>Dead-line (literalmente)
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Em seus primeiros dias como repórter no Columbus Dispatch, onde trabalhou entre 1921 e 1924, o futuro escritor e cartunista americano James Thurber (1894-1961) recebeu um importante conselho de seu editor: “escreva leads dramáticos para suas matérias.”
Com o conselho em mente, Thurber escreveu a seguinte introdução para um caso de assassinato: “Morto. Assim estava o homem quando o encontraram com uma faca nas costas às 4 da tarde em frente ao Riley’s Saloon na esquina das ruas 52 e 12.”
Jornalismo literário é para os fracos.
>Em uma palavra [56]
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pulcrícamo
adj. aquele(a) que tem belos cabelos [do latim pulchrum = belo, formoso + coma = cabelo,cabeleira, cabeludo, cabelada...]. “Sua PULCRÍCAMA!”
SUA LINDA! é para os fracos.
>Eletroterapia intensiva
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Mr. Samuel Leffers, do condado de Carteret, na Carolina do Norte, sofria com uma paralisia na face, especialmente nos olhos. Enquanto ele estava andando para sua casa um raio derrubou-o, deixando-o desacordado. Vinte minutos mais tarde, ele voltou a si, mas só conseguiu recobrar seus movimentos à noite. No dia seguinte, ele se encontrava perfeitamente curado e agora era capaz de escrever sem o uso de espetáculos [óculos].— The Cabinet of Curiosities [O Gabinete de Curiosidades], 1824.
Mr. Leffers não sobreviveu: ele pegou no tranco. E cirurgia oftalmológica a laser é para os fracos.
>Fica a Dica (6) — Como abrir uma garrafa de vinho com um sapato
>Un vidéo tutoriel en français. Pourquoi est tellement plus chic!
Tire-bouchon est pour les mauviettes!
>Cartas na manga
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| Uma pequena fortuna para os canadenses do séc. XVIII |
Cartas de baralho eram usadas como papel-moeda nos primórdios do Canadá. Em 1685, o intendente da feitoria francesa em Quebec percebeu que não tinha dinheiro para pagar suas tropas e “sem saber para que santo fazer as minhas preces, ocorreu-me a ideia de pôr em circulação notas feitas de cartas, cada uma cortada em quatro pedaços; e eu lancei uma ordem comandando todos os habitantes a recebê-las em pagamento.”
Surpreendentemente, o plano funcionou muito bem e com uma nova falta fundos no ano seguinte, as cartas de baralho voltaram a circular como dinheiro. O sistema monetário improvisado com baralho continuou em uso de forma intermitente durante mais de 70 anos. Apenas o caos da Guerra dos Sete Anos (quando a França perdeu o domínio dobre o Canadá) foi capaz de embaralhar as coisas e tirar as cartas de circulação.
Faculdade de economia é para os fracos!
>Atropelada pelo Google
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A ação judicial afirma que o Google deveria saber que as orientações que ele deu (quando ela acessou o Google Maps pelo telefone celular) mandaram-na descer até uma rodovia com veículos trafegando em alta velocidade e sem passarela. E que, portanto, era dever do buscador universal alertá-la, em vez de mandá-la seguir um “caminho perigoso” onde houve o acidente, que fez ela morrer de dores e sofrimento — e custou-lhe espantosos 100.000 dólares em despesas médicas. Será que a plástica foi incluída?
O advogado dela disse que a mídia vem sendo injusta ao apresentá-la como alguém que agiu estupidamente, ignorando a própria segurança e o senso comum.
Entretanto, o Google jamais deixou de alertar ninguém quanto a segurança (ou falta de) em rotas para pedestres. “Versão beta da rota a pé. Seja cuidadoso – Este trajeto pode não ter calçadas ou caminhos de pedestres.” é o aviso que se vê ao buscar direções para caminhadas.
via Geeksaresexy.
>Radialismo FAIL!
>Morre Lombardi. Perde-se o locutor mas não se perdem piadas do tipo:
A morte foi atrás do Silvio e ele disse: “É com você, Lombardi, oeê!”.
Infame mesmo foi a “homenagem” prestada por um locutor da rádio Gravatá ao informar seus ouvintes da morte da voz do SBT. Utilizando-se de um apurado faro jornalístico e da sofisticada técnica da “recortagem virtual” — num oferecimento da agência de notícias Gillete-Press —, o colega de trabalho do Lombardi simplesmente usou a “Descipédia” (sic) como fonte.
Para quem está boiando — se é que isso é possível —, a Desciclopédia é uma hilária paródia da Wikipédia. Mas o experiente locutor não soube distingui-las e certamente clicou no primeiro link que achou.
Apuração é trabalho para os fracos.
Uma prova viva de que o diploma de jornalismo é desnecessário.
Esse locutor é um Sedentário mesmo…
>Direto no Público-Alvo!
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Certa vez, há muito tempo, um florista nova-iorquino chamado Max Schling colocou um anúncio classificado no New York Times. A diferença é que o anúncio era inteiramente taquigrafado.
Isso não era pão-durismo de Mr. Schling — um anúncio no NYT nunca foi lá muito barato. Na verdade, era uma jogada de marketing. Centenas de empresários leram o anúncio cheio de abreviaturas e, curiosos, pediram uma “tradução” para suas secretárias.
O anúncio dirigia-se justamente às secretárias e dizia, simplesmente:
“Quando precisar de flores para a esposa do chefe, lembre-se do Florista Schling”.
Faculdade de publicidade e propaganda é para os fracos.




É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.