Microrganismo de Sexta: uma bactéria com núcleo?
Uma das primeiras coisas que a gente aprende quando vai comparar os procariotos (bactérias e arqueias) e os eucariotos (fungos, protozoários, plantas e animais) diz respeito à organização do material genético.
Enquanto o DNA procariótico encontra-se disperso no citoplasma, numa região não delimitada que denominamos nucleoide, o DNA eucariótico está empacotado em um envelope membranoso que denominamos núcleo.
Aí aparece uma tal de Gemmata obscuriglobus que quer bagunçar a cabeça da gente, e contém uma região armazenadora de DNA que é separada do resto da célula por duas membranas nucleares (NB, na foto).
Então, como concluir que estamos falando de um nucleóide procariótico e não de um núcleo eucariótico? O que passa a valer, então, é a maquinaria celular que os tipos celulares utilizam param para realizar a divisão mitótica!
A Gemmata foi isolada pela primeira vez de uma represa em Queenslad, Austrália e não é a única bactéria com membrana envolvendo o nucleoide. Esse gênero pertence ao filo dos Planctomycetes que engloba outras bactérias semelhantes. A foto deste post, inclusive, é, na verdade, uma micrografia de uma bactéria semelhante à Gemmata.
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Hoje é o “Dia da Toalha”, meus amigos!
Hoje, dia 25/05, é o dia da toalha, meus amigos! O Meio de Cultura sabe a importância desse objeto para todo e qualquer indivíduo e, por isso, está comemorando esse dia — atualização 26/05: repare como estava o fundo do blog =)
Mas, se você ainda não sabe o porquê da toalha merecer um dia só para ela…
…dê uma olhadinha no que podemos ler sobre toalhas no “Guia do Mochileiro das Galáxias”:
A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoalvemente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc.
Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito
Pois então, a escolha dessa data busca homenagear Douglas Adams, autor da trilogia de 5 livros do “Guia do Mochileiro das Galáxias”, e o evento foi celebrado pela primeira vez em 2001, duas semanas após a morte do escritor (no dia 11/05).
Não deixe de comemorar com a gente esse dia, leve uma toalha com você para onde você for! – pode ter certeza que as bactérias na sua toalha de banho já estão comemorando também!
Você que chegou até aqui, ganha um brinde!
Repare com um pouquinho de detalhe esta data >>> 25/05/12
Já pensou em somar? Vamos lá: 25+05+12 = 42!
Já entendeu né? Você já sabe a resposta, quem sabe não será você quem vai ser capaz de descobrir a “pergunta para a resposta fundamental sobre a vida, o universo e tudo mais”?
Bactéria em fuga!
Fagocitose… aquele mecanismo inato de defesa contra microrganismos geralmente representado como esse esqueminha que eu acabei de fazer.
Se sua concepção de fagocitose é toda baseada em esquema de livros (e blogs), acho que você vai gostar de ver como isso acontece de verdade!
Acompanhe a fuga de uma bactéria desesperada em salvar sua vida, enquanto é perseguida por um fagócito faminto!
Recebi no twitter pela @sibelefausto, que viu no twitter da @olgachaim que, por sua vez, viu num tweet do @Feliperawr. O caminho foi longo!!
Microrganismo de sexta: os Volvox dançantes
Tá certo… não é bem um microrganismo se considerarmos a divisão clássica de que esse termo engloba somente bactéricas, fungos e vírus.
Mas essas colônias de algas verdes flageladas do gênero Volvox merecem um lugarzinho por aqui!
Essas estruturas que vemos na foto são colônias com várias células interligadas por pontes citoplasmáticas. Cada esfera pode ter até 1-3 mm. Colônias-filhas formam-se no interior das colônias-mães, e crescem até que a esfera maior se rompa, liberando as pequenas colônias!
Não deixe de ver o vídeo!!!
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Microrganismo de Sexta: cometas no interior de células
Esses pequenos cometas que vemos nessa foto são, na verdade, bactérias. Especificamente nesta foto, temos a bactéria Gram-positiva Listeria monocytogenes. Porém, poderia ser outra bactéria, inclusive uma Gram-negativa como a Shigella flexneri ou a Rickettsia rickettisii!
Na verdade, isso que vemos é um mecanismo de patogenicidade que essas três bactérias possuem. A imagem abaixo explica o que está acontecendo:
Essas bactérias reproduzem-se no interior da célula hospedeira. Assim, após induzirem a própria fagocitose, o microrganismo escapa do fagossomo ficando livre no citoplasma da célula hospedeira.
Não bastasse isso, a bactéria provoca alterações no citoesqueleto do hospedeiro, promovendo a montagem de uma cauda de actina em um de seus pólos celulares.
Feito isso, essas bactérias adquirem motilidade, sendo capazes de passarem de uma célula a outra!
Voltemos, então, à primeira imagem do post… Ela mostra a microscopia de fluorescência de bactérias em movimento no interior de uma célula. Foram coradas tanto as células bacterianas (em vermelho), quando os filamentos de actina (em verde). As regiões com fluorescência verde e vermelha sobrepostas aparecem em amarelo.
Legal, né? Mas fica ainda mais quando a gente vê isso em vídeo, olha só:
As imagens foram obtidas daqui.
O vídeo, eu achei no site ”Cell motility“, indicação da Tati Nahas. Lá você consegue ver outras células utilizando a actina para se movimentar!
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1 em cada 6 casos de câncer são causados por infecções e poderiam ser prevenidos
Dentre dos fatores de risco para o desenvolvimento de cânceres estão as infecções por microrganismos e parasitas. Na revista “The Lancet Oncology” de hoje (09/05/12), um grupo de cientistas franceses faz uma revisão e analisa os casos de câncer que poderiam ser atribuídos a infecções. O estudo foi baseado em publicações de casos ocorridos em 2008 e foram considerados os agentes infecciosos classificados como carcinogênicos pela “International Agency for Research on Cancer”.
Dos 12,7 milhões de novos casos de câncer que ocorreram em 2008, cerca de 2 milhões (16,1% – ou 1/6 dos casos) são atribuídos a infecções; destes, 1,6 milhão (80%) ocorrem em regiões sub-desenvolvidas.
Como disse logo acima ~16% dos cânceres ocorrem devido a infecções, mas as taxas são diferentes quando considera-se países desenvolvidos (7,4%) ou subdesenvolvidos (22,9%), variando de 3,3% na Austrália e Nova Zelândia, a 32,7% na África Sub-saariana. Os dados mostram, ainda, que 30% dos casos ocorrem em pessoas com menos de 50 anos.
A grande maioria dos casos — 1,9 milhão — é representada pelos cânceres gástrico (bactéria Helicobacter pylori), hepático (vírus das hepatites B e C) e cervical (ou de colo do útero, causado pelo HPV – papilomavirus). O que todos esses quadros têm em comum é que todos requerem uma infecção crônica e demoram anos para progredir. Em mulheres, cerca de 50% dos casos de cânceres associados a infecções dizem respeito ao câncer cervical; e em homens, os cânceres gástrico e hepático são contabilizados como 80% dos casos associados a infecções. Apesar dessas diferenças, o número total de casos atribuídos a infecções é praticamente o mesmo em homens e mulheres.
Neste gráfico podemos ver que, proporcionalmente, a contribuição do HPV para o desenvolvimento de câncer é similar em regiões mais ou menos desenvolvidas. O mesmo não ocorre com o H. pylori, que apresenta-se com uma participação maior para o desenvolvimento de câncer em países menos desenvoldos, enquando os vírus das hepatites B e C contribuem mais nos países desenvolvidos.
O que dizer de tudo isso?
A clássica relação entre higiene e desenvolvimento mais uma vez dá o ar de sua graça… e assim, reforça-se a necessidade políticas públicas de saneamento básico. Além disso, a importância e o desenvolvimento de práticas de saúde pública para prevenção de infecções (saneamento, distribuição de preservativos, cuidado em processos como transfusão de sangue) e, também, o controle de infecções com o uso de antimicrobianos e vacinação ganha mais força para ser um tratamento contra tipos específicos de câncer. O câncer por HPV, por exemplo, pode ser prevenido por meio de vacinação profilática (com eficácia de quase 100% para os sorotipos 16 e 18 – existem outros sorotipos de HPV - 31, 33, 45 e 58 – cuja vacinação não é eficaz*). A infecção por H. pylori é tratável com o uso de antibióticos. A contra o vírus da hepatite B também temos vacina, mas apesar de isso não ocorrer para a hepatite C, existem meios de se evitar o contágio. Se considerarmos tudo isso e somarmos a todo o sofrimento (pessoal e financeiro) que o câncer causa, pense em quantos casos poderiam ser evitados, e de forma relativamente simples!
Algo que ainda me chamou muita atenção diz respeito ao câncer de colo uterino (que apesar de óbvio, vale ressaltar, ocorre somente em mulheres), que responde por metade dos cânceres infecciosos nas mulheres. Resolvi dar uma olhadinha no site no Instituto nacional do Câncer (INCA), e reproduzo aqui o texto sobre o câncer cervical:
É o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Por ano, faz 4.800 vítimas fatais e apresenta 18.430 novos casos. Prova de que o país avançou na sua capacidade de realizar diagnóstico precoce é que na década de 1990, 70% dos casos diagnosticados eram da doença invasiva. Ou seja: o estágio mais agressivo da doença. Atualmente 44% dos casos são de lesão precursora do câncer, chamada in situ. Esse tipo de lesão é localizada. Mulheres diagnosticadas precocemente, se tratadas adequadamente, têm praticamente 100% de chance de cura. FONTE
de Martel, C., Ferlay, J., Franceschi, S., Vignat, J., Bray, F., Forman, D., & Plummer, M. (2012). Global burden of cancers attributable to infections in 2008: a review and synthetic analysis The Lancet Oncology DOI: 10.1016/S1470-2045(12)70137-7
* atualização em 10/05 – 21h11 – após comentário do Rodrigo
Microrganismo de Sexta: quero ver você pronunciar o nome dele!
Desde que cursei a disciplina de “Bacteriologia de Anaeróbios”, quando escutei o nome dessa bactéria pela primeira vez, que essa bactéria não sai da minha cabeça… Não só por seu nome (estranho e praticamente inpossível de ser pronunciado logo de cara), mas também por seu peculiar aspecto ao crescer em um meio de cultura. Essa bactéria é frequentemente isolada na microbiota oral e uma das principais responsáveis pelas doenças periodontais.
Senhoras e senhores, apresento-lhes o…
Aggregatibacter actinomycetemcomitans
- mas você pode chamá-lo, carinhosamente, de “Aa”!
Fonte: Derren Ready, Wellcome Images
ps: A nomenclatura dessa bactéria sofreu alterações há alguns poucos anos. Antes ela era incluída no gênero Actinobacillus. O epíteto específico foi mantido.
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Leve informação no seu “bolso”: Dica de aplicativo — Pocket
Você já ouviu falar no “Read It Later”?
Seja “sim” ou “não” a sua resposta, o que interessa mesmo é que ele passou por uma grande reformulação (mudança para um layout bem clean e intuitivo) e agora recebe o nome de “Pocket” – e agora é de graça!
Imagina a cena (talvez você esteja passando por isso agora mesmo, mas efim…): Você está navegando em uma página, achou muito legal o conteúdo e quer guardá-la para ler depois.
Vai favoritar? Mandar por email? Por que não guardá-la como um bilhetinho no seu bolso? É mais ou menos essa a ideia do Pocket. Você salva a página para ler depois e com mais calma.
Você pode baixar o pocket para o seu browser de internet, integrando-o com o GReader e o Twitter. Além, disso, você pode baixar o app para Kindle, Android e iPad/iPhone/iPod e ler os artigos offline! O melhor de tudo é que ele não salva apenas páginas, mas também arquivos, como imagens, pdfs e vídeos (do youtube, por exemplo) – apesar de estes só rodarem online…
Não posso falar pelos gadgets que rodam Android ou sobre o Kindle, mas nos iDevices há uma grande integração entre o app do Pocket e email, twitter, facebook, evernote e outros!
Uma baita mão na roda. #fikadika
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VIII Fórum de Microbiologia da UFMG
O tradicional Fórum de Microbiologia, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Microbiologia da UFMG, já está com data definida e programação em vias de finalização!
Esta edição do fórum homenageia uma querida professora do Departamento de Microbiologia, a profa. Maria Auxiliadora Roque de Carvalho – mais conhecida como Dodora!
Outra novidade é que, neste ano, o fórum ocorrerá em dois dias: 23 e 24 de maio. Além disso, o local de realização mudou dos tradicionais e mofados auditórios do ICB para o novo e luxuoso auditório nobre do Centro de Atividades Didáticas de Ciências Naturais (CAD1).
Dentre as palestras do evento, a representação do nosso departamento está a cargo do Prof. Flaviano Martins que apresentará resultados dos trabalhos que tem sido realizados no nosso laboratório e que envolvem as propriedades probióticas da levedura Saccharomyces cerevisiae linhagem UFMG-A905.
Você pode saber mais detalhes e fazer sua inscrição entrando no blog do evento.
Atualização: O evento também conta com um twitter!
Estarei por lá… e você?
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3° PRÊMIO BÊ NEVIANI
Porque, dois anos depois… o Brasil é o 2º país onde mais cresce o número de usuários do Twitter;
Porque, dois anos depois… o português é a 3ª língua mais falada no Twitter;
Porque, dois anos depois… o Twitter continua um excelente meio de disseminação e compartilhamento de conteúdo;
Vamos REPETIR a dose!
Hoje, 21 de abril de 2012, relançamos o
3° PRÊMIO BÊ NEVIANI
Porque não basta divulgar, tem que dispersar!
O reconhecimento da ação dos tuiteiros em espalhar conteúdos pela rede virtual, promovendo a divulgação de ciência, cultura, tecnologia, notícias e muito mais, é o objetivo maior do Prêmio Bê Neviani, lançado em 2010 para homenagear uma tuiteira que é considerada uma incrível dispersadora no serviço de microblogging, além de ser muito querida: Helena Bê Neviani.
A primeira edição do Prêmio Bê Neviani foi um sucesso!
A segunda edição também!
E agora, a 3ª edição! PARTICIPE!
Regras:
- Qualquer tuiteiro pode participar. Basta tuitar um link para uma postagem que achou interessante e/ou informativa. A única exigência é colocar a tag #PremioBeNeviani3, e também, opcionalmente, #twitciencia ou #twitcultura – a que achar mais adequada para o conteúdo de seu tuíte.
- Todos os tuítes dos dias 21 e 22 de abril de 2012, com a tag #PremioBeNeviani3 e opcionalmente com a as tags #twitciencia ou #twitcultura estarão concorrendo.
- O monitoramento dos tuítes se encerrará às 18 horas do dia 22 de abril de 2012, domingo. Às 22hs será anunciado o ganhador, no Twitter.
- A apuração do ganhador será por sorteio simples, e serão premiados:
- o tuiteiro que tuitou ou deu RT a um post, colocando a tag do #PremioBeNeviani3
- o blogueiro do post tuitado.
Tuiteiro e blogueiro poderão escolher, como prêmio, um dos seguintes livros:
- “Autoria e Plágio”, de Marcelo Krokoscz (Atlas, 2012)
- “Diálogos entre Ciência e Divulgação Científica: leituras contemporâneas”, organizado por Cristiane Porto, Antonio Brotas e Simone Bortoliero (EDUFBA, 2011)
- “Estatística sem Dor”, de Gilson Volpato – @GilsonVolpato e Rodrigo Barreto – @RodrigoEBarr (Best Writing, 2011)
- “Jardim Botânico de São Paulo”, com texto de Maria Guimarães – @mariaguimaraes e fotos de Juan Esteves (Terceiro Nome, 2012)
Após a apuração, entraremos em contato com os ganhadores para verificar sua opção e obter o endereço de envio do prêmio.
PARTICIPE! Faça como @Be_Neviani: disperse! Comece a tuitar, e boa sorte!
Quer saber mais sobre Bê Neviani? Acesse seu perfil, por @rmtakata, no blog Never Asked Questions, clicando AQUI
Pelo terceiro ano consecutivo, o “Meio de Cultura” é o blog que responsável pela postagem da chamada do Prêmio Bê Neviani. Como das vezes anteriores faço isso com muita honra pois realmente acho a Bê merecedora desta homenagem. Nesses 3 anos, o Prêmio Bê Neviani tem sido monitorado pelo Sérgio Salustiano, a quem somos muito gratos!
atualização 22/04/2012, 22h22
INFORMAÇÕES GERAIS
A 1ª edição do #PremioBeNeviani, em 2010, teve 1742 participações, em 15 dias.
A 2ª edição do #PremioBeNeviani, em 2011, teve 971 participações, em 3 dias.
Essa 3ª edição do #PremioBeNeviani teve 843 participações (em tuítes e RTs), geradas por 135 tuiteiros, em 2 dias! Lembremos que ontem foi feriado, e hoje é domingo, com jogo do Corínthians! E #twitciencia e #twitcultura é um nicho específico. Portanto, considerando tudo, o #PremioBeNeviani3 foi um SUCESSO!!!
VENCEDORES DO #PrêmioBeNeviani3
Metodologia do sorteio: todos os tuítes e RTs foram monitorados e listados. E convertidos no formato.txt, inseridos no random.org
Os grandes vencedores do #PremioBeNeviani3 foram: @hsegundo, que tuitou o Hypercubic! >> tweet
Print da listagem aleatória gerada pelo http://www.random.org >> imagem


















