Vacina contra a gripe A H1N1: Eu tomei

Hoje, entre as 9h30 e as 10h, saindo da FaE em direção ao ICB, passávamos eu e minha amiga Margareth, entre o ICG, a Face e a Fafich quando vimos um rapaz saindo da Fafich com um algodãozinho no braço.

Não tivemos dúvida. Demos meia volta e fomos à Fafich para tomarmos também a nossa vacina. Nos informamos com o porteiro e fomos para o local determinado.

A fila era grande… muito grande [fiquei feliz pois – seja por fé, conhecimento ou simplesmente porque é de graça – as pessoas estão tomando a vacina (óbvio que o melhor seria que todos tivesse total consciência do que estão fazendo)]. Mas mesmo grande a fila, a espera foi pequena. Antes das 10h15 já estava no ICB.

O melhor é que não doeu nada. Nem senti direito a agulha. Meu braço também não dói (já tem 10h que tomei a vacina), só às vezes tenho um leve “puxão” dependendo do movimento que faço com o braço.

Para quem não sabe, a UFMG está com um calendário reduzido (mas tem) de vacinação no próprio campus:

Dia 13, das 9h30 às 15h30 – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich)
Dia 14, das 9h30 às 15h30 – Escola de Veterinária
Dia 15, das 9h30 às 15h30 – Instituto de Ciências Biológicas
Dias 19 e 20, das das 17h às 20h – Sast – prédio da Unidade Administrativa II, na – saída da avenida Abrahão Caram.

Além disso, hoje a Universidade divulgou em seu site a seguinte nota:

A vacinação contra o vírus influenza pandêmico H1N1 que vem sendo realizada esta semana no campus Pampulha poderá atender adultos saudáveis com até 39 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

A ampliação da faixa etária – prevista inicialmente para pessoas de 20 a 29 anos e grávidas em qualquer período de gestação – foi definida pela Secretaria Municipal de Saúde.

Enfim, é de BH?, tá na UFMG ou perto dela?, tem de 20-39 anos? – Dá uma passadinha lá na UFMG e se vacine.

No portal ScienceBlogsBr tem vários blogues que explicam muito bem sobre a H1N1 e a vacina. Eu também já fiz um post lincando alguns desses sites; se você não viu, clica AQUI.

Só para terminar, um caso que não podia faltar. Quando entreguei meu cartão de vacinação para a moça que anota nossos dados, ela disse: Nossa, que gracinha você ter seu cartão. Sorriso sem graça. Aí ela terminou de anotar e me devolveu o cartão: “Aqui, quando você chegar em casa, entrega o cartão pra sua mãe guardar e você não perder, viu?”. Sorriso sem graça #2, mais um leve balanço afirmativo da cabeça. Um suave “uhm-hum”. Sorriso sem graça #3. Será que ela acha que eu sou incapaz de guardar meu cartãozinho com cuidado? Acho que sim… só sei que no final de semana, vou entregar pro meu pai guardar no arquivo. Ali ele vai ficar seguro – e não tem como perder.

Atualização: 14/03 (manhã): Dormi e estou muito bem. Quando acordei consegui até espreguiçar. O braço continua não doendo. Inclusive, a fisgada diminuiu de intensidade.

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Discussão - 1 comentário

  1. Igor Santos disse:

    Antes de um funcionário ser aceito num posto de saúde ele precisa fazer um curso em que uma das matérias se chama “Cartão de Vacinação Fica Sempre Com a Mãe”.
    Eu já ouvi essa mesma linha várias vezes, de vários funcionários diferentes, sempre que me vacinei depois de adulto.

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