O Sexismo Benevolente

Então que a marca de lingerie Hope pode ter que tirar de circulação a peça publicitária com a Gisele – meodels, a Gisele de novo… – porque a Secretaria de Políticas para Mulheres do governo federal entendeu que “a propaganda promove o reforço do estereótipo equivocado da mulher como objeto sexual de seu marido e ignora os grande avanços que temos alcançado para desconstruir práticas e pensamentos sexistas”.

À parte meia dúzia de feminazis, a escorchante maioria das pessoas achou o filmete no máximo “engraçadinho”. O que é que tem, gente!?!??! Agora não pode nem fazer uma piadinha?!?!? Bando de mal-amadas. As mulheres já conquistaram direitos iguais aos dos homens, já conquistaram os bancos escolares e os cargos importantes nas empresas, pra quê tanto mimimi?!?!

Se você concorda com as frases do parágrafo acima, no todo ou em parte, você é, SIM, sexista. Independente de seu gênero, você se comporta de modo a perpetuar determinadas relações interpessoais baseadas na desigualdade social entre homens e mulheres. E pior: você pode estar agindo dessa maneira sem nem mesmo dar-se conta. Você pode ser um “Sexista Benevolente”.

O Sexismo Benevolente é aquele que, sem ser ostensivo ou agressivo, reforça a idéia de que “mulheres são seres frágeis”, “não foram feitas para trabalhos pesados” e, portanto, devem ser cuidadas e tuteladas pelos homens. A ideologia do Sexismo Benevolente baseia-se na pretensa diferença de “força” entre homens e mulheres e se infiltra nas atitudes cotidianas disfarçada de “demonstração de carinho”, “cuidado com a mulher” e até mesmo de “cavalheirismo”. Mas, diferentemente do sexismo explícito, aquele obviamente machista e misógino, ou do sexismo “moderno” que não quer aparentar machismo, mas “o que essa dona queria, saindo de casa assim com essa roupa provocante?”, o Sexismo Benevolente é insidioso, porque aparenta positividade. O sexista benevolente nunca dirá que lugar-de-mulher-é-na-cozinha, mas sempre reforçará sua namorada com elogios, beijos e carinhos por ter feito aquele jantar maravilhoso; e será bem comedido nos comentários sobre a promoção da namorada ao cargo de gerência. Nas palavras de Becker & Swin (2011):

“…as qualidades, aparentemente positivas e lisonjeiras, embutidas (e, portanto, despercebidas ou não reconhecidas) nas normativas relações desiguais de gênero, escondem o mal que o Sexismo Benevolente promove e incentivam a sua aprovação.” (Becker e Swin, 2011).

Essas autoras – sim, são duas mulheres – propuseram uma série de estudos experimentais sobre a percepção de homens e mulheres acerca do sexismo presente em seus cotidianos. Os resultados mostraram que quando as pessoas são forçadas a prestar atenção a comportamentos sexistas, elas tendem a não tolerar a discriminação com tanta facilidade. Porém, como era de se esperar, homens respondem negativamente ao machismo explícito e ao sexismo agressivo, mas quando se trata do Sexismo Benevolente, é preciso mais do que “atentar” para se tornar sensível. Os homens do estudo de Becker & Swin (2011) só passaram a reagir negativamente às expressões de Sexismo Benevolente depois de uma intervenção em que foram treinados a ter empatia, a colocar-se na situação de uma mulher e a discernir quais eram seus (delas) sentimentos. Para um homem, “as crenças tradicionais sobre relacionamentos românticos entre homens e mulheres (por exemplo, a crença de que homens são incompletos sem uma mulher, ou de que todo homem deve ter uma mulher a quem adorar)” não são consideradas expressões de sexismo. Já para as mulheres que foram ensinadas a perceber expressões sexistas disfarçadas de bajulação, essa frase foi significantemente considerada como sexista. Já as mulheres do grupo de controle, que não foram sensibilizadas para atentar aos comportamentos e atitudes sexistas, os resultados se assemelhavam aos dos homens tanto do grupo de controle, quanto do grupo experimental no que dizia respeito ao Sexismo Benevolente.

“Estes resultados sugerem que as mulheres endossam crenças sexistas porque lhes falta o reconhecimento de formas sutis de sexismo, porque subestimam incidentes sexistas e não percebem o valor agregado do sexismo em suas vidas diárias.” (Becker e Swin, 2011)

E para aqueles que ainda acham que isso tudo é coisa de mulherzinha sem serviço, pesquisas têm mostrado que o desserviço acumulado de se subestimar ideologias sexistas de qualquer espécie vão desde a negação do preconceito, a resistência em se intervir para diminuí-lo, chegando até mesmo a diminuir a performance cognitiva das mulheres em ambientes acadêmicos e de trabalho (Dardenne, Dumont, & Bollier, 2007; Vescio,Gervais, Snyder, & Hoover, 2005). Como toda ideologia, o sexismo serve apenas a si mesmo, sua lógica interna é a perpetuação. Não é uma questão de homens e mulheres, é uma questão de humanidade.

ResearchBlogging.org

Dardenne, B., Dumont, M., & Bollier, T. (2007). Insidious dangers of benevolent sexism: Consequences for women’s performance. Journal of Personality and Social Psychology, 93, 764–779.

Vescio, T. K., Gervais, S., Snyder, M., & Hoover, A. (2005). Power and the creation of patronizing environments: The stereotypebased behaviors of the powerful and their effects on female performance in masculine domains. Journal of Personality and Social Psychology, 88, 658–672.

Becker, J., & Swim, J. (2011). Seeing the Unseen: Attention to Daily Encounters With Sexism as Way to Reduce Sexist Beliefs Psychology of Women Quarterly, 35 (2), 227-242 DOI: 10.1177/0361684310397509

 

 

 

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Discussão - 37 comentários

  1. João Carlos disse:

    Aninha, o que talvez ninguém tenha reparado é que os anúncios são dirigidos a mulheres sexistas… elas também existem.

  2. Luiz Bento disse:

    Ana,

    Viu esta reportagem do “The Telegraph”?

    Mothers to blame ‘for sexist children’
    http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/howaboutthat/8799526/Mothers-to-blame-for-sexist-children.html

    Sempre a culpa é da mãe 🙂

    Abraços.

    • Aninha Arantes disse:

      Seres humanos têm essa tendência estranha de perpetuar o sofrimento… Parece que crianças abusadas têm grande chance de tornar-se adultos abusadores, vítimas de violência tendem a tornar-se pessoas agressivas e agora mais essa…

  3. Anna disse:

    Parabéns pelo texto! Espetacular!

  4. Arnaldo disse:

    Caramba, eu sou isso ou aquilo e não faço a mínima idéia. Ideologias funcionam desse modo. São os outros, e nao eu, que possuem uma visao de mundo turvada por essa ou aquela. Eu , nao.

    Mas nao concordo com algumas afirmaçoes. Quisera eu ter um conhecimento mais aprofundado de psicologia evolutiva pra entrar nesse vespeiro. Mas pq nao vemos tantas mulheres nos cargos mais importantes das grandes empresas? Pq o número de mulheres nos cursos de, por ex, engenharia e física é bem menor que o de homens e maior nos cursos de psicologia e serviço social, por ex?

    Tem gente (Susan Pinker, “O paradoxo sexual”) que diz que isso é uma coisa meio inata. As mulheres deliberadamente abrem mao da competiçao por altos cargos porque caso contrário teriam que abrir mão de estar com a familia ou filhos. E que alguns cursos “são” pra homens e outros pra mulheres.

    Afirmar coisas do tipo é ser benevolente? Nao sei. Poderíamos pensar tambem que o comercial seria preconceituoso com os homens, ora. Seriamos uns bobões, facilmente manipulados (na parte que mais nos toca, o sexo) pelas mulheres.

    Realmente, é um vespeiro.

    Abraços.

  5. Bruna disse:

    “Os resultados mostraram que quando as pessoas são forçadas a prestar atenção a comportamentos sexistas, elas tendem a não tolerar a discriminação com tanta facilidade.”

    Eu concordo que a intenção do estudo é boa, e não discuto o sexismo da propaganda nem de seus “defensores”, mas será que é cientificamente válida a afirmação acima? É válido considerar como espontânea uma reação das pessoas-objeto do estudo que seja dirigida pela “sensibilização” para o sexismo? Em outras palavras, daria para esperar outra reação, se elas já foram “instruídas” para perceber alguns comportamentos como sexistas? É claro que a reação do grupo de controle também é condicionada pela sociedade e, nesse sentido, não totalmente espontânea, mas tenho minhas dúvidas sobre a utilidade de um estudo desse tipo.

    Não tenho bagagem teórica para criticar profundamente o estudo, por isso coloco minha “crítica” mais como dúvida e ficaria feliz de ver respostas dos entendidos no assunto.

    • Aninha Arantes disse:

      Bruna,

      Recomendo que você leia o paper original para ver como foram feitos os controles experimentais. De qualquer modo, em casos de estudos que usam como medida o relato verbal dos participantes, há sempre a possibilidade de que as pessoas respondam sob controle do que elas acham que o experimentador quer ouvir. Ainda mais no caso de estudos que lidam com regras, valores e preconceito. Para diminuir esse viés são tomadas medidas como colocar perguntas “distratoras” para que os participantes não percebam o objetivo do estudo (no caso deste estudo, foram colocadas questões sobre outros comportamentos, não apenas sobre sexismo); usar balanceamento das questões (questões positivas e negativas sobre o mesmo objeto, de modo que há maior chance de “pegar” um possível “mentiroso”); usar escalas de quatro ou seis pontos (evitando o efeito de “média”, quando o respondente marca sempre o ponto médio da escala, para não dar impressão de radicalidade); entre outros controles.

      Como o método é experimental, há a introdução de alguma modificação (uma intervenção, uma mudança ambiental, um tratamento, um remédio… ) em um dos grupos, enquanto o outro é mantido na mesma situação. Espera-se que, se tal modificação produzir o efeito desejado, o grupo experimental – aquele em que a modificação foi introduzida – mostre alguma diferença quando comparado ao grupo de controle, que não passou pela modificação. Foi o que aconteceu no experimento: esperava-se que o treino de atentar para determinadas ocorrências surtisse o efeito que foi medido no grupo experimental, mas não no grupo de controle.

      Acho que você iria gostar de ler o experimento tal como ele foi feito, no paper, para ver como as pesquisadoras fizeram para chegar aos dados mostrados.

  6. Piada, né? Se a gente não concorda com a autora e suas ideias é porque a gente é sexista. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come: se o homem é machão, ele é sexista, e a mulher que o aceita também. Se ele é gentil, ele também é sexista benevolente, e a mulher que aceita sua delicadeza é sexista também.
    Aliás, o negócio é dar um tiro na cabeça porque, enfim, tudo, tudo mesmo é sexista, e não vale mesmo a pena viver. Entre os vários textos de feministas sexistas que li, este está entre os 10 mais.

    • Aninha Arantes disse:

      A mulher que aceita um homem “machão” não é sexista. É vítima da ignorância. Ignorância de seus direitos, ignorância de seu poder como membro ativo da sociedade, ignorância de sua própria força. Empodere-se a mulher e o machismo desaparecerá.

  7. Marcia Costa disse:

    Não sou feminazi e nem tenho sua erudição. Sou uma mulher que trabalha em uma empresa onde somos desprezadas intelectualmente e, sinceramente, propagandas como essa da Hope são um desserviço ao nosso avanço como pessoas na sociedade brasileira. Além disso a empresa Hope é tão incompetente na gestão de seus produtos que sequer oferece modelos para mulheres com tamanhos de busto maiores como eu e muitas brasileiras. Hoje, peço às amigas que vão aos EUA para trazerem sutias confortáveis porque no Brasil as empresas estão mais preocupadas em explorar nossa sexualidade para vender do que em nos oferecer o que efetivamente precisamos.

    • Aninha Arantes disse:

      Marcia,

      Erudição não quer dizer nada. É preciso mais que isso para ter raciocínio crítico e sensibilidade aos problemas sociais. E você tem de sobra!

      (BTW, eu também tenho problema com o tamanho das roupas femininas no Brasil, e nenhuma grana pra comprar fora.)

  8. Filippe disse:

    Ah, por favor, né? A mulher faz um jantar maravilhoso, eu amo, aí elogio e agradeço aí sou sexista e ela também… beleza sou um sexista feliz e farei minha mulher sexista muito feliz (y)

    • Gunnar disse:

      É isso. 99,9% do que 99,9% das pessoas fazem, hoje, é visto por essa galera como algum tipo de propagação de preonceito.

      Pelo jeito só existe meia-dúzia de seres humanos puros, que sabem como se deve agir para não propagar preconceitos. Essas pessoas superiores passam seu tempo falando mal dos outros 99,9% da humanidade em blogs.

      A nós, meros mortais, que nunca atingiremos esse grau de perfeição (porque, como você bem disse, um elogio sincero também é o mais puro sexismo), nos resta tentar continuar a vida sabendo quão ruins nós somos no julgamento dessa meia-dúzia de seres iluminados.

  9. Roger TM disse:

    É uma pena, mas o comportamento social não pode ser mudado só porque alguns acadêmicos conseguem provar que é imoral. Aliás, os próprios conceitos de moralidade, justiça e a VERDADE(tm) são subjetivos.

  10. Rodrigo disse:

    Existe algo como “Feminazi benevolente”?

  11. bianca disse:

    benditas mulheres sexistas. Nada contra as que o são por inteligência, mas tem umas que vai colher maçãzinhas na montanha… mulher bem educada, informada, de elite… e SEXISTA??? que lindo!!

    [Comentário obviamente editado. Da próxima vez, pense (consegue?) bem antes de dar uma de babaca. Caso contrário, além de editar o comentário, vou expôr seu email e seu IP. Porque eu POSSO.]

  12. Tainah disse:

    Se eu particularmente não vi uma coisa negativa na propaganda não significa que sou sexista.
    Sim, não vi mal nenhum, não me senti diminuída como mulher.
    Me senti mal chegando nesse blog, concordando sim com a conotação de algumas das frases acima e por isso ter que ler uma afirmação de que sou sexista.

    Talvez considerar que as pessoas tem opiniões diferentes aos fatos isolados seja uma atitude bacana.

    Acho justa a causa feminista. Por causa delas a gente tem evoluído. Mas as coisas estão atingindo um nível tão extremista que parece não valer a pena.

    Triste me descobrir sexista ao 24 anos depois de me orgulhar tanto dos soutiens que minha vó queimou na praça.

    • Ana Eufrázio disse:

      Naturalizou-se tanto o uso corpo da mulher como objeto de consumo masculino que nos encontramos na posição de não nos darmos conta que estamos sendo usadas na satisfação dos apelos machistas. Além do mais á a mensagem que é passada nas entre linhas é deveras preconceituosa Não haveria nenhum problema na propaganda caso nossa sociedade fosse realmente igualitária e que nenhuma de nós não precisasse ter de reafirmar nossa competência ou inteligência diariamente em todos os seguimentos da sociedade. O que a propaganda reforça é o estereótipo da mulher objeto, dependente economicamente, acuada ante a reação negativa do homem e descontrolada financeiramente. Portanto, os conceitos exposto no vídeo denigrem a imagem da mulher e a estigmatiza.

  13. Rev.Breno disse:

    Eu desisto…

    Faz sentido existir reforço positivo no machismo, concordo com a autora do texto no ponto central do texto… e só que eu fico com a pergunta: e como agir sem advogar a cada segundo? Aonde é a zona neutra? Há um espaço pontual? Estou querendo fugir da parte de igualdade inicial e discriminação estrutural, mas querendo ir para a parte moral, o dia a dia

    Eu travei mesmo na parte do jantar. Como ficar feliz por alguém fazer um jantar para você sem cair no reforço positivo e sem pisar em ovos (pode ser a mulher fazendo jantar, seu namorado gay, sua mãe whatever…)

    • Aninha Arantes disse:

      O problema não está em reforçar positivamente os comportamentos da companheira ou companheiro. O problema é reforçar DIFERENCIALMENTE comportamentos coerentes com estereótipos de gênero.

      • Gunnar disse:

        Ou seja, antes de fazer um elogio ao jantar que a namorada fez, pense bem se você não está “reforçar DIFERENCIALMENTE comportamentos coerentes com estereótipos de gênero”, sejá lá o que diabos isso signifique.

        Sensacional, feministas. Vocês conseguiram se transformar numa caricatura de si mesmas!

  14. _Maga disse:

    Parabéns pelo texto, Ana.
    Muito apropriado o link dele com o artigo. Parabéns!

  15. Lais disse:

    Olá Ana,

    Gostei muito do seu texto. Gostaria que vc respondesse o comentário de:
    “Arnaldo disse: 2 de outubro de 2011 às 14:22”.

    Se for possível, obrigada.

  16. Thais disse:

    Tentei ler os artigos, mas… tem de PAGAR para ter acesso! “Grande Estados Unidos”! Que grande absurdo não poder ter acesso ao conhecimento produzido pela sociedade! Ainda bem que aqui no Brasil ainda não seguimos esse modelo nefasto, e há uma infinidade de publicações científicas abertamente disponíveis (ex.: scielo).

  17. André Rabelo disse:

    Ana,

    acabo de me deparar com este paper, achei que iria te interessar:

    http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1559-1816.2011.00890.x/abstract

    Abraço!

  18. Gunnar disse:

    Pô, sensacional. Toda vez que minha namorada me pedir para ajudá-la a carregar sua mochila, citarei seu post. Obrigado!

  19. Pri disse:

    Rev. Breno,

    A questao aqui nao é simplesmente elogiar ou nao! Por exemplo, se vc tem mais tempo livre ou o mesmo tempo que a sua companheira pra fazer o que quer se seja e ela é a pessoa que sempre cozinha, pode nao ser simplesmente algo intrinseco a vontade dela de cozinhar, mas imposicoes sociais de que a MULHER é que DEVE cozinhar. Portanto se vc elogia o fato de ela cozinhar (qdo vc nao cozinha! ou nao cozinha pouco) é um reforcamento positivo para que ela continue fazendo seu TRABALHO de MULHER, um reforcamento positivo do estereotipo de genero. Ou seja: é possivel (e provavel) que ela vá cozinhar mais pra te agradar (vc como homem) mesmo ela se privando de tempo de descanso ou de tempo pra fazer outras coisas. Pq? Porque o a sociedade estimula (e mtas vezes impoe) e o marido (ou quem quer que seja) corrobora! Um abraço!

  20. Hélio disse:

    Boa noite gente…
    sou a favor da igualdade, do fim dos preconceitos… mas ao ler alguns textos fico confuso e penso, como não ser machista? ou feminista?
    bem como alguém colocou em outro comentário: eo ponto de equilibro, o ponto da equidade real?
    Sei lá, sempre me achei um cara super sem preconceitos, mas vendo a atual situação das coisas fico pensando: será que existe aguém que não é sexista benevolente, ou agressivo, ou feminista, ou machista, ou, ou, ou…

    mas isso bate em um ponto que eu, como estudante de psicologia, sempre questionei, oque então é o “normal”? o saudável?
    essa definição dificimente tu vai encontrar na literalutra da psico de forma clara e objetiva, todas outras cosias tem nomes, sintomas , características, o normal razoavel e saudavel parece não possr definição…
    a unica conclusão qeu consigo chegar é que o ser humano é doente e só consegue ver as doenças que carrega consigo.

  21. […] Para sustentá-las, mesmo acadêmicos precisam no mínimo resistir à realidade com idéias do tipo “A ideologia do Sexismo Benevolente baseia-se na pretensa diferença de “força” entre hom…. Que dizer de inocentes que, confiando na pretensa inteligência da Dr. em Psicologia que trás […]

  22. […] sobre elogios, tome cuidado para não praticar o sexismo benevolente, reforçando o descaso social em relação a atividades intelectuais […]

  23. Ronaldo Silva disse:

    Ontem, por acaso, eu vi um chifre na cabeça de um cavalo!!!!

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