Dois planetas (ou quase) descobertos no mesmo dia!

uranus-square-pluto Se o site Today in Science History estiver certo, Urano e Plutão foram descobertos no mesmo dia! Coincidência né? Claro que foram descobertos dia 13 de março mas com uma diferença de quase 150 anos entre um e outro.

Urano: 13/03/1781

Plutão: 13/03/1930

Mas desconfiado que sou, fui procurar pelo menos na Wikipedia para garantir. Sabe como é, o seguro blogou de velho. E lá diz que Plutão foi descoberto dia 18/03.

Bom, de qualquer jeito isso não importa, afinal Plutão nem planeta mais é, e essas histórias de coincidências são engraçadinhas mas nunca querem dizer nada.

De nada por nada.

 

 

Dia 13/03 na históiria da ciência 

Na Wikipedia:

Plutão

Urano

Cientista é quem pega tubarão na unha!

Nada como a segura e acolhedora rotina de trabalho.

Veja estes cientistas, por exemplo. Acordam, tomam café, e saem de casa com suas maletas, pegam um barquinho e vão PESCAR TUBARÕES BRANCOS!!!

E não bastasse isso, eles ainda ficam 15 minutos com o bichão lá, cutucando e espetando pra coletar os dados.

Então vamos agora para o passo a passo de como estudar tubarões brancos NA UNHA!

1- Pesque um tubarão com anzóis sem espículas pra não machucar o animal. (puxe com força)

 

2- Pule no ring aquático para guiar e manobrar o tubarão. (essa é a parte que o Chuck Norris mais gosta)

JERONIMOOO

JERONIMOOO

Repare que o cabra que está dando um jab no tubarão já tá com um braço enfaixado. Não quero nem perguntar o que aconteceu ali

Repare que o cabra que está dando um jab no tubarão já tá com um braço enfaixado. Não quero nem perguntar o que aconteceu ali

 

3- Bombear água pelas branqueas e cobrir os olhos para acalmar o tubarão; cobrir a boca dele para acalmar o cientista!

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4- Testes, testes, testes – coletar sangue, ultra-som, colocar um gps, acelerômetro,… são 12 testes em 15 minutos.

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Pit-stop de tubarão: vai, vai, vaaai!

5- Opa, cuidado com o pézinho!

Só nos paranauê

Só nos paranauê

6- Batizar o bichinho e soltá-lo para a liberdade.

"E seu nome é... Fofinha! Vai Fofinha!"

“E seu nome é… Fofinha! Vai Fofinha!”

Apesar do estresse o tubarão se recupera totalmente em 2 horas. Já os pesquisadores vão levar essa adrenalina para a vida inteira.

 

Vi na WIRED - Spending 15 Minutes With a Great White Shark on a Boat Deck

 

 

PS:

Essa história me lembra um quadrinho do excelente XKCD:

outreach

 

Animais mecanizados com estilo

Um estilo de ficção em um futuro-retrô-vitoriano, com engrenagens e máquinas analógicas é conhecido como estilo steampunk, que ao pé da letra quer dizer “punk a vapor”.

Aqui vai o bestiário steampunk do ilustrador Vladimir Gvozdeff para você entender o que quero dizer:

5.0.2 5.0.2 5.0.2

Via boingboing -> via Pipe Dream Dragon

Resolvido o maior mistério da biologia de 2013! – [Aos 45 do segundo tempo]

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Decobriram o que raios é isso aqui! …ou quase.

Eu estava bem interessado nisso, como você pode ver aqui num post passado, onde essa estrutura juntou mistério e a notícia mais inútil do ano.

Segundo reportagem da WIRED, pesquisadores coletaram algumas e ficaram observando para ver se aquilo seria uma estrutura para ovos de insetos ou aracnídeos. Mas por parecer ter só um ovo no meio eles duvidaram, afinal esses bichos costumam botar muitos ovos ao invés de um só.

Parte do mistério se resolveu quando num dia apareceram duas aranhas, uma em cada estrutura, e depois eles viram mesmo uma sair de lá! Bom, que tem um ovo de aranha é um fato, mas ainda é muito estranho.

É uma aranha. Mistério resolvido?

É uma aranha. Mistério resolvido?

 

Leia mais na WIRED.

Burocracia na pesquisa científica gerando empregos

Bureaucracy by ItsK

Bureaucracy by ItsK

A pesquisadora Lygia Pereira da Veiga desabafou bonito no facebook:

E querem saber? EU NÃO AGUENTO MAIS!!!! ANVISA, DEIXE EU FAZER MINHA PESQUISA!!!

Células-tronco congeladas em gelo seco, enviadas para uma colaboração com Harvard (eu disse HARVARD!!!) estão há 10 dias no aeroporto, paradas pela ANVISA, que só falta pedir um documento com o nome de solteira da mãe pra liberar o material. Pô, é muito difícil fazer um cadastro de pesquisadores e facilitar a entrada para eles?

É como ela disse: rola uma pressão absurda do governo e da sociedade para o Brasil melhorar a produção científica e inovação. Mas como fazer isso se quem está afim de fazer só toma porrada por falta de estrutura no país?

É isso mesmo Lygia, tem que rodar a baiana! Enquanto o projeto de lei do Romário para facilitar a importação de insumos pra pesquisa não sai, vamos ficar nesse limbo da ciência, fazer o quê?

Mas veja pelo lado positivo: uma das exigências da anvisa é essa:

“Obs: Orientamos ao preencher a declaração, evitar termos muito técnicos ou nomes de difícil entendimento para facilitar a compreensão.”

Opa, olha aí uma oportunidade para os pós-graduandos formados sem emprego: tradutor de termos técnicos científicos para burocratas aduaneiros!

Pois é, para fazer ciência no Brasil você tem que considerar que o copo está metade cheio.

O maior mistério, e o post mais inútil, de 2013

Quem é macaco velho já sabe que o que vem fácil vai fácil. E com informação é a mesma coisa.

A gente vive num mundo onde ninguém paga nada para ter informação. Mas como pode ser isso se um bom escritor/jornalista/roteirista é caro? Porque a informação de graça que temos quase sempre é ruim. Muito ruim.

Nessa fome que os sites têm por cliques, que é o que paga as contas pela publicidade, eles fazem alguns absurdos.

Quer um exemplo simples?

O maior mistério de 2013…

We have absolutely no clue what built this crazy-complex structureSabe o que é isso? Não? Nem eu. Nem NINGUÉM!

Em março de 2013 saiu num post no site io9 uma notícia (copiado do post original da WIRED) a imagem de uma estrutura encontrada na amazônia que ninguém fazia ideia do que era. Bonitinha, estranha e realmente ninguém sabe o que é. Ok, isso é uma notícia ou pelo menos uma informação interessante e instigante. Passa.

Agora em dezembro aparece um UPDATE dessa notícia com o título “Cientistas estão prestes a desvendar o maior mistério de 2013″, e lá estava a foto da coisinha estranha. Cliquei. [Mas você não precisa clicar, viu. Só ponho o link aqui por princípio, mas leia o resto antes]

…e o post mais inútil do ano

É um post citando um twit de um grupo de cientistas dizendo que encontraram 11 dessas estruturas e que estão prestes a resolver esse mistério. E é isso. Mais nada.

Não, io9, isso NÃO é uma notícia. Não me interessa saber que alguém está quase desvendando um mistério, principalmente quando essa pessoa só disse que está perto de conseguir. Nem pra mandar um email pra esse pessoal? Esperar uma resposta minimamente informativa? Aliás, nem pra me dizer quem é esse cara, se é um cientista mesmo ou só um charlatão.

Mas pra quê apurar, né? O negócio é ter o máximo de cliques pelo mínimo esforço.

A revista WIRED é que fez direito: mandou uma repórter para a amazônia e está lá para dar em primeira mão os resultados.

 

Eu fiquei na dúvida se eu esperava esse resultado sair antes de publicar isto aqui. Mas sabe como é, se eu resolver tudo em um post, perco a chance de fisgar o seu click em mais um texto. Então FIQUE LIGADO NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS!  ;)

PÁRA, PÁRA, PÁRA! Depois dos comerciais eu mostro

Forçando bolsitas de pós-graduação a divulgar ciência em escolas

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Me ensine, pós-graduando!

Quer saber como um governo obriga os pós-graduandos com bolsas federais a virarem excelentes divulgadores de ciência? É só escrever isso aqui num projeto de lei:

O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei visa articular os programas federais de
concessão de bolsas de estudos para a educação superior com as redes
públicas de educação básica.
Art. 2º O estudante beneficiário de bolsa de estudos custeada
com recursos públicos federais fica obrigado a prestar serviços de
divulgação, formação e informação científicas e educacionais, de no
mínimo quatro horas semanais, em estabelecimentos públicos de educação
básica.
Art. 3º Caberá aos órgãos federais competentes, em conjunto
com as secretarias estaduais e municipais de educação, regulamentar e
definir as formas de participação dos bolsistas nas atividades das escolas.
Art. 4º Os bolsistas no exterior cumprirão o compromisso
quando do retorno ao Brasil, durante período igual ao de duração da bolsa.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

- PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 224 de 2012

Pronto! Problema da educação científica resolvido. PRÓXIMO!

Opa, é claro que não está resolvido coisa nenhuma. Vamos por partes.

Estágio em escola funciona?

Todo mundo que teve estágio obrigatório em escola para poder fazer a licenciatura sabe como é: uma bagunça. As escolas e os professores não estão minimamente preparados para receber os bolsistas, mesmo que os bem-intencionados. Ou o professor te larga com a molecada, ou só deixa você assistir. Poucos são os casos onde professores e escolas aproveitam essa mão de obra escrava.

Mão de obra escrava?

Sim, escrava. Bolsista de programa federal ganha no mestrado R$1.500 e no doutorado R$2.200. É mais do que muita gente ganha, você pode dizer, mas é muito menos do que o mercado paga por um profissional com esse tempo de estudo.

Um bom bolsista, com um trabalho sério, não tem vida nesse período, tanto pelo valor da bolsa ser baixo e deixar o bolsista especialista em harmonizações de miojo, quanto pelo tempo escasso. Muita leitura e trabalho de campo, ou pesquisa, ou laboratório, dependendo da área de atuação.

Claro que conheço bolsistas que só fazem um trabalhinho meia-boca no começo da pós e depois ficam coçando o saco ganhando bolsa até o fim do período. Mas são poucos e isso é problema do programa de pós e do orientador que permitem isso.

Por isso, 4 horas semanais parecem pouco, mas pra quem já não tem tempo é muito, e outra coisa mais importante, e que nunca é lembrada pelo governo nem para ajudar os professores, é o tempo de preparação de uma atividade em sala de aula, que eleva para o dobro o tempo gasto na semana.

Mas então o que fazer?

Claro que não sou contra os pós graduandos atuarem na divulgação científica. Na verdade o meu sonho é que todo cientista atue ou pelo menos saiba da importância de fazer divulgação. Mas fazer nas coxas é que não dá, né?

Na justificativa o projeto se vangloria porque “não cria órgão público e nem tampouco novo programa que possa demandar aumento de gastos públicos”. Num país em que falta muito investimento em educação, justificar uma mudança dizendo que é bom porque não vai mexer no orçamento e nem criar um orgão especializado pra organizar isso tudo, transforma esse projeto de lei numa piada. Só mais uma daquelas leis que não pegam.

Temos sim que gastar com divulgação científica, e temos sim que criar estruturas especializadas nisso. Como fazer exatamente eu não sei. Um caminho é fazer a divulgação valer realmente alguma coisa no currículo científico dos pesquisadores. Outra é ter um programa organizado e com objetivos bem definidos de como alunos de pós podem ajudar na divulgação científica nas escolas.

Temos que estimular novas vocações, e dar caminhos para os interessados a optarem por essa atividade, e não enfiar a divulgação guela abaixo de bolsistas, escolas e professores. Divulgar não é fácil nem trivial. É preciso treino e vocação. Um mau divulgador é pior do que nada, e pode fazer um grande estrago.

Eu gostava muito de psicologia. Quase prestei vestibular para psico ao invés de biologia. Passei a odiá-la quando tive aulas com uma péssima professora de Psicologia da Educação que não sabia nada de nada. Foi a neurociência que resgatou o meu respeito pela psico anos depois. Esse é o meu medo com quem não sabe ou não quer fazer divulgação mas vai fazer obrigado. Crianças odiando ciência sem antes entendê-la.

O blablablá dos políticos na abertura do Fórum Mundial de Ciência

Mesa de abertura do Fórum Mundia de Ciência. Crédito: ASCOM ABC

Aconteceu agora, em final de novembro no Rio de Janeiro, o Fórum Científico Mundial (World Science Forum- WSF). Eu dei uma passada por lá porque é um congresso diferente dos que eu já conheço. E eu conheço dois tipos: os científicos, bem focados em pesquisa básica, e os de mercado, como feiras de tecnologia ou de setores comerciais, como indústrias de couro e calçados.

Esse era de outro tipo: era de policy making. Quer dizer que é um evento político sobre ciência.

Vou falar mais sobre ele depois, mas vou começar pelo começo: a abertura.

O Brasil e a sua ciência maravilhosa

Sabe porque toda abertura de evento político é chata? Porque você sabe exatamente o que os políticos vão falar, e é sempre o mesmo clichê desenvolvimentista.

A Dilma estava na programação mas não apareceu; mandou o vice Michel Temer, que como sempre não decepcionou, não tropeçou em nenhuma palavra. Sempre me surpreendeu a facilidade com que ele discursa. Acho que nunca o vi errar ou engasgar. Pena ter falado besteira.

Ele estava contente por ter ouvido muito sobre as ciências sociais nas outras falas, sentimento que eu compartilho, já que muita gente ainda acha que ciência é só física e biologia, e não está nem aí para as ciências sociais. Mas aí ele falou de ciência JURÍDICA (que se for ciência é em outro contexto), e usou a palavra “social” só pra puxar o clichê do Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida. Ou seja, fica claro que ele não sabe o que é ciência, muito menos ciência social.

Ainda falaram o vice-governador do Rio, o Pezão, e o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp. Ambos mostrando só o lado bonito da moeda científica brasileira. De como o Rio e o Brasil têm avançado e bla, bla, bla.

Bacana. Mas quer dizer que não temos nenhum problema na ciência nacional, como importação de material que demora 6 meses, falta de financiamento, falta de educação científica da população e falta de estímulo à inovação? E questões polêmicas, como a dos beagles dentro do uso de animais em experimentação, estão todas bem resolvidas, ou pelo menos bem discutidas?

Aliás é bom mencionar que a Dilma não apareceu na abertura e o ministro Raupp sumiu depois dela. Eu pelo menos não o vi nos outros dias do evento. Bom, pode ser que o Fórum não seja tão importante quanto eu imaginei.

Quem comprou essa?

Eu fico imaginando se os estrangeiros ali presentes realmente compraram essa ideia de que o Brasil é a nova fronteira científica mundial como faz parecer o discurso oficial.

É obrigação dos representantes do governo venderem a imagem do país dessa forma, como se ele fosse um carro usado? Isso é bom para nós?

Em um fórum sobre como a ciência pode ajudar o mundo, de forma prática, a resolver os maiores problemas que a humanidade já enfrentou, acho mais inteligente a fala realista de József Pálinkás, presidente da Academia Húngara de Ciências e do Fórum, que reconhece que a ciência criou soluções, mas também muitos problemas:

“A ciência foi e continua sendo o principal contribuinte para o desenvolvimento, mas precisamos ser sinceros: a ciência fez parte da construção do mundo que estamos tentando mudar. Agora, precisa reverter esse processo”.

Se a ciência, bem feita, já pode gerar problemas, imagine uma ciência sem planejamento, tocada a toque de caixa, e que tampa com uma peneira as suas próprias falhas.

 

Leia mais aqui:

Cobertura oficial do evento:

Cientista na Dança dos famosos

Cientistas dançam

Cientistas dançam

Claro que isso não é no Brasil, infelizmente. Mas o Bill Nye é um americano simpático que é conhecido por lá como O CARA DA CIÊNCIA. Ele fez vários programas para ensinar ciência pro povo.

E porque não chamar esse “véinho” simpático pra dançar? É isso aí, pra ensinar ciência tem que se meter em tudo!

E melhor: ao som de DaftPunk!!!

Via Popular Science

Quem é o(a) cara da ciência no Brasil? Acho que quem mais é conhecido e que fala mais sobre esse tema é mesmo o Dráuzio Varela.

Mas acho que precisamos de uma cara jovem, animada, alguém meio maluco como o Bill Nye, pra tirar a ideia de ciência séria demais e distante que o brasileiro tem.

A Suzana Herculano é bacana, mas ainda acho muito quadrado o programa e a linguagem dela.

Por favor, graduandos, pós-graduandos, professores e interessados: TENTEM SER A CARA DA CIÊNCIA NO BRASIL!!! Ele está precisando.

Perna biônica de verdade. Finalmente!

Perna biônica

Perna biônica

A coisa é simples: uma prótese que entende quando o amputado quer esticar ou encolher e como ele quer fazer isso, com força ou devagar. Tudo controlado pelo cérebro mesmo, do jeito mais natural possível. Claro que um computador tem que ficar no meio do caminho, mas não parece incomodar não. É só olhar o vídeo.

Finalmente temos algo do jeito que deveria funcionar mesmo. Agora sim dá pra subir escadas!

A tecnologia está tão avançada, com o homem indo e voltando da Lua e mandando robôs nucleares pra Marte, que não dá pra acreditar que estamos tão atrasados em certas coisas básicas, como fazer uma prótese que funcione como essa que só conseguiram fazer agora. Mas porque esse atraso todo?

Eu não chamo de atraso não. Isso mostra que os maiores desafios, os mais difíceis de resolver, estão no nosso planeta mesmo. É muito mais fácil mandar 3 pessoas numa cápsula de metal, com toneladas de combustível altamente inflamável, pra fora do nosso planeta, acertar numa pedra gigante chamada Lua, e trazer esses 3 de volta, do que entender como o cérebro, de dentro de nossas próprias cabeças, comanda o movimento que fazemos todos os dias, sem esforço e sem perceber.

O pesquisador brasileiro Miguel Nicolelis está procurando fazer a mesma coisa, mas ele quer detonar o limite maior: quer fazer um tetraplégico dar o pontapé inicial da copa do mundo no Brasil, usando uma prótese que fica por fora do corpo, como a armadura do Homem de Ferro, mas controlada pelo cérebro da própria pessoa.

A Copa tá chegando. Será que dá tempo, Nicolelis?


Vi no Gizmodo, Wall Street Journal e CBS

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