Pensamentos incontroláveis (vídeo)

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Depois de falarmos de pensamentos contrafactuais e ruminação, chegou a hora de falar de obsessões e do famoso Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Daremos algumas dicas de como lidar com pensamentos incontroláveis que servem para os três casos. Veja o vídeo abaixo ou clique aqui para vê-lo.

Referências recomendadas

Clark, D. A., & Beck, A. T. (2010). Terapia cognitiva para os transtornos de ansiedade: Ciência e prática. Porto Alegre: Artmed.

Usamos como base para esse vídeo esse manual voltado para os transtornos de ansiedade. É uma ótima referência para psicoterapeutas interessados no assunto.

Abramowitz, J. s., Taylor, S., & McKay, D. (2009). Obsessive-compulsive disorder. The Lancet, 374, 9688, 491–499 http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(09)60240-3

Essa é uma revisão relativamente recente e geral sobre o TOC, os conhecimentos que possuímos sobre ele nos níveis biológico e psicológico e os principais tratamentos usados atualmente.

Vale a pena ler um livro que foi traduzido para o Português, chamado de “Livre da ansiedade”. O livro explora de maneira ampla o tema da ansiedade, incluindo na sua discussão o transtorno obsessivo-compulsivo.

Ressalto também a dica que sempre dou do livro A mente vencendo o humor. Esse livro introduz de maneira simples e objetiva pessoas que não tem nenhum conhecimento em psicologia aos princípios da terapia cognitivo-comportamental e como podemos entender e lidar com diversas condições que geram sofrimento.

Essa ilusão de ótica é cabulosa mesmo

Uma grande parte do nosso cérebro é dedicada para processar as informações advindas dos nossos olhos. Sim, essa visão fantástica que você usa todos os dias e já banalizou não é algo trivial para esse amontoado de células dentro da sua cabeça.

É uma coisa realmente complicada o que o nosso cérebro faz cotidianamente para nos permitir ter essa visão tridimensional, mas como qualquer pessoa que tem miopia ou astigmatismo sabe, a visão está longe de ser perfeita. Se nos comparamos com outros animais… bom, melhor nem tocar nesse assunto.

Além dos déficits visuais gerados por condições muito comuns como a miopia, também existem distúrbios psiquiátricos e/ou neurológicos que podem afetar consideravelmente a nossa visão, como a esquizofrenia.

Em resumo, o lance é que a nossa capacidade visual é incrível, mas bem imperfeita. Quer uma demonstração disso? Quer dar uma zoadinha bem leve com a sua visão maravilhosa e ver até onde ela pode te levar? Então veja o vídeo abaixo seguindo as instruções que a mulher fala (esse vídeo foi uma dica valiosa do pessoal do ASAP Science). Se o player abaixo não estiver funcionando, clique aqui para ver o vídeo. Digam o que acharam nos comentários =)

Pra quem não saca inglês, aqui vai o que ela diz no começo do vídeo depois do alerta inicial: Leia em voz alta todas as letras mostradas no centro da tela, não cometa nenhum erro.

Fantasmas do passado

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Sabe quando um pensamento ou memória ruim não sai da sua cabeça? Ela fica grudada na sua consciência, mesmo que você se esforce para tentar tirá-la do seu foco de atenção? Chamamos esse processo psicológico de ruminação mental, e é sobre isso que falaremos no vídeo de hoje! Veja o vídeo abaixo (ou aqui).

Referências recomendadas

Smith JM, Alloy LB. (2009). A roadmap to rumination: A review of the definition, assessment, and conceptualization of this multifaceted construct. Clin Psychol Rev, 29(2):116–28. doi:10.1016/j.cpr.2008.10.003

Esse artigo de revisão traz um recente resumo de como a ruminação é compreendida na psicologia, das diferentes formas pelas quais ela tem sido estudada e das futuras direções para as pesquisas sobre esse assunto.

Nolen-Hoeksema, S., Wisco, B. E., & Lyubomirsky, S. (2008). Rethinking rumination. Perspectives on Psychological Science, 3, 400-424.

Esse também é um artigo de revisão no qual as pesquisas sobre a ruminação são descritas e as tentativas de desenvolver técnicas para reduzir a ruminação também são exploradas.

Mas e se…?

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E se você tivesse feito outro caminho para chegar ao seu destino ou se preparado melhor para uma prova importante na qual você foi mal? Como as coisas seriam impactadas hoje por um passado diferente daquele que de fato ocorreu? Será que você ainda estaria vivo? Ou cheio da grana? Pensamos nesse tipo de cenário hipotético frequentemente, e os impactos disso em nossa cognição e comportamento foi investigado em muitas pesquisas na psicologia. Saiba algumas das conclusões a que chegamos por meio dessas pesquisas no vídeo de hoje! Veja o vídeo abaixo ou clicando aqui.

Referências recomendadas

Clicando aqui você poderá ler um texto que fala muitas coisas que exploramos no vídeo sobre pensamento contrafactual, incluindo exemplos de pesquisas e as suas respectivas referências.

Aronson, E.; Wilson, T. D.; & Akert, R. M. (2002) Psicologia social. São Paulo: LTC.

Para dar o exemplo do executivo que morre ao pegar o seu voo habitual ou um voo diferente, nos inspiramos no uso feito pelos autores do livro acima quando eles explicam o que é o pensamento contrafactual.

Medvec, V. H.; Madey, S. F.; & Gilovich, T. (1995). When Less Is More: Counterfactual Thinking and Satisfaction Among Olympic Medalists. Journal of Personality and Social Psychology, 69, 4,603-610.

Essa é a referência do trabalho que avaliou as reações de competidores olímpicos que ficaram em segundo lugar.

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