103 (melhores?) livros de ciência

Durante esta semana, pesquisando assuntos para uma postagem, me deparei com uma lista sobre os 100 livros mais influentes do século XX que incluía um livro de pseudo-ciência de qualidade muito questionável. Curioso para conhecer a opinião de outros sobre os melhores livros de ciência já escritos, pedi a opinião de meus colegas do Science Blogs Brasil, e o Roberto Takata e a Maria Guimarães me indicaram algumas listas disponíveis na web. Após compilar, cheguei a uma lista de 103 títulos. As fontes originais desta lista foram as seguintes: DISCOVER (dois diferentes endereços, aqui e aqui), Wikipedia e The Times/The Sunday Times. Alguns livros foram indicados em mais de uma destas listas (entre parênteses). A lista está em ordem alfabética.

20,000 Microbes Under the Sea, Robert Kunzig
A Gene for Nothing- A Natural History of Peace, Robert Sapolsky
A Leg to Stand On, Oliver Sacks (2 indicações)
A Linguistic Big Bang, Lawrence Osborne
A Mathematician’s Apology, G.H. Hardy (2 indicações)
A Medical Quest, Masha Gessen
Altered Oceans, Kenneth Weiss e Usha Macfarling
Anything and everything, Michio Kaku, Steven Pinker e James Lovelock.
Chaos: Making a New Science, James Gleick
Consciousness Explained, Dan Dennett (2 indicações)
Cosm, Gregory Benford
Cosmos, Carl Sagan
De Humani Corporis Fabrica (On the Fabric of the Human Body), Andreas Vesalius (1543)
De Revolutionibus Orbium Coelestium (On the Revolutions of Heavenly Spheres), Nicolaus Copernicus (1543)
Dialogue Concerning the Two Chief World Systems, Galileo Galilei (1632)
Disturbing the Universe, Freeman Dyson
Does God Play Dice, Ian Stewart
Faber Book of Science, John Carey
Flatland, Edwin Abbott.
Foundation, Isaac Asimov
Gaia, James Lovelock
Genethics, David Suzuki & Peter Knudston
Genome, Matt Ridley
George Divoky’s Planet, Darcy Frey
Gödel, Escher, Bach, Douglas Hofstadter (3 indicações)
Gorillas in the Mist, Dian Fossey (1983)
Guns, Germs and Steel, Jared Diamond.
How to Build a Time Machine, Paul Davies (2 indicações)
Infinity Plus One, Polly Shulman
Invention, Norbert Wiener (2 indicações)
Is Evolution Wrong?, David Quammen
Kon Tiki, Thor Heyerdahl and F.H.Lyon.
Last and First Men, Olaf Stapledon
Late Night Thoughts on Listening to Mahler’s Ninth Symphony, Lewis Thomas
Mason & Dixon, Thomas Pynchon (2 indicações)
Mathematics, Form and Function, Saunders Mac Lane (2 indicações)
Micrographia, Robert Hooke (1665)
Monkeyluv, Robert Sapolsky
Moonshine and Glue: A Thirteen-Unit Guide to the Extreme Edge of Astrophysics, Oliver Morton
Mother Earth Mother Board, Neal Stephenson
Mother Nature: Natural Selection & the Female of the Species, Sarah Blaffer Hardy.
Nothing in Biology Makes Sense Except in the Light of Evolution, Theodosius Dobzhansky
Of a Fire on the Moon, Norman Mailer.
On Being the Right Size, J.B.S. Haldane
On Growth and Form, D’Arcy Wentworth Thompson (2 indicações)
One Two Three . . . Infinity, George Gamow (1947)
Phantoms in the Brain, V.S.Ramachandran
Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Mathematical Principles of Natural Philosophy), Isaac Newton (1687)
Physica (Physics), Aristotle (circa 330 B.C.)
Pluto’s Republic, Peter Medawar (2 indicações)
Relativity: The Special and General Theory, Albert Einstein (1916)
Saving Us From Darwin, Frederick Crews
Science and Civilisation in China, Joseph Needham
Science and Music, Sir James Jeans.
Sexual Behavior in the Human Male, Alfred C. Kinsey et al. (1948)
Shadows of the Mind, Roger Penrose (2 indicações)
Silent Spring, Rachel Carson (1962) (2 indicações)
Something New Under the Sun: An Environmental History of the Twentieth Century, John McNeill.
Surely You’re Joking, Mr. Feynman!, Richard Feynman (4 indicações)
The Abyss, Oliver Sacks
The Art of the Soluble, Peter Medawar
The Beak of the Finch, Jonathan Weiner
The Black Cloud, Fred Hoyle
The Blank Slate, Steven Pinker (2 indicações)
The Brain on the Stand, Jeffrey Rosen
The Chimpanzees of Gombe, Jane Goodall
The Cosmic Connection, Carl Sagan (1973)
The Curse of Qwerty, Jared Diamond
The Double Helix, James D. Watson (1968) (4 indicações)
The Existential Pleasure of Engineering, Samuel C. Florman
The Extended Phenotype, Richard Dawkins.
The Feynman Lectures on Physics, Richard P. Feynman, Robert B. Leighton, e Matthew Sands (1963)
The First Three Minutes, Steven Weinberg (1977)
The Insect Societies, Edward O. Wilson (1971)
The Itch, Atul Gawande
The Journals of Lewis and Clark, Meriwether Lewis and William Clark (1814)
The Language Instinct, Steven Pinker.
The Life of Galileo, Bertold Brecht (2 indicações)
The Making of the Atomic Bomb, Richard Rhodes
The Man Who Mistook His Wife for a Hat and Other Clinical Tales, Oliver Sacks (1985) (3 indicações)
The Microbe Hunters, Paul de Kruif (2 indicações)
The Mismeasure of Man, Stephen Jay Gould (1981)
The Origin of Species, Charles Darwin (1859) (2 indicações)
The Panda’s Thumb, Stephen Jay Gould
The Prehistory of the Mind, Steven Mithen
The Road to Reality: A Complete Guide to the Laws of the Universe, Roger Penrose
The Selfish Gene, Richard Dawkins (1976)
The Stars My Destination, Alfred Bester.
The Strategy of Conflict, Thomas Schelling (2 indicações)
The Velvet Claw, David Macdonald.
The Voyage of the Beagle, Charles Darwin (1845) (3 indicações)
Under a Lucky Star, Roy Chapman Andrews (1943)
What if It’s All Been a Big Fat Lie?, Gary Taubes
What Is Life?, Erwin Schrödinger (1944)

Achei interessante que um livro de Aristóteles, escrito cerca de 330 a.C., pudesse ser considerado um dos melhores livros de ciência já escritos. Outros livros bem antigos que estão nesta lista dos melhores são os de Andreas Versalius (1543), Nicolau Copernico (1543), Galileu (1632) e Robert Hooke (1665). Daqueles que foram incluídos em mais de uma das listas consultadas, 15 livros ganharam duas indicações, três livros receberam 3 indicações e dois ganharam 4 indicações. Embora o assunto de vários livros seja fácil de ser deduzido pelo título, o tema da maioria é difícil de descobrir. De minha parte, confesso que li apenas um: O Gene Egoísta (The Selfish Gene), de Richard Dawkins. Pessoalmente eu teria incluído “O Desenvolvimento do Pensamento Biológico” (The Growth of Biological Thought) por Ernst Mayr, que é uma obra gigantesca (mais de 1100 páginas). Também gostei muito dos livros “Singul
arities – Landmarks on the Pathways of Life”, por Christian de Duve, e “The Origins of Life” por John Maynard Smith e Eörs Szathmáry. Ambos apresentam excelentes argumentos sobre o surgimento e o desenvolvimento da vida no planeta Terra.

Uma amiga me disse certa vez que sua angústia era saber que iria morrer sem conseguir ler tudo o que gostaria. Fiquei surpreso com a angústia dela, e pensei se esta seria uma de minhas angústias também. Não sei. Existe um livrinho chamado “Sabedoria Chinesa”, organizado por Dagmar Von Berg (Editora Pensamento, 1984), de frases ou ditados da filosofia chinesa. Uma das frases diz o seguinte: “Um livro é como um jardim de bolso”.

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Discussão - 26 comentários

  1. Nuno Machado disse:

    Definitivamente esta é uma lista que tenho que guardar. Parece-me, no entanto, que apenas li dois livros dela: A Origem das Espécies e O Gene Egoísta, que ando a ler actualmente.
    O último livro da lista é um livro que já me anda a chamar a atenção há algum tempo, gostava mesmo de o ler.
    Vou passar a seguir o blog!

  2. Roberto disse:

    É verdade! Eu tinha visto também, achei estranho, mas passou batido. Nada tão pseudo-científico como essa história de Lovelock.
    Obrigado por me chamar a atenção.
    abraço,
    Roberto

  3. Joey Salgado disse:

    Roberto, somente depois de um certo tempo que vi que nessa lista tem o “Gaia”, do James Lovelock (1979). Esse livro numa listagem dessa, mesmo com tantos de ficção científica, é uma piada muito ruim, hehe. Durante a graduação foi obrigado (no sentido ditatorial da palavra) a ler alguns artigos do Lovelock, onde ele defende a posição de que a Terra é uma entidade consciente, do contrário, estaríamos numa m… muito pior, considerando-se a quantidade de carbono que foi emitida no período pós-revolução industrial. E o docente que ministrou a disciplina (obrigatória tb) realmente acreditava nessa baboseira toda, inclusive promovendo seminários e colóquios para discutirmos ‘abertamente’ as proposições de Lovelock e sua Gaia. Podíamos falar de tudo, menos discordar da posição dele…
    Minha graduação foi excelente, mas possui alguns episódios negros, dos quais me envergonho…
    Abraço!

  4. Roberto disse:

    Oi Igor,
    Muito bom saber de tudo isso, ainda mais que existem áudio-livros sobre ciência. É importante não somente para potenciais “ouvidores” (leitores), mas também para a própria divulgação da ciência.
    Outra coisa: alguém sabe se as bibliotecas por aí já incluem áudio-livros em seus acervos? Ou ainda estamos somente na “fase do papel”, no caso das bibliotecas?
    Existe a necessidade de se adquirir aparelhos especiais para ouvir os “áudio-livros”, ou estes podem ser escutados em aparelhos comum de música (mp3 ou mp4, e similares)?
    Qual é o custo médio de um áudio-livro? Qual a inserção destes no mercado? Eu imagino que ainda seja baixa, pois a promoção destes é muito pequena (pelo menos que eu sabia).
    Existem livros “áudio-visuais”? Ou seja, livros “falados” e “com imagem”, que podem ser “escutados/vistos” em computadores e/ou em aparelhos de leitura de arquivos mp4 (ou similares?

  5. Igor Santos disse:

    Já existem livros de divulgação científica em áudio, só não sei se em português.
    Eu tenho quase todos de Sagan em áudio, bem como o Breve História do Tempo, a série Fundação (SciFi sim, mas está na lista lá em cima) e etc, mas todos em inglês.
    Roberto, a Post-It tem um modelo mini, um terço do tamanho do original que é perfeito para “sublinhar” livros. Eu faço isso nos meus; colo o papelzinho e anoto o que quero nele.
    E ainda serve para marcar as páginas interessantes!
    Para os de áudio, eu ando sempre com um bloquinho no bolso. Tudo de interessante que eu escuto eu anoto. Isso me ajuda a fixar a informação.

  6. Sibele disse:

    A ideia do Osame de usar audiolivros para a divulgação científica é ótima, mesmo. E não apenas para maximizar o tempo no acesso ao conhecimento e para os que não sabem ler, mas também como forma de incluir pessoas com necessidades especiais (no caso, cegos), e também para os não anglo-falantes (no caso de audiolivros traduzidos de originais em inglês).
    Aqui tem um trabalho bem interessante apresentado por bibliotecárias do IQ-USP sobre audiolivros num congresso da área: http://bit.ly/csCr7O.
    E Osame, eu também gostaria muito de saber: a excelente iniciativa do ABC terá continuidade?

  7. Sibele disse:

    Nossa, Joey! TOC nada – chamo isso de um raro cuidado e disciplina. Parabéns!
    E Roberto, menos mal que os livros sejam seus e que você os marque com lápis. Em bibliotecas, tal atitude pega muito mal. E sobre a “praga de Fausto”, ela não é nada comparada com essa terrível maldição inscrita na biblioteca do Mosteiro de São Pedro, em Barcelona – é para ladrões de livros de biblioteca, mas se aplica bem a quem comete “heresias” como essa sua contra o livro, rs!

    “Para aquele que rouba ou toma emprestado e não devolve um livro […], que o livro se transforme em serpente em suas mãos e o envenene. Que seja atingido por paralisia e todos os seus membros murchem. Que definhe de dor, chorando alto por clemência, e que não haja descanso em sua agonia até que mergulhe em desintegração. Que as traças corroam suas entranhas como sinal do Verme que não morreu. E quando finalmente for ao julgamento final, que as chamas do Inferno o consumam para sempre”. [1]

    Acho que nem Göethe rogaria uma praga dessas! 🙂
    [1] Trecho extraído de:
    MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia da Letras, 1997.

  8. Roberto disse:

    Oi Osame,
    Realmente, a idéia é ótima, e seria bem boa para os que não sabem ler (mas também não sei se teriam ace$$o a este tipo de material, pelo preço).
    Osame: e o Anel de Blogs Científicos? Vai voltar ao ar?
    Tem gente querendo saber.
    abraço,
    Roberto

  9. Essa ideia de audiolivro é muito boa. Será que não dá para fazer audiolivros de divulgação científica? Eu começaria pelo livro autobiográfico do Feynman e o Disturbing the Universe do Dyson.

  10. Roberto disse:

    Ah, eu gosto de anotar nos livros, mais a lápis do que a caneta. Depois eu “releio” as passagens que marquei para fixar o que mais me agradou, e ficar com as idéias na cabeça.
    Sim, eu sei: sou um herege, mereço ser excomungado por todos aqueles que acham errado marcar livros.E mereço também a praga de Fausto (Goethe), se é que Fausto me entende.

  11. Joey Salgado disse:

    Li poucos dos livros citados acima. Mas “Does god play dice”, do Ian Stewart é um dos meus all-time favourites, rs! Deu-me outra perspectiva sobre a matemática, que jamais sonhara.
    E por mais que os livros sejam meus, não tenho a coragem de marcá-los a ‘ferro e fogo’, como fazes, Roberto. Prefiro anotar passagens interessantes, ou mesmo a referência a um determinado trecho ou parágrafo, em uma folha A4. Geralmente, para cada um dos livros que leio (os de cunho mais técnico, principalmente) faço esse tipo de anotação e guardo tudo em uma pasta contendo várias outras, para prováveis consultas futuras. Em ordem alfabética, claro. (TOC?)
    Mas a ideia do Igor me apeteceu. Vou dar uma procurada em livros em áudio. Mas sou apaixonado pelo perfume das páginas, nunca farei uma completa substituição, hehe.
    Abraço!

  12. Roberto disse:

    Só os meus (livros).
    Preciso deles (os sublinhados) para consulta, quase sempre. Professor, sabe como é? 😉
    Roberto

  13. Sibele disse:

    […] eu simplesmente sou viciado em sublinhar o texto, marcar trechos e anotar nas marges dos livros que me interessam.
    Aaaaaaargh!!!
    Se for em livros de biblioteca, vai apanhar de vara de marmelo da tia! o/

  14. Roberto disse:

    Caro Igor,
    Infelizmente não serve para mim porque eu simplesmente sou viciado em sublinhar o texto, marcar trechos e anotar nas marges dos livros que me interessam. Ou seja, ouvir, só música.
    Mesmo assim, valeu pela dica.
    abraços,
    Roberto

  15. Igor Santos disse:

    Roberto, uma dica que pode mudar sua vida (mudou a minha): livros em áudio.
    Estou “lendo” quase um livro a cada dois dias. Indo e voltando do trabalho, lavando a louça, caminhando, almoçando, etc.
    Hoje em dia, eu só tenho tempo para abrir um livro de verdade quando me deito. E nunca consigo ler por mais que dois minutos antes de pegar no sono.

  16. Roberto disse:

    Oi Osame,
    Parece ser um consenso entre os leitores compulsivos que tais “tempos mortos do nosso dia” devem ser preenchidos com leitura. Minha impressão é que tais lacunas diárias estão cada vez menores. Mas, felizmente minha saúde continua boa, e meu tempo no banheiro é mínimo (que assunto mais escatológico…).
    saludos,
    Roberto

  17. Roberto,
    O segredo da leitura intensiva é aproveitar os tempos mortos do nosso dia. Por exemplo, o pai do meu orientador tinha uma estante dentro do banheiro…

  18. Roberto disse:

    Oi Osame,
    Dois por mes? PQP, se eu consigo ler 2 desses/ano eu estou MUITO feliz. Com tudo o que eu tenho que ler de artigos, relatórios, projetos, artigos para dar pareceres, assuntos para os blogs, blogs, etc., não sobra muito tempo.
    Eu percebi que alguns são de ficcção científica. Mas, supondo que seja SciFi de boa qualidade, com boa base científica, foram selecionados nas listas. Achei interessante.
    Não estranhei a presença do Ari, não. Na verdade, fiquei até bem satisfeito em saber que alguns autores envelhecem como vinhos franceses de primeira: quanto mais velhos, melhores!!
    Bom te ver por aqui.
    abraços,
    Roberto

  19. Li 25 desses. Se eu ler 2 por mes, acho que dá para finalizar a lista em tres anos. Só que há outros livros mais interessantes, saindo do prelo…
    Notei que nessa lista constam alguns livros de ficção cientifica (Fundation, Stars my destination, The Black Cloud). Acho que eles pertencem à lista dos top 100 de FC, não de divulgação cientifica (que no topo tem os livros de Stanislaw Lem, claro!)
    Roberto, não estranhe a presença do Physica de Aristóteles: dentro de 100 anos, quantos desses livros serao lembrados? Talvez 20, entre eles o de Aristóteles…

  20. Roberto disse:

    Oi Érico,
    Bom, é verdade que o Thomas Kuhn deveria, sem dúvida, ser incluído nesta lista, ainda mais pelo fato dele discutir como e porque a ciência muda com o passar do tempo. Quanto aos livros-texto, bom, de certa forma isso tornaria a lista infindável, mas seria uma lista de livros de conhecimentos científicos básicos para, eventualmente, se entender os livros de ciência. Além destes que você menciona, poderiam ser incluídos muitos outros como “Evolução” de Mark Ridley (que estou lendo e achando excelente, fora, talvez, alguns êrros de tradução) ou “The Nature of Chemical Bond” de Linus Pauling. Todavia, como disse, estes são até mesmo chamados de livros técnicos.
    Uma lista dos 100 artigos mais importantes talvez exista.
    Takata,
    Nem me preocupei em ver quais os mais vendidos, mas esta é uma medida diferente do “peso” científico da obra, uma vez que a ciência para os leigos pode ser tão vulgarizada a ponto de ser deturpada.
    Thanks pelos comentários dos dois.

  21. Tentei elaborar uma lista dos mais vendidos de todos os tempos (entre os de divulgação), mas não é tão trivial encontrar os números (e que sejam confiáveis). Provavelmente o primeiro lugar é de Uma Breve História do Tempo com 9 milhões de exemplares desde 1988.
    []s,
    Roberto Takata

  22. Érico disse:

    Bem, eu já li alguns (mas também não passam dos 15, hehe), mas acho que a lista tem faltas importantíssimas, especialmente A Estrutura das Revoluções Científicas. Agora eu pergunto: por que não podem entrar alguns livros como o do Lehningher ou Alberts? A maioria da geração dos biólogos começa sua educação com esse tipo de literatura! E são livros de ciência pura!
    Pelo menos pra mim, acho que uma lista dos 100 artigos científicos mais importantes faria muito mais sentido.

  23. Roberto disse:

    Lívio, Tati e Sibele,
    Valeu, obrigado pelas sugestões adicionais. Espero que venham outras também!
    Eu também já desencanei. Se eu conseguir ler alguns desta lista, ‘tá ótimo 🙂

  24. Sibele disse:

    Que bacana você dispor essa lista para nós, Roberto! Obrigada!
    Mas acho que listas, quaisquer que sejam elas, sempre são incompletas.
    Senti falta de “A brief history of time”, de Stephen Hawking, e “End of Certainty”, de Ilya Prigogine.
    E sua amiga está se angustiando à toa: é possível ler, em uma vida, toda a produção científica e literária humana? Eu já desencanei.

  25. Tati Nahas disse:

    Puxa, Roberto, compartilho da mesma angústia.
    Bem bacana a lista! [embora tenha aumentado minha angústia ao constatar o quão defasada estou…]
    Abração,
    Tati

  26. Livio disse:

    Os de Jared Diamond também são excelentes. Gun, Germs and Steel é obrigatório!

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