Durante muito tempo a estratégia para estudar sistemas biológicos foi reducionista. Isolamos um gene, uma proteína, uma via, um composto para estudar e algum dia esta informação será inserida em um contexto maior para compreender como a vida funciona. Mas nem sempre o mais complexo pode ser explicado do mais simples.

Felizmente, dentro dos últimos 10 ou 15 anos, vêm sendo desenvolvidas uma série de inovações tecnológicas de coleta e análise de dados que estão mudando esta perspectiva. Sequenciadores capazes de analisar o genoma completo de uma bactéria de uma vez, chips que conseguem dizer quais genes estão sendo mais ou menos expressos aos milhares por vez, tudo isso aliado a computadores capazes de moer este mundo de informação que é gerado. Junto a isso, aparecem as técnicas que permitem usar e interferir nestes sistemas, genomas sintéticos, proteínas engenheradas para desempenhar outras funções, organismos geneticamente modificados e outros.
Para acompanhar esta revolução que vai moldar a biotecnologia, nada melhor do que acompanhar um blog escrito por quem está participando dela. E inclusive está competindo no concurso do MIT para máquinas geneticamente engenheradas. De exercícios de bioinformática a técnicas para reaproveitar reagentes (caros, diga-se de passagem), aproveitem enquanto o Mateus, a Marianna e o grupo Synbio Brasil estão escrevendo empolgados para acompanhar o blog.
Se você é um professor de biologia pensando em como passar para seus alunos o conteúdo de forma mais empolgante e menos decorada, ou um jornalista pensando em acompanhar o desenvolvimento da biologia sintética no país, fica a dica.
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