentou-se à porta de sua tenda ao por do sol. 2. Eis que um homem, encurvado pela idade e apoiado em um cajado, caminhava pela floresta. 3. Abraão levantou-se e foi ao encontro do homem e disse-lhe: “Entrai, achegai-vos, pois lavarei vossos pés. Velarei por ti a noite toda e vos acordareis na alvorada e vós seguireis então vosso caminho.” 4. Mas o homem disse: “Não, pois eu me abrigarei sob esta árvore.” 5. E Abraão insistiu ainda mais e o homem cedeu; e eles entraram na tenda. Abraão cozeu um pão ázimo e eles cearam. 6. E ao ver que o homem não agradecera a Deus, Abraão disse-lhe: “Vós adorais o mais alto Deus, o criador do céu e da terra?” 7. E o homem respondeu, dizendo: “Eu não adoro o deus de que falais, nem o chamo por tal nome. Pois criei para mim um deus e ele habita em minha morada e me provê todas as coisas.” 8. E o zelo de Abraão foi ferido e fê-lo levantar-se. Ele lançou-se contra o homem, arrancando-o para fora, bufando. 9. E à meia-noite, Deus chamou por Abraão, dizendo: “Abraão, onde está o forasteiro?” 10. E Abraão respondeu: “Senhor, ele não vos adorava, nem chamava vosso nome, por isso lancei-o para a escuridão, para longe da minha face.” 11. E disse Deus: “Eu o suportei durante seus cento e noventa e oito anos, alimentei-o e dei-lhe de vestir, apesar de sua rebelião contra mim. E tu, tu que também é um pecador, não pudeste suportá-lo por uma noite?” 12. E Abraão respondeu: “Que a ira do Senhor não se derrame sobre seu servo. Pai, eu pequei e vos imploro perdão.” 13. E Abraão levantou-se e saiu à escuridão; procurou diligentemente pelo homem, encontrou-o e conduziu-o de volta à sua tenda. E após hospedá-lo gentilmente, despediu-se dele ao alvorecer, entregando-lhe presentes. 14. E Deus se dirigiu a Abraão, dizendo: “Por teu pecado, tua descendência sofrerá por quatrocentos anos em terra estrangeira. Mas por teu arrependimento, eu irei libertá-los e eles retornarão com poder e com gratidão no coração.”

Não se sabe ao certo se é um capítulo realmente apócrifo ou uma alegoria, uma fan-fiction bíblica. Geralmente, o texto é atribuído ao poeta persa (e muçulmano) Saadi (1184-1283). Seja como for, se esse único capítulo fosse incluído na Bíblia, na Torá e no Corão, e fosse igualmente ensinado pelas três grandes religiões monoteístas desde a antiguidade, milhares, quiçá milhões, de vidas teriam sido salvas. Judeus, cristãos, muçulmanos, índios e negros e até os ateus jamais teriam sido perseguidos. 
Mas, cegos pela fé e pela tradição, ninguém ousou admitir que é possível alterar a Palavra de Deus — seja ela qual for, seja qual for o deus —, nem mesmo para torná-la melhor ou para enriquecê-la. Pois ensinar essa lição levaria à perda do poder político e da influência dos líderes religiosos, fossem eles papas, rabinos ou imãs. Por mais piedosos que muitos tenham sido, nenhum quis reconhecer seu erro e abrir sua tenda e aceitar o forasteiro, o estranho, o anormal ou o diferente em sua morada. Nem mesmo por uma noite.

>Uma mesquita não resolve nada

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Ground_zero_aerial_view
Quase dez anos depois o solo que sustentava as Torres Gêmeas em Nova York continua deserto. O Marco Zero continua sendo um pólo atrativo para turistas e polemistas. Nada foi levantado lá até hoje por uma razão simples: não há consenso sobre o que construir no lugar do WTC. E as controvérsias e teorias conspiratórias que surgiram desde então voltam à tona com a proposta de construir uma mesquita perto dali — e a aprovação dada pelo presidente Obama.
Suspeitas e indecisão
Sempre houve aqueles que defendessem a reconstrução nos moldes originais ou os que desejavam um projeto novo para esquecer do antigo. Em meio a esses, havia quem defendesse, independente do projeto vencedor — houve vários concursos arquitetônicos — deveria haver no local algum ponto intocado, alguma ruína preservada, um memorial e/ou museu. Também havia defensores da criação de um parque ou de um centro de convenções internacional, um fórum para discutir os problemas do mundo (como se já não houvesse a ONU, ali mesmo, em NY).
Em meio a essa indecisão toda, não poderia faltar uma coisa tipicamente americana: o conspiracionismo. Surgiram diversas explicações sobre o que aconteceu na manhã de 11 de Setembro. Todas buscavam negar a participação, ao menos direta, de terroristas suicidas islâmicos. Teria sido coisa do governo americano, dos serviço secreto israelense, dos Illuminati, da “nova ordem mundial”, etc. O evento teria sido previsto por Nostradamus, mas curiosamente não houve nenhuma palavra, ou melhor, data dos maias, nem participação de forças alienígenas. Era só o que faltava para uma teoria de tudo em termos de conspiração.
Uma mesquita no sapato de Obama
Agora, todas essas controvérsias e suspeitas — além de outras mais recentes — voltam à tona após o Presidente Obama anunciar seu apoio à construção de uma mesquita e um centro cultural islâmico de 15 andares a duas quadras do terreno do World Trade Center. Para o New York Times, o novo empreendimento seria apenas um “monumento à tolerância”. Mas a obra pode não ser assim tão inofensiva e tolerante.

Sam Harris notou, num artigo no The Daily Beast, que “a construção da mesquita sobre as cinzas dessa atrocidade também será vista por muitos milhões de muçulmanos como uma vitória — e um sinal de que os valores liberais do Ocidente são sinônimos de decadência e covardice”.

Declaração favorável de Obama
pode trazer mais problemas do que ele imagina
Obama está claramente ignorando essa possível reação no mundo islâmico. Não podemos esquecer da mais forte evidência contra todas aquelas teorias conspiratórias: milhões de muçulmanos comemorando o maior ataque suicida da história como uma final de Copa do Mundo. Seria impossível haver tantas pessoas envolvidas numa conspiração que as incriminaria. 
Outra coisa que o presidente norte-americano parece ter esquecido deve ser a reação de seus próprios opositores. Foram levantadas fortes suspeitas, durante as eleições de 2008, de que ele seria  estrangeiro e muçulmano e teria, inclusive, ligações perigosas. O presidente negro pode ser muito popular no mundo, mas nem tanto nos EUA. Para muitos, Obama ainda não resolveu todos os problemas — a economia não se recuperou totalmente e muitos continuam sem emprego. Uma declaração favorável a um empreendimento tão polêmico às vésperas das eleições para o legislativas deve complicar ainda mais a vida de Barack Obama.
Um impasse paradoxal
Mas a questão que Harris levanta é: deve-se permitir tal empreendimento? Dado o contexto, há uma situação paradoxal: se for permitido, pode ser uma vitória para os extremistas; se não for permitido, pode haver sentimentos de perseguição e isso também pode levar a reações violentas. E, mais uma vez, tudo isso por causa de crenças religiosas e crentes que se recusam a mudar suas crenças.
Harris argumenta que a violência e o terrorismo são características intrínsecas do islamismo. Ele cita passagens do Corão que convencem seus fieis à guerra santa. Embora o livre-pensador americano generalize neste ponto, uma de suas críticas é muito válida: os muçulmanos moderados e tolerantes são indiferentes, apáticos, silenciosos.
O silêncio dos inocentes
Os moderados jamais se levantaram para defender aquilo que os extremistas odeiam — o secularismo, a separação entre Estado e Igreja, a liberdade de expressão e de culto, a livre crítica da fé e o respeito aos direitos humanos. 
Muito pelo contrário, eles se calam diante de questões como a emancipação femininas, a mutilação sexual de meninas e a perseguição aos homossexuais. Ou você já viu algum muçulmano comum vindo a público manifestar-se contra a pena de morte (apedrejamento ou enforcamento) por adultério ou homossexualismo que há no Irã? Algum grande líder islâmico censurou Ahmadinejad por negar o holocausto ou negar-se a dialogar sobre a questão nuclear?
Mesmo os não-muçulmanos buscam defender seus irmãos maometanos tirando-os da cena terrorista com teorias mirabolantes. Certamente muitos conspiracionistas são apenas teístas que não acreditam em pessoas capazes de matar estrangeiros do outro lado do mundo por que deus assim deseja.
Alguém tem que ceder
Nada fere mais a credibilidade de um credo religioso do que suas atitudes perante os outros. Seja entre judeus e cristãos, seja entre muçulmanos, se não há tolerância não há boas ações. O americano médio já percebeu que a guerra é um atoleiro sem vencedores. Mas e quanto ao islamita comum e sua jihad? Não é a mesma coisa?
Como conclui Harris, os muçulmanos americanos têm o direito de construir seus templos onde quiserem. Mas, como muçulmanos, deveriam estar mais preocupados em reformar suas crenças e em abraçar valores como os direitos humanos e a igualdade feminina.
Não vai ser uma nova mesquita que vai resolver os desentendimentos entre Ocidente e Oriente. Assim como na corrida nuclear, não há vitória possível: ambos os lados têm que ceder se quiserem sobreviver.

>Falando em oração…

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Se RIR = INFERNO, então deus também vai abraçar o capeta?

>Alá é para lá

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Decreto fez muçulmanos rezarem virados para lado errado na Indonésia
Ulemás mandaram fiéis rezarem virados para a África por engano. Clérigo afirmou que, apesar do erro geográfico, Alá ouviu orações.
A principal entidade islâmica da Indonésia, o Conselho dos Ulemás, anunciou nesta semana que cometeu um erro em março afirmando que a cidade sagrada de Meca estava a oeste do país.
Isso levou os fieis da maior nação islâmica do país [sic] a orar durante meses virados para o lado errado -olhando em direção à África, não a Meca.
O conselho pediu aos fiéis que mudem de direção em suas preces diárias.
Outro clérigo importante disse que os indonésios não precisam ficar preocupados, pois o erro de cálculo não afeta a habilidade de Alá de ouvir as orações.
Notem que nenhum ulemá reconheceu sua condição humana, admitiu o erro e pediu desculpas. Implicitamente, porém, eles deixaram claro uma heresia na qual todo “infiel” ocidental crê: não faz diferença para onde você ora. Não surpreende que um erro tão grande tenha acontecido. Afinal, líderes religiosos são sempre as pessoas mais desorientadas da sociedade.
Garoto issshperto!

Quando é importante voltar-se para certa direção geográfica, eles não sabem ao certo onde fica e, em vez de admitir isso humildemente, de estudar e encontrar respostas (ou de simplesmente usar o Google), eles apontam uma direção qualquer — e o rebanho vira-se para lá cegamente, certo  de que o líder é infalível (e de que suas cinco orações diárias serão ouvidas). Se eles mal sabem se orientar no sentido físico e concreto da palavra, como podem orientar a vida das pessoas? Que autoridade os ulemás têm, por exemplo, para declarar as mulheres como seres de segunda categoria ou a poligamia como algo aceitável (mas apenas para homens)?
Outras perguntas que todo muçulmano capaz de pensar deveria se fazer depois dessa lição de fé: Se é assim mesmo, se não fez muita diferença orar para o lado errado durante alguns meses, por que não se pode orar para qualquer lado sempre? Por que é que agora os clérigos muçulmanos pedem que seus fiéis mudem de direção na hora de rezar? Se Alá pode ouvir orações de qualquer lugar, por que raios os muçulmanos têm sempre que se voltar para Meca como se a cidade sagrada do mundo islâmico fosse apenas um microfone?

>Em respeito ao Islã

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Paquistão bloqueia acesso ao Facebook por caricaturas de Maomé

Decreto foi motivado por competição “profana” para desenhar o profeta muçulmano, marcada para esta quinta (20)

“O tribunal decretou que o governo bloqueasse o Facebook imediatamente, até 31 de maio, devido a esta competição profana”, disse Azhar Aiddique, um representante do Fórum de Advogados Islâmicos, que abriu o processo no Tribunal Superior.

Os muçulmanos dizem amar o Profeta, mas ele não pode ser retratado de maneira nenhuma, pois isso é considerado anti-islâmico. Ah, a religião e suas lógicas absurdas! 
Mas isso não é lá muito diferente do que se passa aqui no Ocidente. Os cristãos dizem que amam Deus, mas ele também não pode ser retratado — nem seu nome pode ser pronunciado e ele é tratado apenas como “Senhor”, coisa que qualquer velho consegue.

>Pérolas Fundamentalistas II – A Ressurreição

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Já faz um bom tempo que publiquei aqui uma coletânea com as pérolas que circulam pelos fóruns religiosos dos Estados Unidos. Na época, o fervoroso Bush-Filho ainda era presidente. Hoje, quase dois anos depois, o demônio, socialista moderado Barack Obama ainda tem que lidar com gente desse nível:

Como pode haver evolução, se macacos não existem?

“Eu sou cristão
se nós viemos de macacos
como é que não somos peludos e não temos bocas grandes
e temos a aparência que temos
e, aliás,
não há qualquer prova séria dos macacos
eles me mostraram um vídeo dizendo que um macaco estava passeando pela floresta
aquilo era idêntico a uma fantasia que eu vi numa loja
sabe, ninguém jamais pegou um macaco”

— luv4cs, in answerbag.

Qual é a beleza do Céu?

“Eis a beleza do Céu… nós podemos deixar nossos cérebros para trás.”
— Lainy68 in
RR

Acho que tem gente que já deixou o cérebro para trás muito antes de ir pro ceu… Como esses dois aqui, discutindo sobre os primeiros livros da bíblia:

“Os judeus cruzaram o ‘mar dos juncos’ (sic)*. Muitos judeus concordam com isso. Afinal, os primeiros 5 livros [da bíblia] são deles”
Réplica: “Os primeiros cinco livros são deles? Acho que não. Moisés era Cristão.”
— prosperousindividual in Internet Pastor.
*Nota: – ‘mar dos juncos’ – sea of reeds no original. O correto seria Red Sea.
Com dois sérios erros numa só cajadada, esses indivíduos só podem ser prósperos em ignorância.
E, para os que estranharam a ausência de fundamentalismo islâmico, eis uma amostra da medievalidade do pensamento dos seguidores de Maomé:
“Há influentes líderes islâmicos que vêem e entendem que o presente modelo educadional à moda do Ocidente está entre os problemas contrários às nossas crenças no Islã.
“Como a chuva. Nós cremos que é uma criação de deus e não uma evaporação causada pelo sol que condensa e vira chuva Ou como dizer que o mundo é uma esfera. Se algo é contrário aos ensinamentos de Alá, nós rejeitamos. Nós também rejeitamos a teoria do Darwinismo.”
— Mohammed Yusuf, líder muçulmano africano numa desastrosa entrevista concedida à BBC.
Nem precisava ter citado Darwin por que, nesse ponto, os fanáticos árabes e os americanos são tão idênticos que até parecem gêmeos separados no nascimento. Mas desprezar uma explicação científica simples como a do ciclo da água e acusá-la de subversiva é a gota d’água.
E quando a bíblia não fornece respostas, é hora de tentar usar o Yahoo! Answers. Uma pergunta postada lá era a seguinte, que teve uma resposta brilhante como um dia nublado:
“Qual é a lógica da criação, pois a luz foi criada no primeiro dia, mas o sol só foi criado no quarto?”
fancier_mv04 responde: “Você sabia que o sol não é a única fonte de luz? Pense num dia nublado: a luz deve vir de algum lugar”.
Ainda no Yahoo!, havia uma discussão sobre a reforma do sistema dos EUA que Barack Obama está tentando fazer. Um argumento racional é seguido por uma resposta em tom desesperado:
Se o sistema de saúde fosse socializado, digamos, em 1920 e tivesse florescido, nós estaríamos brigando para mantê-lo no lugar. A Europa está indo bem com seu sistema de saúde.

Resposta desesperada:

AQUI NÃO É A EUROPA!!
Esta é a AMÉRICA! Esta é uma nação Cristã e um sistema de saúde universal é NÃO-CRISTÃO. fim de papo. — Jade
Mais surpreendente que ver uma mulher chamada Jade lançar uma pérola desse nível, é saber que seu comentário xenófobo e fundamentalista teve 5 avaliações positivas!
Nos Estados Unidos, adesivos de pára-choque são comuns. Muitos tem dizeres irônicos e divertidos; alguns revelam posições políticas e filosóficas do motorista. Mas este adesivo bíblico não tem a menor graça:
Direitos Gays? Sob a Lei de Deus, o único “Direito” que os gays têm é o direito de morrer (Lev. 20:13)
Segundo o Current News, o fanático homófobo chama-se Ron Owen e após uma blitz teve que dar algumas explicações ao juiz no tribunal local. Justiça que funciona é outra coisa!
Para quem ainda não se deu conta, o usuário AV1611VET (esse nick parece nome de um banco de dados de antivirus, não é mesmo?) postou o grito de guerra fundamentalista no Christian Forums:

Eu levanto minha ignorância como um escudo!
É a nossa fé que eles precisam ver — não nossos conhecimentos.

Tomem seus cadernos de anotações e mandem as pérolas que ouvirem por aí. Não é só porque estamos num país “tolerante e sem racismo” como o Brasil que não temos os nossos próprios fundamentalistas.

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