Ajude a sequenciar um genoma e ainda batize uma proteína com seu nome!
Entrevista com a Marcela Uliano do LABIOMA, que colocou seu projeto de sequenciamento de DNA no Catarse. Quem contribuir com qualquer valor até o dia 11/6/2013 vai ter a chance de batizar uma proteína com seu nome, e isso é muito legal!!!
Contribua com qualquer valor até 11/6/2013 http://catarse.me/pt/genoma
Se a sua fé precisa de embasamento científico é porque está fazendo alguma coisa errada
No post anterior, uma amiga me escreveu indignada com a falta de educação científica dos EUA, onde mais da metade das pessoas não acredita na evolução.
Uma vez, em uma palestra, fiz uma pergunta para o Marcelo Leite e Monica Teixeira, que são divulgadores de ciência famosos no Brasil: Como pode os EUA, que é o maior produtor de ciência no mundo, ter tantas pessoas que não acreditam em evolução?
O Marcelo Leite disse que o que acontece é que nos EUA têm muito espaço e recursos para todos os tipos de ideologias. E setores religiosos mais conservadores veem que a evolução não bate com o que eles acreditam. Não são todos os religiosos que pensam assim, mas principalmente os que acreditam exatamente no que está na bíblia, que acreditam na mulher vindo da costela de Adão, ou que Noé colocou TODOS os animais do mundo numa barca. Mas esses vão ter problemas sérios não só com a evolução mas com muito mais gente por aí. Por isso vamos deixar eles de lado.
Acontece que tem um pessoal que não é tão radical. E essas pessoas se dividem também. Tem os que acreditam que deus é uma entidade sobrenatural, ou seja, fora do mundo natural; e tem o pessoal que tenta ligar religião e ciência fazendo uma gambiarra, e isso é o tal do Design Inteligente. Os primeiros (deus é sobrenatural e por isso não vamos tentar explicar cientificamente) eu respeito, os outros (design inteligente: deus não fez a mulher da costela de Adão mas pôs o dedo em todas as mutações de DNA até o que viramos hoje) não tem o meu respeito porque tentam afirmar a sua fé com ciência, e quando fazem isso distorcem as duas: a fé e a ciência.
Se a sua fé precisa de embasamento científico é porque está fazendo alguma coisa errada. As duas podem conviver, mas não podem basear-se uma na outra.
Eu não vou indicar nenhum site sobre design inteligente, muito menos criacionistas, mas vou indicar um de um amigo de, quem eu sou fã, e que está escrevendo um blog chamado Darwin e Deus.
Ele sabe muito de ciência, evolução, história, é católico, e é da turma que coloca Deus no sobrenatural e tenta entender como conviver com isso.
Entre lá
Ao mestre, com carinho
Por Lucas Peternelli*
O professor César Ades era uma daquelas pessoas que só aparecem de tempos em tempos. Um cientista excepcional, com uma sabedoria ímpar, e um entusiasmo que não se encontra facilmente por aí. Um apaixonado pelo o que fazia e um grande motivador de seus alunos e colegas. Com um espírito pioneiro foi responsável pela formação de diversos profissionais e fonte de inspiração para outros tantos.
Mais do que um grande cientista e responsável pelo estabelecimento de toda uma área do conhecimento no Brasil, César Ades se destacava por sua humanidade e nobreza. Sempre com muita alegria recebia a todos que o procuravam, tinha um bom relacionamento com todos os que conviviam com ele. Desconheço alguém que pudesse dizer: “Eu não gosto do César Ades”. Estava sempre sorrindo e fazendo brincadeiras. Sua alegria de viver e fazer ciência eram contagiantes. O professor César Ades foi e é para mim e para muitos outros colegas, um modelo, um horizonte, algo que almejo ser um dia. Não que isso seja possível. Talvez não, pois como disse, pessoas assim só surgem de tempos em tempos. Mas que a busca por me tornar pelo menos metade do que ele era me transforme em um profissional e uma pessoa melhor. Que seu caráter inspirador continue servindo de exemplo para todos os acadêmicos e amigos que sempre o cercaram.
O professor César estava prestes a se aposentar, mas isso era algo que ele jamais faria de verdade. Com todo aquele entusiasmo, acredito que muita coisa ele ainda haveria de fazer. Hoje a ciência e o mundo perdem um cidadão ilustre. A Etologia chora, a Psicologia sofre e a Biologia lamenta. Toda a comunidade científica está órfã de seu pai, avô, enfim, de um de seus maiores mestres.
Em uma das últimas conversas que tive com ele, há apenas algumas semanas, ele folheava sua agenda a fim de encontrarmos uma data para a realização de mais um de seus projetos. Ele parou em determinada página, sobre a qual estava o ramo seco de uma planta. Ao ver minha curiosidade sobre que planta era aquela, ele perguntou: Você sabe o que é isso? Eu respondi que não. Então ele disse: Esfrega na mão… cheire. Abriu um sorriso ao ver que tinha me surpreendido com o aroma e disse: É lavanda! Então destacou uma folha do ramo e me deu (- Pega pra você). Desde então levo guardada a folha de lavanda na carteira e sempre levarei comigo para me lembrar do professor César e, quando que me sentir desorientado, lembrar porque sou também apaixonado pelo o que faço.
Obrigado por tudo Professor!
*Lucas Peternelli é doutorando do Dep. de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia - USP, onde o professor César Ades lecionava. Além, de colega de departamento, foi aluno do professor durante o curso de Comportamento Animal e monitor em uma de suas disciplinas.
Atlas da musculatura humana: ache a si mesmo
[Post patrocinado por Software Anatomia Musculatura Humana]
Quem já usou sabe a maravilha que é o Google Maps. Você precisa ir para algum lugar que não conhece? É só digitar o endereço, ele dá aquele zoom do mundo para a sua rua de destino. Com a opção StreetView você ainda pode realmente ver imagens do endereço, caminhar pela rua para saber exatamente onde ir, ou mesmo ver um ponto turístico que sempre quis conhecer em qualquer lugar do planeta.
Aí alguém teve uma idéia fantástica baseada num problema: se vou ao médico com uma dor no braço, ele me diz que tenho um problema no deltóide e eu me pergunto – “mas onde raios fica o deltóide?”- Então façamos o Google Maps do corpo humano! Digite o nome e descubra o endereço dele, onde fica, como ele é, dê um zoom, gire, e tudo mais. Nascia assim o Body Browser, mais um projeto bacana do Google.
Biólogos, médicos, fisioterapeutas, educadores físicos e professores adorariam, certo? Mas pelo visto só eles não foram o suficiente para manter o projeto. O body Browser foi descontinuado.
Uma pena, porque a idéia é muito legal. Na verdade é fantástica. Um bom atlas do corpo humano é uma viagem, uma obra de arte. Coloque um na frente de uma criança e veja quantas horas ela ficará folheando. Agora imagine um modelo digital 3D que ela pode girar a vontade?
Sorte que a idéia não morreu com aquele projeto. Uma iniciativa nacional é uma alternativa bem bacana – o Musculatura Humana. Por enquanto é só para músculos e ossos, mas está sendo expandido para outros sistemas
O que eu achei realmente interessante no programa é que ele resolve de uma maneira bem simples um problema que eu sempre imaginei difícil de abordar quando pensava em um atlas virtual: como mostrar todas as estruturas de um corpo que é uma massa compacta de tecidos e órgãos?
A solução em livros de anatomia clássicos é dividir o corpo em centenas de grupos, que têm sua coerência, mas caem na limitação de nunca dar para ver aquele grupo no contexto geral. Nunca dava para ver o morto inteiro, por assim dizer.
Mas se você quiser ver o corpo todo e achar o tal músculo escondido o software Musculatura Humana resolve isto assim: você controla o número de camadas que quer ver. Na abertura do programa temos um homem nu em pele (literalmente). Daí você pode começar tirando a pele, como aquele clipe do Robbie Williams (fica legal a partir dos 2min50), lembra? Chegando na musculatura você já vê o peitoral, mas se quiser ver o peitoral menor, que fica logo abaixo, é só tirar uma camada de músculo e chegar ao seu destino.
Melhor que isso só quando inventarem a miniaturização do filme Viagem Insólita para viajarmos mesmo pelo interior do corpo.
Então fica a dica: Software Anatomia da Musculatura Humana.
Como é um curso multidisciplinar na prática
Ainda sobre interdisciplinaridade, posto aqui um comentário da leitora Dannyelle Novaes sobre o post Quer Multidisciplinaridade? Vá para a Áreas de Saúde . Ela conta como foi estudar em um curso que aplica multidisciplinaridade na prática. Obrigado Danny!
Quando vi o título do último post, tive logo que ler e comentar…
Digo, por que esse assunto esteve presente diariamente nos meus últimos 4 anos. Me formei ano passado pela Unifesp/ Baixada Santista e a graduação de lá tem sido bem focada em multidisciplinaridade. E especialmente lá, diferente de outros Campi, temos tentado uma nova metodologia bem diferente de ensino, mas bem bacana.
Desde o primeiro ano, somos incentivados a pensar de modo multiprofissional. No primeiro ano, temos aulas com todos os cursos, menos o nosso. Temos aula com nosso curso apenas 1 vez na semana, com aquelas matérias básicas de história da Nutrição (aah, sou nutricionista!) e assim por diante. Assim, aulas básicas para todos os cursos são assistidas juntas, como ética, iniciação em pesquisa, metodologia, bem como microbiologia, anatomia, fisiologia, histologia. Para cada matéria temos uma sala diferente, com todos os 5 cursos do campus, claro, todos da saúde. E todo tipo de trabalho que tinhamos, precisávamos de pelo menos 1 representante de cada curso. Além disso, durante todo o curso, desde o primeiro semestre, tinhamos atividades de campo, onde entravamos nas palafitas e nos centros urbanos, para conversar com a população mais carente, e aos poucos (conforme tinhamos conhecimento), agir para ajudar a população, mas SEMPRE em grupos multi. Por exemplo, no primeiro semestre, apenas conversávamos com a população sobre a importância da saúde, no segundo semestre, já poderíamos sugerir procurar os serviços especializados, depois podíamos reunir um grupo e realizar atividades de prevenção e promoção na área da saúde, depois tínhamos casos clínicos particulares, na qual podíamos agir plenamente, conforme orientação dos professores, até os estágios e formaturas.
Apenas no último ano ficamos mais próximos da nossa sala mesmo, com 4 aulas na semana sobre nosso curso, e ainda 1 dia com a matéria de ir a campo.
Na época, por vezes achávamos complicado ficar procurando gente de todo curso pra fazer grupo, mas hoje sinto uma enorme diferença entre minha formação e a de alguns colegas, por que a geração que se formou nesse contexto consegue colocar na prática a interdisciplinaridade muito mais facilmente, entende a importância e entende que é sim possível de uma forma muito mais fácil, percebemos o quanto a opinião de outros cursos, de outras visões é sim importante.
Ainda sou uma generalista, sem saber se corro ou se fico, ou se compro uma bicicleta, mas gostaria sim de me especializar. Acho ainda que especializar não impede a interdisciplinaridade, já que precisamos de contribuições e contribuímos ao mesmo tempo, só que em situações mais específicas… Acho também que na saúde é o lugar mais visível esse pedido de interdisciplinaridade, já que na saúde, uma pessoa doente é uma pessoa doente, e não um rim doente que não tem nada a ver com o sistema circulatório que não tem nada a ver com coração. Está tudo ligado, e precisamos uns dos outros sim! Agora só falta colocar em prática nos serviços de saúde, o que pode ser muito complicado, já que a maioria dos sistemas não é muito flexível. E já que a burocracia sempre empata tudo.
Espero que eu tenha contribuído em algo! Espero que abram suas mentes pra interdisciplinaridade!
Um Grande Abraço,
Danny.
Quer multidisciplinaridade? Vá para áreas da saúde.
[Post patrocinado por EducaEdu: Cursos Saúde e Medicina]
A trans-inter-super-ultra-mega-blaster-multidisciplinaridade estána moda, certo? Todo mundo fala disso. Mas eu acho que a coisa ainda está muito mais no discurso do que na prática. O mundo ainda compensa mais as pessoas super-especializadas. Isso é o que eu acho, mas podemos discutir. Se não concorda ou me apóia, comente este post com sua idéia.
Apesar de não ver isso na prática da pesquisa, pelo menos tenho visto algo parecido surgir em aulas da pós-graduação. Ou pelo menos algumas. E vejo que a área de saúde é a que tem estado na frente nesta multidisciplinaridade.
Dou alguns exemplos:
Como eu estou entrando na área das neurociências eu tenho feito disciplinas de pós-graduação na psiquiatria da USP, e comecei por uma disciplina mais amistosa para mim, biólogo que sou – isto é, com um “molecular” ou “genética” no nome. Afinal, em estudos do câncer ou do cérebro, molecular é molecular e genética é genética. Elas são ferramentas que podem ser aplicadas a muita coisa, e os termos, técnicas e jargões são os mesmos. Começando assim eu pude me sentir menos patinho feio dentro da psiquiatria.
Assim comecei com a disciplina Genética e Transtornos Psiquiátricos. Pode parecer bem clínico, mas no programa dava pra ver que abordaria conceitos básicos, indo de interação gene x ambiente, passando por estudos epidemiológicos, moleculares e até bioinformática e modelos animais.
Mas a multidisciplinaridade mais interessante não estava no conteúdo das aulas, mas nos alunos que apareceram por lá.
Havia biólogo (eu e não sei se mais algum), psicóloga clínica, um psiquiatra beeeem clínico mas interessado por pesquisa e epigenética, psiquiatra epidemiologista, e até um neurocirurgião!!!
Sério, eu nunca tinha conversado com um neurocirurgião. Para mim eles carregam um estigma de serem os seres mais inteligentes do mundo. Não que eu ache isso, mas parece que quando as pessoas pensam em uma profissão absurdamente difícil, pensam em neurocirurgião.
Claro que o cara era normal, bem gente boa, muito inteligente, principalmente uma inteligência bem técnica, eu diria, mas nada fora do comum para um bom cirurgião. E deu contribuições fantásticas nas discussões da aula. Sério, agora eu quero ter sempre um neurocirurgião por perto pra conversar e tirar dúvidas.
Agora estou em outra disciplina, esta bem mais voltada para pesquisa, mas ainda sim temos certa diversidade com psiquiatras (na maioria), psicólogos e eu, o biólogo fora do nicho.
E foi muito legal contribuir para a discussão quando a conversa foi sobre o papel da evolução nas doenças psiquiátricas. Eu como biólogo pude ajudar com conceitos que para biólogos são banais, mas para médicos e psicólogo são mais distantes.
Estou gostando de estar nessa área médica ou de saúde. Afinal eu tenho essa tendência generalista, de gostar de tudo, e vejo que há muita multidisciplinaridade por aqui. Claro que ainda faltam áreas importantes entrarem na roda, como, no caso da psiquiatria, os psicólogos comportamentais, neurocientistas e pessoal do comportamento animal, entre outros.
Juro que isso tudo chegou a gerar uma certa inveja-boa da prática clínica. Mas ainda bem que passa rápido.
Por isso, se você é um generalista como eu, gosta de interagir com várias áreas, e ainda não sabe o que fazer da vida (vai prestar vestibular ou entrar em uma pós-graduação), as áreas da saúde são uma boa pedida.
Veja aqui as opções do nosso parceiro EducaEdu em Cursos Saúde e Medicina.
Doenças psiquiátricas: uma questão de escolha
Muita gente tem estudado um tema na psicologia e nas neurociências que é a tomada de decisão. Basicamente é entender como o nosso cérebro, portanto nós, escolhe entre sorvete de morango ou de chocolate (você pode trocar o tema “sorvete” por emprego, namorada, Mac ou PC, casamento ou bicicleta, etc).
O interesse nessas áreas é bem claro, principalmente pro pessoal de publicidade e propaganda, economia, e essas coisas que envolvem dinheiro ou como as pessoas o gastam.
E eu me acostumei a ver esse tipo de estudo de tomada de decisão nesses temas monetários. Mas lendo um comentário de uma discussão com neurocientistas trabalhando nessa área percebi que eles têm aplicação em coisas mais importantes, como nas doenças psiquiátricas.
Uma pessoa deprimida não toma decisões como quando ela esta numa fase normal. E não só esta, mas diversas doenças são caracterizadas por pessoas tomando más decisões com relação à ansiedade e emoções. Caso clássico é o do vício, que nada mais é que um problema no circuito de recompensa e tomada de decisão no cérebro.
Agora ficou mais claro para mim como os estudos em tomada de decisão não são só uma curiosidade interessante ou uma ferramenta do marketing, mas também estão na base do entendimento das doenças psiquiátricas.
Vi no The Kavli Foundation
Dica do Marco Evolutivo
Bebês prematuros confundem toque e dor.
Vi na New Scientist: Uma pesquisa mostrou que os bebês prematuros sentem o toque e a dor da mesma maneira. Mas porque isto acontece?
Pobres bebês, nascem carecas, desdentados e cabeçudos. E mesmo uma cabeça tão desproporcional ainda não é o suficiente para nós, humanos. Sempre queremos mais, e para a cabeça continuar crescendo ela sai frouxa, é a famosa moleira. Ou seja, o crânio não está totalmente duro como osso, tem ainda muita cartilagem, o que permite ainda uns bons anos para crescer esse cabeção todo. Mas não é só por fora que as mudanças ocorrem, é por dentro que a mágica acontece. O cérebro cresce, e o mais interessante é que não são os neurônios os maiores responsáveis por esse crescimento. Quando estamos quase para nascer os neurônios já estão praticamente todos lá, mas como fios desencapados. A fita-isolante dos neurônios é a mielina, que nada mais é do que um lindo abraço celular. Veja o esquema:
O que a pesquisa achou pode ter a ver com esse “encapamento” ou com a falta de circuitos neurais já montados. Um estímulo em um cérebro bem formado tem um caminho a percorrer e certas regiões para receber este estímulo, interpretá-lo e diferenciá-lo. Mas talvez em um cérebro prematuro um estímulo acabe se espalhando por todo o cérebro do bebê como uma tempestade elétrica. Assim, dor e toque se confundiriam.
Mesmo assim, prematuros ou não, temos sobrevivido bem, nós, ex-bebês.
“Piruvato in ´da´ House, man!”
É disso que eu tô falando, gente! Vídeo malucão e divertidíssimo falando de um tema chato que é a respiração aeróbica. Pode não ser didático pra quem ouve, mas aposto que os alunos que fizeram, um pessoal da bio da UFRJ, vão lembrar dessa matéria pra sempre.
Estou esperando conversar com esse pessoal para perguntar: Mas porquê raios vocês gastaram este tempo todo para fazer essa maluquice?!
Mudando a plataforma
Caro leitor,
O RNAm e todo o Scienceblogs Brasil está mudando de plataforma e de layout. Vocês não imaginam como era chato usar a antiga plataforma MovableTypes. Agora em WordPress a coisa vai ser mais tranquila, esperamos.
O site geral do Scienceblogs Brasil está lindo, você já viu?: http://scienceblogs.com.br/
Problemas de visualização de imagens e de feed podem acontecer por enquanto. Mas se adaptar é sobreviver. Ou seria o contrário?
Abraços











Rafael Soares - Biólogo formado pela UNESP - Rio Claro e doutor pela Biotecnologia da USP. Atualmente realiza pós-doutorado na área de neurociência comportamental e molecular.

