A matemática entre o amor e o ódio

Como entender a multiplicação de números positivos e negativos?
Esta ilustração pode ajudar!
matematica do amor e do odio
Se você ama amar, então você ama. (+).(+)=(+)
Se você odeia amar, então você odeia. (-).(+)=(-)
Se você ama odiar, então você odeia. (+).(-)=(-)
Se você odeia odiar, então você ama. (-).(-)=(+)
Poesia pura.
Via Fuck Yeah Math

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Discussão - 3 comentários

  1. […] Fonte: http://scienceblogs.com.br/massacritica/2010/06/a_matematica_entre_o_amor_e_o/ Share this:EmailPrintFacebookTwitterGostar disso:GostoSeja o primeiro a gostar disso post. […]

  2. Erika disse:

    Lembro da minha professora,ela fazia “a carinha do japonês”
    O japonês estava andando pela rua -.- estava feliz,então estava positivo .
    Ele viu uma mulher bonita e abriu o olho bem grande +.+,ficou mais positivo ainda.
    Mas descobriu que ela era mulher do chefe,então levou uma porrada no olho +.- e ficou triste,negativo,não importa em que olho ele levou a porrada,ele fica triste do msm jeito .

  3. Chloe disse:

    Olá!
    Isso me fez lembrar de Descartes tratando do ódio e amor no livro ‘As Paixões da Alma’.
    É mais ou menos assim:
    – amar: ‘querer unir-se espontaneamente aos objetos que lhe parecem úteis’
    – odiar: ‘querer separar-se dos objetos que lhe afiguram prejudiciais’
    Você pode AMAR:
    – o que te faz bem, e isso seria bom pra você (+).
    – o que te faz mal, e isso seria ruim pra você (-).
    Você pode ODIAR:
    – o que te faz bem, e isso seria ruim pra você (-).
    – o que te faz mal, e isso seria bom pra você (+).
    No livro a questão nos leva à interessante situação do “ódio sendo melhor do que o amor”, ou seja, quando você odeia (quer se separar de) o que te faz mal ser melhor do que quando você ama (quer se unir a) o que te faz mal.
    ‘… quando o ódio é justo, só nos afasta do objeto que contém o mal do qual convém estarmos separados, enquanto o amor que é injusto nos une a coisas que podem nos prejudicar, ou, ao menos, que não merecem ser tão enaltecidas por nós como o são, o que nos desonra e nos desacredita.’
    Essa idéia traz uma leve confusão às conclusões acima, mas enfim…
    Gostei bastante da postagem!
    Abç. ; )
    C.
    PS. frases tiradas do livro ‘As Paixões da Alma’, Descartes, Col. Os Pensadores.

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