Publicado
9 de abr de 2011
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| 1 tahler de 1814 |
Se você for um rei que acaba de conquistar um novo território, pense duas vezes antes de lançar uma nova moeda comemorativa. O povo recém-conquistado pode até aceitar seu dinheiro, mas isso não significa que sua imagem vá melhorar:
Durante a Paz Geral de 1814, quando a Prússia absorveu uma parte da Saxônia, o rei [da Prússia, Frederico Guilherme III] cunhou uma nova moeda de nome EIN REICHSTAHLER [Um Tahler-do-Reino]. Os saxões, dividindo a segunda palavra obtiveram EIN REICH STAHLER, que significa “Ele roubou um reino!” — William T. Dobson, Poetical Ingenuities and Eccentricities [Engenhosidades e Excentricidades Poéticas], 1882
Em tempo: pouca gente sabe, mas o Dólar norte-americano foi inspirado no Tahler alemão, mais precisamente no prussiano, que era de prata. Quando a Alemanha foi unificada pela primeira vez, ficou convencionado que 1 Tahler valeria 3 Marcos. O último Tahler foi cunhado em 1872, mas foi válido até 1908. Mesmo assim, o termo Tahler continuou sendo usado como sinônimo de “três Marcos” por mais duas décadas — mais ou menos como o nosso antigo mil-réis (ou mil pratas).
Publicado
1 de abr de 2011
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Mesmo com tamanhos (e até cores) diferentes, as moedas continuam sendo uma das formas mais inconvenientes de ter dinheiro. Elas são fáceis de perder e, em muitos casos, difíceis de juntar.
Mas o designer japonês Mac Funamizu parece teve uma ideia no mínimo interessante para facilitar a vida de quem lida com moedas. Em lugar de variações no tamanho, no material, na textura ou na cor, ele propõe o uso de moedas com formas diferentes. Mas não são formas aleatórias: o formato teria relação com o valor de cada moeda.
Para o conceito que chamou de
Infographic Coins, Funamizu inspirou-se em duas coisas bastante caras a muitos geeks: o estilo simples da Apple e os gráficos em pizza.
Além de facilitar a identificação — inclusive por pessoas cegas —, as moedas infográficas também teriam vantagens econômicas. Como geralmente usam menos material do que as moedas comuns, as infográficas teriam uma produção mais barata.
No entanto, como todo projeto, este também tem seus defeitos. Apesar das vantagens, moedas com formatos distintos podem ser mais difíceis de transportar. Os ângulos das moedas de 0,25 e 0,50 poderiam danificar bolsos mais sensíveis ou até mesmo causar ferimentos.
Mas o conceito ainda pode ser melhorado se a ideia das moedas de 0,01 a 0,10 for ampliada para toda a gama. Seria ainda mais simples (e matematicamente correto) se todas tivessem o mesmo diâmetro. Assim, a moeda de 0,05 poderia ter uma faixa central um pouco mais larga que a de menor valor. Similarmente, as de 0,25 e 0,50 também poderiam ser redondas com espaços proporcionalmente vazios. Usadas em alguns países, as moedas de 2,00 poderiam simplesmente ter o dobro da espessura da moeda de 1,00.