Se colocando no lugar do outro (vídeo)

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A empatia é uma capacidade que nos permite se colocar no lugar do outro e compartilhar a dor ou alegria que alguém está sentindo. No vídeo de hoje, falaremos sobre o que é empatia, como ela se diferencia de algo conhecido na psicologia como teoria da mente e como essas duas capacidades fazem toda a diferença no caso de pessoas com psicopatia e autismo. Veja o vídeo abaixo (ou veja aqui).

 Referências recomendadas

Singer, T., & Tusche, A. (2013). Understanding others: Brain mechanisms of theory of mind and empathy. In P. W. Glimcher, & E. Fehr (Eds.), Neuroeconomics: Decision making and the brain (2nd ed., pp. 513-532). London: Academic Press.

O capítulo de livro acima faz uma descrição e diferenciação entre empatia e teoria da mente, enfatizando os aspectos neurais subjacentes à essas capacidades. Muito do que citamos no vídeo é explorado nesse trabalho.

De Waal, F. B. M. (2008). Putting the altruism back into altruism: The evolution of empathy. Annual Review of Psychology, 59, 279–300. doi:10.1146/annurev.psych.59.103006.093625

Já esse artigo, embora também focado na empatia, explora mais as questões biológicas e evolutivas da empatia. Muitos trabalhos comparativos com outros animais são descritos no trabalho, bem como algumas das mais influentes teorias da evolução da empatia.

Baron-Cohen, S. et al. (2001). The “reading the mind in the eyes” test revised version: A study with normal adults, and adults with Asperger Syndrome or high functioning Autismm. Journal of Child. Journal of Child Psychology and Psychiatry, 42(2), 241-251.

Simon Baron-Cohen, um dos maiores pesquisadores sobre o assunto, desenvolveu uma medida de teoria da mente utilizada vastamente na psicologia, as imagens que exibimos no início do vídeo são também usadas nessa medida.

Decety, J. & Ickes, W. (2009). The social neuroscience of empathy.  Cambridge: MIT Press.

Por fim, esse livro é uma compilação da pesquisa em neurociência social da empatia nos últimos 20 anos. O simples fato de existir um livro tão específico sobre esse tema demonstra a importância que a empatia têm recebido nessa área.

Também vale citar o livro da Tania Singer sobre compaixão e meditação disponibilizado de maneira gratuita na internet já divulgado aqui no blog, no qual treinamentos de empatia são descritos além de muitos outros temas.

Cuidado com o seu voto (vídeo)

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Como você decidiu em quem irá votar nessas eleições? E o que você acha que leva as pessoas a votarem em um candidato ao invés de votar em outro? Exploraremos no vídeo de hoje o que às vezes está por detrás das nossas escolhas políticas. Uma dica: nem sempre, essas escolhas são feitas apenas pelos motivos racionais que imaginamos. Veja o vídeo logo abaixo (ou aqui).

Referências recomendadas

Nosek, B. A., Graham, J., & Hawkins, C. B. (2010). Implicit political cognition. In B. Gawronski & B. K. Payne (Eds.), Handbook of implicit social cognition (pp 548-564). New York: Guilford.

Muito do que falamos sobre atitudes implícitas no vídeo é resumido nesse capítulo de livro que revisa as pesquisas sobre vieses automáticos envolvidos na cognição política, explorando muitos outros aspectos além do que exploramos no vídeo.

Todorov, A., Mandisodza, A. N., Goren, A., & Hall, C. C. (2005). Inferences of competence from faces predict election outcomes. Science, 308, 1623-1626.

Esse é principal trabalho científico sobre percepção de competência pela face descrito no vídeo. Os estudos subsequentes reafirmaram e estenderam ainda mais a generalidade desse efeito em outros países.

Sussman, A. B., Petkova, K., & Todorov, A. (2013). Competence ratings in US predict presidential election outcomes in Bulgaria. Journal of Experimental Social Psychology, 49, 771-775.

Esse é um dos último estudos publicados por pesquisadores dessa linha de pesquisa. Esse é o estudo citado no vídeo no qual os resultados das eleições para presidente na Bulgária foram preditos com alto nível pela aparência dos candidatos.

Debate de meia tigela (vídeo)

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Já conhecemos as falácias desde que Aristóteles, um filósofo que viveu na Grécia há muuuuitos anos atrás, sistematizou pela primeira vez uma lista de erros comuns de raciocínio cometidos em debates. Mesmo a humanidade conhecendo tais erros há tanto tempo, continuamos propensos a usar falácias para argumentar e a ser persuadidos por falácias usadas pelos outros. Para não cair mais nesse tipo de armadilha, conheça um pouco mais sobre falácias no vídeo de hoje! Veja o vídeo abaixo (ou aqui).

Existem MUITAS outras falácias do que as que abordamos no vídeo. Em época de eleição, vale sempre a pena rever elas e ficar atento durante as falas de políticos! Esse site lista algumas das falácias mais comuns em debates. Também recomendamos conhecer esse site, que descreve bem falácias e de uma maneira mais simples. Essa aqui foi uma das listas mais completas que nós encontramos.

Tentando entender onde estamos (vídeo)

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Desde há muito tempo, nossa espécie tentou entender onde estamos e como as coisas funcionam à nossa volta. Para isso, diferentes sistemas de compartilhamento de sentido foram desenvolvidos ao longo de séculos e atualmente alguns desses sistemas mais estabelecidos são a arte, a filosofia e a ciência. Hoje falaremos um pouco sobre o que essas diferentes tentativas de entender o mundo têm em comum e o que elas têm de diferente. Veja o vídeo abaixo (ou clicando aqui).

Referências recomendadas

Jaccard, J., & Jacoby, J. (2010). Theory construction and model building skills: A practical guide for social scientists. New York: Guilford.

Nesse livro, o psicólogo James Jaccard discute como cientistas sociais podem criar teorias para explicar os seus fenômenos de interesse. Em um dos capítulos do livro, Jaccard explora a diferenciação entre os sistemas de compartilhamento de sentido, e foi na maneira como ele abordou essa questão que nós nos baseamos no vídeo.

Sagan, C. (2006). O mundo assombrado pelos demônios: A ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras.

O astrônomo citado no início do vídeo é o já falecido Carl Sagan. Ele pode ser considerado um dos maiores, se não o maior, divulgadores da ciência. No livro citado acima, um dos mais famosos dele, Sagan fez uma das suas mais apaixonadas defesas da ciência e da necessidade de conscientização científica da população. E foi lendo livros como esse que eu acabei vindo parar aqui, em um blog e em um canal de divulgação científica =)

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