>O paradoxo do acionista honesto
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| Um acionista em meio a uma crise de consciência? |
Suponha que você tenha ações de uma companhia e que você descobriu que ela age de maneira imoral (digamos que ela explore mão-de-obra em condições de escravidão). Você decide, então, vender seus títulos. Mas será que isso é moralmente correto?
Mesmo renunciar à propriedade das suas ações, devolvendo-as à empresa, pode ser imoral. Isso levaria a uma redistribuição do valor da empresa entre os demais acionistas, o que aumenta a culpabilidade moral deles. Nesse caso, é possível ter uma saída honesta do mercado de ações?
(Steve M. Cahn, “A Puzzle Concerning Divestiture” [“Um Problema em Relação ao Desinvestimento”], Analysis, 1987)
>Ser pobre é coisa do Demo!
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- Eu digo que você deve ficar rico e que é seu dever ficar rico. [Como você vai ficar rico? Te vira! Mas antes me pague o dízimo pelo amor de Deus!]
- Fazer dinheiro honestamente é pregar o evangelho. [Mas pregar o evangelho é a maneira mais desonesta de fazer dinheiro!]
- O homem que faz dinheiro honestamente pode ser o mais honesto que se encontra na comunidade. [Pode ser, mas nem sempre é]
- Um homem não é um homem de verdade até que tenha sua própria casa e aqueles que têm suas casas são mais honoráveis e honestos e puros, mais verdadeiros e econômicos e cuidadosos, por possuir a casa. [Um sem-teto, então, não deve passar de um animal selvagem]
- Não há uma pessoa pobre nos Estados Unidos que não tenha se tornado pobre por suas próprias limitações ou pelas limitações de outros. De qualquer modo, é completamente errado ser pobre. [E ela deve continuar pobre! Enquanto isso, Wall Street dá graças a Deus e vai dormir tranquila.]
- Amor é a maior coisa de Deus na Terra, mas mais bem-aventurado é o amado que tem montes de dinheiro. [Afinal, você pode precisar subornar algum pastor para conseguir sua vaga no céu]





É um punhado de material cósmico, composto principalmente de carbono e hidrogênio, um animal, cordado, mamífero, primata, hominídio pensante (cof,cof...) que não tem a mínima ideia do que está fazendo no mundo (ou do que é o mundo) e de quem é.