Ritalina: A solução para seus problemas?

Em um outro post sobre um vídeo do Bart Simpson com TDAH (Déficit de Atenção e Hiperatividade) acabei comentando sobre a Ritalina, que é hoje o medicamento mais prescrito em casos como este.
Para satisfazer mais minha curiosidade, fui atrás de mais informações e vou citar aqui o que li no incrível livro “O Cérebro do Século XXI“, escrito pelo neurocientista Steven Rose:
“O peremptório Diagnostic and Statistic Manual, com base em dados dos Estados Unidos, agora inclui como categorias de doenças o transtorno opositor desafiante, o distúrbio do comportamento destrutivo e, mais notavelmente, uma doença chamada de distúrbio de hiperatividade e déficit de atenção, que supostamente afeta até 10% das crianças pequenas (principalmente meninos). o ‘distúrbio’ é caracterizado por fraco desempenho na escola e incapacidade de se concentrar nas aulas ou de ser controlado pelos pais. Supostamente é consequência de função cerebral defeituosa associada a outro neurotransmissor, a dopamina. O tratamento prescrito é um remédio análogo à anfetamina, chamado Ritalina. Há uma epidemia mundial crescente de uso da Ritalina. Dizem que as crianças não tratadas apresentam um risco maior de se tornarem criminosas, e há uma literatura em expansão sobre ‘a genética do comportamento criminoso e anti-social’. Será esta uma abordagem médico-psiquiátrica apropriada para um problema individual, ou um quebra-galho barato para evitar a necessidade de questionar a escola, os pais e o contexto social mais amplo da educação?” (pág.14)
“…não há dúvidas que a Ritalina ‘funciona’, como no testemunho de crianças entrevistadas (…). Entretanto, a Ritalina não ‘cura’ o TDAH mais que a aspirina cura a dor de dente. Mascarar a dor psíquica indicada pelo comportamento destrutivo pode propiciar um espaço para pais e professores respirarem e para a criança negociar um relacionamento novo e melhor; mas, se a oportunidade não for agarrada, mais uma vez vamos nos encontrar tentando ajustar a mente, em vez de ajustar a sociedade.” (p. 289).
Fiquei até sem palavras!

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Discussão - 50 comentários

  1. Luciana disse:

    “a genética do comportamento criminoso e anti-social”
    Agora vc imagina carregar um estigma como esse!

  2. Giselle disse:

    No fim da tese de doutorado, tendo que defender aquela m., desenvolví uma crise depressiva. Procurei um psiquiatra e saí de lá com uma receita de antidepressivo. Parei de chorar. Mas a vontade não passou. Os experimentos continuavam a não funcionar. O diálogo orientador-aluno ainda era ruim e, enfim, todos os questionamentos continuavam os mesmos! Mandei o remédio se catar e comecei a fazer terapia. Voltei a chorar. Mas aos poucos, fui desenovelando os nós e resolvendo os pontos de conflito. Resultado: a tese voltou a andar, defendí no ano passado e a depressão se foi! Sem antidepressivos. Não digo que não há um fundamento neuroquímico, mas se a base ambiental não for trabalhada, de nada adianta equilibrar a neuroquímica. Aliás, a neuroquímica pode ser equilibrada alterando-se o ambiente, não só com remédios de ação local.

  3. daqui a pouco estamos igual ao filme Minority Report!

  4. Legal! Vou ouvir a entrevista que o autor citou no site e darei meu parecer em seguida! :)

  5. Adorei seu depoimento! Que bom que conseguiu melhorar, melhor ainda sem o uso de medicamentos! Defendo a visão do autor do livro que citei: embora os medicamentos ajudem, a resposta está na verdade muito mais além dele! Muito obrigado por dividir sua história conosco!

  6. Noeliza disse:

    Epaminonfas, seu blog é muito bem informado! Está no meu, claro.
    Gstaria de esclarecer sobre o uso de ritalina, de forma entendível. Na verdade existem duas formas de procedimento.
    1. Administra-se ritalina como tentativa de acelerar as trocas neuronais necessárias na parte do cérebro responsável pelo contrôle de impulsos, frustração….
    2. Ou administra-se neuroléptico, carbamazepina ou outro indicado para atuar na desaceleração de pensamento e agitação interna(ou externa). Na verdade a pessoa aí é tão atenta que se perde entre vários estímulos.
    Abraço!

  7. Noeliza disse:

    Escrevi em mozilla, talvez seja melhor apagar e eu escrever via internet explorer.

  8. maria disse:

    giselle, tenho uma experiência que completa essa sua – ao mesmo tempo concorda e mostra que não há uma resposta única. também tive depressão quando devia estar acabando o doutorado. a terapia não saía do lugar, eu não conseguia pensar nem reagir nem ter vontade de mudar as coisas. nem chorar. pedi antidepressivo e concordei quando a terapeuta (que é psiquiatra) me lembrou que o medicamento não substituiria a terapia. não substituiu, mas reequilibrou a química do cérebro e tornou a psicoterapia possível. o final também foi feliz – tese feita, já não tomo remédio nem faço terapia.

  9. João Laureano Leme disse:

    A ritalina vem realmente sendo muito utilizada, mas considero perigosas associações do que alguns consideram patologias, se é que assim podem ser chamados possíveis comportamentos futuros, mas de qualquer forma, tudo o que a ciência tem compreendido e explicado tem solucionado com medicamentos e tratamento o que é muito bom.
    A ciência tem também, em grande parte dos casos, explicado as razões para o surgimentos de tais patologias o que nem sempre é observado haja vista a existência de determinada droga para “solucionar o problema”, o que sempre fica como um contorno rápido, um atalho, sem compromisso com a causa inicial.
    Tomo antidepressivos para poder manter-me estável, pois quando enfrento elevados níveis de estresse começo a apresentar traços de depressão que foi diagnosticada por um psiquiatra. Tenho amigos em situação semelhante e um primo teve que recorrer à ritalina para poder concluir as fases finais de sua graduação.
    Após todo o comentário deixo a simples opinião de que ao menos pra mim, se faz necessária uma maior compreensão por parte da sociedade como um todo em torno desse tipo de problema, para que os remédios não acabem tornando-se o soma da nova geração. Conheço pessoas que recorrem a medicamentos como pílulas da tranquilidade eterna, viciados literalmente, sem perceber que o meio em que se encontram deveria ser alterado de forma a fazer desaparecer a patologia da qual foram clinicados. Essa parte me faz pensar e em seu texto gostei da atenção dada a ela.
    O que importa para o homem é o homem, infelizmente nem todos possuem essa consciência. Belo blog, estarei retornando para conferir os novos posts.
    Faltava um blog sobre assuntos mais importantes do que vídeos do youtube (que foram os únicos que andei visitando durante um tempo).
    Abraços!

  10. Andre Falido disse:

    NÉRD

  11. Miranda disse:

    Se vc mesmo diz ” embora o medicamento ajude” porque esse discuros virulento e preconceituoso contra o mesmo ?
    Porque combater algo que, comprovadamente ajuda muitas pessoas ?
    Não é possível falar bem da necessidade de psicoterapia sem falar mal do medicamento ? #que como vc mesmo reconhece, é benéfico#. Ou tudo tem que ser uma guerrinha tola entre psiquiatria x psicologia ? porque não utilizar o E em lugar do OU ?#medicamento E psicoteria, não, medicamento OU psicoterapia#.
    E vc tenta no início do texto, tenta desdenhar o enquadramento médico do TDAH. Se vc realmente é um daqueles que pensa que o TDAH não existe, vc não tem a menor idéia do assunto que está tratando.

  12. iracema disse:

    olha eu queria saber quanto tempo antes devo tomar RITALINA
    pois eu preciso fazer teste de voltante e nao consigo e prentendo tomar esse medicamento …obrigado se tiver uma resposta pra min

  13. Júlio Cesar Proença disse:

    Sou TDAH e tenho reais melhoras no meu comportamento depois do uso da Ritalina, mas é mesmo algo cronico. É para o resto da vida. Só eu sei o que sofri na minha juventude e infancia por insencibilidade dos professores com o meu caso… fui muito humilhado, e mesmo embora conciente do meu estado não havia condições pessoais de superação para viver uma vida normal… hoje posso até viver normalmente, mas preciso do remédio para o resto da vida…
    a sociedade não está preparada para nós DDA’s nós é que temos que buscar um ”encaixe” nos padrões…
    abraço

  14. marcio disse:

    um neuro acaba de indicar Ritalina para meu filho de 07 anos após relatorio da escola e de uma psicopedagoga que o observaram durante algum tempo,meu medo é que por se tratar de uma droga existem risco de dependencia.
    mesmo que se confirme TDAH qual o percenual de susesso para um tratamento não medicamentoso?

  15. marcio disse:

    um neuro acaba de indicar Ritalina para meu filho de 07 anos após relatorios da escola e de uma psicopedagoga que o observaram durante algum tempo,meu medo é que por se tratar de uma droga existem risco de dependencia.
    mesmo que se confirme TDAH qual o percenual de susesso para um tratamento não medicamentoso?

  16. gui. disse:

    Marcio, seu filho provavelmete não necessita de forma alguma de nenhum estimulo externo para realizar suas tarefas e levar a vida em frente, na verdade ele vai se deparar com TDAH pelo resto da vida, e vc n vai querer drogalo com “anfetamina” substancia encontrada em diverças drogas ilicitas… Procure um terapeuta, um naturologo ou até mesmo um psycologo que possa os ajude a resolver esse possivel problema de uma maneira q n traga nenhuma agreção quimica a seu filho, bem pelo contrario que o estimule a ser quem ele é de fato sabendo lidar com seus próprios impulços, anceios e assim por diante…
    A respeito da dependencia Marcio, o efeito da ritalina eh comparavel ao da cocaina, leberaçao de dopamina e ceretonina… reflita sobre isso amigo

  17. Dinho disse:

    Qria usar ritalina alguém indicaria onde encontro?

  18. José Henrique disse:

    @ gui:
    Deixa de falar merd* seu imbecil!
    Ritalina NÃO causa dependência química, seu projeto de asno. Quiçá “comparável” a cocaína! Essa é boa…
    E o que vem a ser leberação e ceretonina?
    Vá limpar chão seu inútil!

  19. luciana disse:

    meu filho de 13 anos esta tomando ritalina ha 2 meses. Percebi que esta mais nervoso, agressivo e voltei à medica. Então ela receitou desipramina. Estou preocupada, se causa dependencia e por quanto tempo ele tera que usar. Percebi uma melhora muito grande com a desipramina, deixando ele mais calmo, sociavel. A desipramina causa dependencia? Não existe outra droga que trate hiperatividade e deficit de atenção, mas que deixe ele calmo, tranquilo, sem necessitar de um anti depressivo?

  20. Alan Louback disse:

    Luciana,eu não consigo entender pq pessoas em sua situação ficam fazendo esses tipos de indagações. Por que vc não faz as perguntas ao médico que receitou seu filho? Se não confia, pq não procura outro profissional? É evidente que o uso da Ritalina no caso de seu filho não teve sucesso, mas o médico mandou descontinuá-lo, certo? e é assim mesmo! As medidas nnão são regras gerais. Não existe receita que irá funcionar para todos os casos. Tente conversar melhor com os profissinonais aos quais confia a saúde de seu filho e, caso não seja suficiente, existe uma gama de materiais online abertos para pesquisa! Vá à luta! não espere que alguem aqui tenha a solução ideal para o problema do seu filho, já que nem o médico que teve a oportunidade de acompanhá-lo de perto, conseguiu sua confiança!

  21. Carmem disse:

    Tenho 31 anos e há 2 anos houvi falar em Défits de atenção, na época estudava muito para concurso e percebia que tinha uma dificuldade enorme em me concentrar. Semana passada resolvi fazer o P300 e o neurologista confirmou que tenho Défits de atenção, mas não me acho hiperativa pelo contrário vivo “viajando na maionese” e sou extremamente calma. Como atualmente não trabalho e não dei continuidade aos meus estudos para concurso, a médica achou melhor não receitar medicamento, mas quando retornar e sentir dificuldades, pediu para procurá-la. Pelos relatos que leio, acho que às vezes necessitamos,sim, dessas drogas lícitas para podermos ter mais qualidade de vida.

  22. Jose Leandro disse:

    Caros, apenas sofrendo do distúrbio para saber o que é. É muito fácil julgar o tratamento, mas controlar uma onda de pensamentos no cérebro e perda de concentração constante não é nada fácil. Se alguns usam a ritalina para outros fins, infelizmente é da natureza humana. Agora, os que realmente necessitam da medicação para tentar aplacar a angústia e a distração típicas do TDAH não podem ser colocados na mesma categoria. Um cérebro constantemente em curto circuito, como apenas quem sofre do distúrbio conhece, gera muitas dificuldadesem um mundo onde se prega a organização.

  23. Mary disse:

    Afe! Fácil falar em mudar algo que já nasce com a pessoa, ou seja, um problema no cérebro ou uma vida angustiada, marcas profundas não se esquecem assim, com palavras. Cada pessoa é diferente e cabe a si mesma decidir o que a torna mais feliz. Ritalina não causa dependencia, uso e me sinto muito bem, mais feliz. Tenho um problema que terapia nenhuma cura. Parabéns para aquelas pessoas que conseguem, não é o meu caso, nasci assim. Quando viajo ou saio de férias, fico até mais de um mês sem Ritalina e não acontece nada a não ser ficar com a memória lerdinha como antes. Então, não fiquem querendo dar uma de médicos. As pessoas preferem acreditar em alguém que escreve um blog ao crer em um médico experiente. Esse daí tá recém formado, v~e-se logo pela foto, se for dele mesmo. Experimentem, se fizer mal, não usem!

  24. Thiago disse:

    Até quando aqueles que carregam um fardo chamado “Déficit de Atenção” vão ser vítimas do preconceito da sociedade moderna? Déficit de Atenção não tem nada a ver com depressão ou qualquer outro problema, aliás quem ajuda aos portadores a chegarem à estados psíquicos de depressão são esses idiotas que continuam com o mesmo discurso de que é vagabundagem, preguiça, falta de vergonha, rebelde sem causa e etc. Quem não tem essa porcaria, por favor não nos julgue, pq vc não faz a mínima noção de como isso é um problema sério e que pode nos levar a graves problemas de saúde. A Ritalina não é legal, supermaneira, q dá vontade de tomar de sobremesa. Quem usa esta medicação para outros fins está atrapalhando àqueles que precisam da medicação para darem prosseguimento a suas vidas pessoais, profissionais e acadêmicas, deixando na mídia e na sociedade uma baita má compreensão do problema todo. Não sou nenhum porta-voz dos portadores e nem quero ser, mas já encheu o saco esse bando de ignorante dar veredictos à respeito de uma parada que não fazem noção do que é, isso tem q ser tratado como doença! Lembrem disso!

  25. Nini disse:

    Descobri recentemente que sofro do transtorno do deficit de atenção. Quando criança ou adolescente não apresentava problemas na escola, porque apesar de não prestar atenção àquilo que não me interessasse, desenvolvi um método próprio de estudos. Mas lendo uma entrevista e posteriormente um livro, ambos da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, percebi que uma série de características minhas estavam atreladas ao transtorno.
    Menciono estas características no sentido de poder ajudar outros que tenham o mesmo tipo de problema:
    Desvio freqüente da atenção
    Desorganização
    Perda constante de objetos (documentos, chaves, carteira, cartões, etc)
    Procrastinação
    Esquecimentos (deixar a chave na porta da casa, onde deixei o carro,etc)
    Dificuldade em permanecer em atividades obrigatórias
    Não vejo problema algum em tomar um medicamento para um problema de origem neurológica. Devo iniciar um tratamento com Ritalina, com a mesma tranqüilidade e com o mesmo cuidado que iniciaria um tratamento para pressão alta.
    Porque tais características estão associadas a minha personalidade, não as vejo necessariamente como desejáveis. Alguém disse no fórum que temos que ser o que somos , mas também podemos desejar transformações e elas podem envolver química, porque a vida também é química, é corpo.
    Não me perece existir uma razão para deixar de tratar um problema, porque este está atrelado à mente, a menos que se considere mente tão somente como uma alma iluminada e se negligencie sua materialidade.

  26. Neverinda disse:

    A poucas semanas descobri que tenho TDAH, que para me tornar curada (por assim dizer), tenho que tomar o Ritalina…
    Tenho alguns receios sobre o medicamento pois andei lendo que ele pode causar dependecias físicas e psicologicas…(não me recordo aonde eu li)..
    É veridico isso?
    O Ritalina pode causar dependecias?
    Atenciosamente
    Neverinda

  27. Liliane disse:

    Há 8 meses entrei em depressão devido a uma alta carga de stress, foi ao neurologista e ele me receitou Ritalina, para tratar Deficit de Atenção, supostamente diagnosticado, mas eu não fiz o uso do medicamento, somente do ansiolitico, mas agora estou grávida e a depressão voltou novamente. Neste caso eu devo começar o tratamento com a Ritalina?

  28. Daniel Garcia disse:

    Vou deixar meu testemunho: Há cerca de 10 anos minha ex psicóloga me informou que eu poderia ser TDAH. Na época isso era novidade, logo parei de fazer análise e esqueci do assunto. Naotratei. Por toda a minha vida tive problemas emocionais, problemas de relacionamento familiar, falta de foco, falta de vontade em fazerr o que nao gostqava, em estudar o que nao me interessava, me envolvi com todo tipo de droga possivel e por Deus nao sei como nao viciei. Olhando pra trás vejo minha vida como um emaranhado e fortes emoções, loucuras e flashes que no lembro muito bem. Me formei colando na faculdade, até hj, com 35 anos, nao tenho uma independencia como deveria pois sempre tive tudo do melhor e sou muito acima da media em inteligencia quando o assunto nao é uma obrigação academica chata.
    Pois bm, comecei a fazer o tratamento com a melhor medica especializada aqui no Rio. De cara ela me enquadrou no diagnostico, só pela forma de eu falar, olhar, mecher as maos e ao responder o questionario eu era 100% tudo o que ele perguntava. Ela me disse ser um TDAH tipico e eu, sem acreditar muito no q isso mudaria minha vida…
    Passei a tomar RITALINA há 1 mes, nas primeiras semanas so notei que minha sandalia passei a nao perder na casa, minha chave do crro ficava no mesmo lugar, minhas coisas mais arrumadas…só isso! Na quarta semana, alias, anteontem, simplismente aconteceualgo muito forte na minha vida…FOI COMO SE EU TIVESSE MÍOPE E DE REPENTE UM OCULOS FOSSE COLOCADO NA MINHA VISTA….COMO SE EU TIVESSE PASSADO ANOS MEIO CEGO E DE REPENTE ENXERGASSE…. FOI COMO SE EU TIVESSE OUVINDO UM RADUIO MIUO FORA DE ESTAÇÕ A 35 ANOS E DE REPENTE UMA MAO SANTA COLOCASSE NA ESTAÇÃO FM DIREITINHO PRA MIM! rapido e simple assim!
    Descobri, apavorado, o quanto vivi por decadas desfocado, meio distante da realidade, pensando demais, avoado demais, sem qualquer foco…cheio de talento, mas desperdiçando ele…achando que tava vivendo, mas vendo a vida passar sem prestarmuita atenção! deixando as tarefas pro dia seguinte, sem sentir a dor por nao faze-las, dependendo de familia e achando normal!
    De uma hora pra outra me encherguei como homem, minha moralaflorou como nunca, senti o orgulho ferido pela minha vida bagunçada, minha honra falou mais forte, chorei por ver o qquanto isso é uma doença sim, uma coisa seria e que deve ser tratada. Chorei por ver que sem esse remedio, toda manha, no dia seguinte eu perco o foco denovo e começo a viver achando que t vivendo quando estou só vagando!
    Portanto galera, ao falar de RITALINA estamos falando de um remedio pra quem tem uma doença de atenção chamadda TDAH. Praquem realmente tem isso, é a cura, mesmo q temporaria…é o oculos pra ver a vida e forma correta, o botao de sintonia do radio, a forma de vc se organizar e ser voce, um sujeito homem, digno e de caráter…Uma pessoa equilibrada dentro do q é certo e errado!
    Pra quem nao sofre disso esqueçam….O efeito nuca será o mesmo, sera apenas uma anfetamina a te deixar ligadao a mais, nesse caso mais facil tomar um ecstasy ou cheirar pó, pois pra quem nao tem TDAH, a RITALINA é uma droga como qualquer outra!
    Pra mim, sera minha companheira pra sempre…Antes com ela do que sem!
    Abraços

  29. Dulce garcia disse:

    PARABENS DANIEL, VC FALOU TUDO! MUITO BOM.

  30. renata disse:

    Gostaria de mencionar, o quanto depoimentos como estes ajudam pessoas que estão começando agora.
    O depoimento de Daniel é fantástico.
    Meu filho tem 9 anos, usa ritalina á 03 anos. claro que toda mãe quer seu filho “perfeitinho”, quando soube, o que acontecia com ele, fiquei apavorada, mas aí, tinha que escolher ou toma remédio, faz terapia, muítos esportes ou vive sozinho (uma crianças que chora porque não tem amigos, é muito triste), é rotulado na sociedade (escola,família, festinhas), ele que parar e não pode, não consegue.
    Então dou-lhe a medicação, prescrita por um médico conceituado, oqual aprendi á confiar, e rezo todas as noites assim: “Senhor que esta medicação só lhe faça bem, nunca lhe faça mal.”. E acredito que deus cuida das crianças.

  31. Christiane Garcia disse:

    Daniel, sua estória me emocionou muito e você foi muito feliz nas suas colocações. OBRIGADO! Eu estou começando a tormar ritalina por prescrição médica (inlclusive ontem foi o primeiro dia) e acredito muito no que você falou. Agente tem que correr para melhorar nossa QUALIDADE DE VIDA, e se necessário COM remédio. O importante é procurar profissionais bons, especialistas nas áreas. É uma pena que nem todos tem condições.

  32. Rafael disse:

    Pessoal, comecei o tratamento com ritalina a 2 meses. Mas antes, eu nao tinha nem um conhecimento sobre o assunto.
    O que chamou a minha atencao foi quando fui ao dentista e na sala de espera, peguei uma revista pra ler e tinha uma materia sobre TDAH. Logo algumas caracteristicas do TDAH se enquadrou comigo e comecei a pesquisar mais sobre o assunto.
    Apesar de eu ter percebido que tenho todos os sintomas nao procurei um profissional, ate entao eu tinha 23 anos.
    Mas isso nao deixou de sair da minha cabeca. Pois eu nunca conseguia terminar um projeto que comecava, muitas vezes desistia e muitas vezes comecava outro e assim sempre foi por toda minha vida. Na escola, pra resumir, era meu corpo na sala de aula e minha mente em um mundo paralelo com milhares de pensamentos ao mesmo tempo, sofri com isso por 24 anos. Um belo dia resolvi procurar um profissional e foi realizado o teste e a profissional ficou impressionada com o resultado. Apesar de eu ser muito calmo, fui diagnosticado com TDAH. Vou falar aqui o que falei pra doutora ao responder suas perguntas:
    PENSO EM FAZER VARIAS COISAS, MAS ACABO
    FAZENDO NADA, e pra piorar fico mal por nao ter feito
    o que era pra ser feito.
    Comeco a fazer varias coisas ao mesmo tempo
    ai fico perdido, depois desanimo.
    Tenho muita criatividade praticamente pra quase tudo,
    mas nunca boto em pratica, fica apenas no pensamento, so quando o assunto e trabalho tenho que concluir custe o que custar, falando nisso, perdi muitas oportunidades de trabalho
    analisando tudo isso. ( acabei de chegar nessa conclusao***)
    Gosto muito de ler sobre todos assuntos, mas nunca leio nada
    por impaciencia, desconcentracao rapida e o pior sintoma pelo menos para mim, acabo pensando em outra coisa, viajo ai quando volto ao livro, ja nao lembro mais do assunto e largo mao. Agora com 24 anos, 2 meses tomando ritalina, posso afirmar que tenho uma outra vida, e o mais importante, uma vida mais saudavel. De todos sintomas negativos que dizem por ai o unico que tenho e dor de cabeca apenas. Como nosso amigo Daniel relatou logo acima, em outras palavras, parecia que passei 24 anos com os olhos vedados da realidade.
    Em apenas 2 meses afirmo que sou outra pessoa, em todos aspectos. Pra deixar bem claro para as pessoas que felizmente nao sofrem de TDAH, a ritalina nao nos faz mais inteligentes, ela apenas ajuda a organizar conflitos de pensamentos. Imagina um HD todo desfragmentado por natureza e seu processador nao consegue organizar o mesmo porque sao muitas informacoes voando de todo lado para todo lado e a uma velocidade acima do normal, ai voce baixa ou compra um programa que faz essa tarefa, assim somos, os portadores de TDAH, usamos ritalina ou outros meios recomendados por profissionais da area. Uma pesquisa feita,(*informacao de um video do youtube sobre TDHA mas nao me recordo da fonte.) pessoas que possuem TDHA, tem QI mais elevado que pesssoas
    normais mas sao disperdicados devido aos sintomas.
    Entao e isso pessoal, queria trazer tal informacao aqui, assim podemos ajudar pessoa que tem TDHA porem nao tem o conhecimento da doenca, pois sobrer com isso por 24 anos e muito triste, desconfortavel e prejudica muito a vida da pessoa que tem e nao sabe.
    Abracos

  33. Catarina Silva disse:

    EM Portugal existe uma terapia inovadora para o défice de atenção, com e sem hiperactividade. É nestas alturas que tenho orgulho em ser Portuguesa. Deêm uma vista de olhos
    http://www.mindstation.com.pt

  34. Sidnei disse:

    TODO MEDICAMENTO VAI ALIVIAR AS DOENÇAS, MAS NEM SEMPRE IRÁ CURA-LAS, A CURA DEPENDE DE COMO NÓS LIDAMOS COM NOSSA REALIDADE INTERIOR, JÁ QUE EU QUESTIONO A IDÉIA DE QUE TEMOS DOENÇAS E PROBLEMAS, SERÁ QUE NÃO É NÓS É QUE CRIAMOS DOENÇAS E COLOCAMOS PROBLEMAS NESTA VIDA? AS DOENÇAS POR EXEMPLO É UM SINAL PARA O SER HUMANO CUIDAR MAIS DA SUA SAUDE, MAS A MELHOR SAÍDA É CADA UM CUIDAR DE SÍ, EVITANDO ESTES TRANSTORNOS MENTAIS, POIS SOMOS 100% RESPONSAVEIS PELAS COISAS QUE FAZEMOS NA VIDA, E AS DOENÇAS E OS PROBLEMAS ESTÃO INCLUIDOS NISTO

  35. junior disse:

    com muito esforco consegui ler esses relatos e afirmo que me ajudou bastante saber sobre esse remedio (ritalina),eu acho que ja passei da hora de tomar essa medicacao ,pois sofro de disturbio de atencao a 34 anos e nao assumo,aonde acho um profissional nesse assunto em goiania

  36. edu disse:

    Felipe Epaminondas,
    As colocações que você expõe são como se a sociedade (escola, por exemplo), devesse adaptar-se a pessoas que tem TDAH. Ainda, pelo que entendi, há um quê de dúvida sobre o TDAH ser realmente causado por disfunção cerebral congênita.
    Bem, caso o TDAH tenha realmente origens que não disfunções cerebrais relacionadas aos neurotransmissores, até é válido falar em “ajustar a sociedade”, para que esta não “gere TDAHs”. Agora, se as causas estiverem realmente no âmbito neurológico, meu caro, esquece isso de a sociedade adaptar-se aos portadores de TDAH, que isso para mim beira a ficção. Não vejo como realístico a sociedade adaptando-se à 10% de seus indivíduos que pouco conseguem desenvolver, tamanho nível de distração ou hiperatividade em seu comportamento. Principalmente havendo uma droga que bloqueie estes sintomas.
    O que deve é haver continuidade nas pesquisas sobre o que realmente causa o TDAH, se são fatores sociais ou neurológicos, e o que pode ser feito a nível de cura, para não mais dependermos de medicamentos que somente bloqueiem os efeitos do TDAH e que ainda podem causar outros males.
    Entretanto, enquanto não houver a tal cura, é difícil convencer uma pessoa que ela não deveria tomar um medicamento que a faz sentir-se como uma pessoa normal (ou seja, que consegue não só idealizar como também concluir projetos). Da mesma forma, não venha tentar convencer-me de que eu devo aceitar e assumir o meu jeito de ser “diferente” (leia-se distraído, sonhador e pouco realizador), e que a sociedade é que deveria tentar adaptar-se a mim, e não eu a ela. Isso é fácil no discurso.

  37. Jose Rubens Naime disse:

    Achei os comentários de alto nivel, gostei muito do comentário do Daniel. Sincero, honesto, sem preconceito nem intimidaçao, nem induçao ao uso de medicamento, mas verdadeiro e humilde. Penso que apesar de a sociedade querer normatizar o comportamento, as pessoas que tenham um disturbio que as prejudiquem pessoalmente e que tambem acabam prejudicando o seu meio social, podem e devem se beneficiar das conquistas cientificas que o mundo da medicina consegue. O que seria do mundo sem a luz??? E sua descoberta tambem foi cercada de medos.Naime

  38. Raquel disse:

    Opa! Posso fazer uma pergunta? Eu vi o post da Noeliza. Faz um tempo que eu insisto em fazer uma avaliação de TDA seria, mas ninguem me dá bola pq eu tive um desempenho academico normal e satisfatorio(em termos de notas! Mas só eu sei o que me custou). Mas eu sempre tive mts problemas escolares, desde a alfabetização. Até que um psiquiatra nao me descartou de cara, mas me passou um remedio chamado AMATO (topiramato). Saí de lá arrasada, eu que me defino como uma pessoa lenta recebi uma medicaçao pra reduzir uma “hiperexitabilidade neuronal”. Agora lendo o post da noeliza, me perguntei, esse remedio que ele me passou seria do tipo que vc referiu?

  39. Daniela disse:

    Li o comentário do Daniel Garcia e fico triste em saber que infelizmente muitas pessoas que ainda não conhecem a verdade ficam tão iludidas com os efeitos da ritalina. Estamos virando robôs domesticados com essas drogas da obediência. Quando eu tomava, tb em sentia assim, parece que eu tinha um óculos para enxergar o que fazia de errado e achava que a ritalina estava me “concertando” . Mas hoje através da filosofia descobri que existem outras formas de vivermos bem sem remédios e que essas doença inventada, inventada sim, o TDAH nada mais se trata de pessoas que tem opinião e não querem e não aceitam ser manipuladas pelo novo sistema. Aceito a mim mesma como sou e vivo bem melhor assim, na boa, entre remédio e sabedoria, vida saudável, eu fico com a opção 2

  40. Sergio disse:

    O Dani!! faz isso não!!

    O Rafa;Daniel e outros depoentes foram tão felizes e sinceros em suas declarações; declarações estas que só nos ajudam a ter uma qualidade de vida melhor, a sair deste estado letárgico em que nos encontramos, e você joga esse balde de água fria em quem quer, e agora pode ser feliz.
    Você vem nos dizer que é melhor ficar cego do que usar óculos; há pára!!
    Acho que faltou mais algumas doses de RITALINA para o seu tratamento, volte ao seu médico para lhe receitar um tratamento vitalício.
    Um grande abraço e volte a ser feliz!

  41. SANDRA disse:

    Eu também tenho TDAH, tenho 41 anos e confesso que minha vida não foi fácil…
    Sempre me achei diferente, perdida em meus pensamentos, com milhões de idéias, mas sem muitas realizações…
    Tive uma infância marcada por altos e baixos, períodos de intensa atividade e também momentos de fuga da realidade. As vezes era tachada de pestinha, de desobediente, de avoada, de irresponsável… Em outras era um anjo, boazinha, quietinha, criativa, amiga…
    Meu irmão tinha um comportamento parecido com o meu, mas quando criança foi diagnosticado com disfunção cerebral mínima, recebendo tratamento e cuidados especiais. Eu não, eu era a rebelde sem causa.
    Meu avô me entendia, me aceitava, confiava em mim, graças a essa pessoa maravilhosa eu não me perdi e me tornei uma pessoa má. Ele confiou o suficiente em mim. Me ajudava com as tarefas escolares, focava no meu lado bom, nas minhas qualidades e potencialidades. Tive algumas dificuldades nos anos escolares iniciais, mas graças a ajuda dispensada pelo meu avô e por professores maravilhosos que puderam perceber minhas qualidades pude me tornar uma boa aluna. Tive algumas dificuldades relacionais, era um pouco reservada, mas tive grandes amigas enfim apesar de atrapalhada fui um pouco feliz. Na adolescência continuei avoada, desorganizada, sonhadora. Me apaixonava e desapaixonava na mesma velocidade, não usei drogas ilícitas, mas me envolvi e relacionamentos arriscados. Adorava namorar… Fumava bastante, três carteiras de cigarro por dia. Parei de estudar no segundo ano do ensino médio. Tive muitos relacionamentos, nada de mais sério. Passei por várias crenças religiosas, tive inúmeros empregos, nas mais variadas áreas, iniciei mil projetos e não concluí nenhum. Conheci meu atual marido e depois de 6 meses estávamos casados. Hoje já fazem 20 anos. Hoje sou esposa, mãe de três filhos lindos, todos com comportamento TDAH, me formei em pedagogia em uma universidade pública aos 38 anos, sem fazer cursinho, sem Ritalina, apenas estando focada. Também passei em concurso público em ótima colocação. Continuei com minha desorganização, falta de foco, procrastinação, conflitos relacionais, etc. Meu tratamento se iniciou com a descoberta do transtorno no meu filho mais velho. Desde pequeno ele sempre foi ligado nos 220 wolts, procurei tratamento sem sucesso, descobri aos sete anos que ele tinha hiperhatividade. Minha vida era um inferno, eu era chamada todo dia na escola, por conta do comportamento dele; agressividade, impulsividade. Os profissionais da escola falavam que meu filho era mau educado,e TAMBÉM ME QUESTIONAVAM SE EU ESTAVA PASSANDO ALGUMA DIFICULDADE NO MEU RELACIONAMENTO MATRIMONIAL QUE PUDESSE ESTAR INTERFERINDO NO COMPORTAMENTO DO MEU FILHO. As pessoas não acreditavam em TDAH, achavam que era falta de educação. Foi aí que eu resolvi ler e estudar sobre o assunto. Fui fazer pedagogia, para poder ajudar meu filho e outras crianças e adolescentes com o mesmo problema. Meu tratamento começou aí com o empoderamento do conhecimento. Com conhecimento podia confrontar os profissionais. Quando eles falavam que era falta de educação eu pedia para eles estudarem. levava textos, indicava livros. Aos poucos fui conquistando respeito. Esta parte foi uma grande conquista. Meu filho tomou medicação por algum tempo, agora não toma. Eu estou tomando Ritalina, mas já tomei muitos outros tantos medicamentos. A Ritalina está me fazendo bem, estou mais concentrada, mais calma, mais eu, estou feliz, até consigo fazer minhas orações… A Ritalina não é uma panacéia, mas sem dúvida é parte importante do tratamento, que juntamente com a terapia cognitiva comportamental e com a informação ajudarão as pessoas com esse comportamento a se sentirem realmente vivas. Elas descobrirão que elas não são o problema, que o problema está no funcionamento de seu cérebro. Mudanças de comportamento ajudam sim, o meio interfere sim… As expectativas que colocamos nas pessoas fazem toda a diferença. Pessoas com comportamento TDAH precisam ser estimuladas em suas potencialidades, precisam de pessoas e situações que as desafiem e acima de tudo precisam de amor.
    Felicidades.
    Um beijo grande a todos os familiares e pessoas com TDAH, vocês são especiais.
    Sandra.

  42. Iris disse:

    Será que li texto diferente dos que estão comentando aqui? Ou, provavelmente, não leram até o final?
    Não vi menção de dúvida quanto aos benefícios da Ritalina para portadores de TDAH, mas sim a ressalva de que o medicamento pode ser muito mais positivo ao paciente se casado com terapia, empatia e colaboração por partes dos pais, professores, etc. “Mascarar a dor psíquica indicada pelo comportamento destrutivo pode propiciar um espaço para pais e professores respirarem e para a criança negociar um relacionamento novo e melhor; mas, se a oportunidade não for agarrada, mais uma vez vamos nos encontrar tentando ajustar a mente, em vez de ajustar a sociedade.”

  43. Vamos ser realistas, não pretendo colocar o dedo na cara de ninguém, já precisei de psiquiatra e psicólogo. Depois que o psiquiatra me curou, me curou mesmo, porque a crise bipolar que tive foi para suicídio e se encaminhava talvez um coma, vem o psicólogo dizer que eu nunca precisaria tomar nenhum medicamento, que a terapia ajudaria. Bom daí é fácil depois de o Dr que estudou 12 anos, contra 4 ou 5 de um psicólogo dizer isso. Tem que se tomar muito cuidado, tem muito psicólogo por aí morrendo de fome, daí vem com teses de psicoterapia sem remédios, ou seja, o individuo vai gastar o resto da vida pra talvez nunca resolver seus problemas. Tem psicológos honestos e psiquiatras que também receitam qualquer coisa. Nem lá nem cá, há casos que sem remédio a pessoa vai ficar andando em círculos.

  44. Edu TDAH 12.2011 disse:

    Hoje é o oitavo dia de Ritalina – Estamos em 12.2011 e faço analise desde 01.2008 – O motivo da analise – Insatisfação – Hoje com 42 anos e então com 38 não entendia o motivo de minha insatisfação – Sempre fui insatifeito com tudo. Nunca consegui desenvolver serviços repetitivos, ou chato, ler livro nem pensar só o necessário, porém consigo controlar diversas coisas ao mesmo tempo, adoro mandar e sou muito detalhista, não faço, mas quero que façam do meu jeito.
    Casado desde os 20 anos, levei meus estudos com muita dificuldade sempre passando em recuperações e reprovado na 6ª serie 1º colegial mesmo assim após o colégio fiz 1 ano de técnico e em seguida Cursei Ciencias contabéis, sempre tive apóio de minha mãe e depois minha esposa. Sempre me vi como um pessoa preguisosa, mas inteligente, e não entendia por que não conseguia me desenvolver profissionalmente. Com dois anos de analise consegui me intender melhor, enxerguei que sempre coloquei culpa nos outros, já tinha melhorado. Com o falecimento de minha mãe em 05.2010, e na mesma época peguei mais responsabilidades no serviço, apareceu a pressão alta, e o cardio disse que era “frescura” e pediu para ir a psiquiatra que me passou uma sequencia de antidepressivo para controlar a ansiedade. Depois de 8 meses parei no sexto medicamento, que já era um controlador de humor (remedio para bipolaridade). Continuei com a analise e a insatisfação, o que já tinha definido – Não estava tomando mais decisões importantes, e formava uma serie de opções e não concluia nenhuma, logo ficava insatisfeito, outro ponto planejava academia, ingles, pós e não fazia nada ou até começava o ingles e logo parava. e em 10,2011 meu analista pediu para eu ir ao psiquiatra solicitar analise de TDAH, ele me encaminhou para outra psicologa especializada em testes TDAH e deu na mosca. Fui medicado com a Ritalina, não tive dúvida comprei no mesmo dia, volto com mais noticia.
    A parte engraçada. Alguem já viu o youtube do Bat Simpsons TDAH. http://www.youtube.com/watch?v=WHJYRA9qR5o&feature=related

  45. juliano disse:

    tomo ritalina a seis meses, pois sou hiperativo com deficit de atencao a vida inteira, fico muito feliz em saber que existe medicamento para esse traço da minha personalidade e para o meu diferencial cerebral… se causa dependencia ou nao, acredito que vai da cabeça e da responsabilidade e seriedade com que cada pessoa fará uso do medicamento. concordo plenamente com um comentario que li sobre varias duvidas de uma mãe preocupada, as respostas quase sempre corretas e seguras vão partir do medico que prescreveu o tratamento com uso do medicamento. obrigado mais uma vez

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