TDAH nas escolas

No último post citei a posição do neurologista Steven Rose, que defende que a cada dia medicamos mais as pessoas como se os vários transtornos comportamentais fossem apenas “doenças da mente”, quando na verdade, muitos outros aspectos sociais estariam em jogo, o que nos faz questionar se estas doenças estão mesmo nas pessoas ou na sociedade.
Mas se o problema realmente estivesse na sociedade, não seria então ela que deveria mudar para melhor? Impedindo assim que as pessoas se tornem “doentes” (ou fazendo com que elas “se curem”)? Se dissermos que só a Ritalina não é suficiente para as crianças com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), não deveríamos então educar os pais e professores sobre outras formas de ajudá-las?
Sim! E aqui está um exemplo disso na escola:

Este vídeo eu vi primeiro no blog Serpsico.

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Discussão - 32 comentários

  1. LUIS FERNANDO disse:

    oi Felipe, muito bom seu blog.
    Concordo com voce, quando diz que a “sociedade é que precisa ser tratada, ou mudada”.
    Vejo que a sociedade atual nao aceita os padroes comportamentais infantis (que sao assim ha milhares de anos). Entao, talvez estejamos “patologizando” uma traço normal infantil (curiosidade, atividade alta), e abrindo uma grande fatia de mercado para os laboratorios farmaceuticos.
    Me perdoe o termo, mas parece que “tucanaram a brincadeira na rua” hehehe
    obrigado
    luis

  2. glau disse:

    não deveríamos então educar os pais e professores sobre outras formas de ajudá-las?
    Com certeza frog, falando literalmente na coisa, vc sabe q sou support worker e vira e mexe tenho um estudante com tdah pra ajudar na sala, nao eh facil ta, mas isso eh trabalho do professor nao meu, eh ele q deve saber como lidar com ele.
    Alias, tdah nem deveria ser reconhecido como um problema, estudantes com TDAH tendencies sao muito mais inteligentes, criativos, nao deveriam ser medicado e nao precisariam de ajuda extra na sala NAO.

  3. leanan disse:

    Apesar de concordar que a sociedade atual tem estimulado o comportamento TDAH nas crianças, discordo que o TDAH deveria ser desconsiderado como um transtorno. Acho que está faltando separar o joio do trigo, pois a negação do transtorno é tão perigosa quanto à banalização.
    Sei que fatores ambientais têm influenciado o comportamento humano, pois muitas crianças têm sido diagnosticadas erroneamente, como forma de justificar a educação (ou falta de) da criança e amenizar a responsabilidade dos pais nesse caso. A criança conversa durante a aula? TDAH. Não pára quieto e é mal educado? TDAH. E dá-lhe remédio nela para resolver um problema de educação. O transtorno vai além de momentos de distração, agitação e outros fatores.
    Uma vez, discuti com uma conhecida, que partilha da opinião de vocês, e que ao me questionar sobre como as pessoas no início do século 20 conseguiam viver com isso, sendo que nesta época não havia o conhecimento do transtorno. Simplesmente disse que essas pessoas sem dúvida devem ter sofrido muito. Antigamente, um comportamento desses, hiperatividade, falta de concentração, etc, ficaria muito mais evidente do que hoje, mas não quer dizer que não exista. Quando recebi o diagnóstico aos 26 anos, questionei severamente a utilização de medicamentos, mas mesmo assim resolvi tentar. Posso dizer que tive uma qualidade de vida melhor e meu rendimento melhorou muito, mais do que em toda a minha vida. É óbvio que se tiverem meios de melhorar sem medicamentos, eu serei a primeira a tentar,
    E mais: A questão não é se o estudante TDAH é inteligente ou não, mas sim a dificuldade que encontramos em certas situações em utilizá-la com todo o potencial. E muitos superam o Transtorno, pois são tão inteligentes e criativos, apesar do TDAh. Mas garanto que a maioria sofre no dia a dia. Só quem é de fato, sabe.
    Queria deixar registrada minha opinião, não como forma de protesto, mas como reflexão. A sociedade precisa ser tratada sim para que erros não sejam cometidos pelos profissionais e que haja banalização das doenças, como moda, mas não devemos ignorar às imprevisibilidades e os mistérios do funcionamento do cérebro humano, que vai além de qualquer compreensão humana…ainda..

  4. Felipe Epaminondas disse:

    Olá, adorei seu comentário! Demorei para responder porque ainda estou apanhando para o novo sistema do Scienceblogs, mas enfim, gostei muito de ouvir a sua opiniâo. Não acho que seria correto simplesmente eliminar o “rótulo” TDAH, nem acho que os medicamentos não ajudam só acredito que estão sendo prescritos em excesso, parece que temos pensamentos semelhantes então!
    E a psicologia comportamental têm conseguido ótimos resultados no tratamento do TDAH sem o uso de medicamentos, é uma boa alternativa!
    Abraço,
    Felipe.

  5. Edu disse:

    Descobri seu blog hoje! Parabéns pelo blog, vou acompanhá-lo com mais freqüência, parece que você está bem atualizado em relação aos acontecimentos de psicologia no mundo. Vamos ver então!
    Abraço

  6. Ziza disse:

    Olá, Felipe. Seu blog é bastante instrutivo, gosto da forma como expõe seus idéias. Parabéns! Na questão de TDAh, nos anos 70 era chamada de ‘deficiencia cerebral mínima’, tendo já passado por outros nomes. É uma entidade nosologica, ou seja, uma doença.Há divergencias na medicação. Alguns médicos utilizam ritalina, outros carbamazepina. A ritalina auxilia a funcionar o aparato de controle do limiar da frustração, entre outras coisas. A carbamazepina atua como na proteção neuronal, promovendo a concentração. Se eu estiver errada, solicito que algum neurologista ou neuropsiquiata me corrija. É uma disfunção já visualizada a partir do final dos anos 80 em aparelhos de eletroencefalograma de ultima geração. Independente do tratamento medicamentoso, é necessário um suporte ao(a) paciente e a família, para que entendam o que acontece com o paciente, se adulto. Se criança, o trabalho também é conjunto com escola,e a psicopedagogia, devido aos transtornos motores incluindo a dificuldade de concentração de atenção em um só objeto, que é o mal maior. Embora mínima esta alteração deixa o repertório comportamental do indivíduo pobre, o que pode trazer dificuldades de autoestima e futuramente perdas profissionais e afetivas.

  7. Ebi Miranda disse:

    Olá,Doutor Felipe! Estou amando seus comentários a respeito do TDAH. A minha irmã esta vivênciando, e tem tido muitos problemas com relação ao médico x escola, que não falam a mesma língua.O meu muito obridado pela atenção e carinho que tem com as família, nestas questões que são tão difíceis para as pessoas menos esclarecidas, que são tão humilhadas.

  8. Aline disse:

    É verdade. Como mãe de um portador de TDAH compreendo muito bem o comentário acima. Existe um preconceito das escolas quanto a novas metodologias de ensino que, na minha opinião, surtiriam mais efeito não só nos portadores de TDAH mas nas crianças em geral. Tem sido muito difícil essa “conversa” com a escola. E nós sofremos todos juntos. Também acho que a sociedade precisa andar no ritmo do pensamento humano. Mas as escolas estão ficando para trás. Uma pena! E muitas vezes, um crime!

  9. Henrique Modesto da Costa disse:

    Boa noite Felipe.
    Gostaria de saber onde posso encontrar tratamento em Goiânia para o TDAH?
    Atenciosamente

  10. Regina 1 disse:

    Parabéns pelo blog, excelentes vídeos! Há 21 anos tenho um filho com TDAH, embora tenha tentado ser a melhor mãe praele, o que até enciuma a outra, parece que nada do que fazemos tá certo, no príncípio não imaginava que ele tinha isso, achava que era só temperamento, custei muito a acreditar, os professsores sinalizavam que havia alguma coisa errada,mas eu em meu desconhecimento, pensava que era apenas comportamento, gênio, etc..Hoje, na vida diária, não tem sido fácil o relacionamento, baixa auto-estima mesmo quando lhe demosexcelentes oportunidades pra ser bem sucedido na vida, inabilidade da família em lidar com os conflitos por desconhecimento, diagnóstico tardio (19 anos),envolvimento com situações e pessoas problemáticas, relacionamento familiar marcado por decepções e frustrações decorrentes do comportamento, … são algumas dificuldades que enfrentamos no dia-a-dia. Parece que nada do que fazemos tá certo, e isso tá virando uma bola de neve, é uma sensação horrível, a medicação melhorou bastante a concentração, e deve ser usada mesmo, mas a psicoterapia se torna cara e o governo deveria ajudar mais. Procuro na internet, nos eventos sociais, nos livros, nas revistas, qualquer coisa que possa me ajudar mais, nem que seja um pouco, e isso tem me ajudado. continue colocando mensagens sobre o tema, precisamos repassar o conhecimento para ajudar as pessoas, isso é amor e caridade! E eu estou agradecida à vc por isso!

  11. Jane Estela Carlos disse:

    Parabéns pela iniciativa do blog!
    Sou neuropediatra, tenho experiência em atendimento de crianças e adolescentes com TDAH, sou portadora de TDAH e tenho familiares com o transtorno. O que eu posso dizer é que é realmente um transtorno… e traz graves consequências na vida de uma pessoa, se nao for diagnosticado e tratado precocemente. As consequências atingem todas as áreas de um indivíduo, familiar, profissional, afetiva, acadêmica, etc, etc. Não se trata só de crianças muito ativas, curiosas ou simplesmente desatentas, é muito mais do que isso. Existem casos de crianças com uma boa base familiar, estruturada, que estão sendo criadas saudavelmente e ainda assim apresentam o transtorno e têm que ser tratadas. O tratamento é multimodal, começa com a educação e orientação aos pais, a escola tem que se instruir e participar ativamente. A terapia recomendada é a comportamental, a medicação, salvo raríssimas exceções, tem que ser administrada. O TDAH é de origem neurobiológica e costumo dizer, se tratamos a diabetes em que o pâncreas está falhando, porque não devemos tratar o TDAH, em que o cérebro está falhando ? Existe um mito de que não devemos tomar medicação controlada, mas se a medicina existe é pra tratar doenças, seja originada em qualquer lugar do organismo inclusive no cérebro. Todos podem opinar sobre a existencia ou não do trantorno e até mesmo sobre tratar ou não, mas somente a ciência pode afirmar e comprovar o que diz.

  12. Neilde da Silva Santos disse:

    Ola.
    Gostei dos comentario, mas ninguem fala dos direitos que os TDAH tem em relação a escola, eu tenho um filho que é portador, faz tratamento desde os 3 anos, hoje ele se encontra com 14, e tenho diagnosticos nao so de um profissional mais de vários, que ja o acompanharam, e resolvi entrar em contato com a secretaria de educação de minha cidade , e explicando a situação e tendo os laudos, posso fazer requerimentos junto a escola, no que diz respeito não só ao comportamento, mas tambem quanto ao curriculum escolar, como : provas de varias disciplinas juntas, podemos exigir que seja feita uma de cada vez , pois pode ocasionar alem do rendimento baixo , ansiedade, nervosismo e etc… Temos que conscientizar a sociedade de que as exceções devem ser respeitadas, principalmente os educadores pois ser professor é muito mais do que passar apenas o conteudo. Vamos a luta para que os profissionais se preparem melhor para lidar com vidas.

  13. Maura disse:

    Ola.Meu pequeno tem 6anos e TDAH, filho do coração. Por volta de 1 ano e 4 meses percebi que seria diferente dos outros dois biologicos. Muito agitado, atitudes estranhas, muito mente fotográfica-geografica e muito inteligente, anda na ponta dos pés até hoje e corre quilometros dentro de casa mas não eh capaz de parar e prestar atenção mas sabe tudo o que ouve e o que acontece, grava situações de meses atras, memoriza textos com muita facilidade, faz associações de temas e situações (inteligencia?) e não esquece, por aí vai… Percebo que ele precisará de uma secretária na escola por lá exige-se que anote tudo e que se tenha um caderno, que faça exercícios, exige-se relacionamentos “normais”, ele relaciona-se com todos e todos gostam dele, mas não eh constante, gosta muito do mundo dele. Realmente me preocupo como será na escola publica com a nova adaptação dele, como ele será olhado. Conversei muito com a professora do Jardim sobre ele e juntas conseguimos resultados. Mas agora a história eh outra. Há mais exigências. Há necessidade urgente de uma mudança no preparo dos funcionários, em geral, das instituições. Nós Pais desejamos que nossos filhos sejam compreendidos e sejam homens de valores dentro da sociedade. Creio ser possível. Farei muito por ele. Um abraço.

  14. Paulo Duarte disse:

    Tenho 50 anos com Epilepsia do Lobo Temporal Direito. Tomo um anti-epilático, Triletal, dose de 1800 mg, mas não consigo parar. Sou psicologicamente agitado, desatento, tenho muitas idéias que vêm ao cérebro para publicar ( ensino na Universidade Federal do Ceará), mas só gosto de escrevê-las enquanto penso, sem planejamento.Tem dado certo, com custo Tento vencer uma coisa qualquer que me paralisa, me bloqueia. Passaram-me Ritalina 10mg e Effexor 150mg. Porém,algo íntimo em mim me diz que vai tudo voltar quando cessar de tomar a medicação.
    Como se não bastasse, sou muito impulsivo.Se vejo algo, mesmo que fora de contexto, mas que me frustre, reajo vioenta e agressivamente, e muitas vezes me arrependo. O suposto lado bom é a velocidade do raciocínio e de uma coisinha de nada extrair relações com aprendizados passados. Estou condenado a pensar muito sem a devida produção em termos proporcionais.

  15. Isabel Garcia disse:

    Gostei muito do vídeo, pois esclarece alguns aspectos importantes do TDAH. O meu afilhado apresenta este transtorno e muitas vezes não sabia como atuar. Posso dizer que lidar com esta síndrome não é algo tão simples. Por isso, quanto mais soubermos a respeito melhor. Pois, será mais fácil de entender e conviver com este transtorno chamado TDAH. Sendo assim, gostaria de deixar como sugestão de leitura um livro que me ajudou muito e espero que possa ajudar a outras pessoas. O título da obra é: TDAH – Inclusão na Escola (Adequação da Classe Regular de Ensino para Alunos Portadores de TDAH), Autoras: Chary A. Alba Castro/Luciana Nascimento – Editora: Ciência Moderna.
    Parabéns pelo blog, vou acompanhá-lo com mais frequência pois aborda temas muito interessantes.
    Abraços,
    Isabel

  16. Olhe bem, tenho um filho de 10 com diagnóstico TDAH.Na hora que recebi o diagnóstico fiquei sem entender muito, mas comecei a ler a respeito e fiquei preocupada.Com a preocupação de meu filho ser um TDAH levei em outros médicos e depois em outros psicológos e todos chegaram ao mesmo diagnóstico. Acho que os pais que recebe um diagnósticos de TDAH DEVE ANTES DE QUALQUER COISA, CONFIRMAR este diagnóstico. Meus filho tá fazendo o acompanhamento e tomando RITALINA. Estou observando uma melhora nele, mas acho que as escolas devem ser preparada para receber uma criança com TDAH e aprender a dividir o transtorno da má educação da criança ou da criança que é normal. O mais dificil é a falta de informação, como tudo que começa vira moda. Mas só quem vive o problema ver o quanto ele é sério. È preciso sim, levar os DIAGNÒSTICOS mais a sério tanto para DAR como para ACEITAR. Eles levam a um caminho sem volta.
    Depoimento de uma MÃE que vive com um TDAH. Estudando um bocado p/ poder ajudar o meu filho. Quero diminuir o sofrimento dele.
    Abraços
    Gorett Lacerda

  17. carla barbosa disse:

    sou mae de um TDAH e gostaria de saber se hà tratamento psicologico pelo governo ou algum convenio sobre terapias ,moro em Campo Grande MS

  18. Silvana Justo disse:

    Sou mãe de um lindo menino com tdha, ele tem 9 anos. Estamos iniciando o seu tratamento, neste momento tenho dúvidas de como a professora deve lidar com meu filho, já que ele constantemente causava situações de conflito com colegas e outras situações pertinentes ao tdha. Desde já agradeço a atenção e ajuda. Silvana

  19. Luciani Cordeiro disse:

    Olá! Sou mãe de um adolescente com tdah, que tem 13 anos. Sempre tive mtos problemas na escola dele, mas não por ser tdah, já que só foi diagnosticado a menos de um ano, mas sim, pelo “normal do tdah”: desatento, impulsivo, etc. JAMAIS a escola fez um único encaminhamento para uma psicóloga (apesar do colégio ter uma)e agora QUE EU “corri atrás” e descobri o problema, a diretora quer que eu o tire de lá, não por ele, mas pela mãe inconveniente que questiona a falta de encaminhamento, falta de sensibilidade dos professores, etc.
    A ajuda que eu queria era a seguinte: pretendo fazer um dvd explicativo sobre os principais problemas das crianças nas escolas: dislalia, dislexia, disortografia, discalculia e claro, tdah,etc, para esclarecer as mães de nível sócio-econômico mais baixo, pois penso que, se nós ditos “mais esclarecidos” passamos por isso, o que dizer da mãe carente com filhos com problemas? Como elas podem buscar ajudar, EXIGIR ajuda ou um encaminhamento das escolas de seus filhos, se sequer sabem que estes distúrbios existem?
    Enganam-se aqueles que pensam que “a mãe pobre” é desinteressada… Tenho falado com muitas e posso dizer que são muito mais acessíveis que muitas mães “esclarecidas de nível sócio-econômico mais privilegiado”… Você não imagina o “alívio” dessas mães em saberem que seu filho pode ter um problema, tratável, e não, “por não saberem ser mães”.
    Como vêem, mãe é mãe sempre!
    Graças à Deus, tenho recursos para financiar esse dvd. Só preciso de alguém que me ajude nessa tarefa.
    Poderia ser você? Poderia me indicar alguém?
    Desde já agradeço a atenção.

  20. Maria Aparecida c .Pressuto disse:

    Felipe,trabalho a 18 anos em escolas,e há 16 anos dedico-me a entender melhor por que algumas crianças nao aprendem, embora demonstrem capacidade intelectual para isso.Acompanhando um grupo de alunos no Colégio desde 2006, acredito que há falta de conhecimento da causa a respeito do TDHA pelos profissionais da educaçao e muitas vezes acreditamos em informaçoes dadas pela midia.Dizer que nao havia TDHA até alguns anos atras é esquecer de alunos que foram expulsos das escolas por seus comportamentos.Existe sim falta de educaçao, problemas economicos e sociais que tem influenciado no comportamento dos nossos alunos mas nao podemos generalizar.Nem tanto ao céu nem tanto ao inferno.Parabéns pela sua dedicaçao em uma causa nobre e esquecida por muitos.

  21. Mara disse:

    Meu filho de 7 anos, foi diagnosticado com TDAH/I, durante alguns meses fez uso de Ritalina, mas não se deu bem. Agora foi indicado carbamazepina 200 mg, 1/2 comprimido 1 vez ao dia. Gostaria de saber se este medicamento é realmente indicado no caso dele, onde o maior problema seria de inquietação na sala de aula, fato que está compremetendo a interação dele com os colegas.
    Por favor me responda, estou muito preocupada com meu filho, pois não gosto de ficar entupindo ele de remédios.
    Um abraço!

  22. Camila disse:

    Oi Felipe.Qual tipo de escola seria ideal para uma criança portadora TDAH? (ensino fundamental).
    Ficarei grata pela resposta.

  23. OCoisa disse:

    Me descobri TDAH com 40 anos. Foi surpreendente e um alívio.
    Faltam ferramentas para lidar com adultos TDAH, pois TODAS as crianças com essa característica viram adultos TDAH.
    Apesar de tudo acho acho perigoso o excesso de diagnóstico sobre o assunto e a visão estritamente tecnicista.
    No meu blog, uma ferrramenta de terapia cognitiva comportamental, postei sobre minha experiência pessoal com a TDAH e a Ritalina.
    http://coisafilosofica.blogspot.com/2011/02/rita-eu-e-um-blog-condenado-relato.html

  24. tomo gadernal, tegretol. diazepam mas mesmo assim tenho crises mas nao caio nem babo, mas acho que tenho tambemhiperatividade.o que devo fazer.

  25. vera disse:

    Boa tarde!
    Tenho um filho de 09 anos, que foi diagnosticado TDAH há 01 ano. Na verdade, com seis anos o problema começou, pois era uma criança inquieta, mas que tudo aprendia. Fiz um laudo com profissional da área que nada disse a respeito do transtorno, pois o meu filho era ainda muito novo, para um diagnóstico exato. Começamos tratamento com uma psicopedagoga maravilhosa, que levantou a sua auto-estima. Contudo, como ele copiava muito devagar, resolvi levá-lo em uma neuropediatra que pediu outro lado, com uma neuropsicologa. O laudo concluiu pelo TDAH, que com este concordei, já que me descobri também portadora do memsmo mal, momento em que passei a compreender o que tinha quando criança. Como o meu filho é superdotado, ele aprende bem,mas necessita de tempo para fazer as provas de matemática e português. Ele tira notas excelentes, apesar do déficit. Hoje, ele tem acompanhamento com outra psicopedagoga, pois a leitura não estava boa e vamos começar o tratamento com o biofeedback, que, inclusive, a sociedade paulista de TDAH está fazendo uso, com visível melhora nos pacientes. Já li três livros sobre o assunto: mundo da lua, mentes inquietas e pisando no freio. Sobre os direitos do TDAH, estes podem fazer prova oral e demorar mais tempo para realizar suas provas. O meu filho ainda não toma medicamento, porque ele consegue aprender, mas, caso esse quadro mude, terei que acompanhar essa situação. Como o meu filho tem bom compartamento, ainda não o coloquei na psicologa cognitivo-comprtametal. Estou esperando ele completar 11 anos para tanto. Moro em Goiânia, caso alguém queira maiores informações meu e-mail é [email protected]. Abraços.

  26. mara disse:

    Tenho 1 filho de 10 anos portador de dtha gostaria de receber mais depoimento de mãe k tb tem filhos com dtha

  27. jerlane disse:

    oi eu tenho um filho de 4 anos e ele te tdah estou enfrentando a parte de recuamento da escola que ele estuda o diretor disse uqe nao dar mas pra ficar com ele porque o recurso que ele estar usando nao estar adiantando nada no desevolvimento dele e aprendizado eu queria que vc me orietasce alguma escola aqui em fortaleza especializada agradeço

  28. lucilide da silva disse:

    Gêmeos: especiais
    Tenho dois filhos, (gêmeos) um menino e uma menina um é o oposto do outro é como se um completasse o outro, o menino levado, não para, não presta atenção em nada, mas é inteligente apesar de está repetindo três anos na escola, mas não é culpa dele, já a menina é calma tranqüila um amor de pessoa, más já está a seis anos na escola e ainda não sabe escrever seu nome, não anda só para lugar algum, pois ela fica perdida até na escola. Sou uma mãe desesperada, pois tenho dois filhos que apresentam os sintomas tdah, eu não conhecia o transtorno, sofria muito e ainda sofro, pois moro no interior da Paraíba, e as pessoas ignoram crianças assim falam que são mal educadas, não aceitam na escola, pois já sofri bastante ao ponto de ter uma depressão. Não tenho com quem compartilhar esses momentos de minha vida com os meus filhos, só eles e eu, eu e eles. Tenho um objetivo na minha vida, dá aos meus filhos uma boa educação e encaminhá-los para vida, mas cada dia que passa se torna mais difícil o meu filho não se adapta a essas escolas, as pessoas não gostam dele, apesar de que tenta fazer amizade com todos, já a minha filha esquece tudo, mas é uma criança feliz, e muito inocente, viajei com eles para cidade vizinha e ela veio à viagem toda chorando porque não pagou passagem e ele pagou por ser mais alto que ela. Meus filhos são presente de Deus por isso choro me aperreio más os amos muitos eles são lindos e eu não sou coruja. Escreva para mim, preciso de uma palavra amiga.

  29. Verônica disse:

    TENHO UM FILHO DE 13 ANOS, PORTADOR DE TDAH, CUJO DIAGNÓSTICO FOI FEITO DESDE O JARDIM DE INFÂNCIA. MAS ELE SÓ COMEÇOU O TRATAMENTO, À PARTIR DOS 6 ANOS. ATUALMENTE ELE TOMA OXCARBAZEPINA E IMUPROMINA. JÁ TOMOU DEPAKENE E DOGMATIL ( MAS NÃO FIZERAM MUITO EFEITO ). ESTÁ SENDO TRATADO POR UM PSIQUIATRA, UMA NEUROLOGISTA E ESTOU PROCURANDO UMA PSICÓLOGA. TUDO CONSEGUI, NA PREFEITURA DO MEU MUNICÍPIO. OS MEDICAMENTOS, ABRI UM PROCESSO SOLICITANDO A AQUISIÇÃO DESTES, JUNTO À PREFEITURA DA CIDADE ONDE MORO; ATRAVÉS DE UM LAUDO DO PSIQUIATRA., DIZENDO QUANTO DE MEDICAMENTO ELE DEVE TOMAR E POR QUANTO TEMPO. COMO NÃO PODE FICAR SEM, QUANDO VAI ACABANDO, EU VOU ATÉ À FARMÁCIA DA PREFEITURA BUSCAR.
    é UMA SITUAÇÃO MUITO DIFÍCIL, E ÀS VEZES ATÉ MEIO DEPRIMENTE PARA MIM. ELE É INTELIGENTE, MAS É MUITÍSSIMO AGITADO, NÃO PÁRA QUIETO UM INSTANTE, ÚNICA COISA QUE DEIXA ELE QUIETO, É COMPUTADOR E TELEVISÃO. ALÉM DE SER MUITO AGITADO E NÃO SE CONCENTRAR POR MUITO TEMPO NAS COISAS QUE ESTÁ FAZENDO. TANTO NA ESCOLA, QUANTO EM CASA, AS PESSOAS NÃO ENTENDEM E ACABAM SE ESTRESSANDO COM ELE, DEVIDO O COMPORTAMENTO DELE. ÀS VEZES ATÉ EU, FICO UM POUCO ESTRESSADA COM ELE.
    ELE ME PARECE MENTALMENTE, TER MENOS IDADE DO QUE A IDADE FÍSICA. ÀS VEZES FICA UM POUCO IRRITADIÇO, RESMUNGÃO, É FOGO.
    GOSTARIA DE SABER COMO FAÇO PARA LIDAR MELHOR COM ELE, ELE É MUITO CARINHOSO; PARA NÃO DEIXÁ-LO COM BAIXO ESTIMA, FRUSTRADO E ANSIOSO.
    SE ALGUÉM PUDER ME DAR ALGUMAS DICAS, AGRADEÇO IMENSAMENTE.
    ABRAÇOS A TODOS.

  30. Ilse Moura disse:

    Tenho uma filha com tdah e toma ritalina. Sou professora e estou me sentindo sozinha pois trabalho numa escola estadual que é pobre em recursos sobre inclusão, principalmente sobre tdah, Apenas alguns artigos soltos que não esclarece. Eu tenho lido bastante sobre o assunto pois consegui material na UNIJUI, mas meus colegas parece que não estão muito interessados também por falta de tempo.Não tem palestras nem cursos . A escola não tem psicopedagoga. E eu sendo professora descobri que minha filha tem tdah porque tinha dor de cabeça e fui levando de um médico para outro .

  31. OLÁ.TENHO 3 FILHOS E O DO MEIO (JOÃO) DE 6 ANOS É TDAH.ELE É UMA CRIANÇAMUITO INTELIGENTE E EU SÓ ACEITEI QUE ELE TINHA ALGUM PROBLEMA QUANDO ELE TINHA UNS 3,4 ANOS.ELE SEMPRE FOI MUITO CHEIO DE ENERGIA, MAS PIOROU MUITO O COMPORTAMENTO DE UM ANO PRA CA. EU ESTOU SEM SABER O QUE FAZER PRQ A DIRETORA DA ESCOLA NÃO QUER QUE ELE ESTUDE LA MAIS POIS ELE TIRA A ATENÇAÕ DO RESTANTE DOS ALUNOS E ATRAPALHA AS AULAS.EU TRABALHO E SOU SOZINHA EM CASA COM OS TRES E NINGUÉM MAIS QUER ME AJUDAR COM ELE. EU NÃO SEI MAIS O QUE FAZER SE EU NÃO ARRUMAR UMA ESCOLA QUE O ACEITE POIS AQUI EM CAMPO GRANDE EU NÃO TENHO CONHECIMENTO DE NENHUMA QUE SEJA PÚBLICA E QUE ADMITA TDAH. QUERO TROCAR IDÉIAS COM MÃES QUE ENFRENTAM ESSA MESMA LUTA QUE EU.QUE NÃO É NADA FÁCIL. POR FAVOR ME ADD NO MSN.VAMOS SE AJUDAR!!!

  32. hélia maria ribeiro barbosa gomes disse:

    Sou mãe de um tdh.E me sinto uma pessoa de mente aberta,pronta para aprender e estudar sobre tudo .Quando meu filho entrou no ca eu vi que ele tinha letras feias,e caderno desorganizado,eu entrei em desespero,e entrei em contato com varias pedagoga que não me deram resultados,levei ele para uma psicopedagoga que me disse que ele tinha uma diferença de 6 meses cognitiva,nisso fui para escola fazer normal já que não tenho condições de uma faculdade,levava os cadernos dele para escola,lá as professoras amis graduadas também não me davam uma luz só diziam que ele sabia ler a leitura do mundo,neste ele ja´estava repetindo o ca e as professoras jamais me chamaram para uma conversa.Vaguei sem saber para onde ir com um diploma na mão e sem respostas,passei por varias psicopedagoga fono etc.ele jamais foi uma criança tão agitada que não dormia,pelo contrario ,e gostava muito de brincar com os colegas ,todos gostam dele,porem desatenção é enorme.Por conta própria o levei numa neurologista que fez um eletro e constatou que ele é um tdh mas não tão elevado,ele esta na escal 4 diz ela que ele esta no nivel do normal e do tdh,algo que não intendo.Infelizmente não posso trabalhar pois ele é dependente demais,tive que coloca-lo em uma escola particular porém as notas dele esta baixa pois ele é sem atençao faz o dever de qualquer jeito,as letras não melhoram.Hoje ele esta com 13 anos toma ritalina de 20mg esta novamente com uma psicopedagoga e eu continuo na mesma perdida.Quero muito fazer parte ou montar uma associação para os direitos e os deveres que temos e que a sociedade tem para com estas pessoas,e as mães não mais sofram,com injustiças, e sem caminhos para uma explicação.Vamos nos unir para acabarmos com os nossos relatórios de desanimo e desespero.

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