O que gosto musical tem a ver com personalidade? (vídeo)

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Você já reparou alguma relação entre as músicas que mais ouve e a sua própria personalidade? Hoje falaremos de algumas pesquisas que têm explorado como alguns estilos de música podem se relacionar com os traços de personalidade de alguém. Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Ah, e para quem não entendeu as nossas menções visuais do vídeo de hoje, fizemos um desenho do André Matos, um dos maiores cantores brasileiros que já existiram e que faleceu semana passada (famoso por ter sido o cantor do Angra e do Shaman). E para entender a nossa menção ao Bruno e Barretto falando algo esquisito, veja esse vídeo que você não se arrependerá.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: Hoje veremos como alguns traços de personalidade que já explicamos antes estão ligados às preferências musicais das pessoas. Veja ou reveja o nosso vídeo sobre personalidade para não ter risco de ficar boiando. Eu sou o André, doutor em psicologia e minha banda favorita é o Led Zeppelin. Quando as pessoas ouvem uma música, existem pelo menos 3 características que influenciam o quanto elas gostam da música: a valência, a profundidade e a excitabilidade. A valência é o quanto a música se remete a sentimentos de felicidade, diversão, entusiasmo ou tristeza enquanto a profundidade capta o quanto a música é sofisticada, inteligente e profunda. A excitabilidade tem a ver com o quanto a música é intensa e forte.

Referências recomendadas

A seguir você poderá acessar várias pesquisas e materiais sobre como as preferêncis musicais podem estar ligadas a diferentes trações de personalidade e outras características que citamos no vídeo de hoje: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, link.

Paralisia do sono, alienígenas, demônios e o cérebro (vídeo)

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Por detrás de muitos relatos de abdução alienígena e contatos com demônios, espíritos e monstros, parece haver um fator em comum: a paralisia do sono. Saiba mais sobre o que é isso no vídeo de hoje! Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Você já teve a sensação de ter sido visitado no seu quarto por uma entidade como um demônio ou alienígena na calada da noite? Se sim, é provável que você tenha vivido uma paralisia do sono ao invés de uma visita do além. Eu sou o André, doutor em psicologia e eu já tive uma paralisia do sono. Não recomendo. Durante o sono REM, uma fase do sono na qual costumamos sonhar, o seu corpo tende a ficar paralisado, com exceção de partes como o coração e pulmões. Isso evita que você se mexa demais durante um sonho mais agitado e acabe se machucando. Só que quando você está começando a dormir ou acabando de acordar, pode ser que o seu cérebro se torne consciente das coisas antes do seu corpo sair do estado de paralisia no qual estava e assim você pode acabar vivendo uma paralisia do sono. Durante ela, é comum que movimentos musculares voluntários fiquem inibidos, ou seja, pode ser difícil se mexer. Muitas pessoas também sentem uma pressão no peito e dificuldade de respirar, o que pode dar a impressão de quem tem algo meio bizarro em cima de você.

Referências recomendadas

Hoje tem uns artigos bem legais para você consultar caso queira entender um pouco mais sobre a paralisia do sono e a sua relação com outras variáveis psicológicas e neurais: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

Como hábitos se formam? (vídeo)

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Você gostaria de fazer mais exercícios, comer melhor ou ser mais produtivo? Então você precisa entender melhor como os hábitos funcionam e hoje vamos falar o básico sobre isso. Você pode assistir o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trecho do começo do vídeo: Muita gente sofre por anos para desenvolver certos hábitos, como praticar mais exercícios, ou para se desfazer de outros, como comer demais. Eu sou o André, doutor em psicologia e não é nada fácil manter esse meu hábito de publicar um vídeo por semana no Minutos Psíquicos. Hábitos tem a ver com associações que você vai aprendendo entre uma ação e um contexto no qual você repete essa ação ao longo da sua vida e que costuma lhe trazer algum tipo de recompensa. Ações recompensadas tendem a se repetir no futuro e isso tem a ver com o sistema de recompensa do cérebro, algo que explicamos em outro vídeo. Esses hábitos tendem a se fortalecer conforme uma ação é repetida em um certo contexto para atingir uma meta e conforme essa ação é recompensada regularmente. A cada nova repetição, esse hábito vai se fortalecendo ainda mais na sua memória.

Referências recomendadas

Um livro que foi referência para elaborar o roteiro de hoje foi o “Mini-hábitos: Como alcançar grandes resultados com o mínimo de esforço” de Stephen Guise. Vamos aproveitar esse livro mais ainda em um próximo vídeo sobre esse assunto, no de hoje nos focamos mais nos artigos científicos. Aqui também vão algumas referências importantes sobre hábitos: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink.

Sinestesia é real ou é só figura de linguagem? (vídeo)

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Os sentidos de algumas pessoas se misturam de formas incomuns na experiência conhecida como sinestesia: sons podem induzir cheiros ou a visualiazação de cores, por exemplo. Mas será que essa experiência é real ou é só uma figura de linguagem que as pessoas usam? Descubra no vídeo de hoje! Você pode ver o vídeo de hoje abaixo ou clicando aqui.

Aqui vai um trechinho do início do vídeo: Sinestesia significa algo como “perceber juntos” e envolve uma mistura de sensações. A estimulação de uma modalidade perceptual, tal como a visão ou o tato, estimula automaticamente sensações em outra modalidade ou na mesma modalidade de uma forma incomum. Por exemplo, uma pessoa pode ver cores ou sentir cheiros ao ouvir um som. Um exemplo citado por Ramachandran é o de Esmeralda, uma mulher que enxergava a cor azul sempre que ouvia um dó agudo sendo tocado no piano.

Referências recomendadas

A principal referência para o vídeo de hoje sem dúvida foi o livro “O que o cérebro tem para contar” do neurocientista Ramachandran (no link que coloquei aqui você tem acesso gratuito ao 1o capítulo do livro diretamente do site da editora). O livro é excelente e fala de muitos outros assuntos interessantes além de sinestesia, vale a pena ler! Agora aqui vou colocar alguns outros links interessantes para você que quer se aprofundar um pouco mais no assunto: link, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link, linklink, link, link.

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