Controlando a cafeína

molécula cafeína turva
O aplicativo Caffeine Zone 2 Lite (versão gratuita para iPhone (iPad)) permite monitorar a quantidade de cafeína presente no organismo após a ingestão de alguma bebida que contenha o indispensável alcalóide.

As opções do programa permitem adicionar as diversas porções ingeridas durante o dia e então monitorar o quanto ainda resta no organismo. Além de ser possível indicar a que horas você pretende dormir, para receber um alerta quando é melhor parar de consumir cafeína, de modo a não atrapalhar o sono.

tela com gráfico

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Os idealizadores do programa alertam que não tem finalidade médica, mas apenas demonstrar um pouco da farmacocinética da cafeína.

Baixe o aplicativo em
http://itunes.apple.com/us/app/caffeine-zone-2-lite/

206 ossos e pronto!


Neste vídeo gravado em time-lapse o osteologista Mike Henderson, do Museu de Londres, monta um esqueleto humano completo em uma mesa.

Os ossos foram dispostos em suas posições anatômicas.

Via GeeksAreSexy.

Meia anatômica

Eu usaria.

Pena que faria sucesso apenas durante o Halloween.

Trabalho do designer Anton Repponen.

O poder da mente sobre o corpo

Ilustração em matéria publicada na revista Popular Science, em edição de setembro de 1937.
controle mente
Quando desliguei a eletricidade, uma enfermeira segurou um telefone no ouvido do soldado “surdo”. Através dele veio a voz de sua noiva, em Chicago. “Meu doce, eu consigo te ouvir!” ele gritou
Com uma mistura de histórias pouco críveis, a matéria ´Cure the Body Through the Mind´ (Cura do corpo através da Mente) mostra um pouco da antiga percepção da influência que a mente poderia ter sobre o corpo. Com poucos dados e muitos relatos de caso, esta percepção era precária – e ainda é.
Uma mulher jurava estar engasgando com um osso de galinha, durante uma semana ficou sofrendo com os sintomas. Um especialista examinou sua garganta e não encontrou nada.
Diagnóstico: sintomas imaginários.
Solução: bastou o médico simular que extraia o osso da garganta, para tudo voltar ao normal.
O pobre homem retratado na ilustração acima, foi vítima de uma armação. Ele, um soldado da Primeira Guerra, afirmava estar surdo após dias de intenso bombardeio. Seu médico, suspeitando ser um um problema não relacionado com o aparelho auditivo, resolveu criar um teatro tecnológico para curar a suposta surdez. E bingo! Eis que tudo fica bem quando o homem acredita que está curado.
Além do caso deste soldado, outros relatos afirmam que falsos tratamentos, com eletrodos e muito hocus pocus, resultaram em melhoras quase milagrosas.
O placebo levado ao extremo.
O autor termina dizendo:
“Algum dia, médicos poderão ser capazes de medir os efeitos da felicidade e tristeza, esperança e desespero. A interligação da mente e corpo é um campo de estudos que está recebendo cada vez mais atenção. Psiquiatras – os curandeiros modernos – que devolvem visão aos cegos, audição aos surdos, e alívio aos aflitos, estão liderando o caminho para um melhor entendimento das valiosas zonas de fronteira da medicina.”
Veja o artigo em
http://books.google.com/books?id=YygDAAAAMBAJ&pg=RA1-PA42#v=onepage&q&f=false
Indico também
Todo Mundo em Pânico (texto do Kentaro Mori)

Ano 2000: Um curioso estilo de vida

materia de jornal sobre o futuro
Resolvi traduzir um artigo publicado no jornal St. Petersburg Times, edição do dia 28 de abril de 1968., que apresentava uma bela coleção de previsões de como seria o futuro no ano 2000.
Perceba que o número de acertos é relativamente alto. Talvez por ser uma real tentativa de traçar as tendências do desenvolvimento.
Jornal St. Petersburg Times, edição do dia 28 de abril de 1968.
Ano 2000: Um curioso estilo de vida
O mundo do futuro – o ano 2000, para ser exato – provavelmente incluirá aeroportos circulares, radios de pulso, viagens espaciais e pessoas, pessoas, pessoas.
Este é parte do cenário visto por H. J. Young do Edison Electric Institute de Nova Iorque para os membros do St. Petersburg Advertising Club Wednesday.
Desconhecido como é o futuro, grupos de pesquisadores de todo mundo estão tecendo palpites ambasados sobre o desenvolvimento dos próximos 30 ou 40 anos, diz Young.
Após estudar o que algumas destas 400 pessoas estão prevendo, Young veio com o seguinte cenário para o ano 2000.
Uma coisa que estamos certos é mais população – 6 bilhões no mundo (o que é o dobro da população atual) e algo como 310 a 330 milhões nos EUA.
Megalópoles no sul da Flórida serão tão densas em população no ano 2000 como a área de Nova Iorque é agora.
Os rendimentos crescerão fantasticamente. É estimado que o rendimento anual de uma família não-trabalhadora será de $30.000.
“Será uma questão de decisão pessoal quando trabalhar, quanto tempo trabalhar ou se alguém quer mesmo trabalhar” Young diz. Algumas pessoas podem trabalhar em dois empregos de 20 horas por 15 anos e então se aposentar.
Esta eliminação da necessidade de trabalhar pode ter um efeito tão profundo na sociedade quanto a descoberta da agricultura e a revolução industrial tiveram.
Teremos muito mais energia elétrica, quase metade disso gerada por usinas nucleares.
Vastas fontes de informação estarão disponíveis comumente através do grande uso de computadores e equipamentos eletrônicos miniaturizados.
“Telefones com imagens e rádios de pulso serão lugar comum” diz Young.
Uma possibilidade é que todos receberão números de telefone no nascimento.
“Então você discará seu fone de pulso para falar com um amigo em qualquer lugar no mundo. Se não receber resposta, você saberá que seu amigo morreu.”
O uso de computadores tornará a sociedade cada vez menos dependente de dinheiro vivo, mudará a ênfase na educação para unidades de poucos indivíduos e revolucionará os negócios de publicação e impressão.
“Educação formal será mais longa mas não necessariamente em um fluxo contínuo” diz Young.
Viagens aéreas serão mais comuns, rápidas e baratas. Existirão mais aeronaves de decolagem vertical e aeroportos circulares de quase 3 milhas quadradas substituirão os aeroportos atuais que tomam 10 a 20 milhas quadradas.
No centro da cidade veículos e pedestres terão vias separadas, com tráfego de pedestres por calçadas móveis.
Existirá mais controle do clima, com mercados e quintais em redomas, mas não cidades inteiras em redomas como os escritores de ficção-científica já falaram, diz Young.
Parte de nossa agricultura pode ser feita em construções tipo ´fábrica de alimentos´ e parte no fundo do mar.
Como o interior de uma casa se parecerá, é uma das coisas mais difíceis de se prever, diz Young.
“Toda a ideia de cozinha poderá estar fora de moda”, ele diz.
Viagem espacial será a nova fronteira atraente na imaginação humana em 2000, diz Young, mas a bio-medicina oferecerá o maior salto de todos.
“Em duas décadas – ou três ou quatro – cientistas acreditam que será possível controlar o código genético. As pessoas serão capazes de decidir não somente quantas crianças terão, mas de que gênero.”
Veja o original em
http://news.google.com/newspapers?id=sxoMAAAAIBAJ&sjid=LlwDAAAAIBAJ&pg=3270%2C5570988
Alguns pontos para comparação:
– A população mundial em 1970 era de 3,7 bilhões de pessoas e em 2000 chegou a 6 bilhões.
– A população nos EUA, em 2000 era de 281 milhões
– A produção de energia por meio de usinas nucleares nunca ultrapassou a marca de 25%, nos EUA.

A Ciência Médica de House

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Um livro para ser lido sem muito compromisso e esperanças de grandes revelações.
Aproveitando a onda da série, o escritor Andrew Holtz utiliza os episódios das primeiras duas temporadas para tecer alguns comentários sobre a medicina. E lembre, é uma descrição sobre a medicina americana, nenhuma passagem fala sobre as condições de trabalho em outros países.
O livro não é muito técnico e provavelmente não vai agradar quem já tem um conhecimento na área, e para os leigos serve como uma leitura de rodoviária, para passar o tempo.
E para os que odeiam o estilo de House fica a tranquilidade de que Holtz toma o cuidado de demonstrar que a medicina não costuma ser tolerante com o estilo ácido e arrogante do personagem.

Tinta corporal condutora

tinta-pele-bare.jpg
A tinta, batizada de Bare, pode ser aplicada sobre a pele e permite que pequenas quantidades de corrente elétrica sejam transmitidas com maior facilidade.
tinta led pele
Lavável, não tóxica e não metálica, a tinta pode ser utilizada para diversas funções: acender pequenos LEDs, transmitir dados de pessoa para pessoa, melhorar a condução em eletrodos de aplicação médica e até mesmo tornar um humano em um ´computador´.
Aplicação na arte e dança

http://www.bareconductive.com/
Via TrendHunter

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