Transmissão ao vivo do evento “2012 MIT Research and Development Conference – Global Trends in the Information Age”

Ao invés de pagar US$1.750,00 para participar do evento que está ocorrendo agora no MIT, você pode acompanhar as palestras ao vivo, acessando o link abaixo.

Watch live streaming video from ilp2012 at livestream.com

A agenda do “2012 MIT Research and Development Conference – Global Trends in the Information Age” está disponível aqui. Thomas Malone, professor do MIT, está falando agora sobre inteligência coletiva.

Amanhã Andrew Lo apresentará um novo modelo para financiamento de pesquisa e Alex “Sandy” Pentland proferirá a palestra “Connection Science: Reinventing Companies, Governments, and Society in the Wake of Big Data”.

Vale a pena conferir!

Nomeado o novo presidente do MIT, bom para o Brasil

No ano passado ajudei, administrativamente, na organização da Conferência Brasil-MIT. Aproveito para dizer que algumas das apresentações estão disponíveis aqui.

Fiquei impressionada com o fato de que Rafael Reif, então provost* da instituição, participou ativamente dos dois dias da conferência, anotando tudo em seu caderno.

Reif acaba de ser nomeado como presidente do MIT. Bom para o Brasil.

A coletiva de imprensa sobre o anúncio está acontecendo agora (aqui).

*a tradução de provost é reitor; aqui o provost é o braço direito do presidente de uma universidade.

 

 

Vinho, inventores e transportes

Na última quinta-feira (10), após um burocrático dia de trabalho, fui tomar vinho e ouvir sobre transporte e mobilidade (breve interrupção para dizer que venho observando os diversificados formatos dos eventos daqui, pois a ideia de discutir ciência e tecnologia em fóruns informais muito me agrada). 

Em um estúdio de TV, quatro inventores, todos com passagem pelo MIT e fundadores de empresas com foco em mobilidade, falaram brevemente. Uma espécie de talk-show ao vivo.

Christina Lampe-Onnerud, Tod Hynes, Ben Gulak e Anna Mracek Dietrich

Christina Lampe-Onnerud, fundadora da empresa Boston-Power, foi a primeira a falar. Em operação há sete anos, sua empresa já conseguiu 360 milhões de dólares em financiamento. Ela disse que fundou a Boston-Power com a missão de criar baterias que fossem portáteis, de rápido carregamento (bastam 12 minutos para obter 40% de recarregamento) e seguras, tendo em mente a CSR (corporate social responsability). Primeiro cliente? HP.

Persuasiva, Christina ressaltou que a invenção em si, bateria, não é nova, mas que a grande inovação foi usar o conceito de blocos de construção, inspirados nos legos com os quais brincava com seus filhos (mais sobre a plataforma aqui). “O que acontece se você der uma peça de lego de energia para engenheiros?”, perguntou. A empresa possui 158 patentes em química, engenharia mecânica e eletrônica e agora está voltada ao desenvolvimento de baterias com alta eficiência energética para veículos elétricos.

Tod Hynes, presidente da XL Hybrids, descreveu a tecnologia desenvolvida pela empresa para converter veículos de carga, como vans e caminhões, em híbridos elétricos, levando a uma redução de 20% nos custos com combustíveis e na emissão de poluentes (mais sobre a tecnologia aqui). Eles conseguiram até agora 4 milhões de dólares em financiamento e pretendem lançar o produto nas principais cidades norte-americanas em meados deste ano.

Quem falou em seguida foi Ben Gulak, inventor do Uno e do DTV Shredder. Gulak, que cresceu no mundo da engenharia, disse que em determinado momento pensou: por que não construir um veículo elétrico que mude de forma enquanto se locomove? Assim surgiu o Uno, resultado de um projeto para feira de ciências enquanto cursava o último ano do ensino médio.

Em velocidades baixas, o Uno é um monociclo e, conforme a velocidade aumenta, vira uma motocicleta. Uma das vantagens de poder compactar o transformer é a facilidade de estacioná-lo. O vídeo abaixo mostra um teste do Uno nas ruas próximas ao MIT.

A última invenção da noite foi apresentada por Anna Mracek Dietrich, uma das fundadoras da empresa Terrafugia. Anna e sua equipe vêm recebendo uma enorme atenção da mídia desde o lançamento do carro voador, resultado de projeto de alunos do Departamento Aeroastro e da escola de negócios do MIT.

Imagine a seguinte cena: você sai da garagem com o seu carro (que tem placa e está dentro da lei para dirigir na cidade), passa no posto para abastecer, pega a estrada em direção a um aeroporto regional. Chegando ao aeroporto, você desliga o carro e aciona os comandos para que as asas do seu carro se estendam, o que demora 40 segundos. Você desce do carro, que agora é um avião, faz o protocolo operacional padrão de checagem e está tudo pronto para a sua decolagem.

Anna defende a utilização do carro voador em viagens regionais, com distâncias entre 160km-800km, cujas rotas normalmente não são bem atendidas pelos sistemas de transporte tradicionais. Ela comentou que os aeroportos regionais são subutilizados e não têm infraestrutura de estacionamento, táxis ou sistemas de transporte público interligados. Por isso o carro voador (ou avião que é convertido em carro) é uma boa saída, disse.

Conseguir dinheiro não tem sido fácil e os financiamentos da Terrafugia têm vindo basicamente de fontes individuais.

Christina levou a fábrica da Boston-Power para a China (e recebeu uma avalanche de críticas). Anna disse que foi convidada a montar a fábrica da Terrafugia em Detroit e que não conseguiu incentivo para ficar aqui em Massachusetts.

Sobre as tendências futuras em transporte, eles destacaram os sistemas integrados de energia (por exemplo, a energia gerada em casas como fonte de energia para os sistemas de transporte) e se mostraram preocupados com as mudanças climáticas. Gulak parece mesmo estar interessado em veículos lunares. Mais um representante da iniciativa privada invadindo a exploração espacial (aqui).

O evento foi organizado pela Redstar Union.

Ontem, em um dos corredores do MIT.

Ontem, em um dos corredores do MIT.

Subjetividade do paciente x subjetividade do médico

Enquanto escrevia a reportagem “Catarata Mapeada”, publicada ontem na Revista Pesquisa FAPESP, fiquei matutando sobre a fonte da subjetividade em testes diagnósticos. Logo pensei que isso viraria um post aqui para o Pó: subjetividade do médico versus subjetividade do paciente. Um post sem respostas, claro, apenas questionamentos.

Simulando como indivíduos com catarata enxergam. Fonte: Camera Culture, MIT Media Lab. 

O que disparou minha reflexão foi uma declaração do médico Rubens Belfort, um dos entrevistados para a reportagem. Ao opinar sobre a aplicação clínica da tecnologia interativa que detecta catarata usando celular, o oftalmologista da Unifesp fez várias ponderações e se mostrou preocupado com o fato do teste ser baseado no que o paciente está enxergando e não em uma avaliação objetiva do olho, por um profissional de saúde, em busca das manchas brancas da catarata. 

Detalhes sobre a tecnologia estão na reportagem (aqui). Em resumo, o usuário olha para a tela do celular por meio do dispositivo, como se estivesse manipulando um caleidoscópio, e responde a diferentes comandos apertando as teclas do próprio aparelho. Se, por exemplo, um ponto verde aceso na tela some, pisca ou fica embaçado é sinal de que a luz que sai da tela do celular foi desviada por uma possível mancha branca da catarata. Mapas de localização e gravidade da catarata são gerados de acordo com as respostas dos pacientes.

Fiquei pensando: será que os testes realizados em consultórios médicos atualmente para detecção da catarata são livres de subjetividade? Não sei. O indiano Shrikant Bharadwaj, que trabalha em um dos centros da OMS para prevenção da cegueira, me disse que os testes atuais por vezes falham na detecção precoce ou deixam de diagnosticar certos tipos da doença. Nem sempre dizer se o paciente tem ou não catarata é preto no branco.

“Subjetividade”, gentilmente cedida por Beatriz Chaim (http://www.flickr.com/people/berilis/)

Será que não vale mesmo a pena levar em conta o que o paciente está enxergando, ao menos como uma triagem inicial da presença de catarata? Me parece que não valorizar a capacidade do paciente em fazer seu próprio diagnóstico vai contra a tendência (ops, não sei se é tendência) em colocar o paciente cada vez mais como responsável por sua própria saúde. Veja o que o pessoal do CollaboRhythm, projeto do grupo New Media Medicine (MIT Media Lab) está fazendo (aqui). 

Com a disseminação de tecnologias portáteis, baratas e de fácil acesso para monitoramento da nossa saúde, acredito que a relação médico/paciente passará por uma importante reavaliação. “Pacientes” serão cada vez mais ativos e engajados nas decisões terapêuticas por conta do fácil acesso aos dados de prontuários médicos e por poderem realizar testes clínicos antes restritos a consultórios médicos e/ou a profissionais de saúde. 

Claro que o caminho ainda é longo e a estrutura é pesada demais para ser mudada com rapidez. Claro também que tais tecnologias têm suas desvantagens…

PS: Dos sete autores do trabalho realizado no MIT, que será apresentado em agosto no SIGGRAPH, a maior conferência de computação gráfica do mundo, quatro são brasileiros: Manuel Oliveira e Vitor Pamplona da UFRGS e Esteban Clua e Erick Passos da UFF.

MIT Mood Meter: medindo o humor da comunidade MIT

Imagine poder monitorar o humor de uma comunidade. Pessoas que frequentam universidades, os atendentes e clientes do Detran de São Paulo, os moradores da região de Boston no inverno e na primavera/verão, e por aí vai…

Não faltam locais interessantes para fazer uma pesquisa de campo usando o MIT Mood Meter, câmeras instaladas em quatro pontos distintos do MIT e que medem em tempo real o humor dos que por lá passam.

Caminhando ontem pelo “corredor infinito” do MIT, esbarrei por um desses.

A câmara capta a imagem dos transeuntes e um programa que reconhece informação afetiva facial (ou seja, um sorriso), adiciona uma “carinha” aos rostos de cada pessoa. A “carinha” muda de acordo com a intensidade dos sorrisos. Veja foto abaixo.

A menina no canto inferior direito é a minha eufórica filha Carol.

O legal foi ver as pessoas parando e sorrindo para ver a mudança nos padrões na tela. 

Segundo informações do site da exposição, é possível dizer se as pessoas estão calmas, felizes, empolgadas e eufóricas, numa ordem crescente de felicidade. Embora o sorriso não seja o único sinal de bom humor, ele pode ser usado como um dos termômetros de felicidade, dizem os responsáveis pela exposição. 

Javier Hernandez e M. Ehsan Hoque, alunos de doutorado do Affective Computing Group (aqui), liderado pelo professor Rosalind W. Picard do MIT Media Lab, desenvolveram o medidor de humor. 

Mais informações aqui.

Salários de alunos graduados no MIT

O dado não é novo, mas só hoje, procurando por informações sobre o MIT a pedido de uma amiga, esbarrei nos números abaixo.

Alunos graduados no MIT que optam por trabalhar na indústria recebem em média os seguintes salários iniciais (em dólar, salário anual):

  • Graduação: $64,523
  • Mestre em ciência: $71,404
  • Mestre em engenharia: $89,544
  • MBA: $116,776
  • PhD indo para pós-doc: $53,903
  • PhD assumindo outras posições: $98,795

E quem os emprega?

  • Graduação: MIT, General Electric, Boston Consulting Group e McKinsey
  • Mestrado: Boston Consulting Group, McKinsey, Bain & Company, Apple e Amazon
  • PhD: MIT, Harvard, Stanford University, Princeton University, Massachusetts General Hospital, Boston Consulting Group, Dow Chemical e Google

Fonte: MIT Facts 2011, http://web.mit.edu/facts/graduation.html

Nicholas Negroponte alfineta seus críticos

Desde que cheguei por aqui, estava de olho em oportunidades para assistir a uma palestra do Nicholas Negroponte. Além de ser bem conhecido como co-fundador da iniciativa de distribuir um laptop para cada criança (OLPC; one laptop per child), Negroponte é um dos pioneiros na interação humanos-computadores, ajudou a lançar a revista Wired (e outras dezenas de empresas) e é co-fundador do Media Lab (MIT).

Ontem deu certo, realizei meu “sonho”. Negroponte falou na segunda metade de uma aula da disciplina Media Ventures*, no Media Lab.

Nicholas Negroponte falou ontem no Media Lab (MIT).

Alfinetando seus críticos, o professor do MIT brincou que irá usar helicópteros para jogar tablets, como o iPad por exemplo, em comunidades carentes. Evocar a imagem de um helicóptero lançando os gadgets, sem sequer tocar na comunidade alvo, foi proposital: uma maneira de responder às inúmeras críticas que ele vem recebendo desde o lançamento do OLPC. Segundo ele, todas as críticas pela iniciativa que entregou até o momento laptops para 2.5 milhões de crianças de 31 países são variações da seguinte frase: “Negroponte acredita que pode dar um laptop para a criança, sair e tudo será resolvido”.

A missão da OLPC, uma organização sem fins lucrativos, é oferecer para cada criança um laptop resistente, de baixo custo e conectado à internet, como já foi e tem sido vastamente relatado na mídia. O pequeno computador branco e verde já virou, de certa forma, símbolo do uso de tecnologias para crianças com fins educacionais. Veja trecho que retirei do site:

To this end, we have designed hardware, content and software for collaborative, joyful, and self-empowered learning. With access to this type of tool, children are engaged in their own education, and learn, share, and create together. They become connected to each other, to the world and to a brighter future.

Em setembro do ano passado ele pensou em “seguir a sugestão” dos críticos. Decidiu dar início a um projeto de entregar tablets – o helicóptero era provocação – para crianças em seis vilas carentes, onde 50% das crianças não chegam a frequentar a primeira série, e voltar só depois de um ano para avaliar se as crianças aprenderam a ler. Simples assim, disse Negroponte. O tablet de plástico que está sendo desenvolvido pelo pessoal do OLPC é a nova geração de dispositivos que possivelmente irá substituir o laptop original.

A ideia desse novo projeto é que ao abrir o tablet, crianças nigerianas, paquistanesas, afegãs, entre outras, possam escutar histórias. O objetivo é que as crianças aprendam a ler ouvindo histórias. Segundo Negroponte, é assim que 20% das crianças se alfabetizam. Com isso, crianças seriam agentes de mudança em suas comunidades, podendo, por exemplo, ler para seus avós analfabetos.

Fazem parte do projeto Sugata Mitra (Hole-in-the-Wall) e Maryanne Wolf (professora da Tufts University, autora do livro Proust and the Squid: The story and science of the reading brain).

Além de contar sobre o novo projeto, Negroponte resgatou a história de como começou a trabalhar com o OLPC e mostrou inúmeras fotos de crianças de diversos lugares do mundo atentamente mexendo em seus computadores. Ele falou também sobre o lado empreendedor da iniciativa, tema de interesse para os alunos da disciplina, ressaltando que sempre procura fazer algo diferente do que “os movimentos esperados do mercado” fariam.

Leiam abaixo algumas das perguntas feitas pelos alunos:

Como a criança vai aprender a ler se não tem comida no prato? E o risco do pai vender o tablet?

Negroponte: Pergunta fundamental. Não devemos educar crianças famintas? Ninguém diria para segurar a educação enquanto não tivermos água limpa…. Claro que precisa andar junto! 

Mesmo nos lugares mais pobres, os pais querem que seus filhos sejam educados. Os laptops estão seguros nas favelas brasileiras pois os criminosos querem que seus filhos sejam educados. O laptop verde é conhecido como sendo usado para educação: ver um adulto carregando soa estranho. Virou um símbolo.

Qual é infraestrutura necessária?

Negroponte: Conexão à internet basta e custa em média 30 centavos de dólares/criança/mês. O custo do laptop é de um dólar/mês/criança. 

Como você negocia o conteúdo do laptop com o governo? Alguém pode dizer que os livros escolhidos são errados.

Negroponte: Deixamos o país escolher os livros que quer. Fazemos tudo possível para ser livre acesso, open source, open software.

Por que não um smartphone por criança?

Negroponte: Livro tem um tamanho adequado para a leitura; é tudo por conta do tamanho da tela (…).

Você embarcou em uma nobre missão, tipo Madre Teresa, e é criticado há anos. Como isso te afetou pessoalmente?

Negroponte: Cresci com um gene extra de segurança. Aos poucos fui criando uma pele de elefante: I don’t care. Claro que fico com raiva de vez em quando, mas ser mais velho ajuda.

* O objetivo da disciplina Media Ventures, oferecida por Sandy Pentland e Joost Bonsen, do Media Lab (MIT), é ajudar o aluno a compreender como mídias emergentes e inovações digitais se traduzem em realidade comercial e transformam a sociedade.

MIT inusitado. MIT Laboratory for Chocolate Science. Quem diria?

MIT inusitado.

MIT Laboratory for Chocolate Science.

Quem diria?

Mulheres na ciência: pelejando, aos poucos as desigualdades diminuem

Pelejar* foi o verbo que me veio à cabeça assim que terminei a visita à exposição “Tell her to go to it”, que conta as trajetórias de algumas mulheres no MIT.

“Women’s Laboratory” (MIT), fundado em 1876.

Capítulos de uma árdua batalha para que mulheres pudessem participar dessa tal de ciência e tecnologia. Como? Por meio de muita insistência, quebras de preconceitos, persistentes passos firmes. Primeiro, brigando pelo direito de frequentar aulas, então exclusivas para homens. Depois veio a luta por espaço, moradia, cargos administrativos e acadêmicos. Alguns destaques:

1867: seis anos após a inauguração do MIT, Anita Tyng e Rebecca Shepard escreveram uma carta à instituição pedindo que frequentassem aulas de química. Receberam a seguinte resposta: “Não podemos atender ao pedido sem gravemente constranger a organização do laboratório e outros departamentos (…)”.

1870: Ellen Swallow Richards é admitida no MIT como estudante especial e foi a primeira estudante mulher da instituição. Ela conseguiu entrar após muita insistência, pedindo ao professor que só a julgasse depois que acompanhasse seu rendimento. Deu certo!

1876: Ellen Swallow ajuda a fundar o “Women’s Laboratory” (foto) para formação de mulheres em Química.

1930: Mulheres começam a frequentar cursos de pós-graduação no MIT.

1963: criado dormitório exclusivo para mulheres (McCormick Hall), no campus do MIT.

1951: mulheres começam a assumir cargos administrativos e acadêmicos no MIT.

2004: Susan Hockfield é eleita presidenta da instituição. Primeira mulher e primeira representante das ciências da vida a assumir tal cargo.

Como destacou o Professor Manoel Barral em seu blog, atualmente há mais doutoras do que doutores formados no Brasil e nos Estados Unidos (aqui), mas mulheres ainda encontram dificuldade na ciência (aqui).

Conclusão? Pelejando as desigualdades diminuem.

A exposição foi aberta no mês passado e ficará até dezembro na pequena e preciosa Maihaugen Gallery, no campus do MIT.

*“Eu pelejei para arrumar umas mangas de vez para fazer um doce para você, mas não consegui, minha filha”, dizia meu vô Jorge. E ele pelejava mesmo, tentava, lutava, batalhava para satisfazer seus netos com… bolo de espinafre com banana, marmelada de Luziânia em caixinha de madeira, e por aí vai.

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