Porque tentar não pensar em algo é uma cilada

thought supression

A armadilha da supressão do pensamento

Podemos sentir que controlamos nossos pensamentos quando quisermos. Se você quiser pensar, por exemplo, em uma casa, neste exato momento, você é capaz de imaginá-la detalhadamente. Mas apesar de sermos eficientes na arte de iniciar um pensamento, muitas vezes não somos igualmente bons na arte de encerrá-los ou suprimi-los. Nossos pensamentos nem sempre nos obedecem – quem nunca teve aquele pensamento que não saia da cabeça, por mais indesejável e desagradável que fosse?

O que este tipo de experiência parece indicar é que nem sempre temos o controle da nossa cognição. Se nossa capacidade de “mandar” no que iremos pensar fosse eficiente, alguns problemas que milhares de pessoas vivenciam nem deveriam existir. Um exemplo disso ocorre com pessoas que sofrem de insônia. Muitas pessoas com este problema vivenciam uma “enxurrada” de pensamentos que os induzem a um estado de agitação incompatível com o sono. Outro exemplo drástico de quem convive com este problema é quem enfrenta o Transtorno Obsessivo-Compulsivo, o famoso TOC. Nesta condição, as pessoas vivenciam diariamente pensamentos repetitivos e frequentes sobre um ou mais determinados conteúdos (ex: sujeira) que as levam a realizar ações compulsivas relacionados aos seus pensamentos obsessivos (ex: lavar a mão para evitar a sujeira). Por mais que elas tentem parar de ter estes pensamentos, eles continuam ressurgindo em suas mentes e causando sofrimento.

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Com que frequência o amor romântico dura?

Quanto costuma durar um amor romântico intenso?

É comum pensar que o amor romântico intenso vivido por duas pessoas no início de um relacionamento diminui com o passar do tempo, até que, se o relacionamento durar, o que fica é um sentimento menos intenso e mais fraternal. Existem até aqueles que afirmam que o amor romântico intenso tem inclusive um prazo de validade – normalmente acaba até os dois primeiros anos de relacionamento, e dificilmente dura mais do que isso. Apesar destas afirmações serem difundidas, na verdade temos poucas informações concretas sobre o quão comum é que o amor romântico intenso dure em relacionamentos longos.

Quão frequente é que parceiros amorosos de longo prazo mantenham um amor romântico intenso um pelo outro? Quais aspectos será que determinam a duração do amor romântico – frequência de relações sexuais, ciúmes, companheirismo, time favorito, signo, ascendente do signo? Foi tentando dar respostas parciais a estas perguntas que um grupo de pesquisadores conduziu uma pesquisa publicada este ano (isso mesmo, eu estou falando de um estudo científico sobre o amor!). O que vocês acham que eles encontraram?

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