Bibliotecário robótico

Quando uma biblioteca ultrapassa a marca de 1 milhão de itens, o trabalho dos bibliotecários fica cada vez mais difícil. Encontrar, buscar, entregar, organizar tantos exemplares toma cada vez mais tempo e espaço.

A biblioteca da Universidade Estadual da Carolina do Norte resolveu deixar a tarefa repetitiva para um robô, e a parte que ainda precisa de um cérebro para os bibliotecários.



O bookbot organiza tudo em mais de 18.000 caixas, com cada item marcado com código de barras o sistema consegue guardar e organizar tudo em um espaço que ocupa apenas 1/9 do método tradicional.

A tecnologia não é uma novidade e já é utilizada em empresas que precisam organizar uma grande quantidade de itens em estoque.

O sistema bookbot tira a chance do usuário vagar pela biblioteca em busca de alguma surpresa interessante. Apesar disto já não ser permitido em acervos de obras raras que demandam condições controladas de armazenamento e manipulação. No entanto, ainda restam os sites que possuem sistemas de indicação de obras semelhantes e adequadas ao gosto do leitor, como a Amazon e o GoodReads.

Via Tecnologia Obsoleta

Robôs voadores tocam James Bond


Além de ajudar na busca de vítimas de terremotos, pequenos robôs voadores também servem para tocar música! A escolhida foi o tema da série James Bond.

O exame de qadrubots foi programado por estudantes de engenharia da Universidade da Pensilvânia (EUA), que utilizaram luz e câmeras sensíveis ao infravermelho para fornecer a localização dos quadrubot no ambiente.

A demonstração fez parte da apresentação realizada por Vijay Kumar na TED 2012.

Agora o tato


Repito aqui mais uma ´especialidade humana´ que foi recentemente superada pela tecnologia. Desta vez perdemos no tato, ou mais especificamente na capacidade em identificar diferentes superfícies pelo toque.

Pesquisadores da Escola de Engenharia de Viterbi da Universidade do Sul da Califórnia criaram uma espécie de dedo robótico que conseguiu identificar com sucesso 95% dos 117 materiais para os quais foi treinado a reconhecer. Um resultado melhor do que foi obtido por humanos voluntários.

A imitação de dedo possui um centro rígido recoberto com uma camada elástica e preenchido com um fluído. Incluindo imitações de impressão digital na ponta do dedo robótico para facilitar a identificação da superfície.

O sistema também pode detectar forças, microvibrações e gradientes térmicos.

Em breve o único refúgio para os humanos será dizer que robôs não conseguem amar.

Via Gajitz

Encontre seu Criador


O festival Cannes Lions International Festival of Creativity, que tem ´Criatividade´ em seu nome, não poderia fazer feio e desmerecer o título.

Na edição deste ano uma bela apresentação de som o luz empregou 16 robôs voadores, do tipo quadrorotor, equipados com LEDs e espelhos para compor o espetáculo.

Os quadrorotores são uma criação da empresa Kmel Robotics.

Via ScienceMemebase

Trapaça de robô


Um braço robótico foi programado para ganhar todas as vezes no jogo conhecido como ´pedra, papel e tesoura´ (ou joquempô).

É quase como um par ou ímpar. Neste caso cada jogador (da dupla) escolhe se quer jogar como pedra (mão fechada), papel (mão aberta) ou tesoura (dedos em V). A pedra ganha da tesoura, a tesoura ganha do papel e o papel ganha da pedra.

O truque do robô é captar rapidamente o movimento da mão do adversário antecipando a jogada, para então decidir com uma velocidade que não permita humanos identifiquem a trapaça.

A pesquisa é realizada pelo Ishikawa Oku Lab da Universidade de Tóquio (mais uma pauta para o Roberto Kovalick!).

Via Automaton

Policial autômato

Em 1924 na edição de maio da revista Science and Invention o escritor Hugo Gernsback anunciava as maravilhas da “rádio-telemecânica”.

A sugestão era criar uma espécie de policial robô controlado por rádio. Equipado com iluminação, alto falante, telegrafone, motor movido a gasolina, giroscópio estabilizador e pés com estira tipo lagarta.

Para dispersar tumultos o equipamento poderia contar com um tanque contendo gás lacrimogênio e mãos com discos e bolas de chumbo giratórias.

Era o Robocop da época!

autômato de 1924

Via ethel

Guitarra pneumática


A empresa Clippard Instrument Laboratory utilizou 62 válvulas pneumáticas de seu estoque para montar um enjambrado tocador de guitarra acústica.

A exibição ocorreu na Analytica, uma feira de produtos para laboratórios, realizada em Munique na Alemanha.

O controle do sistema é feito por meio de arquivos Midi gerados em um iPad.

Via Chemistry World Blog

Robô barbeiro

robô que corta cabelo
A empresa Inteligent Automation adaptou um de seus robôs, batizado como ´Multi-Arm Unmanned Ground Vehicle (MA-UGV)´, para atuar em um improvisado corte de cabelo.

O ato foi realizado para promover doações para a fundação St. Baldrick’s de combate ao câncer infantil.

Ainda bem que existem robôs cirurgiões para arrumar qualquer estrago que este barbeiro possa fazer na cabeça do corajoso voluntário.

Via GeeksAreSexy

Robótica para animais de estimação


Jordan Correa trabalha no grupo de pesquisas em robótica na Microsoft. O trabalho o tem deixado afastado da convivência com seu cachorro Darwin. Aproveitando os conhecimentos Jordan construiu um pequeno robô para interagir remotamente com o pequeno Darwin.

O robô possui um lançador de bolinhas, um braço para recolocar as bolinhas no lançador, um dosador de ração para recompensar o bom comportamento, câmeras para localização e uma tela para interação com o cachorro.

Via Presurfer.

Vale da estranheza no limite


O vale da estranheza (uncanny valley) é uma hipótese na robótica, que afirma que quando uma máquina apresenta muitas semelhanças à um humano, mas que ainda seja percebida como máquina, pode gerar uma sensação de repulsa.

Este ´bebê animatrônico´ representa bem a hipótese.

Via Gajitz.

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