Nove passos para uma aprendizagem on-line de qualidade : introdução

Texto original publicado em ´Nine steps to quality online learning: introduction´. Tradução autorizada por Tony Bates.

Eu desenvolvi estes nove passos em resposta às solicitações sobre como garantir a qualidade ao iniciar um curso ou programa online. Atualmente existem muitos padrões excelentes de garantia de qualidade do e-learning, com organizações e pesquisas disponíveis online, e não vou repetir isso. Em vez disso, vou sugerir uma série de medidas práticas para a implementação de tais normas.

Estou assumindo que uma análise prévia do porque uma abordagem online é necessária, já foi feita.

Aqui, brevemente, estarão os nove passos (delineados em minha recente apresentação na University of Sherbrooke). Irei escrever um texto curto por dia sobre cada um destes nove passos:

1 – Decidir como você quer ensinar online
2 – Decidir que tipo de curso online você e seus alunos precisam
3 – Trabalhar em grupo
4 – Construir com base em recursos já existentes
5 – Dominar a tecnologia
6 – Estabelecerem metas de aprendizagem para o ensino online
7 -Criar uma forte estrutura/agenda para um curso online
8 – Comunicar, comunicar, comunicar
9 – Inovar e avaliar

E por último. A ênfase nestes textos é em fazer um ensino online pela primeira vez, ou o que irei chamar de e-learning 1.0. Para um design de curso mais avançado, para os instrutores mais exerientes, veja ´Projetando o ensino online no Século 21´. Contudo, os nove passos podem ser uteis para melhorar cursos ou programas já existentes, se os bons princípios de design não foram usados inicialmente.

O primeiro passo será publicado em seguida.

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Discussão - 3 comentários

  1. Stribus disse:

    pelo titulo achei que era tecnicas pra aprendizagem e não tecnicas para encino.

  2. massacritica disse:

    Takata, suas observações são bem interessantes.
    Aulas presenciais também apresentam a dificuldade de ´engajar os alunos´. Se o professor não apresentar um desafio ou atividade com ênfase, determinação e entusiasmo, os alunos vão ter pouca motivação para completar a atividade proposta.
    Não sei se é só comigo, mas em algumas turmas não consigo ´ligar´ a curiosidade dos alunos. Apenas um ou dois perguntam temas relacionados ao assunto. E comumente fazem isto apenas no final da aula.
    Tive uma experiência de ´aula virtual´. Não fiz por querer inovar, mas por estar distante do local onde estavam os alunos. Foi uma experiência interessante. Alguns alunos ficaram motivados. Mas imagino que vários sentiram um certo tédio por serem aulas virtuais no estilo de palestra. Apenas uma apresentação um tanto monótona do conteúdo. Neste caso eu não consegui inovar pq a conexão de internet da unidade onde os alunos estavam era (e ainda é) precária. Qualquer iniciativa que utilizasse mais banda de internet corria o risco de ficar impossibilitada.

  3. Um problema importante tb é conseguir engajar os alunos no processo. É um problema que surge também em cursos presenciais, mas em cursos a distância às vezes parece ser ainda mais problemático.

    Outra dificuldade do aluno em cursos a distância é conseguir apresentar sua dúvida. Muitas vezes falam que estão em dúvida. O professor pergunta: onde? O aluno: em tudo. Mesmo sem contar com a inibição da comunicação – sobretudo se é por via escrita -, há um componente de comunicação não verbal que é perdida e muitas vezes é fundamental.

    Em aula presencial, o professor pode notar o momento em que os alunos fazem cara de interrogação. No curso à distância, geralmente não dá – mesmo em teleconferências.

    []s,

    Roberto Takata

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